História 3 Love And Madness: Hate And Love - Capítulo 1


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Categorias Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Edwin Jarvis, Fandral, Heimdall, Jane Foster, Lady Sif, Loki, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Phillip Coulson, Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Loki, Ninadobrev, Tomhiddleston
Visualizações 30
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Apaixonados como no primeiro dia


Fanfic / Fanfiction 3 Love And Madness: Hate And Love - Capítulo 1 - Apaixonados como no primeiro dia


Pov.Loki.

Os anos se passaram, tudo mudou, eu mesmo mudei, não conhecia o verdadeiro significado da palavra felicidade, eu pensava que meu proposito nessa vida era ser temido e adorado, hoje vejo que meu propósito é amar e proteger as duas mulheres que mais amo nessa vida, minha esposa Becky e nossa filha Frigga, três anos atrás foi declarado oficialmente que eu e Thor seriamos reis definitivos de Asgard, nosso reino está em uma fase maravilhosa, sem problemas, mortes ou qualquer outro problema importuno, a vida seguiu para muitos, Thor e Jane estão felizes com seus dois filhos, Amora casou com Fandral o que pode ser um choque mas só aqueles dois sabem o que aconteceu para estarem juntos hoje, meu palácio é um lugar diferente agora, um lugar mais quente e aconchegante, ter uma criança no lar é a coisa mais esplêndida que pode acontecer. A alguns anos atrás eu desprezei essa criança, mas hoje a vendo sorrir e brincar, me puno mentalmente pelo que tentei fazer a ela, hoje conheço um sentimento que jamais pensei ter ou sentir, o sentimento fraternal, dês de o momento em que toquei minha filha, um laço que eu nem sabia que tinha aflorou em mim, e me uniu de uma maneira sem explicação com essa criança, eu dou tudo a minha filha, a mesma parece uma bonequinha frágil, mas ai que me engano ela é forte como os Asgardianos, até mais forte que a mãe, minha filha com apenas quatro anos de idade já nasceu um ser de magia como eu, já tem inclinação para feitiços poderosos e será uma grande feiticeira se depender de mim, eu a educo e a ensino tudo que sei, estou a criando para ser conhecida com Frigga Safira a filha de Loki e Sigyn de Asgard. Falando da minha amada Becky, não existe tanto ciúme entre nós agora, embora eu sinta ciúmes ainda o escondo no fundo de minha alma, já estamos casados a 4 anos e nos amamos como nos primeiros dias, nosso amor não tem fim, mas devo admitir que Becky continua teimosa e impulsiva, ela é selvagem e é isso que me faz amar ela com todo o meu ser, minha filha parece um pouco com a mãe, tem cabelos longos e lisos castanhos e o sorriso travesso da mesma, já de mim devo admitir sentir-me orgulhoso, pois quase 100% dos atributos de Frigga são meus, seus olhos verdes, sua pele pálida, e seu intelecto fora do comum para uma criança da idade dela, Frigga já fala dois idiomas, Latim e Grego, o que me deixa orgulhoso já que fui eu que a ensinei tudo que a mesma sabe, nem Becky chegou tão longe, ela já fala Latim fluentemente quando quer mas não domina completamente o grego. Devo dizer que estou feliz, agora sentado em meu trono pensando em tudo que consegui de maneira digna sem ter trapaceado ninguém.

As portas duplas da sala do trono se abriram, Frigga entrou correndo, eu a olhei sério, não gostava que ela corresse por ai, podia se machucar, ela era parte Asgardiana e mortal o que a tornava mais sensível. Ele subiu as escadas do trono correndo e pulou no meu colo.

-Isso é um ataque?.-Indaguei a olhando sério.

Ela começou a rir.

-Se fosse um ataque eu já teria fugido para longe daqui.-Falou ela com uma voz infantil adorável e delicada.

-Não lhe ensinei a fugir Frigga.-Falei a olhando sério.

-Não precisa me ensinar eu aprendi sozinha.-Falou ela e eu sorri, minha filha lembrava muito eu mesmo na infância, só que mais angelical.

-Onde está sua mãe?.-Indaguei curioso.

-Não quero falar dela.-Falou Frigga Safira emburrada.

Eu revirei os olhos deviam ter brigado novamente.

-Brigou com sua mãe?.-Indaguei rindo.

-Ela brigou comigo.-Falou Frigga docemente, aquele olhar inocente que escondia a verdade.

-Não minta é feio.-Falei sarcástico.

-Mas papai você é o deus das mentiras, não devia ficar feliz porque minto como você?.-Indagou Frigga me fazendo pigarrear.

-Faz um bom tempo que não minto.-Falei sorrindo para Frigga.

-Mas pai o senhor mente todo dia.-Falou ela rindo.

Eu apenas ria, uma criança era a criatura mais engraçada que eu podia ter, eu ria muito.

-Agora me diga o que aconteceu entre você e sua mãe, se não como vou ajuda-la. -Falei olhando minha filha.

Ela fez biquinho e saiu do meu colo.

-Está negociando comigo?.-Falou ela de braços cruzados batendo o pé direito no chão, o que me fez rir nasalmente mais uma vez.

-Estou.-Falei agora sério.

Frigga adquiriu uma postura séria e me olhou.

-Eu estava brincando com minhas amiguinhas em meu quarto.-Falou Frigga que agora tinha os olhos marejados.-E minha mãe as jogou pela sacada.-Falou ela por fim simulando ter atirado algo da sacada.

Eu comecei a rir ela estava mentindo.

-Quem são suas amigas?.-Indaguei já sabendo, isso seria épico.

-Ela jogou Astrid e Meredith pela sacada.-Falou Frigga indignada.

-Suas cobras adestradas? Frigga sabe que sua mãe não gosta de cobras, devia brincar quando a mesma não estiver por perto.-Falei e vi Frigga pigarrear.

Ela escondia algo.

-Sua mãe... o que você fez? me diga Frigga.-Falei agora autoritário.

Ela me olhou brava, eu balancei meu rosto em negação e a olhei.

-Sem drama, fale e talvez e lhe devolva suas cobras.-Falei agora calmo.

-Eu coloquei Astrid na gaveta de joias da minha mãe, minha mãe sempre coloca a mão na gaveta sem olhar, Astrid mordeu ela.-Falou Frigga Safira e eu fiquei surpreso.

-Não pode fazer isso a sua mãe! aquelas cobras são adestradas mas sua picada tem veneno, pode não fazer mal a você mas podem fazer a sua mãe.-Falei bravo levantando do trono e saindo daquele lugar.

Deixei Frigga para trás, ela apronta muito, agora sinto na pele o que Odin passou comigo.

Fui até meu quarto e caminhei até o closet, achei Becky arrumando suas joias as colocando em outro lugar, ela me viu mas virou a cara brava.

-Foram só cobras.-Falei a fitando.

-Só cobras? aquilo me mordeu!.-Falou ela e eu vi sua mão com duas picadas.

Me aproximei e peguei a mão dela, a curando com magia na mesma hora.

-Melhor?.-Indaguei a olhando, ela continuava até mais bonita do que antes, ela agora parecia mais mulher, suas curvas mudaram para melhores, além de ser a mais sexy que conheci.

-Como se curar isso fosse o suficiente.-Falou ela voltando a arrumar as coisas.

-O que mais quer?.-Indaguei me aproximando dela a abraçando por trás.

Ela segurou meus braços e se virou para mim.

-De um jeito naquelas cobras.-Falou ela séria.

-São as cobras de estimação de Frigga ela não vai querer dalas assim tão facilmente.-Falei olhando Becky.

-Você que as deu a ela, onde se viu dar cobras a uma criança.-Falou Becky indignada.

-Tive cobras na infância não a nada errado nisso.-Falei agora com as mãos na cintura dela.

-Só não quero mais aquelas cobras aqui, se eu achar mais uma delas nesse quarto, ou em qualquer outro lugar em que eu estiver, só Odin sabe o que vou fazer com elas.-Falou Becky malvada e eu sorri.

-Senti sua falta.-Falei olhando naqueles olhos castanhos.

-Também senti a sua.-Falou ela se enlaçando em mim.

Nos beijamos com paixão como se fosse a primeira vez. Eu a puxei a mim e ela segurou meus cabelos o que me deixava louco, nos afastamos e ficamos nos fitando por um longo tempo sorrindo um ao outro.

Ouvi um pigarro.

Olhei para a porta do closet e lá estava Frigga.

-É sempre assim.-Falou ela com os braços cruzados.

Becky a olhou magoada, eu não gostava de ver as duas de mal uma com a outra.

-Quero que as duas parem de brigar.-Falei e olhei as duas.

-Desculpe mamãe.-Falou Frigga sorrindo.

Becky sorriu e estendeu os braços para Frigga que correu e pulou no colo dela.

-Viu assim é melhor, sem brigas, apenas paz.-Falei olhando ambas.

Elas se fitaram e sorriram uma a outra o que me fez sorrir.

-Mamãe eu te amo.-Falou ela se abraçando a Becky que a abraçou e me olhou.

Ela me olhou e depois olhou Frigga que estava grudada nela.

Minha filha tinha mais de mim do que eu podia imaginar, começando pela personalidade explosiva e instável, hora bem hora mal, hoje eu quase domino essa parte, mas para Frigga que tem apenas 4 anos isso parece ser difícil.

-Eu quero um cavalo.-Falou Frigga se afastando.

-Eu sabia que você queria algo, é igual seu pai.-Falou Becky apertando as bochechas de Frigga que riu.

-Que cor?.-Indaguei a olhando.

Becky olhou com desaprovação, ela dizia que eu mimava demais Frigga e que mais tarde poderia me arrepender, eu não ligava, dava a minha filha o que eu não tinha quando criança.

-Rosa.-Falou ela e eu e Becky rimos juntos.

-Não existem cavalos dessa cor.-Falou Becky sorrindo.

-Nada que magia não resolva.-Falei e vi Frigga sorrir.

Ela quis passar do colo de Becky ao meu colo, ela se abraçou em mim, nunca pensei que eu poderia ser amado por mais de uma pessoa.

Becky voltou a arrumar suas coisas.

-Hoje vou ir ver Jane, já fazem dias que não vou vê-la, além do mais sinto falta de Thor também.-Falou Becky.

-Eu quero ir.-Falou Frigga.

-Melhor não.-Falei tentando parecer calmo.

-Não pode impedir ela de confraternizar com os primos.-Falou Becky.

-É! eu gosto dos meus primos.-Falou ela que desceu do meu colo e se grudou na cintura da mãe.

-Dois contra um é trapaça.-Falei fingindo sentimentalismo.

-Falou o trapaceiro.-Disse Becky rindo.

Não gostava que minha filha ficasse perto dos gêmeos de Thor, temia que aqueles dois vermes fizessem algo a ela, ou a machucassem.

-Já acabei aqui, vamos?.-Indagou Becky sorrindo para Frigga.

-Vamos!.-Falou ela rindo.

-Até depois.-Falou Becky que conjurou um portal e atravessou com Frigga, me deixando surpreso.

-Com uma já é difícil lidar, duas não quero nem pensar.-Falei metafórico e deixei o meu closet.

Eu sabia que minha filha seria uma criatura impossível, e sabia que Becky ainda aprontaria e muito, essas duas vão acabar me matando um dia.


Notas Finais


Super cute 😍
Estou de volta e já amo essa família.


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