História 365 Days To Remember... - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Violetta
Personagens Diego, Francesca Cauviglia
Tags Diecesca, Diego, Francesca, Violetta
Exibições 34
Palavras 1.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii gente! Para quem não sabe ja postei a outra Fic, o nome dela é "Até Você aparecer", ela é Diecesca (como sempre) kkkkkk ela só tem três favoritos, e nenhum comentário, sendo q tem dois capítulos, se vcs puderem me dar uma forcinha eu agradeceria muito kkkkk acho q vcs vão se surpreender cm esse cap meninas!💕💕

Capítulo 11 - Aborto?...


Notas iniciais Importantes

 


Pov's Narradora
         E como um passe de mágica, Francesca já estava no corredor do prédio de Marco, ele com a calça e a cueca abaixada, deixando sua ereção roçar na intimidade de Francesca, que estava com o vestido levantado e a calcinha abaixada. Os dois se beijavam loucamente, como se aquele fosse o último dia que eles fossem se ver.
- Francesca, eu quero agora.- diz Marco enquanto já se posicionava para penetrar Francesca.
- É só você começar.- diz ela enquanto o olhava sedutoramente. Marco invadiu a moça com tudo, o que a fez gritar de prazer, mas ele tapou sua boca enquanto lhe dava as estocadas fortes, porque afinal de contas eles estavam no corredor.
        Francesca delirava de prazer, mas alguma coisa estava estranha. Ela sentia uma pressão no útero como nunca havia sentindo antes. Mas ela sabia o que era: o orgasmo, coisa que ela nunca tinha conseguido chegar até aquele momento.
       Marco não era carinhoso quando se tratava se sexo selvagem, então nem exitou em tar belas palmadas em Francesca, que deixaram uma mão vermelha nas suas nádegas. Então chegou o momento, A moça respirou fundo antes de sentir a melhor sensação do mundo. Ela ficou em êxtase por algum tempo, até sentir Marco se derramar dentro dela, e as estocadas começarem a diminuir. Quando ela se deu por conta, ele já estava vestido novamente e até levantantando a calcinha dela que estava na altura das coxas. Ela sorriu de canto para Marco que retrebuiu com um beijo, mas um beijo calmo.
- você é uma delícia Fran.- ela ia dizer algo, quando sentiu uma leve pontada no ventre. Normal, qualquer um que fez sexo selvagem ficaria assim.
- Você também é.
- Quer tomar um banho, ou uma bebida aqui em casa?
- não obrigada, ainda tenho que passar no mercado e depois ir ver o Diego, lembra?- Marco olhou para o lado decepcionado, mas ele entendia o lado dela.
- tá Bem, depois marcamos de nos encontrarmos Princesa.- diz ele fazendo carinho de eleve na bochecha de Fran que sorriu tímida.
- tá bem. Falo com você depois.- os dois se beijaram e logo depois Francesca desceu.


Pov's Francesca 


          Passei no mercado e comprei algumas coisas que estava com vontade de comer, e comprei Pistache para o Diego. Algo me dizia que ele gostava disso. Logo que sai do mercado, senti mais uma pontada no meu ventre, só que mais forte. Era normal ter isso? Não, acho que não. Fui o caminho todo com essas dores, até vi um apartamento para alugar que era o que eu precisava nesse momento, mas estava distraída com a dor que não dei bola.
            
           Cheguei em casa e Diego estava na cozinha fazendo o almoço. O cheiro estava ótimo, larguei as compras em cima da mesa da sala e fui comprimetá-lo.
- Oi Diego.- lhe dou um beijo na bochecha e ele faz o mesmo comigo.
- oi linda.- Ele me olha de cima abaixo, me admirando, mas então seu olhar pausa nas minhas pernas, onde seu cenho se curva.- Francesca você está sangrando.
- o que?- olho para baixo, onde vejo uma linha de sangue escorrer pela minha perna. Sinto mais uma pontada no ventre, mas muito mais forte, o que me fez colocar uma mão no mesmo e a outra no ombro de Diego.- Di-Diego... me leva pro Hospital.- gemi.
- tá bem, só deixa eu pegar a chave do carro. 
        Diego dirigia rapidamente, já que a dor só aumentava e eu sangrava mais, mas pelo o que eu vi o moreno do meu lado não se importou do banco do carro estar sujo de sangue. Diego estacinou o carro ma frente do hospital, mas eu já não conseguia nem caminhar de tanta dor.
- Diego eu não vou conseguir Caminhar.- Digo apertando os olhos, e então sinto Diego me pegar no colo e entrar desesperado pelo hospital. Tudo estava dando voltas e estava mais lento. Não ouvia o que as pessoas estavam dizendo, e só via elas mexerem os Lábios desesperadas, e Diego gritar enquanto começava a chorar. Fechei os olhos um momento e quando os abri, vi que estava deitada em uma maca enquanto três médicos me levavam para Longe de Diego, que o via se afastar enquanto chorava com as mãos e os braços cheios de sangue, provavelmente meu. Então, tudo escureceu.


Pov's Diego


        Fazia duas horas que eu esperava notícias da italiana, mas ninguém me dizia nada. Não estava entendo o que estava acontecendo, ela estava bem quando saiu de casa, o que aconteceu?
- Sr Hernandez.- olho para o lado e vejo que era a enfermeira. Fiquei de pé e me aproximei dela. Era a mesma enfermeira que cuidou de Francesca quando ela se acidentou, já que o hospital era o mesmo.
- sim?
- melhor entrarmos, porque não sei como isso ocorreu.- diz ela espantada. Seguimos por alguns. Corredores até acharamos o quarto onde Francesca dormia serenamente com alguns aparelhos ligados nela. Me aproximei da mesma e lhe fiz carinho na bochecha, e logo me sentei na cadeira que havia ao seu lado, e a enfermeira se sentou a minha frente com uma prancheta nas mãos.
- o que ela tem?- pergunto Juntando as mãos a frente do meu corpo.
- bem, eu não sei como isso ocorreu, pois ela já tinha feito o aborto, mas sua namorada, teve um aborto espontâneo.



Pov's Francesca 



     Me acordei com alguem acariciando minha mão. Fui abrindo os olhos aos poucos, e vi que ainda estava no hospital. De um lado, máquinas que faziam barulhos irritantes estavam ligadas a mim, e do outro Diego segurava minha mão enquanto acariciava a mesma. Ele parecia não ter visto que eu acordei.
- Diego.- falei baixinho. Ele me olha e abre um grande sorriso.
- Oi meu amor.- ele se levanta e senta do meu lado na maca.
- o que ta acontecendo? O que houve comigo?- digo tentando me levantar.
- shhh, você já está bem. Mas é melhor descansar.- ele me empurra de leve para eu me deitar de novo.
- mas o que aconteceu comigo? Porque eu estava sangrando daquele jeito?- Diego olha para baixo e sorri de leve, mas o que tem de engraçado eu estar doente?
- é que... Naquele dia que você fez o aborto...bom... Não deu certo, e por alguma razão que os médicos estão tentando descobrir, você abortou hoje, mas tem uma possibilidade de o nosso bebê ainda estar aqui.- Diego põe a mão sobre a minha barriga enquanto me olhava com os olhos brilhantes.
        Um sorriso se abriu no meu rosto. Eu ainda tinha chances de meu neném não ter morrido, de ele estar aqui comigo. Só de pensar que talvez eu possa pegar ele no colo, brincar e ver ele crescer, já me emociono.
- e... E como vão saber se eu continuo grávida?- pergunto pondo a mão por cima da de Diego. Eu podia não gostar muito de Diego, mas naquele momento não importava.
- vamos fazer o ultrassom em você querida.- diz uma mulher de meio idade entrando no quarto com uma máquina. Ela tinha os cabelos grisalhos na altura do ombro, nao era gorde e nem magra. Ela colocou a máquina ao meu lado e logo depois me estendeu a mão.- sou Marta. Eu vou fazer o ultrassom para ver se o bebê está aí ou não, ta bem? Não vai doer nada.
       Marta liga a máquina e a TV ao nosso lado. Ela também levanta minha blusa, passa um gel gelado na minha barriga e passa o aparelho por cima do meu ventre com cuidado. Apertei a mão de Diego enquanto olhava atentamente para a pequena Tela, onde havia uma imagem indefinida na mesma. A enfermeira fez uma cara séria e de tristeza. Olho para Diego que apertou a minha mão em forma de reconforto.
- Bem, sinto lhe informar, que não há nenhum bebezinho aqui...




    

                                Continua...






       
 


Notas Finais


E ai? O que acharam? Porque será q a Fran perdeu o bebê de novo? Obrigada por lerem, beijinhos lindas!!!💕💕💕💕😍😍😍😍😍💚💚💚💚💚💝💝💝💝💝❤❤❤❤❤❤💜💜💜💜💜💛💛💛💛💛💛💙💙💙💙💙💙💙💙


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...