História 30 dias por ela - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 536
Palavras 1.830
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa os erros e boa leitura <3

Capítulo 10 - Day 6


POV LAUREN

 Eu estava no comboio indo em direção a uma vila para retirar as pessoas antes de ser bombardeada por ser uma área muito grande do tráfico de armas para os grupos terroristas. Estávamos indo em 3 comboios e um helicóptero para facilitar a fuga de lá.

- Estamos chegando – fala o motorista.

- Lembrem-se mulheres e crianças primeiro – fala Shawn que era o que estava no comando.

- Sim senhor – falamos todos em uníssono.

- Chegamos – o motorista fala parando o comboio na entrada da cidade.

- 3, 2 , 1 e vamos!                             

Saímos do comboio e começamos a correr até as casas para resgatar as pessoas. Lucy foi junto comigo, tínhamos tirado quase todos de lá quando os inimigos começaram a invadir o local e atirar em tudo. Nos mandaram recuar mas tinha uma casa que eu ainda não tinha ido, podiam ter pessoas lá. Eu já tinha me pedido de Lucy quando ela tinha ido levar algumas crianças então eu fui sozinha. Arrombei a porta e encontrei uma mulher com um bebê no colo, seus olhos demonstravam desespero.

- Calma eu vou ajudar você – falei na tentativa de acalmá-la, mas ela negava com a cabeça.

“Todos recuar para os comboios, câmbio”, eu estava sem tempo e eu não ia deixar aquela mulher lá – temos que ir agora! Vamos eu posso ajudar – ela não tinha escolha então ela se levantou e saímos correndo pela porta dos fundos na tentativa de evitar o tiroteio. Estávamos correndo em direção ao comboio e eu estava atirando em quem eu podia para manter aquela mulher viva. Chegamos no comboio e eu ajudei a mulher a subir, quando eu fui me preparar para subir eu olho para um homem que estava preparando uma granada para jogar e atirei nele antes que ele jogasse e acabasse explodindo o comboio. Logo senti uma dor aguda em meu ombro direito, quando dei por conta eu tinha levado um tiro, eu estava sob efeito da adrenalina por isso não senti a bala... E de novo era tudo um pesadelo, eu odiava pegar no sono por causa deles.

Eram 6:30 e sabia que não conseguiria dormir de novo, então levantei para tomar um banho e eu iria sair para correr e esfriar a cabeça, eu sempre ficava estressada ou fechada depois dos pesadelos, e ar livre sempre ajudava a me acalmar. Então coloquei uma calça moletom, uma regata do AC/DC e amarrei meus cabelos. Peguei meus fones de ouvido e saí do hotel em uma direção qualquer. Estava perto do parque onde encontrei Sofia outro dia e decidi para descansar já que estava correndo a uma meia hora. Sentei em um banco qualquer e comecei a sentir a brisa batendo sobre meu rosto, era agradável. Eu estava levantando e pensando onde poderia ir, não queria voltar ao hotel, então eu pensei em ir ver Camila, não tinha falado com ela desde a noite que ela estava bêbada, então comecei a correr em direção ao apartamento dela, eu só esperava que Austin não estivesse porque se não levaria uma portada na cara.

Cheguei ao prédio e fui pelo elevador até seu andar, eu não estava na melhor aparência mas isso não importava muito. Caminhei até seu apartamento e toquei a campainha esperando que ela abrisse a porta. Demorou alguns segundo e porta foi aberta, mostrando uma Camila com cara de sono e o cabelo todo bagunçado, devia ter acordado ela.

- Bom dia Camila – falei envergonhada esperando ela brigar comigo por ter acordado ela mas ela não brigou.

- Bom dia Lauren – sua voz sonolenta só a deixava mais fofa ainda.

- Eu devo ter acordado você, desculpa.

- Eu tinha acabado de levantar, eu esqueci de desligar o despertador e acabou me acordando.

- O Austin está aí?

- Ele foi até a empresa por que?

- Era só curiosidade – ela faz uma cara desconfiada.

- Quer entrar, eu vou fazer panquecas.

- Eu adoraria.

Entrei em seu apartamento que era muito bem decorado, era simples e aconchegante. Fui em direção a cozinha com ela e me sentei no balcão. Camila começou a andar procurando os ingredientes, e ía cantarolando músicas aleatórias, ela tinha essa mania.

- Lauren, me desculpa pela festa, não costumo ficar naquele estado.

- Não tem problema, acontece – ela continuava envergonhada – vai quere ajudar com ajuda com as panquecas? -  o clima entre nós estava melhor, não tinha mais aquela tensão.

- Não precisa Lo – ela para de mexer na massa ao se tocar no que tinha dito.

- Como é morar aqui, digo, no prédio?

- É calmo, os vizinhos não incomodam e a garagem é grande haha.

- É que eu vou me mudar para o apartamento de cima – falo tentando ver sua expressão, mas ela estava de costas – eu vou vir aqui amanhã pintar as paredes, se quiser me ajudar, a Lucy e Vero vão vim também, você poderia conhecer elas.

- Eu vou pensar no seu caso Lauren – ela falou pensativa, Camila parecia estar confortável com o fato de começarmos uma amizade, ela não estava sendo fria nem grossa comigo.

- Pense com carinho – faço uma voz manhosa e arranco um sorriso de sua cara.

Camila colocou as panquecas na mesa e começamos a comer, falávamos de coisas casuais como se tivéssemos nos conhecendo de novo, e realmente era isso, ela estava diferente, eu estava diferente, mas o amor era o mesmo, eu sentia isso, mas eu não forçaria a barra agora que estávamos começando a ter uma conversa de verdade. Assim que terminamos de comer eu me ofereci para lavar a louça já que ela tinha feito as panquecas. Ela tinha ido organizar seu quarto enquanto eu lavava a louça. E ela continuava cantarolando músicas aleatórias, ela tinha uma voz tão doce e boa de ouvir. Eu estava terminando de lavar os pratos quando ouço a porta se abrindo e ouço uma voz masculina entrando na casa.

- Camila cheguei amor – era Austin, por que ele tinha que aparecer agora?

- Oi Austin – Camila fala e logo vem para a cozinha para ver se eu estava terminando – como foi lá na empresa?

- Meu pai está se aposentando e a empresa vai ficar em meu nome.

- Que bom.

- Você fez panquecas? Está um cheiro tão bom

Austin fala entrando na cozinha e ficou parado na hora em que ele me viu alí, seus olhos tinham ódio pela minha presença.

- Fiz – Camila chega e nota a tensão no ar – aconteceu alguma coisa?

- Não, eu só fiquei surpreso.

- Oi Austin – falo com desprezo em minha voz, mas era quase impossível de se perceber.

- Oi Lauren, o que faz aqui? – ele pergunta se aproximando, ele parecia irritado.

- Estou lavando a louça se você não percebeu ainda – falo debochando da cara dele.

- Camila, poderia ver se minha gravata preta está no banheiro? – Austin fala praticamente que expulsando Camila, ela saiu da cozinha e logo Austin tomou sua pose de macho.

- Pensei ter falado para não se aproximar dela.

- Eu tenho cara de quem vai obedecer você? – ele bufa com meu comentário.

- Camila não vai voltar pra você, desista sua lésbica idiota – agora eu sei porque as Normani, Dinah e Ally odiavam ele.

- Sabe que desistir não faz parte do meu vocabulário né?

- Devia fazer parte, nós vamos no casar e não vai ser você que irá impedir.

- Você se acha o melhor não é? Você está me ameaçando porque sabe que eu sou melhor que você, e sabe que por um descuido seu ela pode ser minha novamente. Garanto que já deve ter traído ela com qualquer uma, homens como você não se contentam com uma só. -  nesse momento ele ficou vermelho de raiva porque eu tinha falado as verdades sobre ele, eu queria deixar ele irritado e estava conseguindo.

- Olha aqui sua... – Austin para de falar quando Camila aparece na cozinha.

- Austin eu não achei sua gravata, deve estar na cesta de roupas sujas.

- Tudo bem amor, eu uso outra.

- Eu vou indo Camila, pense sobre as paredes okay? – dou um sorriso para ela e saio de seu apartamento gloriosa por ter irritado o engomadinho.

Eu precisava de um banho que eu estava com a roupa da minha corrida matinal, então eu voltei ao hotel, tomei banho e mandei mensagem para as meninas para ver se elas queriam almoçar em algum lugar, Ally nos disse que ela e Troy estavam indo até o Shopping para comer algo, então Dinah e Normani me deram carona, Camila não foi porque ela ia almoçar em casa com Austin.

De novo meus tímpanos foram estourados ao som de Beyoncé, não sei como elas não são surdas. Fomos em direção a praça de alimentação e encontramos Ally e Troy sentados em uma mesa perto do Mc Donalds. Os dois estavam juntos desde o colégio e eu me sentia o cupido porque tinha sido que havia juntado os dois.

- Oi pombinhos – Dinah já chegou no seu jeito de sempre.

- Oi meninas – os dois falam em uníssono.

- Vamos comer agora? – Troy se manifesta.

- É claro gigante – falo seu apelido de escola, ele era realmente alto, e do lado de Ally então era maior ainda.

Fizemos nossos pedidos e voltamos a mesa e começamos a conversar sobre as merdas do colégio, eram tantas histórias que até misturávamos algumas. Eu estava morrendo de rir porque Dinah ficava roubando as batatas-fritas de Ally e ela ficava brava mas não podia fazer nada já que Dinah era maior.

Ficamos alí por horas, assistimos um filme. Eram 20:00 e ninguém queria ir para casa, então fomos aos jogos eletrônicos. As meninas foram jogar um de dança e Troy e eu fomos para o jogo de basquete.

- Okay Jauregui, quem fizer mais pontos ganha e o perdedor vai ter que pagar uma bebida para o vencedor.

- Fechado.

Troy tinha ido primeiro, e ele tinha feito 221 pontos.

- Faça melhor Jauregui – ele fala na intenção de me provocar.

O jogo começa e vou arremessando, mas eu tinha perdido algumas, o tempo estava acabando e eu precisava de duas cestas, quando arremessei a última bola o tempo estava parado e não contou e acabei marcando 219.

- Acho que alguém vai ter que me pagar uma bebida.

- Vamos chamar as meninas e nós passamos em um bar qualquer.

Chamamos as meninas e fomos até o bar já que eu tinha que pagar a bebida de Troy. Ele tinha escolhido tequila, e as meninas tinham pego umas bebidas que eu não sabia o nome. Começamos a jogar conversa fora e percebemos que era quase meia noite, então pagamos as contas e saímos. Troy e Ally me deram carona já que eu não queria perder meus ouvidos ouvindo Beyoncé. Me despedi deles e entrei no hotel, me joguei na cama e peguei no sono já que eu tive um dia cheio.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, e não esqueçam de favoritar e comentar.
beijos e até a próxima <3
E agradeço a CamzCabello13 pelo apoio moral hahahaha


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