História 331 km - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Sehun
Tags Amizade Virtual, Chanbaek
Exibições 182
Palavras 1.558
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, tudo bom? Voltei para mais uma atualização marota e mais um aviso.
O bloqueio criativo vem me atacando aqui, de uma forma mais intensa do que o normal e estou sem saber o que fazer kajskasjad, quando abro o word para desenvolver mais de 331 km, acabo criando outras histórias, que no caso já tem duas (ainda não postadas e sem previsão para isso rs), porém ando me esforçando o máximo para ganhar inspiração para 331km, que é minha filha querida e merece mais a minha atenção. Eu tenho toda a história já esquematizada na minha cabeça até o final, mas não estou conseguindo passar isso para o papel e eu to ficando bem louca com essa situação.
Direto ao ponto: Pode ocorrer de demorar muito mais para a próxima atualização, porque pretendo adiantar os capítulos e ficar sem postar até eu finalizar a história, daí postarei ela uma vez na semana, assim como era antes. Espero que entendam e vou me esforçar ao máximo para não demorar tanto assim, ok?
Tenham uma boa leitura.

Capítulo 12 - Eu preciso de você.


Busan

 

Já havia passado uma semana que voltei para casa, uma semana sem ver Chanyeol, uma semana sem beijar o Chanyeol. O engraçado é que se alguém me falasse em Chanyeol e beijos na mesma frase eu teria um ataque, mas agora era tudo o que mais queria.... Que coisa, não?

Por outro lado, faltava muito pouco para as aulas acabarem de vez e cada um seguir seu rumo e qual vai ser o meu? Eu não tenho ideia, tenho planos de ficar um ano parado, apenas refletindo sobre minha vida, meditando, abraçar umas árvores, aplaudir o pôr-do-sol e essas coisas bem humanas, sabe? Na verdade, eu não teria paciência para isso, iria ficar todos os dias jogado na cama sem fazer nada mesmo e isso me parece muito bom.

Estranhamente havia dois dias que eu não tinha notícias do Chanyeol, não sei o que aconteceu, ele não me responde, não visualiza as mensagens e quando ligo logo cai na caixa postal. Será que fiz alguma coisa e não estou sabendo? Tentei não pensar nisso pois ele poderia estar com problemas no telefone, sabe como é esses celulares de hoje, qualquer coisa eles morrem.

Senti meu celular vibrar no bolso e já levei a mão a ele com o coração acelerado, pensando ser Chanyeol dando um sinal de vida, mas não era ele.

Jongdae:

Sehun tá aqui, vem!

 

Bufei fechando a tela do aplicativo um tanto frustrado porque estava mesmo esperando um sinal de Chanyeol, eu odeio ficar preocupado, eu preciso muito saber onde esse garoto se meteu, mas vou para o Jongdae mesmo pois preciso me distrair e parar de pensar no que poderia ter acontecido.

 

­­­– Então seu namorado sumiu? – Jongdae sentou-se ao meu lado no sofá de sua sala.

Estávamos apenas nós três como nos velhos tempos, passando o dia na casa um do outro fazendo grandes nadas.

– Ele não é exatamente meu namorado... – apoiei minha cabeça no ombro dele e suspirei.

– Certo... – ele começou a fazer cafuné em meu cabelo. – Seu melhor amigo e namorado em potencial sumiu?

– Deve ter percebido que o Baekhyun é um chato e pulou fora. ­– Sehun, que estava deitado no outro sofá, disse rindo e eu joguei uma almofada nele. – É brincadeira!

– Eu não sei o que aconteceu... – suspirei – ele estava ali em um dia e no outro simplesmente sumiu sem deixar rastro.

– Vai que deu problema no celular dele... – Jongdae disse tentando me tranquilizar.

– Eu pensei nisso... – me deitei no colo do Jongdae e o encarei. – ..., mas alguma coisa me diz que não é isso.... Não sei, eu só sinto.

– Você deve estar com neura... – Sehun disse se levantando do sofá em que estava e sentando ao lado de Jongdae.

– Eu não sei... – me levantei voltando a sentar ao lado de Jongdae – Isso é estranho... e eu estou com saudades.

– Que fofinho está com saudades do amorzinho! – Jongdade apertou minha bochecha.

– Cadê o Minseok? – Perguntei tirando sua mão de mim.

– Reunião de família... – Jongdae suspirou.

– Hum, entendi..., Sehun e aquele boy da faculdade? – Perguntei o encarando.

– O Kyungsoo? – Sehun perguntou sorrindo e eu acenei com a cabeça.

­– Nossa, verdade! – Jongdae exclamou se virando para Sehun – Deu em algo?

– Mais ou menos... – Sehun disse ainda sorrindo. – Ele é meio agressivo sabe? Mas estou conseguindo domá-lo aos poucos. – Sehun jogou sua cabeça para trás. – Ele anda até perguntando quando vou voltar...

­– Hmmm então fisgou mesmo, hein? – Sorri malicoso.

– Espero que sim... – Sehun suspirou e voltou a olhar para a gente – E sabe que eu até estou gostando dele de verdade? Sem ser a atração boba que eu tinha... eu meio que quero coisas sérias com ele.

– Estou impressionado! – Jongdae disse incrédulo. – Então temos um momento raro por aqui... – ele sorriu – Nós três estamos amarrados!

 – Quem diria, não é mesmo? – Sehun sorriu – Até o chato do Baekhyun...

– Ei! – Me joguei por cima do Jongdae para avançar no Sehun, o que não deu muito certo já que Sehun se levantou rindo da minha cara.

– Relaxa bobinho! Você merece... – Sehun sorriu para mim e eu lhe mostrei a língua porque eu sou bem maduro.

– Vamos falar de coisa boa, sim? – Jongdae disse se levantando e ficando ao lado de Sehun. – A escola está acabando!

– Finalmente! – Eu também me levantei e ergui com as mãos.

– O que será do nosso futuro? – Jongdae questionou.

– Olha..., no entanto que eu não veja nunca mais o pessoal daquela escola eu fico de boa. – Respondi e os dois riram.

– O de vocês eu não sei, mas eu vou para a academia de dança de Seul... – Sehun disse confiante.

– Já te aceitaram lá? – Jongdae perguntou e Sehun negou com a cabeça.

– Mas eles vão! Eles sabem que sou de ouro e serei um ótimo acréscimo ali dentro!

– Mas é pouco convencido... – o encarei fazendo uma careta.

– Tenho que ser né amor! – Ele deu uma piscadinha e eu ri.

– Queria muito ter essa confiança e ter tanta certeza que serei aceito para cinema... – Jongdae suspirou.

– Ih, mas você vai! – Segurei em seus ombros e sorri.

Jongdae era um dos caras mais talentosos que eu já conheci na vida, ele tinha o dom da arte em suas veias, desde que éramos pequenos, ele sempre teve uma ótima percepção da vida e gostava de transformar isso em filminhos caseiros e com certeza ele tem futuro no ramo, um dia todos vamos ouvir falar do grande cineasta Kim Jongdae.

– Tomara! – Ele me sorriu de volta.

– Sabe, muitas vezes falo que não suporto vocês dois... – eu disse pegando na mão deles. – Mas na verdade eu não viveria sem vocês... – suspirei – Eu vou sentir muita falta quando vocês forem para a faculdade.

– Own, vem cá! – Jongdae me puxou para um abraço e Sehun veio logo depois e dois ficaram me esmagando.

– Tá bom, chega! – Eu disse saindo do meio dos dois.

– Você ainda não encontrou mesmo o que quer fazer? – Sehun voltou a segurar a minha mão e sorriu amigável.

– Não... – suspirei – Eu acho que não tenho vocação alguma...

– Você vai achar! – Jongdae segurou minha outra mão. – Pode demorar, mas eu sei que você vai encontrar algo... e você vai se sair brilhante.

­– Obrigado! – Eu disse o encarando.

– Agora chega dessa melação toda e vamos comer! – Sehun disse cortando todo o clima de amor e carinho entre melhores amigos que estava rolando naquela sala.

Passei a tarde toda com os meus melhores amigos e foram bons momentos, exatamente como antigamente, falamos muito besteira, comemos muito e jogamos muito tempo fora rindo um da cara do outro e era exatamente a distração que eu estava precisando.

Sai da casa de Jongdae quando estava para a anoitecer e o clima estava esfriando e ameaçando chuva e não era nada fraca, então tive muita pressa e voltei correndo para casa para não correr risco de pegar chuva e depois ficar doente porque eu sou muito fraco para essas coisas, qualquer sereno pego um resfriado na certa.

E foi dito e feito, assim que pus meus pés em casa começou a cair a maior chuva do século lá fora, com direito a trovões estrondosos, que faziam pular de susto toda hora.

Encontrei um recado de minha mãe na mesinha que ficava na sala, avisando que ela passaria a noite com minha avó, então eu teria a casa inteira só para mim, o que seria ótimo se não tivesse caindo o mundo lá fora e tudo que eu fosse fazer seria me encolher na minha cama e implorar aos céus para eu sair vivo dessa tempestade, mas o mais apropriado para agora era um banho quentinho.

Tomei meu banho quentinho e se não fosse os barulhos de trovões sempre me dando susto eu ficaria o resto da minha vida sentindo as gostas quentinhas de agua batendo nas minhas costas, eu adorava aquela sensação.

Depois de banho tomado e vestido confortavelmente, fui a cozinha atrás de inventar algo para a janta, sem minha mãe aqui eu fico meio perdido, mas também fico livre para comer o que bem entender.

Estava refletindo sobre a vida e o universo e tudo mais com a porta da geladeira aberta porque esqueci completamente o que iria pegar ali dentro, quando meus pensamentos foram interrompidos pelo o som da campainha.

Ué, será que minha mãe resolveu voltar para casa? Mas ela tem a chave, então descarto a possibilidade..., mas quem viria para a casa alheia no meio de uma chuva dessas? Só podia ser um assassino maníaco querendo me matar.

Fechei a geladeira e fui para a porta depois de outros vários toques na campainha, eu odiava o fato de não ter olho mágico nessa porta, o que era um perigo e sempre alertei isso para a minha mãe, mas ele sempre dizia que iria providenciar isso para depois e esse depois se tornou oitenta e quatro anos.

Encostei minha orelha na porta para ver se eu conseguia ter alguma dica de quem poderia estar ali do outro lado, mas tudo que dava para ouvir era o barulho da chuva maldita. Respirei fundo e criei coragem para abrir a bendita porta e fiquei bem surpreso com que encontrei.

Um Chanyeol todo encharcado e com o rosto inchado cheio de lágrimas misturadas com a água da chuva.

– Eu preciso de você... – ele disse com a voz embargada e se jogando nos meus braços.

Mas o que será que teria acontecido? 


Notas Finais


Bom, tudo que eu tinha para falar está nas notas iniciais, espero que tenham gostado e até breve!

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