História 32 Dias de Fontcest - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Frisk, Grillby, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Fontcest
Exibições 87
Palavras 1.928
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ola!
Esse cap foi inspirado em uma comic que eu vi a um tempo atras (a foto do cap é uma parte dela.)
Eu não tenho muito que dizer, então desculpem qualquer erro ortográfico e espero que gostem.

Capítulo 3 - Dia 3


Fanfic / Fanfiction 32 Dias de Fontcest - Capítulo 3 - Dia 3

Dia 3: Era manha, Sans e Papyrus acordaram e tudo que veio a suas cabeças fora a noite anterior, “Por que eu te amo tanto ?’’, era este pensamento que passava por suas mentes, precisavam falar com alguém sobre isso, mas claro que não para o outro. O mais velho resolvera que falar com Frisk, e o mais novo iria falar com sua melhor amiga Undyne.

  Sans foi o primeiro a sair de casa, e chegou nem Hotland em pouquíssimo tempo, afinal, ele sabe um atalho. Em Hotland ele começou a vender seu hot dogs e hot cats, não demorou muito para Frisk e Asriel chegarem. (N/A: Mai q q ele ta fazeno ai ? Ah, sinceramente eu não sei, só deu  vontade de bota ele ai, meio que não vai faze muita diferença.)

 - Eae crianças.

 - Oi Sans. – Disse Asriel e Frisk, que estava ao seu lado, acenou.

 - Então Frisk...eu queria falar com você em particular. – Frisk assentiu.- Pode cuidar daqui por um minuto, Asriel ?

 - Uh... claro.

   O esqueleto e a humana (N/A: Pra mim Frisk é menina, mas tanto faz, é só ler com o se vc achar que é menino.) se afastaram um pouco do local.

 - Eu queria te perguntar como...você conta a alguém que você...uh... gosta desse alguém. – Frisk o encarou com um olhar confuso. – É que... você já foi num encontro com o Papyrus e você e o Asriel são praticamente irmão e estão praticamente juntos e...

 - Você gosta do Papyrus ?! – Disse animada.

 - Bem eu...- Ficara muito corado e não sabia o que responder, ficara tão na cara assim ?

 - Você devia ir a um encontro com ele!

 - U-um encontro ?! Eu não acho que é uma boa ideia, pra onde iríamos ? E...eu nem sei se consigo convidar ele.

 - Eu sei que você consegue.- Sorriu.- Vocês podem ir ao Hotel MTT.

 - Parece um bom lugar, tirando o fato que tem um bife com a cara do Mettaton. – Frisk riu.- E também, eu acho que não tenho tanto dinheiro pra levar ele lá.

 - Talvez ele te ajude se você contar o porquê vai lá.

 - Contar pra ele ?! Eu mal consegui contar pra você, sem falar que eu não confio muito nele.- Frisk deu de ombros. – Você...acha que o Pap aceitaria sair comigo ?

 - Uhum.

 - Okay...eu vou ver se o Mettaton me da um desconto.

                                                                           (...)

  Após sair de casa Papyrus caminhou até a casa de Undyne em Waterfall (N/A: Exercicios sempre :v), ao chegar la começou a falar, precisava por tudo pra fora e Undyne era a única em quem confiava para este assunto.

 - Undyne eu realmente não sei por quê sinto isso.- Sua voz saiu meio abalada.

 - Mas desde quando você sente isso ? – Perguntou enquanto abria a geladeira para pegar algo para beber.

 - Eu não sei! E sempre que eu penso nisso parece ser desde sempre!

 - Mas não é como se isso fosse um problema.

 - É claro que é um problema! Somos irmãos!

 - Como se alguém aqui embaixo se importasse.

 - E se ele sem importar ?

 - O Sans ? Se importar ? Parece que ele deixou de se importar com tudo a um tempo.

 - Eu sei, isso tem me preocupado bastante...

 - Mas eu sei de algo que ele ainda se importa muito.- Disse num tom alegre tentando animar o esqueleto.

 - O que ?

 - Você! Ele nunca deixou de se importar com você! E ele sempre me liga quando você sai sem avisar, ele me ligou ontem mesmo.

 - Ele é sempre tão preocupado. – Corou e sorriu de leve.

 - Isso só pode significar que ele te ama!

 - Mas e se for só amor de irmão ?

 - Como você pode ter certeza ?

 - Eu não sei...todas as vezes que ele dizia ‘’eu te amo’’ era só amor de irmão, não é ?

 - Como eu vou saber ? O irmão é seu! Mas em que ocasiões ele costuma dize isso ?

 - Geralmente quando eu dizia primeiro...

  Neste momento Papyrus começou a se lembrar das vezes em que dizia ‘’eu te amo’’ a seu irmão, a maioria das vezes quando criança, mas nesta hora se lembrava de uma em especial...

 * Flashback on *

  Era bem cedo, Sans, um pouco sujo de massa e de cobertura de bolo, tirava o avental e o colocava sob o balcão. Era um dia muito especial, o aniversario do mais novo. Sans subira as escada e fora para o quarto do irmão, que ainda dormia como um anjo, deitara ao lado do mesmo e o abraçou por trás.

 - Bom dia, Pap.- Disse, colocando o rosto sob seu pescoço, fazendo o mais novo se arrepiar e corar, murmurou algo e , envergonhado com a situação, abraçou o travesseiro.- Hey, vamos lá, hoje é um dia muito especial pra alguém muito especial e eu fiz bolo.

 - Você fez bolo pra mim ?!- Pulou e abraçou o irmão.- Obrigado, obrigado, obrigado.

 - Hey, não é nada.- O abraçou de volta.- Agora que tal irmos convidar a Undyne para comer bolo e biscoitos com a gente ?

 - Você fez biscoitos ?! Eu amo seus biscoitos! Obrigado.

 - Não é...

 - Eu te amo Sans! – Sorriu

 - He, eu também te amo bro.

 * Flashback off *

  Papyrus amava quando Sans cozinhava, tudo tinha sempre um gosto tão bom, ainda podia sentir o doce gosto do bolo e dos biscoitos que comera anos atraz. Conseguia dizer que amava o mais velho com tanta facilidade, sempre o amou, mas antigamente não pensava duas vezes para dizer o que sentia, com o passar dos anos isso se tornou cada vez mais difícil e seus sentimento maiores.

 - Você devia contar pra ele.- Undyne interrompeu seus devaneios.- Mesmo que ele não sinta o mesmo vai entender.

 - E depois ? O que eu faço ? E se eu nunca mais conseguir falar com ele ? Eu nem sei como dizer isso!

 - Calma ai! Só diga o que sente, como quando era criança.

 - Eu não sou mais uma criança, sei as consequências de meus atos.

 - E você sabe quantas consequências tem em não contar ? Muitas! – O esqueleto ficou calado.- Olha, que tal eu ir com você pra te dar uma força ?

 - Você faria isso ? – Disse com brilho nos olhos.

 - É claro.

 - Você é a melhor Undyne! – Disse praticamente se jogando na mesa e a abraçando

                                                                              (...)

 - Esta certa disso Frisk ? – Sans falou colocando a mão na maçaneta. A criança fez sinal positivo.- Certo, la vamos nos...

  O esqueleto e a humana entraram na casa, o ar estava calmo mas Sans não conseguia deixar de estar nervoso. Convidar Papyrus para um encontro ?! Por que diabos concordara com isso ? E ainda trazer Frisk para assistir ? Ela estava certa em vir, afinal, se estivessem só os dois provavelmente desistiria sem pensar duas vezes.

  Subitamente o volume da TV aumentou, Papyrus estava na cozinha então não fora ele, Sans olhou para o lado e, no sofá, Undyne estava lá ! Por que ela estava lá ? ‘’Ok, esta tudo bem.’’, pensou, ‘’ É só fingir que ela não esta, afinal, o que de ruim poderia acontecer ?’’, e em uma fração de segundos milhares de pensamentos sobre tudo que podia dar errado surgiu em sua mente.

 - An...Sans ? – Frisk cutucou o esqueleto que estava parado na porta encarando Undyne a um tempo.

 - O que ? – Sairá de seus devaneios e, meio confuso, perdera a nação de quanto tempo perdera apenas encarando Undyne. Frisk olhou para Papyrus e sem seguida voltou a olhar para Sans.- P-pra que a pressa ? – Disse sem jeito e foi em direção a escada.

  Enquanto Sans passava na frente da TV, Frisk se sentou ao lado de Undyne, que fez um carinho um pouco violento em sua cabeça. Ao chegar no pé da escada sentiu que o irmão sairá da cozinha e vinha em sua direção (N/A: Sabe quando ce sente a presença da pessoa atrás de vc ? Foi isso q aconteceu.), respirou fundo e se virou.

 - Papyrus eu preciso te dizer uma coisa.

 - P-pode falar.- Corou um pouco confuso, não estava esperando que Sans vira-se do nada.

 - Umm... bem, a um tempo eu quero te falar que...Eu não sabia como te dizer...Mas eu já tomei uma decisão...- Estava mais azul do que se pode pensar, mais azul que o céu que nunca vira, o céu que tinge as águas de um mar salgado e cristalino.- V-você...quer ir em um encontro comigo ?

 - Wowie...isso é bem inesperado.- Deu um riso nervoso, estava tão laranja quanto um por do sol.- umm...

 - Fala logo ‘sim’! – Undyne gritou.

 - U-Undyne!!! – Papyrus gritou envergonhado.

 - Fala ‘sim’, Papyrus. – Frisk disse enquanto Sans permanecia em silencio.

 - Bem, eu...- Voltara a olhar para o irmão, nunca tinha o visto tão corado.- S-sim, eu quero.

 - É assim que se faz! – Undyne gritou novamente.- Agora saiam da frente da TV.

  Os irmão saíram, e o único barulho que se ouvia era o da televisão, Sans e Papyrus mal conseguiam olhar pra o outro, estavam presos em seu pensamentos e...isso realmente aconteceu ? Não estavam sonhando ou qualquer coisa do tipo ?

 - Eu acho que tem alguma coisa queimando. – Undyne comentou, interrompendo o silencio dos esqueletos.

 - Meu espaguete!!! – Papyrus gritou e correu em direção a cozinha.

                                                                              (...)

  A noite seguira calma, e logo após o jantar Frisk e Undyne foram para sua casa, os dois irmão estavam sozinhos, o que viria agora ?

 - Sans.

 - Hu ?

 - Quando vamos ao encontro ?

 - umm...- Não havia pensado nisso, afinal, nem sabia que conseguiria disser aquilo.- Que tal amanha ?

 - Parece bom...

 - Eu... ainda tenho que reservar o restaurante então...vai ser um jantar...tudo bem ?

 - Oh, claro...

  O silencio tomou posse do ambiente, era exatamente isso que os dois temiam, quando pensavam em contar a verdade, não queriam que sua relação mudasse assim, que ficasse este clima estranho no ar. O silencio foi sumindo com o som baixo de soluços de choro, o mais novo chorava, lagrimas alaranjadas brotaram em seus olhos e começaram a escorrer por seu rosto, ele realmente não queria que isso acontecesse, mas não conseguia evitar. Ao perceber isso Sans já ficara histérico.

 - Papyrus o que foi ?

 - N-não é nada. – Enxugou as lagrimas com as mãos.

 - Papyrus você não é disso. O que aconteceu ?

 - Sans...- Seus olhos se encheram novamente e ele abraçou o irmão.- Eu te amo Sans!

  Sans ficou sem ação por uns segundos, mas em seguida retribuirá o abraço.

 - Eu também te amo Pap.

  Após um tempo abraçados as lagrimas do mais novo cessaram e ele se animara, nada mudou, iam apenas para um encontro e isso não era nada ruim, amava seu irmão e queria fazer isso com ele, afinal, é isso que se faz quando se ama alguém.

 - Melhor ? – O menor perguntou.

 - Um abraço sempre resolve as coisas.- Sorriu inocentemente.

 - Acho melhor irmos dormir, amanha será um dia cheiro.

 - Uhum.

  Papyrus deu novamente aquele sorriso, aquele que Sans tanto amava, aquele que podia ficar apenas admirando por horas e horas. Os dois se levantaram e foram para o quarto do maior, o mais velho lera um livro para o outro dormir e em seguida fora para seu quarto.


Notas Finais


E chegamos ao final deste cap.
Como sempre eu não sei o que dizer :T
Então...
Obrigada por ler e até o proximo cap ~ <3


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