História 300 Primaveras - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Bella Swan, Edward Cullen
Tags Beward, Crepusculo, Humor, Romance
Visualizações 14
Palavras 3.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Em algum lugar entre a consciência e a inconsciência posso ouvir um barulho. Eu não sei o que é, nem ao menos de onde está vindo. Só tenho uma certeza.

Isso está me irritando.

Meu corpo no momento parece – ou talvez seja, porque não consigo diferenciar o que eu sou do que eu penso – uma pedra gigante que pesa toneladas. Eu não consigo me mover.

O que é consideravelmente ruim, já que esse barulho irritante não quer parar.

Eu enrugo a testa quando o som para e começa novamente. Estranho, o toque me parece vagamente familiar. Onde será que eu o ouvi antes?

A realidade é como um banho de água fria.

Esse é o meu toque!

Abro os olhos no mesmo instante e olho para o despertador em cima do criado mudo. Meus olhos quase saltam ao ver a hora.

Eu estou tão atrasada.

Tento levantar da cama, mas algo grande e pesado me impede de sair. Fecho os olhos e respiro fundo ao ver Jake deitado em cima de mim me olhando com a cabeça inclinada para o lado e a calda sacudindo pelo ar.

Então esse era o peso que eu estava sentindo.

Quando ele percebe que estou acordada late animado e começa a lamber meu rosto. Faço uma careta e tento tirá-lo de cima de mim.

– Jake sai! – tento empurrá-lo, mas parece uma missão impossível. – Agora não Jake! Sai!

Solto o ar pesadamente e procuro cegamente por algo no chão. Quando sinto um objeto tocar meus dedos o pego e jogo longe.

– Pega Jake! – ele para de me lamber e observa o objeto voar até cair alguns metros a frente, não passa um segundo e ele sai correndo de cima de mim.

Suspiro e sento na cama, no mesmo momento meus celular volta a tocar e pego-o, atendendo sem ver o número.

– O que é? – bocejo me espreguiçando e quase fico momentaneamente surda quando ouso o grito do outro lado.

– Isabella Marie Swan! Você está maluca? Sabe que horas são?

– Oi pra você também você Rose. Sim, eu acabei de acordar e estou vendo há hora nesse momento – comento casualmente, apesar de marcar 7:06 e eu deveria chegar na Cullen´s em menos de 30 minutos.

– Escute o que vou te dizer e não esqueça, ouviu bem? – balanço cabeça afirmativamente, apesar de que sei que ela não pode ver e ouso seu suspiro. – Primeiro, eu tive que vir mais cedo para Cullen´s e por isso você vai ter que dar um jeito de vir sem o carro.

Merda. Pensei, sem a carona de Rose eu estava tão mais atrasada.

– Segundo, aconteceu um imprevisto na empresa, um dos ilustradores sofreu um acidente e ele não pode trazer o desenho do novo personagem. E isso seria discutido e apresentado justamente na reunião que acontecerá em menos de 1 hora. Você precisa ir até o hospital que ele está e trazer até aqui – ela respirou fundo. – É muito importante que você faça isso no tempo certo, Jessica que deveria trazê-lo aqui, mas ela não pode ir. Por isso se alguma coisa, por menor que seja, der errado, a responsabilidade por isso será dela.

Eu engulo em seco.

– Tudo bem – será que ela percebeu o quanto minha voz saiu tremula?

Por que a responsabilidade que sempre sonhei está me assustando?

– Eu preciso ir. Lembre-se 1 hora – ela desliga e fico encarando o aparelho sem reação.

Eu tinha 1 hora para me aprontar, pegar o metro, ir até o hospital e depois ir até a empresa, e nesse tempo ainda impedir que minha estranha colega de trabalho seja demitida?

Quero voltar a dormir!

Eu corro em direção ao banheiro para fazer minha higiene matinal.

Levo cerca de 10 minutos para me aprontar, certo que tive que ignorar algumas coisas, como o banho, meu cabelo que prendi em um coque desarrumado – não, não esse coque desarrumado que parece perfeito. Ele saiu desarrumado mesmo – e minhas roupas que estavam extremamente amarrotadas.

Quem me visse na rua pensaria que eu estava indo para uma promoção no supermercado.

A vida é uma maravilha.

Enquanto tentava sair de casa ainda tive que convencer Jake a ficar. Foi uma briga estranha.

Finalmente quando já estava fora do prédio só tive uma certeza. Em hipótese alguma eu iria de metrô. Foda-se minhas poucas economias.

Felizmente ir de taxi tinha suas vantagens e em menos de 15 minutos eu já estava no hospital que Rose mandou o endereço. O nome do ilustrador era Mike, ele tinha o cabelo curto loiro e um rosto de bebê com queixo de bunda. Infelizmente eu estava com muita pressa para apontar esse fato e esperava que nunca mais encontrasse Mike, ou ele iria se arrepender por aparecer na minha frente pelo resto da sua vida.

Queixo de bumbum... Quer dizer, Mike, estava com uma perna engessada e alguns arranhões pelo rosto e braço. Eu estaria muito interessada em saber como ele sofreu esse acidente em outro momento e ele realmente tentou fala sobre, isso claro antes que eu saísse correndo como uma louca pela porta.

Na saída, porém, pude perceber três coisas:

Primeiro, eu havia esquecido a carteira em casa – o que só sobrara algumas moedas e US$ 2,00 que havia jogado na minha bolsa ontem quando comprei um café – e, portanto, eu não tinha como pagar ao taxista irritado que me esperava do lado de fora.

Segundo, o taxista irritado, o qual eu acha que estava me esperando, na verdade havia ido embora. O que na verdade era um grande alivio, já que eu não teria que me esconder e tentar passar despercebida por ele enquanto encontrava um meio de fugir.

E terceiro, eu não tinha outra escolha a não ser ir de metrô.

Certo, eu já havia gastado 30 minutos do meu tempo e provavelmente Jessica já estava demitida, mas eu iria tentar. Afinal, não poderia ficar pior, não é?

Tudo estava indo certo. Pude comprar o ticket e pegar o trem a tempo, quando ele já estava prestes a sair. A viajem vai durar cerca 20 minutos e eu tenho o desenho de um novo personagem de um jogo na minha bolsa, qual o problema em dar uma espiadinha? A sorte estava ao meu favor.

Entretanto, eu deveria saber existe um carma que me persegue desde que eu fui aquele show da Van Halen com Alice escondido dos meus pais.

Prova disso era que eu estava sendo assaltada nesse momento.

– Entregue a bolsa caladinha – o trem está prestes a parar e penso seriamente em correr. Porém, aparentemente o senhor assaltante atrás de mim teve a mesma ideia e eu sinto um objeto afiado tocar meu quadril. – Nem pense nisso. Vamos, seja boazinha e entregue a bolsa.

Fecho a mão em punho e abraço a bolsa contra o meu corpo.

Há um homem sentado a minha frente e eu lhe dou um olhar do tipo “Tem um cara com uma faca atrás de mim”, mas o covarde apenas vira o rosto e me ignora.

Em que mundo estamos vivendo?

– Me deixe apenas pegar uma coisa – imploro virando a cabeça para olhar sobre o ombro.

Ele força um pouco o objeto na minha pele e faço uma careta de dor.

– Entregue – murmura num tom ameaçador e deixo a bolsa deslizar por entre os dedos. Ele pega-a e solta um riso seco. – Boa menina.

As portas abrem nesse momento e ele dispara para fora.

Fecho os olhos e coloco a mão no peito, sentindo meus batimentos acelerados. Olho para o homem que apenas observou tudo em silencio e passo por ele.

– Covarde... – murmuro e me direciono para fora.

Errado, tudo pode ficar pior quando o mundo está contra você.

 

...

Jessica estava começando a me assustar.

Eu pensei que ela iria entrar em pânico quando lhe disse que roubaram minha bolsa e que o desenho estava dentro. No caminho eu já vinha pensando nas minhas desculpas e em como consolá-la quando contasse que ela iria ser demitida por minha causa.

Olhando-a agora, enquanto ela limpava minha ferida calmamente, me fazia pensar se ela era realmente humana ou um robô colocado para nos espiar.

– Acho que está bom – ela inclina a cabeça para o lado e franze o cenho. – Você teve sorte, foi apenas uma ferida superficial.

– Eu acho... – murmuro olhando-a com os olhos estreitos e me endireito quando ela direciona os olhos para mim.

Opa

– Você deveria voltar para sua casa – comenta. – Depois de tudo que passou acho que é o melhor a fazer.

Ela se vira para jogar os restos do curativo no lixo e fico em silencio por um segundo.

– Eu sinto muito Jessica – as palavras saem da minha boca antes que eu perceba e ela parece ligeiramente surpresa, assim como eu.

– O que? – murmura e suspiro.

Já que comecei o melhor a fazer é terminar.

– Foi minha culpa – confesso e seus olhos aumentam ainda mais quando percebe meu estado. – Eu deveria ter percebido que não peguei a carteira antes de sair de casa ou deveria ter pedido dinheiro emprestado ao Mike, mas aquele queixo de bumbum dele... Oh Deus, eu sinto tanto Jessica – eu estou uma bagunça com as lágrimas caindo sem parar e fungando como uma criança melequenta, mas não me importo. – E-Eu não deveria ter ficado olhando, não devia ter ficado tanto tempo... Mas era tão engraçado... Eu sou uma pessoa horrível!

Ela enruga a testa e pergunta.

– Quem é Mike? – pego em suas mãos e balanço a cabeça.

– Isso não importa... Nada mais importa, porque você vai ser demitida por minha causa e nunca vai ter a chance de conhecer o queixo de bumbum... Eu sinto tanto.

Jessica está me olhando como se tivesse nascido outra cabeça em mim e por um momento chego a duvidar da minha sanidade.

– Olha Swan... – tira minhas mãos da sua como se tivesse nojo e coloca uma distância entre nós. – Eu não sei muito bem do que você está falando, mas a culpa não é sua. A responsabilidade foi entregue a mim, você não tem culpa por ter sido assaltada ou por nada que aconteceu.

Não sei se estou emotiva pelos últimos acontecimentos ou se é por causa da TPM, talvez uma mistura dos dois, mas o fato é que sua declaração trás mais lágrimas aos meus olhos. Eu nunca havia percebido como Jessica é uma pessoa tão legal.

– Bella?

Rose aparece nesse momento e ao perceber a bagunça ambulante que estou entra em pânico.

– Você está bem? O que houve? Por que há sangue na sua roupa? Está machucada? – Rose parece uma mãe preocupada no momento e eu deixo-a surpresa ao abraçá-la de repente.

– Jessica é uma pessoa tão legal – digo sobre os soluços que não paravam.

– O que?

Ouso Jessica suspirar.

– Ela foi assaltada. Acho que todo o estresse e medo que ela passou se transformou nesse choro sem sentido – ela franze o cenho e balança a cabeça. – Eu não tenho paciência para lidar com isso.

Acompanho Jessica com o olhar enquanto ela sai da sala de descanso e me viro para Rose assim que ela some pela porta.

– Oh Rose foi horrível... – sacudo a cabeça. – Ele levou minha bolsa...

– Ele... Ele levou o desenho? – ela arfa e eu assinto.

– Sinto muito.

Baixo a cabeça me sentindo de repente envergonhada.

Eu tinha uma única função. Trazer a porcaria do desenho para a empresa.

Mas falhei...

– Querida... – Rose levanta minha cabeça me fazendo olhá-la e ela sorri. – Não foi sua culpa por ter sido assaltada. Hoje apenas... Está sendo um dia difícil para todos.

Tento sorrir, mas não obtenho muito sucesso.

– Mas e Jessica?

– Eu não sei... – suspira e balança a cabeça. – Mas vamos dar um jeito. Não vamos deixá-la ser demitida.

Solto o ar pesadamente e tento obter alguma esperança, mas a situação parecia tão fodida como a vida de Scrat*.

Umas hora e meia depois, Jessica foi chamada na sala do vice-presidente.

Até agora Jessica não demostrou muitas emoções, mas juro ter visto o rosto dela adquiri dois tons mais pálidos.

Juro que tentei de tudo para me acalmar, mas a única coisa que conseguia pensar era: não foi minha culpa, não foi minha culpa...

Eu estava repetindo isso como um mantra na minha cabeça e era o que mantinha minha culpa de lado.  

Por 6 minutos.

Depois de 6 minutos roendo minhas unhas – um habito que Alice me obrigou a abandonar – eu não aguentei mais e saltei da minha mesa indo em direção a sala do vice-diretor. Se Jessica fosse demitida por um erro meu não conseguirei dormir a noite, não importa o quão estranha ela seja.

Não precisei andar muito para descobrir onde ficava o local.

Os gritos, quer dizer, as palavras do vice-diretor podiam ser ouvidas de fora.

– Como pode ser tão incompetente?

Aproximei-me da porta sorrateiramente, felizmente a secretária dele não se encontrava, o que me permitiu escutar tudo com o rosto grudado a porta. Empurrei-a minimamente para olhar o que ocorria dentro.

Jessica tinha um verdadeiro lençol de suor no rosto e parecia que iria desmaiar a qualquer segundo. A sua frente estava o vice-diretor, que estava de costas para mim e passava a mão pelo rosto irritado.

– Eu sinto muito Sr. Cullen – Cullen? Indaguei. Ele é filho do meu chefe? Porque obviamente na minha cabeça meu chefe não passava de um velho careta e barrigudo que sofria com falta de sexo.

– Saia daqui – disse deixando a mão que tinha no rosto cair e apontou o indicador para ela. – Eu não quero vê-la mais aqui. Saia!

Antes que meu cérebro pudesse processar o que meu corpo estava fazendo, me encontrei entrando na sala e denunciando minha presença.

– Sr. Cullen – fechei os olhos e tomei uma profunda respiração. – A culpa é inteiramente minha. Se vai demitir alguém, por favor, me demita.

Abri os olhos me preparando para receber toda sua fúria, mas não foi isso que aconteceu.

Agora que estava olhando-o melhor – e não observando como uma perseguidora pela abertura da porta – Sr. Cullen era... Ual, se todos os Cullens fossem assim eu definitivamente não me importaria de levar alguns gritos.

Mas, diferente da minha avaliação predadora, ele me observava com os olhos arregalados como se estivesse vendo um fantasma. A cor havia fugido do seu rosto e por um momento me preocupei se o homem iria desmaiar.

– SuperGirl? – murmurou ainda com a expressão chocada e franzi o cenho.

Eu parecia com a Kara Danvers?

Bom, não posso dizer que estou ofendida.

– Não – disse forçando um sorriso e seus olhos aumentaram ainda mais, parecendo mais assustado a cada segundo. – Meu nome é Isabella. Isabella Swan.

Ele ofegou auditivamente e deu um passo involuntário para trás, tropeçando no processo como se não tivesse controle das próprias pernas. Seus olhos aumentaram ainda mais se possível e por um momento tudo que ele fez foi me observar sem reação, como um cervo paralisado em frente aos faróis de um carro.

– Isabella? – sussurrou o nome como se fosse um pecado e franzi o cenho confusa com sua reação.

– Sim

E pronto.

Ele desmaiou.

Jessica me olhou com a boca aberta ao ver nosso chefe caído no chão, não acreditando no que acabou de acontecer.

Mas eu definitivamente estava mais surpresa que ela.

Não foi ela que fez o homem desmaiar porque meu nome é Isabella e não Kara Danvers.

Certo, agora estou me sentindo muito ofendida.

– O que fazemos? – murmurei pensando seriamente em correr.

– Levanta as pernas dele – disse Jessica assumindo o controle da situação e indo se abaixar ao lado do Sr. Cullen.

– O que? – a olhei sem reação e ela praticamente rosnou.

– Levante as pernas dele. Eu vi isso em uma seria de TV.

Ok, ela não está ajudando muito.

Fiz o que ela pediu – com um relativo esforço porque porra! Alguém já levantou alguma perna antes? Que coisa pesada! – e Jessica passou dar tapinhas no rosto do nosso possível ex-chefe.

Eu estava tão ferrada.

Passaram-se alguns segundos e a cor começou a voltar ao rosto do Sr. Cullen. Então a coisa funcionou no final.

– Sr. Cullen? – Jessica perguntou e ele gemeu.

– O que aconteceu? – mordi o lábio com força para me impedir de falar.

Você desmaiou porque eu não sou a porra da prima do SuperMan! Isso aconteceu!

Sim, estou muito irritada.

– O senhor desmaiou – disse Jessica simplesmente e ele balançou a cabeça.

– Por que minhas pernas estão levantadas?

Ah claro, esqueci.

Bom, a situação seria engraçada se eu não estivesse prestes a ser demitida. Na verdade parecia uma daquelas situações constrangedoras com o ginecologista. Só que a médica no caso era eu e o paciente com as pernas abertas... Bom vocês entenderam.

Essa era, provavelmente, a primeira vez que eu me encontrava no meio das pernas de um homem de um jeito não bom.

– Me desculpe – disse, deixando seus membros no chão e ele se sentou. – A culpa é toda minha, pode me demitir.

Por favor, me demita! Não vou aguentar andar por aqui e ver você sem querer rir.

– Isabella – disse, a voz seria e contida. Completamente diferente do garoto assustado de poucos segundos atrás. – O que você faz aqui?

– A culpa é minha – disse baixando a cabeça. – Eu que fui assaltada e levaram o desenho. Não é culpa da Srta. Stanley.

– Assaltada? – perguntou franzindo o cenho... Eu diria até que ele parecia um pouco preocupado. – Você está bem? Machucaram você?

Olhei em confusão para Jessica e ela balançou a cabeça tão confusa como eu.

– Eu estou bem.

Ele fechou os olhos com força e praguejou baixinho antes de levantar.

– A questão não é essa – ele baixou os olhos para mim e parecia determinado. – Alguém precisa ser punido pelo que houve. Então acho que deve saber o que irá acontecer. Você não pode continuar aqui.

Estranhei o modo que ele falou, como se estivesse falando por algum outro motivo, mas apenas baixei a cabeça e assenti.

Dessa vez bati o recorde. Dois dias em um emprego.

– Eu entendo. Vou...

Aporta é aberta abruptamente antes que eu possa terminar e Rosalie entre pela mesma.

Ela parecia irritada.

– Sr. Cullen – me surpreendi com o tom da sua voz, firme e forte. Ela não costumava falar assim perto de homens. – Venho aqui buscar minhas colegas de trabalho. O senhor não tem o direito de demiti-las por um acontecimento como este. Elas não são suas funcionarias, portando não tem motivos demiti-las.

Sr. Cullen estreitou os olhos para Rose e ela permaneceu com a cabeça erguida.

– Você...

– Já terminamos então? Precisamos voltar ao trabalho – ela diz e olha para nós.

Rapidamente me coloco ao lado dela e Jessica segue o mesmo exemplo.

– Isso não vai ficar assim – diz e desliza os olhos para mim. – Não vai.

– Vamos – Rose fala e então nos direcionamos para saída.

Estávamos a alguns metros de distancia da sala do Sr. Cullen quando Rose fecha os olhos e solta o ar pesadamente se apoiando na parede.

– Pensei que fosse desmaiar – ela respirava com força e passa a mão pelo rosto nervosa.

– Você está bem? – pergunto tocando seu ombro e ela baixa os olhos pra mim oferecendo um sorriso fraco.

– Vou ficar. Todas nós vamos

Eu não estava muito certa disso.

 

*Scrat: Personagem ficcional, um esquilo-dente-de-sabre do filme A Era do Gelo.


Notas Finais


Oi gente! O que estão achando? O que acham que acontecer a Bella?
Não deixem de comentar ;)
Beijinhos e até a próxima!


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