História 3 perguntas - Capítulo 1


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Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Nico di Angelo, Will Solace
Tags Eitha, Nico, Solangelo, Wico, Will Solace
Exibições 233
Palavras 1.368
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, parceiros! como vão?
Valeu por ingnorarem o título e a sinopse, ficaram horríveis!!
Sem mais de longas

Boa leitura...

Capítulo 1 - Capítulo Único


Nico precisou olhar para sua nova mochila umas 57 vezes antes de se convencer que isso realmente estava acontecendo! “Como assim, Nico? Como assim?”

Pegou a mochila de qualquer jeito e a jogou nas costas. Abriu a porta de seu chalé com força, xingando aquele maldito deus por tê-lo obrigado a isso.

— Que coisa feia, filho. Só fiz isso para o seu próprio bem.

E a última coisa que ele esperava e queria era ver seu pai, o tal deus, esperando do lado de fora do chalé.

Pergunta número 1: O que se fazer quando um deus esta a sua porta?

— O que o senhor esta fazendo aqui? — Passa pela porta a trancando. — Não devia esta amaldiçoando alguém, matando algum mortal, ou pedindo para algum zumbi ir ao McDonald’s?

— Eu só achei que iria precisar de algo para o primeiro dia.

— Hã... Não!

— Mas eu tenho um presente para você. — Hades fala animado, e isso não é um bom sinal, normalmente essa “animação” do deus dos mortos significa que Nico deve ir a alguma missão sem sentido e muito perigosa.

— Dispenso dos seus presentes. E estou apressado. — Ajeita melhor a mochila nas costas.

— E é sobre isso que é meu presente. Vem. — Puxa o braço do filho e sobre muitas reclamações o leva para a parte de trais do chalé 13. — Veja isso!

E como presente esta uma moto preta novíssima com rodas prateadas.

— O senhor esta me dando uma moto?

— Sim! Assim você poderá ir para onde quiser sem precisar usar seus poderes. — E Hades ainda esta animado.

— Pai eu não sei dirigir. — É preciso dizer que Nico estava com a sua maior cara de tédio?

— Sem problemas. Sou um deus e posso fazer você aprender em um estalar de dedos. — E como demonstração estalou os dedos.

— Agora o senhor também é o deus da moto ou algo assim?

— Na verdade não, mas ele é um dos meus filhos, então dá na mesma.

— Existe deus para cada coisa inútil.

— Agora tenho que ir. — Hades tocou o topo da cabeça de Nico que fechou os olhos.

Por que deuses gostam de sair brilhando, mesmo?

Di Angelo voltou a olhar para a sua nova moto.

— Ao menos é preta...

Foi até ela. Testou subir. Não é tão difícil, até que parece com montar um cavalo. Droga, Nico odeia cavalos! Tocou no acelerador. A chave na ignição. Tentou ligar. O barulho do motor lhe caiu bem aos ouvidos e quis brincar mais e foi o que fez. Tentou dá algumas voltas e... deus! Abençoado seja Hades!!!

Primeiro de tudo: Motos são MUITO legais.

E aparentemente o “estalar de dedos” do pai tinha dado certo, e Di Angelo tinha aprendido a andar de moto em um passe de mágica.

Anotação metal de Nico: Dá uma oferenda de McLanche feliz para o pai mais vezes.

Levou a motocicleta para fora do chalé, como é inicio do ano letivo, o lugar esta quase vazio e os poucos campistas que restaram ou estão no acampamento Júpiter ou fazendo alguma atividade diária.

Seguiu para o seu destino, a escola de ensino médio, seja qual for o seu nome. Ficou o caminho TODO tentado a ir a qualquer lugar, até mesmo a China. Mas não Nico, Will vai mata-lo se não chegar na hora, imagina não ir. Sim, crianças, Nico di Angelo estava indo para a mesma escola do seu namorado Will Solace, e infelizmente, o jovem moreno não conseguiu dizer “não”, principalmente quando todos os seus amigos, seu pai e sua madrasta acolheram muito bem a ideia que veio da incrível mente de brilhante de um certo filho de Apollo.

Chegou.

Olhou para os lados.

Malditos adolescentes que olham para Nico curiosos!

Será que pode mandá-los todos para o tártaro?

Deixa a moto no estacionamento, retira o capacete, e procura por Will. Droga! Nada!

Continuou andando, andando e testando o território inimigo. Vamos, Nico, um passo de cada vez.

Passa por alguns jovens conversando animadamente sobre o fim de semana e picles. Espera! O que picles tem haver com festas? Tudo bem, continua andando.

Puxa o papel com os horários do bolso de trais da calça, olha para onde vai ser sua primeira aula do século(!). Laboratório de Química, B-3. O que significa B-3?

— Oi? — Por que tem alguém falando com ele? — Oi? Esta perdido?

Di Angelo olha para trais, para os lados ninguém que indicasse que aquela garota loira a sua frente não estivesse falando com ele. Nada!

— É comigo? — Indica a si próprio.

— É...você deve ser novo. Sou Alie. — Estende a mão e Nico aperta indeciso. — Onde é sua aula? — Mostra o papel — Ah, na mesma sala que a minha. Vem! — Puxa o braço de Nico com força.

“Por que as pessoas tem esse costume idiota de ficar me puxando pelos cantos?”

Alie o leva para o laboratório e por algum motivo decide que é legal ficar perto de Nico e senta ao seu lado.

Ótimo!

A aula passa. E a única coisa mais constrangedora que precisa fazer é apresenta-se a turma.

Anotação de Nico di Angelo: Fazer Will pagar por isso!

Graças a sabe-sei-lá-quem, a aula passa e Nico sai a procura de seu namorado. Por que se a ideia foi de Will ao menos ele devia esta ali para ajuda-lo com todos aquele jovens adolescentes curiosos e cheios de costumes estranhos. Por que mastigam chiclete de boca aberta e ainda fazem questão de puxá-lo com os dedos. Errrrrrr....

E como Alie (ainda) estava ao seu lado, resolve tomar um pouco de sua experiência com aquele mundo hostil, mas preferiu começar perguntando sobre seu namorado desaparecido.

— Haaa... Alie?

— Sim?

— Você conhece um cara chamado Will Solace?

A garota para, rir de canto tapando a boca e cora um pouquinho.

— É claro que conheço, e quem não conhece? — Volta a puxar Nico para e o obriga a sentar-se em um banco de madeira.

É sério, isso já esta irritando!

— Will é o cara mais popular de toda a escola, gentil, incrível, com um sorriso lindo e ainda quer ser MÉDICO! — Fala ainda mais animada do que Hades — Posso contar um segredo? — Sussurra é tom conspiratório, e sem deixar Nico sequer expressar sua opinião que seria algo como: “Cala a boca e deixa eu perguntar onde ele esta” ela continua — Eu tenho uma quedinha por ele.

Pergunta numero 2: O que fazer quando uma pessoa diz que gosta do seu namorado?

Mas por sorte (ou azar) a garota não o deixar continuar.

— Mas ele nunca vai olhar para mim. — óbvio, pois se ele fizer isso perde os olhos — Tem muitas garotas e garotos lindo na escola e fora dela também que querem ficar com ele. — Me passa a lista, por que vão todos pro tártaro. — Acho que ele gosta de alguém. — Não, não gosta, ele ama! Ele me ama. — Mas por que você queria saber dele mesmo?

Pergunta numero 3: O que responder em uma situação dessas?

Um barulho de falas (humanas) cresce pelo corredor e isso junto com risadas de felizes.

— Olha, deve ser ele. — Alie indica discretamente, e Nico é obrigado a virar-se para ver quem são (os seres humanos) que se aproximam.

Mas pouco se lixa para a quantidade de pessoas ou quem elas são, sua visão é imediatamente capturada para o loiro bronzeado ao lado direto de todos e que olha em toda a direção como se procurasse algo.

— Ele não é lindo?! — Alie volta a indicar o loiro — Queria me casar com ele. — E eu queria te matar.

Nico ficou tentado em acenar, mas tinha tanta gente...o que era aquilo? Um desfile???

Mas não é necessário fazer nada, Will logo o nota, e em seu rosto o mais lindo sorriso surgi, aquele sorriso dedicado apenas ao seu namorado.

“Baixinho!” — Will faz com os lábios e não é preciso que Nico escute para saber que o loiro fala o apelido carinhoso que recebeu.

Solace consegue escapar das pessoas. Corre na direção do seu “baixinho”, puxa-o pelo braço (de novo!) e ali mesmo, no corredor com todos vendo, o beija com vontade e gosto.

Beijo esse que Nico interrompe.

— Will! O que eu falei sobre demonstração de afeto em público?

— Que é legal...?

— NÃO!

Alie precisou piscar algumas vezes para entender...
 


Notas Finais


Então???
Foi mal os erros, é que tenho preguiça de revisar 😛
Valeu por ter lindo, é "nois" bate aqui ó 0/

Até...


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