História 365 Fresh - Capítulo 5


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Categorias HyunA
Tags 365 Fresh, E'dawn, Hui, Kim Hyojong, Leehoetaek, Triple H
Visualizações 10
Palavras 304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oe ~

Capítulo 5 - HyoJong


Sexta-feira, ainda anterior, 08:00

Os primeiros raios de Sol já haviam despontado quando o cheiro de morte invadiu o pequeno quarto do rapaz.

Não era bem cheiro de morte, e o rapaz parecia mais um fantasma que um homem. Em todo caso, sentia-se pré-morte ou inúmeras tentativas falhas de suicídio.

Como se nada mais fizesse sentido, como se sua vida se resumisse a drogas, bebidas, mulheres e vazio. Vazio este que tentava preencher com drogas, bebidas e mulheres. Percebe-se, então, que no final tudo se resumia a vazio.

O loiro e incrivelmente lindo, se não fosse pela cara de doente, encarava-se no espelho, preso a um torpor constante. Ele estava trêmulo de frio devido à brisa matinal e principalmente por conta da camisa encharcada a qual era resultado de outra tentativa falha de suicídio. A cabeça doía, mesmo que mal sentisse devido a pancadas feitas pelo telefone verde que agora caía da mesa e balançava inocentemente no fio que o prendia.

O espelho que agora refletia os olhos claros do rapaz estava marcado com dois “x” vermelhos e uma suposta corda mais ou menos na altura do pescoço que encaixava perfeitamente à figura que se estendia sobre ele. Era irônico pensar que todas as tentativas falharam.

O fio do telefone já fora usado como corda, o saco plástico rasgado ao canto também fora usado. Não como corda, mas pelo método de asfixia. Jong parecia ter morrido há séculos com aqueles olhos vagueantes e a boca entreaberta em um leve suspiro. O casaco ramado conferia-lhe certa higiene, e era certo, o rapaz exibia uma cor tão branca e desbotadamente fantasmagórica que higiene era uma palavra que parecia estar estampada em sua testa.

   Acendeu um cigarro e ficou por ali mesmo. Se não morrera até aquele instante, não seria um cigarro que lhe daria o prazer.


Notas Finais


Eu prometi que sairia ontem, mas ninguém morreu por sair hoje nsnsn

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Beijoos.


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