História 21st Century Witches - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Freed-Dreyar

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kris Wu, Sehun, Tao
Tags Baekyeol, Bruxos, Chanbaek, Cura Hétero, Exoween, Remar, Sesoo, Soohun
Exibições 1.006
Palavras 5.297
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Galerinha, antes de mais nada levem a fanfic - nosso segundo filho - na brincadeira, pois ela nada mais é que pura comédia e uma crítica aos conservadores que acreditam que as pessoas não nascem lgbt, ou seja o que for, se tornam lgbt. E sobre a Wicca, já pedimos desculpa, saibam que respeitamos e amamos essa cultura (que vem desde muito antes do cristianismo), mas assim como tudo, creio que pode ser feito humor sem pegar pesado, brincando com os estereótipos que a sociedade impõe.
Outra coisa, Lúcifer significa: "portador da luz", entre as Wiccas ele é uma representação do Deus que eles cultuam e não o famoso Satã, ok? Ou seja, Wiccanos e Satanistas são duas coisas diferentes.

Caah, obg pela capa <3
Boa leitura nossas criaturinhas das trevas com beijinhos de Luz até as notas finais.

Capítulo 1 - Monamour, eu sou muito filho de Lúcifer sim!


 

Do Kyngsoo odiava o tipo de gente que por algum motivo, se achava melhor do que os outros; ele odiava o sorriso irônico, o andar prepotente, as risadas em escárnio e tudo que envolvia uma pessoa superficial.

Wu Yifan era assim.

O garoto alto do último ano da escola, o mais popular, bonito e cheio de marra, com várias meninas — e meninos —  aos seus pés. Ele gostava de jogar com o sentimento alheio, assim como gostava de esnobar pessoas inferiores, ele era uma casca de se dar inveja as demais, mas não possuía nenhum conteúdo. E, exatamente por não ter nada de bom para mostrar, ele gostava de implicar com os nerds ou qualquer outro que se mostrasse mais inteligente que ele. O que não era algo raro se pararmos para pensar, pois Yifan era o típico mauricinho burrinho, que sem sombra de dúvidas conseguiria uma bolsa pelo time da escola. Então, qualquer um que considerasse fraco, ele atacava, como um predador que caçava suas vítimas, uma a uma; todos os seres frágeis ele dilacerava. Porém, o Wu não sabia que aquele rosto de feições infantis guardava muito mais do que um menino impotente ou alguém que ele pudesse zombar.

— Sério Do, me fala, quanto você cobra pra fazer uma poção polissuco? — Disse com um ar de superioridade.

— Nos deixe em paz. — Ditou Baekhyun, amigo de Kyungsoo, sabendo que o moreno não tinha muita paciência e temendo por isso.

— O que aconteceu? O gato comeu sua língua e agora precisa de ajuda para falar? Pensei que gatos e bruxos fossem próximos.

Kyungsoo cerrou as mãos em punho, o céu que estava límpido, começou a se a fechar. Ele estava muito, muito irritado. Acontece que aquele tipo de “brincadeira”, vinha acontecendo ao longo dos meses — desde que ingressaram no ensino médio — e o moreno não era do tipo de pessoa que suportava toda brincadeira calado.

— Qual é, Kris. — Disse Chanyeol. — Deixa eles em paz. — O maior estava esperando seu melhor amigo, Sehun, para ir embora e novamente se deparou com quase toda escola encarando Kyungsoo e Baekhyun, enquanto Yifan zoava com eles.

— Uma poção polissuco? Você precisa mesmo, na verdade, seriam necessários litros dela para tirar essa sua cara asquerosa da minha frente.

— O que você disse garoto?

— Não preciso repetir, seu maldito.

— Retire o que disse, filhote de Lúcifer.

— Lúcifer? Lúcifer? Eu? Eu sou muito mais que o filho do meu senhor!  — Ironizou o moreno, com um sorriso brincalhão, e um pouco macabro, nos lábios. —  E você irá pagar Kris, amanhã quando acordar, não diga que eu não avisei.

Enquanto suas mãos tremiam de raiva, o céu se fechava ainda mais, nuvens negras se formando e tampando o sol que brilhava pouco antes.

— Kyung, se acalme.  — Sussurrou Baekhyun para o amigo que ainda encarava Yifan cheio de raiva.

— Não Byun, eu cansei disso, ele irá pagar por tudo que ele causou as pessoas.

— INSOLENTE! Criança insolente, quem você pensa que é pra falar essas coisas para mim?

— Insolente? Olha pessoal, parece que Yifan aprendeu uma palavra nova, eu pensei que você sequer sabia ler.

— Soo? Vamos Soo, não vale a pena.

— Ora, seu… — O maior avançou sobre Kyungsoo, segurando-o pela gola da camisa ao mesmo tempo que o primeiro relâmpago cortou o céu.

Todos olharam para cima sem entender o que estava acontecendo, como o tempo poderia mudar tão rápido?

— Me solte ou o próximo irá acertar você.

Wu Yifan, como todos os outros, gelou com o som do trovão e com as gotas de chuva que começaram a cair. Gritos surpresos foram ouvidos e logo as pessoas começaram a se afastar em busca de abrigo. Em um impulso soltou o menor, o derrubando na poça de água que havia começado a se formar, olhou para o garoto caído no chão e murmurou:

— Você irá me pagar, seu rato.

Kyungsoo se levantou como uma fera, ninguém o chamaria de rato, Baekhyun sussurrou seu nome temendo o que o melhor amigo iria fazer. Mas, o que impediu o Do não foi a expressão alarmado do loiro e sim o olhar curioso de uma terceira pessoa.

Oh Sehun tinha ficado até um pouco mais tarde na sala, conversando com seu professor de matemática, por isso não presenciou a injustiça cometida por Yifan, apenas viu o mais velho empurrar Kyungsoo com força e o garoto cair no chão.

Quando seus olhos se encontraram, nenhum dos dois soube o que falar, mas também não desviaram o olhar. O rosto do menor estava molhado devido a chuva que ainda insistia em cair, fazendo os cabelos negros tamparem parcialmente seus olhos.

— Isso foi realmente estranho. — Disse Chanyeol, ao lado de Sehun que se voltou para o melhor amigo.

— O que aconteceu?

— Eu te conto indo para casa.

Os dois seguram pela cobertura da escola, mas aos poucos foi parando de chover. O que era ainda mais bizarro. E, da mesma forma que o tempo fechou, novamente o sol apareceu. O Do respirou fundo, tentando manter a calma. Quando passaram ao lado de Baekhyun e Kyungsoo, os dois maiores conseguiram ouvir um sussurro urgente do loiro:

— Tem que se controlar melhor Kyung, sabe que as pessoas sempre vão falar de nós, mas não podem saber a verdade.

— Deixem falar Baek, nós não precisamos mais ter medo. Os tolos mortais são quem devem nos temer, eu devia ter acertado aquele idiota, mas isso não vai ficar assim, você verá, Hécate irá me proteger.

 

(...)

 

No dia seguinte, toda escola estava comentando o fato de que Kyungsoo tinha desafiado Kris. E também que o cara mais popular da escola estava careca. Yifan olhava raivosamente para Kyungsoo no intervalo e esse tentava conter o sorriso. Sabia que o maior vivia de aparências e perder seus preciosos fios dourados era uma grande humilhação.

— Kyung, por que você está olhando tanto para Oh Sehun? — Quis saber o loiro com um sorriso malicioso e o outro revirou os olhos.

— Eu também vi você olhando para o Park, não se faça de puritano Baekhyun, pois entre nós dois você é o que vai estar sentado do colo do nosso senhor, governando o inferno.

— Eles são héteros Soo, não olhariam para nós, sem falar que eu não me apaixono, você sabe, mas admito que seria muito bom ter o grandão para mim por um tempo.

Chanyeol e Sehun também estavam no grupo dos populares, mas diferente de Kris, eram bons meninos. Não santos, claro. Apenas dois colegiais normais, que desfrutavam de sua juventude repleta de hormônios em consequência da própria popularidade. Sempre tinham garotas ao seu redor, eles conversavam e riam com qualquer um ao invés de espalhar ódio e desprezo.

— Nós podemos dar um jeito nisso. — Sussurrou moreno.

— Sabe que não existe magia que faça nascer amor. — Rebateu Baekhyun e Kyungsoo riu irônico.

— Eu não falo de amor meu bem, eu falo que podemos consertar a heterossexualidade desses dois. — Gargalhou. Baekhyun tentou não rir também, mas não conseguiu, seu melhor amigo tinha as ideias mais mirabolantes e diabolicamente criadas. Talvez, quem visse de fora até se assustasse com aquelas risadas cúmplices, mas era normal para eles, já que foram criados juntos, suas famílias são clãs antigos e, consequentemente, aliadas e amigas; eram conhecidas antes mesmo da própria inquisição.

— Ei Kris! Eu estava falando pro Baekhyun que você ficou um gatinho assim, está melhor do que antes, acho que nem vai mais precisar da poção polissuco.

O jogador olhou raivosamente para eles, todos na mesa se viraram para encarar os dois meninos, inclusive Chanyeol e Sehun.

— Eu sei que vocês fizeram isso!

— Como? Nós entramos na sua casa e raspamos seu cabelo enquanto dormia? — Dessa vez Baekhyun entrou na brincadeira, afinal, Kyungsoo já tinha começado tudo aquilo, tinha que aproveitar também.

— Ou vai me dizer que realmente acredita que somos bruxos? — Ironizou Kyunsoo, rindo da própria piada.

— ESTÁ VINDO SOO! ESTÁ VINDO! — Disse Baekhyun assustado.

— Oh não, não agora Baekhyun!

— O que está vindo? — Perguntou Chanyeol.

— Hécate! Nossa Deusa está se manifestado em mim!  — Dramaticamente Baekhyun caiu de joelhos, revirando os olhos enquanto todos encaravam a cena assustados. O refeitório tinha parado para assistir o loiro que parecia estar falando em uma língua estranha e se contorcendo no chão.

Até que Kyungsoo não conseguiu se segurar mais, caindo na gargalhada enquanto o loiro fingia que estava sendo possuído pela Grande Deusa. Baekhyun abriu os olhos rindo também, enquanto Kris rangia os dentes indignado. Chanyeol e Sehun também não resistiram, assim como quase toda a escola, e começaram a rir de Kris que se levantou possesso e saiu do refeitório.

— Aplausos, aplausos pra meu amigo, um ótimo dramaturgo.

— Oh! Obrigado, obrigado. — Se curvou agradecendo aos aplausos dos outros estudantes, que assim comos os dois baixinhos comemoravam vitória, pois Kris era invejado por poucos e odiado por muitos.

— Vocês são hilários.  — Disse Chanyeol secando o canto dos olhos de tanto rir.

— Jamais pensei que veria Kris tão perplexo. — Comentou Sehun. Os dois se levantaram e seguiram até a mesa dos menores, estavam intrigados com eles desde de o dia anterior, principalmente depois de ouvir aqueles estranhos sussurros; mesmo confusos, queriam ir mais a fundo nessa história. Afinal, aqueles dois tinham um segredo e os maiores fariam de tudo para descobrir.

— Podemos almoçar com vocês?  

— Claro. — Respondeu Kyungsoo. — Se quiser pode nos almoçar. — Sussurrou no ouvido de Baekhyun, retirando uma gargalhada eufórica do outro.

— Vão na festa no sábado? — Quis saber Chanyeol.

Sábado era dia de Sabás*, ou seja, melhor oportunidade para um ritual. E se queriam acabar com a heterossexualidade daqueles dois, precisavam passar seu sábado ocupados.

— Acho que não.

— Ainda mais que será na casa do Kris. — Disse Baekhyun.

— Por isso mesmo, seria hilário.

— Talvez a gente passe por lá depois da meia noite.

— Por que tão tarde? — Quis saber Sehun.

— É a hora que as bruxas saem de casa. — Respondeu Kyungsoo com um sorriso enigmático.

— Mas então vocês tentarão ir? — Perguntou Chanyeol com um sorriso diabólico no rosto.

— Sim, vamos tentar. — Terminou Baekhyun inocente.

O que os dois baixinhos não sabiam é que Sehun e Chanyeol também tinham planos para tentar tirar a verdade deles no sábado.

 

(...)

 

— Kyung tem certeza? Você está usando as coisas certas?

— Sempre tenho certeza, Baekhyun! — Rebateu.

Os dois meninos liam um livro sagrado que Baekhyun pegou no quarto de seus pais antes de seguir até a casa do melhor amigo, eles já tinham o básico para qualquer ritual, ou seja, cinco velas coloridas, uma representando cada elemento e a quinta — que era roxa — a magia, assim como o pentagrama que nunca saia de seus pescoços e ficava escondido debaixo das vestes. Era uma proteção. No meio das cinco velas dispostas como mandava o livro, tinha um pequeno caldeirão sobre um forno elétrico. Afinal, eles não precisavam mais de fogueiras.

— Acenda o círculo de proteção Baek, não queremos os demônios aqui novamente, você lembra o que aconteceu da ultima vez.

— Não foi minha culpa, o palito de fósforo quebrou, eu poderia fazer o quê? Ainda não sei lançar um “Lacarmum Inflamare”. — Ironizou fazendo aspas com os dedos.    

— Use o maldito “Incendio” então Byun! — Exclamou sorrindo cúmplice, eles gostavam da saga do bruxinho, Harry Potter, apesar de passar longe da realidade.

— Tem certeza que isso vai mudar a sexualidade deles? Não lembro de ter nada no livro de: “transforme seu boy em gay em três dias”. — Disse Baekhyun folheando o livro de magia dos seus pais, mas Kyungsoo puxou o objeto indo direto até as páginas proibidas. Páginas que continham magias que podem burlar as principais leis mágicas.

 

“ Na magia há limites que se chamam Leis da Magia Wicca:

1- Você não pode fazer com que alguém goste de você,

2- Ressuscitar os mortos;

3- Voltar no passado;

4- Gerar danos, males ou ser usada para controlar os outros;

5- A magia só deve ser utilizada conforme as necessidades, tais como proteger a sua vida ou dos demais;

6- Ela pode ser utilizada em seu benefício, desde que ao agir não prejudique ninguém;

7- Não pode aceitar dinheiro pelo seu uso;

8- Não utilize a magia por motivo de orgulho, ou vaidade, pois isto desvaloriza os mistérios da antiga religião;

9- Lembre-se sempre de que o Poder é um Dom sagrado da Deusa e do Deus, e não deve JAMAIS ser mal usado ou abusado.”

 

“Ela pode ser utilizado em seu benefício, desde que ao agir não prejudique ninguém;” — Leu Baekhyun em voz alta. — Nós não vamos prejudicar ninguém né? Quer dizer, não existe nada melhor do que ser gay, vamos porpurinar a vida deles! Não estamos infringindo as leis…

— Também penso assim. —  Kyungsoo disse. — Não entendo porque essa magia está nas páginas proibidas.

— “Troca de personalidade”? — Baek leu o nome da magia depois que o menor avançou mais algumas páginas para chegar no ritual que iriam fazer.

— Não, essa só irá mudar a jeito daqueles dois.

— “Transmutação de Identidade”? — Indagou Baekhyun.

— Sim essa mesma! — Lembrou Kyungsoo, o loiro sorriu de forma maquiavélica para o melhor amigo, passando os olhos na lista do que seria necessário, não parecia ser difícil.

— Olhos de lagartixa, Soo? Onde iremos conseguir isso? Eu não irei matar a minha Juliana. — Baek disse com um bico nos lábios ao lembrar de sua lagartixa de estimação.

— Não precisamos matar a Juliana, Baek, minha mãe tem um pote cheio na dispensa, eu mesmo olhei.

— Além dos olhos de lagartixa, o que mais precisamos?

— Pernas de Aranha!

— Ai Soo! Não vamos usar a minha Mariana, né? — Sim, ele também tinha uma aranha de estimação.

— Não Baekhyun! Que droga, não iremos matar nenhum dos seus bichos, eu já falei que minha mãe tem tudo no estoque.

Eles estavam no quintal do moreno que entrou em casa para pegar o que seria necessário para o ritual, junto com um saquinho que tinha os talheres que Chanyeol e Sehun usaram no dia em que almoçaram juntos e Baekhyun os pegou sem que ninguém percebesse.

— Ainda está cheio de baba do Chanyeol. — Disse Kyungsoo.

— Eu queria essa baba em mim. — Retrucou Baekhyun.

— Eu sei onde você quer essa baba, seu safado. — Sorriu da cara furiosa do amigo.

— Aposto que você vive sonhando com Sehun te babando todo também, apertando cada canto dessa sua bundinha flácida — Rebateu o loiro, recebendo o dedo do meio do outro.

— Flácida vai ser minha mão voando na sua cara, garoto.

Os dois implicaram mais um pouco um com o outro, mas quando a nuvem passou, deixando a lua cheia e brilhante aparecer, os dois sorriram cúmplices; começando o ritual depois de acender as velas e entrar no círculo de proteção.

— Olhos de lagartixa, dentes do tubarão lixa; escamas de piranha e pernas de aranha; baba dos boys, tirada sem consentimento, transmute sua sexualidade com esse encantamento; apaixonados por mim, eles ficarão, pois o que eu gostar é o que eles serão. — Recitaram em uníssono, ambos levaram um susto com o barulho de explosão que saiu do caldeirão. A mistura, que até então estava roxa, começou a se mover mudando para o tom avermelhado enquanto uma fumaça densa subia, os deixando em dúvida se tinha dado certo ou não.

Baekhyun e Kyungsoo sentiram uma friagem estranha, as folhas secas se levantaram, voando sem destino, enquanto os dois se entreolharam com um sorriso, estava dando certo. Logo o vento, e a magia, os rodeou subindo e seguindo seu destino.

Não muito longe dali, no final da mesma rua na verdade, Chanyeol saia da casa de Sehun ao lado deste, para seguirem até a festa de Kris. Passaram a tarde jogando vídeo game e perderam a hora de se arrumar. Então, apesar da noite quente, um vento certeiro e gélido os envolveu, fazendo ambos estremecerem.

— Que foi isso?

— Sei lá, uma brisa estranha.

— Brisa estranha? Sei!

— Segura essa marimba parça!

— Segurar o quê?

— Nem sei mona, começou a vir umas palavras estranhas na minha cabeça.

— Poha, você ta choque de monstro, hein Sehun. — Gargalhou Chanyeol, passando o braço pela cintura do amigo.

— Me larga cara, está me estranhando? Eu hein! — Disse raivoso. — Brow, que fumaça estranha é aquela na casa do Kyugnsoo?

— Nem sei, será que está pegando fogo?

— Vamos lá ver, quem sabe precisam de ajuda.

Baekhyun e Kyungsoo finalizando o ritual, apagaram as velas na mesma ordem que tinham acendido e recolheram tudo para que os pais do moreno não desconfiassem do que  tinham feito naquela noite.

— O louco tio, olha lá mermão, aqueles baixinhos tão parecendo paquitos de Lúcifer com aquelas vestes pretas. — Disse Chanyeol parando no portão de Kyungsoo.

— Mas tão bonitinhos, não tão? Ou é impressão minha? — Sussurrou o outro.

— Está tudo bem ai? — Perguntaram, assustando os outros dois. — Vimos uma fumaça estranha vindo da sua casa, Kyungsoo.

Os menores viraram olhando para os dois parados no portão e não souberam o que fazer. Hécate* estaria furiosa com eles? Provavelmente. Foram pegos em flagrante e ainda mais mexendo com magias que não entendiam, isso é algo extremamente humilhante — serem pegos praticando o oculto — para os bruxos

— E-estamos! —  Gaguejaram.

— O que é isso? — Quis saber Sehun curioso, vendo as velas no quintal do outro.

— NADA! — Gritou Kyungsoo.

— Vocês sentiram uma brisa diferente? — Perguntou Chanyeol, vendo os pequenos se entreolharem, talvez não tivesse dado tão errado assim.

— Acho que sim. — Respondeu Baekhyun. — Se sentem… sei lá, diferentes?

— Como assim?

— Sei lá,  tipo… o que acham da bundinha flácida do Soo?

— BAEKHYUN!

Os pequenos se olharam cúmplices e viram Sehun corar, mas não respondendo nada.

— Estão indo para festa do Kris? — Quis saber Kyungsoo, mudando de assunto.

— Sim, vocês também vão assim? Todo de preto gótico suave?  — Perguntou Chanyeol e Sehun o olhou sem entender, de onde ele e o amigo estava tirando aquelas coisas?

— Vamos mais tarde, ainda temos que nos arrumar. — Disseram.

— Mas é uma festa a fantasia, porque não vão assim mesmo? Eu e o Sehun vamos de vampiros, iremos nos trocar depois, quando chegarmos lá.

Kyungsoo e Baekhyun arregalaram os olhos, como assim, não podiam ter esquecido do dia das bruxas! Afinal era o seu dia!

— Peraí, esquecemos o Halloween? — Choramingou Baekhyun.

— Por Gaga, Baekhyun! Pelo menos já estamos a caráter.

— Parece que o jogo virou, não é mesmo?

— Mas não é halloween ainda. — Disse Chanyeol. — É só uma festa a fantasia, um pré-halloween.

— Ahazou tio! Vamos logo então, podemos ir todos juntos. — Perguntou Sehun.

Kyungsoo e Baekhyun ficaram estupefatos, era óbvio que não era halloween, eles jamais esqueceriam o seu dia, então entraram na casa de Kyungsoo, e o moreno guardou as coisas que precisou usar da sua mãe. Por sorte ambas as famílias não estavam lá, pois tinham que prestar queixas ao coven*, então voltou com Baekhyun para seguir Sehun e Chanyeol até a festa.

Quando os rapazes chegaram na festa foram recebidos com olhares tortos por todos os convidados, ouviram alguns comentarem coisas do tipo:

Que caras de paus, como podem aparecer aqui depois do que fizeram com o Kris”, “Fiquei sabendo que eles cortaram o cabelo do Yifan enquanto ele dormia” ou “Dizem que eles são bruxos de verdade”, o que era hilário para Kyungsoo e Baekhyun.

— Vocês estão de que? — Perguntou uma menina do primeiro ano ao ver Kyungsoo e Baekhyun vestidos de preto.

— De bruxo. — Respondeu o moreno.

— Mas cadê o chapéu? A varinha? Vocês estão com roupas normais.

— Exatamente. — Piscou Baekhyun, rindo da cara espantada que ela fez.

— Mas não se preocupe. Isso podemos providenciar, fique olhando. — Respondeu Kyungsoo e com apenas um estalar de dedos fez com que as luzes se apagassem. Quando estalou os dedos novamente, e as luzes voltaram, ele e Baekhyun apareceram com o traje completo, o chapéu pontudo na cabeça e com as varinhas em mãos.

— Buuuu! — Exclamou Baekhyun, fazendo a menina dar dois passos para trás.

— Como vocês fizeram isso? —  Perguntaram Chanyeol e Sehun.

— Um mago, nunca revela os seus segredos. — Sorriram.

— Fiquem aqui, eu já volto. — Disse Sehun, então Chanyeol puxou os pequenos pelos braços até o sofá, em um local afastado da festa, para que conversassem.

— Sehun não vai encontrar a gente. — Resmungou Kyungsoo.

— Sehun sempre irá nos encontrar. — Sorriu de canto, colocando a mão na coxa de Baekhyun que arfou de emoção.

— C-chan…

— O que baby?

— Nada.

— Baekhyun gosta de você, falo mesmo! — Informou Kyungsoo.

— KYUNGSOO! Seu demônio.

— Gosta é? Gosta de mim, Baekhyun? — Perguntou esfregando cada vez mais a coxa do loiro.

— Cheguei. —  Exclamou Sehun, interrompendo o contato íntimo do amigo, segurando uma bandeja de shots de vodka em suas mãos, ele distribuiu para os quatro que viraram ao mesmo tempo. — Vocês, fiquem aqui, eu e Chanyeol vamos colocar nossa fantasia e já voltamos, ok? — O Do e o Byun assentiram, vendo os outros dois partirem.

— É seguro beber Soo? E se tiver aqueles negócios que faz a gente dormir?

— Não somos totalmente humanos, Baekhyun, essas drogas não fazem efeito na gente.

— Tem razão. —  O loiro sorriu de forma que o outro soube que ele estava pensando em um plano. — Mas faz neles, né? Podemos ver se nosso ritual deu certo.

— Deixando os dois bêbados? Hm, gostei.

Enquanto os pequenos bebiam os maiores conversavam no banheiro.

— Sehun, não podemos vacilar cara, bebe pouco ou finge que está bebendo e joga a bebida pelo ombro, temos que ficar conscientes se queremos aqueles dois contando coisas para nós dois.

— Poha! Mermão, to gatão cara, olha só. — Exclamou Sehun se olhando no espelho. — É hoje que aquela bundinha é minha, vou me acabar.

— Você está ouvindo isso? É Perfect Illusion da Gaga tocando? — Perguntou Chanyeol.

— Acho que sim, gaga é gaga né pai?

Sehun e Chanyeol se entreolharam, sem entender ao certo o próprio comportamento e depois saíram do banheiro já fantasiados, eles deixaram suas roupas no quarto de Kris e depois foram encontrar os bruxinhos, que riam sozinhos e estavam com os copos vazios.

— Poxa brow, vocês tomaram tudo, nem deixaram pra gente. — Resmungou Sehun.

— Vá buscar mais garoto. — Retrucou Baekhyun e soluçou. — V-você é o garoto das bebidas.... Eu acho.

— Baek! Tem dois Chanyeol ou é impressão minha?

— Acho que estou em um harém com vários Chanyeol... Soo, seria meu sonho?

— Acho que eles estão bêbados… — Sussurrou Sehun para o melhor amigo que sorriu malicioso.

— Porque não vamos todos pegar mais bebida? Já ficaram muito tempo aqui sentados.

— Eu não vou levantar pra buscar bebida, vai você, se eu for levantar vai ser pra dançar “bad romance” até o chão.

E, por sorte, era aquela mesma música que estava começando. Os menores se encararam com um sorriso, afinal, ninguém consegue ficar parado com Lady Gaga, certo? Eles se levantaram, indo até as pessoas que dançavam no ritmo da música e Chanyeol ficou hipnotizado com o corpo do loiro que se movia de forma sensual.

— Rah rah ah-ah-ah! Ro mah ro-mah-mah. — Cantarolou Baekhyun.

— Gaga oh-la-la! Want your bad romance. — Terminou Kyungsoo.

— Acho que nós precisamos de alguma bebida, eu não tô me sentindo bem. — Sussurrou o Park, sem conseguir desviar os olhos de Baekhyun, de seus cabelos loiros que começavam a colar na testa devido ao suor, o quadril bonito que oscilava ao som da música ou os lábios desenhados que se moviam enquanto cantava junto com a Pop Star.

Sehun assentiu e se afastou com o amigo até a cozinha, se sentia estranho também, se sentia quente. Olhar para Kyungsoo estava o deixando quente de uma forma que ele nunca ficou antes; pelo menos, nunca por outro cara. Os dois viraram alguns shots antes de voltar até os menores que ainda dançavam animadamente, eles entregaram mais bebidas para eles, recebendo olhares maliciosos de Kyungsoo e Baekhyun.

— Vocês tem que dançar com a gente. — Sussurrou o loiro no ouvido de Chanyeol, devido ao som alto, aproveitando e mordiscando o lóbulo da orelha do maior. — Estou quente senhor Park e você?

Chanyeol suspirou baixinho, sem saber como reagir ao menor, nunca se sentiu assim. Era estranho, mas um estranho muito, muito bom. O maior virou sua bebida encarando os olhos castanhos de Baekhyun que faiscavam desejo, naquele exato momento só passava uma coisa em sua mente: “eu preciso transar com esse garoto”. Ele olhou para o lado, em busca do melhor amigo, em busca de alguma sanidade e quase chorou ao perceber que Sehun estava em uma situação tão complicada quanto a sua. Mas, Baekhyun sempre fora mais atrevido do que Kyungsoo e quando o maior virou a cabeça em busca do amigo sentiu uma mão em suas partes íntimas e um sussurro em seu ouvido.

— Estou conferindo o material. — Disse o baixinho risonho.

Do outro lado da sala funcionava diferente, enquanto Baekhyun agia despudoradamente, Kyungsoo agia feito um adolescente virgem.

— Kyung, deixa eu apertar sua bunda. — Disse Sehun pressionando o menor contra a parede. — Estou pensando nisso desde que Baekhyun perguntou o que eu achava dela.

— Você não deveria ouvir as coisas que aquele idiota fala. — Murmurou baixinho, quase inescutável.

— Mas eu ouvi, eu sei que você também quer Soo, eu percebi você me secando com os olhos. — Sehun era como uma criança afobada e desobediente, não ouvia um não como resposta, e aos poucos suas mão iam descendo pelo corpo menor. — É tão difícil me controlar Kyung.

Sehun estava sob o efeito do olhar enigmático daquela criatura extremamente bela e de feições doces; sem dúvidas o álcool já percorria a mil por sua corrente sanguínea, porém algo ainda mais forte percorria por seu corpo, talvez a magia feita mais cedo pelos pequenos bruxos? Não que fosse preciso de algum tipo de feitiço para reparar em Kyungsoo, ele tinha uma aura que fazia as pessoas ficarem curiosas sobre si, mas pela primeira vez Sehun se sentiu tentado a ter mais e conhecer o menor. O Oh queria-o por inteiro, de corpo e alma, mas principalmente de corpo; de preferência em sua cama.

As mãos de Sehun finalmente chegaram ao seu destino, descendo pela lateral do corpo pequeno antes de chegar nas nádegas fartas, ele apertou com vontade, sentindo o tecido grosso das vestes negras, enquanto seus dedos apertavam a carne macia. Kyungsoo suspirou com o contato, sorrindo para si mesmo, estava adorando aquele lado de Sehun.

— Você é perfeito Do Kyungsoo. — Tais palavras fizeram o pequeno servo de Lúcifer corar.

— Parece que o falso puritano está chegando na segunda base. — Disse Baekhyun ao se aproximar e ver as mãos do jogador na bunda do amigo.

— C-cala Boca idiota. — Vociferou

— O QUE ESSES RATOS ESTÃO FAZENDO NA MINHA CASA? — Exclamou o Wu visivelmente alterado.

— O que você chamou o meu Baekhyun? — Perguntou indignado o Park, fazendo o loiro arfar desacreditado, “meu Baekhyun”, ele tinha dito.

— De rato, é isso que ele e o filhote de cruz credo são.

— Cala boca Yifan, se você desrespeitar a minha criaturinha das trevas eu vou te arrasar garoto. — Rosnou Sehun.

Kyungsoo, diferente da outra vez, não ficou com raiva apesar de odiar a voz de Yifan o difamando, mas o fato de que Sehun estava o defendendo era uma vitória. Mesmo que nem ele, nem Baekhyun, precisem de proteção.

Antes que Chanyeol se desse conta já estava no chão com o nariz sangrando, a multidão começou a se formar ao redor dos cinco garotos. Enquanto Baekhyun ouvia “briga, briga, briga” só temia uma coisa, não temia nem mesmo ser ferido pelo chinês, ele temia continuar vendo Park apanhando no chão. Sehun, como todo o bom amigo, comprou a briga. Afinal, não ia ver Chanyeol imobilizado no chão sendo socado covardemente.

— Seu maldito!

Sehun puxou Yifan pela blusa e o derrubou, enquanto chutava as costela do maior, vendo o mesmo agonizar, mas ele não contava com a maldita rasteira; aquela maldita rasteira o humilhou tremendamente, pois agora estava sob o maior levando socos enfurecidos.

— Seu idiota! Idiota, eu disse que você iria pagar e você pagou Yifan, mas dessa vez não será a deusa que dará sua punição. Guarde as minhas palavras, você irá perder muito mais que seu cabelo ou eu não me chamo Do Kyungsoo, servo de Lúcifer, filho de Hécate, abençoado da Lua. — A voz de Kyungsoo era abafada pela música alta, então apenas os cinco conseguiram ouvir a ameaça.

— Kyung! Cuidado! — Gritou Baekhyun, ao ver Yifan desferir um soco no melhor amigo e o ver ser nocauteado a sua frente.

“Não se perca Baekhyun, não se perca” pensava o garoto consigo mesmo, mas era demais, ele não aguentaria ver mais daquela barbaridade, que Hécate o perdoe e que o conselho mágico não descubra, pois o que Baekhyun iria fazer sem dúvidas ele levaria para o túmulo.

Sem Wu Yifan perceber Baekhyun estava com as duas mãos em seus olhos, enquanto murmurava coisas desconexas.

— Me perdoe Hécate! Mas ele irá aprender que não se pode fazer esse tipo de coisa e sair impune.

 

(...)

 

Assim que Wu Yifan acordou em seu quarto e foi ao espelho apreciar o corpo, levou um susto com a imagem refletida, não era a sua, não podia ser a sua, onde estavam seus músculos definido? Mas o pior era a sua altura. Não, ele não conseguia entender! O seu eu popular era um sonho?

— MÃEEEEEEEEEEEE! — Gritou o garoto, fazendo a senhora Wu subir as escadas a pressa.

— O que foi meu filho?

— Meu corpo mãe, meu corpo, cadê?

— Não entendi amor, como assim?

— Meus músculos mãe! — Disse assustado.

— Yifan, você me chamou aos gritos pra falar isso?

— Como assim mãe? A senhora não está percebendo nada de diferente em mim?

— Meu filho você está igual, assim como sempre foi.

— Não! Não! Foi aquele garoto, foi aquele maldito garoto! Ele irá pagar.

Assim que Kris tomou o café, e terminou de se arrumar saiu desesperado atrás daqueles “macumbeiros”, afinal não entendi o que havia acontecido consigo, ele não iria deixar barato. Mas, quando chegou na frente da casa dos Do, que coincide com a residência dos Byun ao lado, tomou um susto ainda maior, suas casas estavam abandonados, não morava ninguém ali há anos disse a senhorinha da frente.

— E-eu não entendo. —  O Wu invadiu o quintal, olhando as janelas empoeiradas, dentro da casa tudo estava revirado, como se ninguém à habitasse a anos. — Onde eles estão?

Yifan correu para casa ao lado, também olhando por todo lugar, mas estava igualmente vazia. Ao voltar para rua, viu Chanyeol, junto com Sehun e um grupo de outros amigos.

— Olha só o franguinho, o que está fazendo na rua, Yifan? — Gritou um dos garotos.

— Qual é cara, deixa ele em paz. — Pediu Chanyeol, por não gostar de injustiças.

— É só uma brincadeirinha, certo? — O garoto empurrou Yifan que caiu sentado no chão, desde quando ele havia se tornado o fraco? — Saia do meu caminho.

O grupo seguiu em frente e o Wu ficou ainda mais abismado com o que estava acontecendo, voltando novamente para a casa de Baekhyun, precisava de respostas, por isso abriu a porta que rangeu devido a falta de uso.

O garoto percorria os corredores da longa casa empoeirada e olhava os retratos, não possuia fotos de Baekhyun ali, apenas fotografias antigas de séculos anteriores em preto e branco. Mas, uma pintura chamou sua atenção, ela estava parcialmente desgastada.

— Não! Baekhyun? Impossível! — O Wu removeu a pintura da parede para olhar a assinatura “Com carinho, Van Gogh, uma das minhas obras mais valiosas, A Família Byun, século 19”

O jovem Kris não podia negar, estava extremamente assustado, literalmente com medo, pela primeira vez em sua vida. Não podia ser possível, seria? Continuo percorrendo pelos corredores até que chegou a um dos quartos, nas paredes estava escrita com, o que ele acreditava ser, tinta vermelha.

“Meu caro colega, se você chegou até aqui já posso dizer que no mínimo você é curioso, mas essa não é a questão, você deve estar se perguntando o que está acontecendo. É simples, essa é a sua nova vida, você se tornará um de nós, um zero à esquerda, um fraco ou melhor, uma presa; até que você aprenda a dar valor aos outros. Com beijinhos de ódio Byun Baekhyun”

 


Notas Finais


Sabás: Os Wiccanos e os Druidas celebravam diversos festivais sazonais do ano, que são conhecidos como Sabás; A palavra “sabá” é usada em outras culturas ao redor do mundo como o sétimo dia da semana, usado para descanso.

Hécate: É uma deusa, associada à Mãe Terra; é representada como uma deusa geradora da vida, da natureza, águas, fertilidade e cultura; Estava associada a encruzilhadas, entradas, fogo, luz, a lua, magia, bruxaria, o conhecimento de ervas e plantas venenosas, fantasmas, necromancia e feitiçaria. Era a principal deusa nas casas atenienses, como deusa protetora e como a que conferia prosperidade e bênçãos diárias à família.

Coven: É o nome dado a um grupo de bruxos(as), que se unem num laço mágico, físico e emocional, sob o objetivo de louvar a Deusa e o Deus, tendo em comum um juramento de fidelidade à Arte e ao grupo.

Espero que tenham gostadoooooo! Confusos? Hmmmm, o que será que aconteceu com o Kris?
E o Chan e o Sehun desmunhecando? HUSHUAAHUSAHU
Tentamos não demorar para voltar!
Beijos ReMar <3
[REMAR] = Rebecca + Marcos HUASHUAHUSA


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