História 4 Rules - Nyongtory - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias 2NE1, Big Bang, Jay Park, Tablo
Personagens Cl, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Jay Park, Lee Seon-woong "Tablo", Sandara Park, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags 2ne1, Bigbang, Daesung, Gdragon, Gri, Nyongtory, Sandara, Seungri, Taeyang, Todae, Top
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Palavras 10.561
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Resolvi dividi o cap final em duas partes porque tava muito grande. <3

Capítulo 31 - Epílogo. Sempre foi você. Parte I


Fanfic / Fanfiction 4 Rules - Nyongtory - Capítulo 31 - Epílogo. Sempre foi você. Parte I

Quando Seungri ouviu do seu pai que o mesmo ficaria atento a cada passo de Jiyong consigo, não imaginou que o homem levaria isso tão a sério.

O pai do garoto realmente não confiava em Jiyong, achava que esse, mesmo que tenha boas intenções com seu filho, era experiente demais para não pensar besteiras. Bom, Seungri agradecia aos céus pelo seu pai não saber que ele aprendeu muitas coisas com Jiyong  muito antes deles namorarem,  e que adorava repetir cada uma dessas coisas.

Mas ele e Jiyong não estavam repetindo essas tais coisas pois o pai de Seungri estava no pé deles. Quando Jiyong estava na casa do menor, não se beijavam na frente dos pais de Seungri, e quando se beijavam eles não aprofundavam muito o beijo com medo do pai do garoto aparecer a qualquer momento. Jiyong achava que o pai do garoto se teletransportava, pois era só ele pensar em beijar Seungri que o pai dele passava entre eles.

Os únicos momentos que eles mais tinham privacidade era quando Seungri estava na casa de Jiyong, lá eles davam beijos completos e caricias sem os pais do maior aparecerem no quarto para checarem se alguma coisa demais estava acontecendo, diferente do pai de Seungri.

No começo os garotos não estavam ligando muito para aquilo, mas quando quatro semanas se passaram eles começaram a se importar.

O único horário que os pais de Seungri não estavam em casa era no mesmo horário que o garoto estava no colégio, então, de qualquer forma, quando ele chegava das aulas seus pais estavam ali. Já os pais de Jiyong sempre foram muito ausentes, seu pai as vezes só estando em casa nos finais de semana, isso quando as viagens que fazia a negócios eram curtas. E sua mãe as vezes pegava plantão no Hospital onde trabalhava. Porém, nos últimos dia,s o pai de Jiyong tinha tirado férias para ele, então ficava em casa 24 horas por dia. A mãe de Jiyong continuava na mesma rotina, alguns dias voltando do trabalho no horário certo, outros pegando plantão. E para completar, Dami, irmã de Jiyong, estava de férias da faculdade. Todos estavam em casa.

Não que Jiyong não gostasse desse fato, pelo contrário, sempre foi muito carente e gostava quando toda sua família estava reunida. Em sua casa com gente ou não ele tinha liberdade para dar quantos beijos quisesse em Seungri.

O único problema era que com os dois garotos não ficando mais sozinhos em ambas as casas, eles estavam apenas nos beijos já faziam quatro semanas. Nada além dos beijos.

Não era como se eles fossem desesperados por sexo ou algo do tipo. Eles foram melhores amigos por anos sem nem terem beijos. Eles se amam e isso vai além de corpos se fundindo. A questão era que a intensidade entre os dois sempre foi muito forte. Quando se beijam ambos tem mais vontade de beijar, quando dão carinho um ao outro querem continuarem a dar. Quando se tocam querem permanecer tocando. Tudo que eles fazem eles querem continuar fazendo. Uma vez que sabem como é bom os dois corpos conectados não conseguem evitar querer isso acontecendo de novo, não conseguem evitar de pensar. Apenas os olhares deles diziam muitas coisas. É muito fácil de uma enorme tensão amorosa e sexual pairarem sobre os dois.

E era isso que vinha acontecendo.

Havia momentos que, se eles quisessem, dava para ir além dos beijos. Esses momentos era quando Jiyong pulava a janela de Seungri para dormir com ele, ou quando o garoto tomava coragem para fazer o mesmo, pois ainda tinha muito medo de se machucar. Mas com o final do ano chegando e as provas finais também os garotos estavam com a cara nos livros, no caso de Jiyong, tentava estar. Os garotos estavam estudando demais para as provas e o mais alto contava com a ajuda do melhor amigo/namorado. Seungri estava se esforçando bastante em fazer Jiyong entender as matérias porque o garoto nunca foi muito estudioso então era um pouco complicado, ainda mais com pouco tempo. Por isso o tempo deles também eram ocupados na madrugada.

Seungri, por mais tímido e receoso que fosse, não conseguia evitar pensar que queria muito se entregar a Jiyong agora que eles namoram. Ficava frustrado por ter se passado um mês e isso não ter acontecido.

Não que ele realmente estivesse reclamando. As quatro semanas que passaram não podiam não terem sido as melhores da sua vida. Cada dia que ele acordava era um sorriso diferente por perceber que, no final das contas, nada entre ele e Jiyong mudou para pior. Que eles continuavam melhores amigos, mas que além disso eram namorados.

Jiyong continuava parando Seungri no corredor para lhe roubar um beijo na bochecha. Continuava a carregar Seungri nas costas até a aula dele quando o garoto parecia um panda dorminhoco e praticamente cochilava nas suas costas de tão cansado. Continuava a jogar vídeo game com ele praticamente todos os dias e a se irritar por quase sempre perder para Seungri, fingindo que não estava chateado, mas o menor percebia as bochechas gordinhas dele inflando de irritação, fazendo ele ficar extremamente fofo e eles discutirem porque no segundo seguinte Seungri estaria apertando suas bochechas, e Jiyong ''não gostava'' disso.

Jiyong continuava a abrir os braços e a contar até três, convidando Seungri para um abraço quando o garoto se chateava por alguma coisa boba. Seungri continuava a correr até a ele no 2 e meio e abraça-lo o chamando de chato.

E todos os beijos apaixonados que eles deram até agora, Seungri realmente não estava reclamando.

Mas ele também não podia ignorar toda a tensão que criava entre ele e Jiyong quando eles se olhavam por bons segundos e intensamente, estando sozinhos ou não.

Seungri achava que os olhares nas salas de aula ou nos jantares de finais de semana das duas famílias eram os mais provocantes, mas então veio os da madrugada.

Os olhares das madrugadas eram os piores, pois eram quando eles estavam sozinhos, no quarto de Seungri ou de Jiyong, ambos sabendo que podiam ir além dos beijos naquela hora, mas não o fazendo por estarem estudando para as provas. Eles sabiam que, se apenas se beijassem, não iriam conseguir parar. Era uma tortura para ambos.

Era uma tortura para Jiyong se controlar mesmo sabendo que seu quarto estava trancado, seus pais dormindo e a unica coisa que teria que se preocupar seria de tampar a boca de Seungri com sua mão para abafar os gemidos altos dele, enquanto estariam no chão pois na cama seria barulhento demais para uma madrugada.

Os pensamentos naquelas horas eram inevitáveis mas ele sabia que não podia, se cedesse uma noite então cederia na seguinte, e assim todas as noites, ele acabaria repetindo de ano e isso não seria nada bom. Todas as vezes que encarava o namorado estando tão bonito deitado na cama de bruços, com um livro na mão enquanto tenta explicar a matéria pra ele, os óculos no rosto pois não usava lente nas madrugadas, os fios negros batendo contra a testa, o rosto coradinho por estar tendo o mesmo tipo de pensamentos inapropriados que o seu, com um short de dormir que ia apenas até as coxas e meias que batiam em seus joelhos, fazia o ter vontade de mandar os estudos ir se foder e apenas mostrar para Seungri toda sua intensidade.

Mas não podia, e se batia mentalmente pelo ano todo não ter tido prestado atenção nas aulas e matado algumas.

E Seungri tentava passar o papel de melhor amigo responsável que o ajudaria a passar de ano. Se Jiyong repetisse seria a pior coisa que poderia acontecer. Ele não podia simplesmente não se importar. Mas quando via o olhar dele lhe queimando a pele, ele estando sem camisa com aquelas tatuagens que Seungri tanto amava, a pele clara implorando por marquinhas, o olhar que queria tanto aquilo com ele, Seungri tinha vontade de sentar no colo dele e pedir coisas sujas em seu ouvido, mesmo que sua timidez tentasse o impedir de fazer aquilo.

Por isso os olhares das madrugadas eram os piores, porque os garotos quase cediam.

Agora Seungri estava ali, encarando sobre as comidas e lanches Jiyong sentado na mesa dos populares. O garoto mal escutava as pessoas na fila atrás dele mandando ele ir rápido, ou o falatório que estava no refeitório, ou então a tia da comida a sua frente com um olhar impaciente para ele que estava simplesmente perdido no olhar com Jiyong. Corou quando o garoto piscou discretamente para ele e lhe lançou aquele sorriso lindo. Talvez não tão discreto assim porque algumas das garotas sentadas na mesa olharam para trás para verem com quem Jiyong estava sorrindo e acabaram revirando os olhos quando viram que era pra Seungri.

— Anda, Seungri! Ainda está dormindo? — Daesung, que estava atrás de si, disse, empurrando o garoto nas costas com sua bandeja, fazendo Sandara rir e as outras pessoas na fila soltarem murmúrios que diziam ''até que em fim'' quando Seungri fez a fila andar.

O garoto olhou emburrado para Daesung por ter o empurrado, mas no segundo seguinte olhou para a tia da comida a sua frente, mal tendo tempo de dizer que não queria o arroz mas já vendo uma enorme quantidade da comida grudenta, parecendo mais massa do que arroz, em seu prato.

Seungri ficou alguns segundos olhando chataeado para o arroz, fazendo Daesung lhe empurrar de novo para o lado por estar demorando demais. Sua bandeija quase indo ao chão. Olhou novamente emburrado para o amigo.

— Você está literalmente dormindo! — Dae constatou.

Seungri deu de ombros e pegou uma caixinha de suco de morango, três rosquinhas e um grande pedaço de bolo, botando em sua bandeija e fazendo uma careta pro arroz, ou tentativa de arroz. Deu passos ameaçando sair da fila, fazendo a mesma andar, mas logo depois voltando.

— Você está de brincadeira? ­— Alguém gritou.

Seungri rapidamente pegou mais uma caixinha de suco de morango, pois ele gostava muito, e saiu apressado da fila antes que fosse xingado, dando língua para todos sem que eles o vissem.

Pôs sua bandeja em uma das mesas vazias, puxou a cadeira e se inclinou para sentar, mas foi puxado pela gola antes que o fizesse, seu boné quase caindo dos cabelos pela força.

— Hoje vamos nos sentar na mesa dos populares. — Dae avisou, já com sua comida e logo viu Sandara ir até eles. — Vem, Hanbin já está lá. — Já ia se virando mas Seungri o puxou.

— Por que vamos nos sentar lá? ­— O garoto perguntou nervoso, olhando para a mesa que parecia cheia demais.

Havia dias que a mesa não estava tão cheia assim, e nesses dias Seungri não se importava muito de se sentar lá. Mas hoje era um dos dias que todos daquela mesa estavam ali, inclusive as meninas que não gostavam nem um pouco dele e passaram a gostar muito menos depois da peça de teatro onde ele e Jiyong se beijaram.

O garoto deu uma boa olhada na mesa, vendo quem exatamente estava ali, e ficando aliviado por não ver Taeyeon, não que Jiyong houvesse a expulsado dali, pois eles tinham amigos em comum. Mas Seungri constatou que ele começou a ignora-la tanto que ela desistiu de ficar sentada com eles. O que deixava Seungri feliz porque ele não conseguia ser igual Jiyong, que mesmo estando sentado com uma pessoa conseguia ignorar completamente a existência dela. Seungri sentia a presença da garota, logo se sentia mal.

— Não é óbvio, panda? Ele está querendo ir por causa do namoradinho dele. — Dara disse sorrindo, a ultima parte sussurrando para que apenas os dois garotos escutassem.

— Estou mesmo. Assim como você vai pra ficar com a CL. — Dae se defendeu e Dara começou a negar com a cabeça rapidamente, Seungri achando adorável.

— Chaerin é minha amiga. Apenas.

— Eu disse que não era? — Daesung arqueou as sobrancelhas.

— Okay vocês dois. — Seungri interveio. — Vão vocês, eu vou ficar aqui.

O garoto já ia se sentando novamente mas foi puxado mais uma vez pela gola, dessa vez sendo obrigado a acompanhar Dae mesmo que protestasse. Mas logo em seguida resolvendo ir por conta própria e sendo soltado pelo maior.

Daesung e Sandara estavam a sua frente e se aproximavam da mesa de um jeito mais apressado, Seungri ia em passos cautelosos, um pouco distante deles. Percebeu quando Choi sorriu discretamente ao ver Dae se aproximar e se sentar ao lado dele, um pouco distante pra não ser tão suspeito, cumprimentando todos. Por ter se sentando ao lado de Choi fez Hanbin se afastar do mesmo, antes sentado ao lado dele, e sendo obrigado a se aproximar de Bobby para dar espaço para Dae. Bobby acabou sorrindo divertido e Hanbin fechando mais ainda a cara. Já Dara se sentou do lado da amiga CL.

Seungri se aproximou mais da mesa, vendo que Jiyong estava distraído conversando com alguns dos garotos ali.

Observou uma das meninas que não gostava dele olhar para trás e vê-lo se aproximando da mesa, então a garota disfarçadamente, ou nem tanto, chamou as amigas do lado para verem que ele chegava e logo elas começaram a cochichar baixinho para Jiyong não escutar algo que Seungri constatou ser sobre ele. O garoto não ligou muito pois estava acostumado, mas odiava quando a enorme mesa estava cheia.

Como era de costume quando sempre se sentava ali, se aproximou de Jiyong para sentar ao lado dele, logo esse notando que ele estava ali, mas, de repente, e do nada, uma garota se sentou ao seu lado antes que Seungri o fizesse. O pequeno panda observando a situação meio constrangido porque obviamente a garota fez aquilo para ele não se sentar ao lado de Jiyong, mas esse provavelmente nem notaria aquilo, pois Jiyong nunca notava os olhares feios que eram lançados por alguns deles para Seungri, mas o garoto também nunca quis contar para o maior, não gostava de se vitimizar, mesmo que ele não tivesse fazendo aquilo, mesmo que ele estivesse certo. Mas de qualquer maneira ele não se importava muito com aqueles olhares.

Olhou para as mesas vendo que o único outro lugar disponível era do outro lado de Bobby, mas antes que pudesse chegar até o garoto, outra menina chegou e se sentou ao seu lado, Seungri notando que essa não fez de propósito, até porque nem se quer notou que ele estava indo se sentar ali.

O garoto olhou para aquela situação, vendo as garotas que não gostavam dele darem pequenas risadinhas contidas e disfarçadas para Jiyong não ver. Provavelmente achando que Seungri desistiria de se sentar com eles e fosse sentar sozinho. Seungri não daria esse gostinho para elas então pôs sua bandeja em cima da mesa e se virou, decidindo ir pegar uma cadeira de alguma mesa vazia e por ali, passando por todos.

Mas antes que pudesse de fato pegar alguma cadeira, sentiu braços em volta da sua cintura quando passou por Jiyong e esse o puxou levemente, até ele sentar em seu colo pois estava observando Seungri desde que o notou chegar a mesa.

— Não precisa buscar cadeira quando você pode ficar aqui no meu colo. — Jiyong disse naturalmente para Seungri, mas o garoto sabendo que quem estivesse prestando atenção naquilo haveria escutado.

O garoto ficou vermelho na mesma hora por receber todos os olhares da mesa. Se sentia extremamente constrangido quando Jiyong o colocava em seu colo na frente de todos. E agora se sentia mais tímido ainda por eles serem namorados e aquele ato parecer que estavam os entregando. Mas na verdade Seungri apenas estava com medo e ruborizado.

— Ji... — Seungri repreendeu baixinho e só pra ele, quando virou a cabeça para trás, para poder olhar o rosto de Jiyong.

— O quê? — Perguntou como se não tivesse feito nada.

— Aish... nada. — O menor disse, se virando novamente para frente, olhando seu lanche, ouvindo a risada de Jiyong e as mãos dele entrelaçarem em sua barriga.

Seungri nem fez questão de levantar o olhar para as garotas que não gostavam dele para saber que agora elas tinham feições emburradas por Jiyong ter o puxado pro seu colo, Seungri não conseguiu evitar dar um sorrisinho enquanto mordia seu bolo.

—Quanto tempo você não se senta com a gente. — Choi comentou. — Senti saudades. — Disse dando aquela risadinha provocadora dele.

— Eu também... — Taeyang comentou.

— Eu também. — Chaerin também disse enquanto Seungri corava ainda mais.

E logo uma sequência de ''eu também'' foi iniciada na mesa por todos —menos das meninas que não gostavam dele— apenas pra apreciar Seungri corando adoravelmente.

— É por isso que sentimos sua falta, você é fofo. — Taeyang constatou fazendo todos rirem da reação de Seungri que tentava falar mas só conseguia corar.

— É por isso que ele fica muito tempo sem se sentar com a gente, vocês o tratam como uma criança. — Jiyong disse em um falso tom raivoso.

— Falou o cara que vive o tratando como um ursinho. — Bobby acusou, todos rindo até mesmo Jiyong que lhe deu um dedo do meio mas tinha que concordar, e Seungri que riu baixinho.

Logo outros assuntos foram conversados na mesa, enquanto Seungri comia seu lanche atentamente e ouvia a voz ou a risada de Jiyong conversando alguma coisa com os amigos dele enquanto as mãos permaneciam entrelaçadas em sua barriga.

Não que Seungri não gostasse de conversar mas quando estava comendo ficava concentrado em sua comida. Achava a hora de comer importante, então apenas concordava quando alguém lhe perguntava alguma coisa ou respondia baixinho mas prestando atenção em suas deliciosas rosquinhas.

Quando finalmente terminou de comer, olhou para sua bandeja afim de tomar seu outro suco de morango mas a caixinha não estava mais ali, olhando para trás e vendo Jiyong tomando seu suco distraidamente enquanto olhava para quem estava conversando.

— Ei! — Seungri repreendeu, tomando a caixinha de uma das mãos de Jiyong fazendo olha-lo. — Isso é meu seu abusado!

— Eu só peguei um pouquinho. — Se defendeu.

— Um pouquinho? Não tem quase nada aqui. — Balançou a caixinha em frente ao rosto do melhor amigo para comprovar aquilo. — Aish.

— Não seja ruim. É só um suco. — Jiyong disse tentando controlar a risada pois quando se tratava de doces ou comida Seungri ficava realmente emburrado.

— Que é um dos meus favoritos. — O garoto se virou pra frente, bebendo o resto do suco enquanto olhava para o arroz/tentativa de arroz a sua frente. Ele não tinha coragem de jogar fora, então olhou para Daesung, chamando sua atenção com os dedos e perguntando um ''quer?'' baixinho e vendo o garoto assentir. Dando uma risadinha ao entregar sua bandeja para ele pois Dae realmente não negava nenhuma comida.

Poderia ter tomado o resto do seu suco todo mas deixou um pouquinho para Jiyong, virando pra trás novamente quando o olhou e entregou a caixinha, sussurrando um ''idiota'' ao ver o sorriso dele.

Deu um beijo em uma das bochechas gordinhas, sentindo os olhares daquelas meninas queimarem suas costas mas nem se importou, não quando tinha a visão de Jiyong parecendo uma criança tomando aquele suco e com o olhar na sua testa, ajeitando os fios negros da franja sobre o boné, quase como um carinho.

Depois de um tempo escutaram o sinal para as aulas tocarem, e como tinha aula com Jiyong esperou ele e foram caminhando juntos enquanto conversavam pelos corredores, mas quando viraram no corredor seguinte e vazio, Jiyong o puxou pela cintura e Seungri quase deu um grito pelo susto, ambos indo parar na pequena sala de limpeza, Seungri só conseguindo constatar aquilo pela pequena luz que iluminava o local graças a uma pequena brecha da porta por ela estar velha e rachada. O local praticamente todo escuro.

Sua respiração estava forte com o susto mas não se acalmou, pois sentiu dedos em seu peito o empurrando levemente até seu corpo se encostar em uma mesa, não pensando duas vezes antes de se sentar em cima dela, seus olhos conseguindo apenas ver o rosto de Jiyong mal iluminado, suas pernas inevitavelmente indo parar na cintura dele, suas mãos no peito dele quando sentiu os braços em sua cintura e um puxão em seu corpo, o fazendo ir pra frente e se chocar com o quadril de Jiyong, dando um gemidinho baixinho pela pegada e logo depois sentindo seus lábios serem atacados.

Sentiu seus lábios serem mordiscados e logo em seguida a língua quente de Jiyong entrar lentamente em sua boca, Seungri esfregando a sua na dele como resposta. Os dedos longos adentraram sua camisa e foi sentido apertos no local, o menor mordeu os lábios carnudinhos de Jiyong e as mãos subiram pro pescoço dele, o beijo não fazendo questão de ser lento, estava intenso e necessitado pois os garotos estavam evitando se beijarem assim por causa dos estudos a dias. Seungri sentiu a pegada de Jiyong novamente quando seu corpo foi mais uma vez imposto contra o dele, seus suspiros sendo audíveis, suas mãos também descendo pra cintura de Jiyong, apertando ali antes de adentrarem a camisa dele e passear pelas costas, arrepiando o corpo do garoto.

Eles já se sentiam ofegantes com tão pouco e sabiam que não precisaria de muito para ficarem completamente excitados, pois quente já estavam. Por isso Jiyong foi parando os beijos aos poucos, dando selinhos estalados e demorados, fazendo barulhos gostosos que só o faziam ter vontade de continuar aquele beijo e matarem aula para ver até onde aquilo daria, porém não podiam.

Jiyong deu um último selinho em Seungri, demorando muito mais dessa vez, sua língua passando nos lábios dele lentamente no final, sentindo as mãos em suas costas o apertar.

— Panda... — Sussurrou chamando, Seungri abriu os olhos, sussurrando um ''hum?'' seus lábios esbarrando com os de Jiyong algumas vezes. — Temos que ir para aula... — O menor concordou, mesmo não o soltando. Jiyong mordeu seus próprios lábios com força, olhando aquele rostinho que tanto achava lindo e controlando a vontade louca que havia adquirido nos últimos dias. Aproximou os lábios do ouvido de Seungri, deixando que sua respiração quente batesse ali enquanto falava. —Meus pais me disseram que no final de semana vão viajar e Dami vai junto. — Jiyong começou falando, sua mão entrando lentamente por de baixo da blusa de Seungri, os dedos gélidos apenas parando ao chegar no mamilo do garoto que tinha piercing, Seungri mordendo os lábios ao sentir os dedos gelados esbarrarem em seu mamilo propositalmente. Jiyong podia se sentir ficando duro só por desejar morder os mamilos do garoto, ainda mais o que tinha piercing, sabendo o quão o garoto era sensível ali por isso o provocando, sabendo que ele também estava se excitando. — Eles disseram que vão chamar seus pais para irem com eles. Eles sabem que não podemos ir porque estamos estudando para as provas vinte e quatro horas por dia. — Jiyong foi dizendo lentamente, Seungri fechando os olhos pela voz junto com a respiração quente em sua orelha, gemeu baixinho e manhoso ao sentir seu membro endurecer completamente quando Jiyong puxou seu piercing lentamente e torturosamente, o fazendo sentir uma dor gostosa. — Vamos ficar três dias sozinhos, bebê.

Seungri se segurou para não gemer quando seus pensamentos foram invadidos por cenas inapropriadas dele e Jiyong. Porque sabia que eles não poderiam continuar com os beijos ali, pois teriam que ir pra aula, mas sabia que eles teriam todo o tempo do mundo no final de semana para fazerem o que quiserem e um pouco mais.

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— Oi, Lee. — Dae disse na melhor das intenções mas acabou assustando Seungri, os livros do garoto caindo no chão ao que ele tremeu o corpo pelo susto.

Daesung segurou a risada, achando engraçada a reação do garoto e se abaixou para o ajudar pegar os livros.

— Você quer me matar do coração? — Seungri quase gritou com a mão sobre o peito, logo em seguida pegando seus livros de um jeito frustrado.

— Foi sem querer. — O maior disse e assistiu o amigo abrir o armário com pressa e jogar os livros que tinham na mão lá e depois pegar os de suas mãos e taca-los da mesma forma. — Está com raiva?

— Não. — O garoto disse sincero, se virando pro amigo. — Por que acha isso?

— Anda sempre tão frustrado nos últimos dias. — Analisou.

— Estudar para as provas finais esta me deixando assim.

— Mas você é tão inteligente, não precisa estudar tanto, isso está fazendo você ficar um pouquinho mal humorado.

— Eu não estou mal humorado. — Se encostou no seu armário, suspirando. — Só cansado... frustrado. Eu também estou estudando com o Ji, mal estamos dormindo.

— E não rola sexo depois dos estudos pra aliviar essa sua tensão e frustração diária? — Dae perguntou normalmente pra depois ver os olhos arregalados do amigo.

— Aish Daesung! Eu por a caso fico perguntando se você está fazendo coisinhas ou não?

— Pois deveria, sabe que te conto tudo. — O maior deu de ombros. — E Choi está tomando conta muito bem de mim, obrigado.

Seungri abriu a boca pra falar alguma coisa mas logo em seguida fechou, olhando pros seus dedos e fazendo Daesung lhe olhar por alguns segundos. O maior sorriu e olhou para os lados, se certificando de que eles estavam sozinhos naquele corredor.

— Quer saber os detalhes?

Seungri voltou a olhar pro amigo e negou brevemente com a cabeça, em seguida sorrindo e assentindo rapidamente, ambos os garotos ficando empolgados.

— Ontem ele pediu para que eu fosse na casa dele, sabe, como amigos pros pais dele. Eu fui e como eles não desconfiaram de nada eu e ele fomos para o quarto dele, ficamos nos beijando até uma hora que a mãe dele do nada abriu a porta e quase nos pegou, mas nos separamos na hora, e me convidou para ficar para jantar. Seunghyun sentou em frente a mim na mesa e em alguma hora eu senti o pé dele subindo pela minha perna. — Seungri pôs a mão na boca, não acreditando. — Sério, e começou a... você sabe, me provocar. Teve uma hora que eu quase respondi uma pergunta da mãe dele com um gemido. — Seungri riu, Daesung rindo em seguida antes de continuar. — Quando o jantar acabou eu não sabia como levantar porque estava com um problema no meio das pernas. Mas por sorte os pais dele foram pra sala e eu consegui levantar sem que eles vissem meu probleminha. Eu e Seunghyun voltamos pro quarto dele e você não vai acreditar...

— O quê? — Seungri perguntou animado, sorrindo e balançando o corpo do amigo. — O quê, o quê, o quê?!

— Transamos.

O menor soltou um ar surpreso enquanto Dae balançava a cabeça para confirmar.

— Mentira...

— Verdade!

— Com os pais deles acordados e na sala? Podendo subir a qualquer hora e ver vocês dois nus? — O garoto estava chocado.

—Não tiramos a roupa... no meu caso eu apenas abaixei até as coxas e Choi apenas pois o membro dele pra fora. — Seungri corou pelo amigo ser tão explicito com as palavras tão naturalmente. — E transamos contra parede.

Eles começaram a dar pulinhos animados até um professor passar e encarar eles com o cenho franzido, fazendo os garotos pararem e agirem naturalmente, tossindo para disfarçar o constringimento.

— E você e o Jiyong?

— O que tem?

— Nada de uma rapidinha depois dos estudos?

Seungri abriu a boca pra responder, logo depois fechando e desviando o olhar. Ele nunca ficava confortável para falar sobre sexo tão naturalmente como Daesung falava. As vezes odiava ser tão tímido. Passou as mãos nas bochechas algumas vezes para tentar evitar que começassem a corar mais uma vez.

— Não... na verdade não vamos além de beijos desde que começamos a namorar.

Daesung arregalou os olhos.

— O quê?! Mas já faz um mês! Como vocês estão aguentando sabendo que poderiam estar transando todos os dias e no final dizendo um ''eu te amo'' um para o outro? — O garoto estava quase gritando.

Seungri rapidamente tampou a boca dele.

— Você quer um microfone para todos ouvirem? — Tirou sua mão da boca do maior vendo ele sussurrar um desculpa. — E bom, eu sei que faz um mês... mas simplesmente não temos tempo. Meu pai passou por cima do conservadorismo dele só porque é o Jiyong e deixou a gente namorar, mas ele saber só fez com que ele ficasse com ciumes de Jiyong e no nosso pé. Você sabe como todos gostam de me tratar como uma criança, e com meu pai não é diferente. — Daesung sussurrou um ''porque você é uma criança'' só para implicar com o amigo, logo depois sussurrando um desculpa. — Meu pai fica emburrado só de pegar nós nos beijando. — Seungri riu. — Ele disse pro Ji ficar com as mãos dele longe de mim... — Daesung riu alto e escandaloso e Seungri sabia que era porque ele não era tão inocente assim na questão de se relacionar com Jiyong. Coitado do seu pai. — Sem falar que de repente minha família e a de Jiyong resolverem ficar em casa,  nunca mais ficamos sozinhos. A unica hora que isso acontece é de madrugada, mas também é a hora que mais estamos estudando.

— Bom, eu não sei como vocês estão conseguindo... porque definitivamente há uma grande tensão sexual entre vocês. — Seungri concordou mesmo estando envergonhado. — E você anda tão frustrado com tudo ultimamente...

— É frustrante ficar encarando ele e, mesmo não querendo, certos tipos de pensamentos invadir minha mente. É frustrante não continuarmos um beijo porque não podemos aprofundar muito sabendo que tem gente em volta. E nas madrugadas tudo piora... — Seungri fechou os olhos, encostando sua cabeça no armário. — A gente sabe que aquela hora é a unica que podemos nos beijar como queremos, mas não fazemos porque estamos estudando. Mas ele fica me encarando com aqueles olhos e eu finjo que não to prestando atenção mas estou com os mesmos pensamentos que ele. — Daesung teve que estalar seus dedos em frente ao rosto do amigo para que ele voltasse do transe, fazendo ele abrir os olhos novamente. — Ele não pode repetir de ano... isso seria horrível pra ele, pra família dele, pra mim... pra gente... Aish!

— Okay... vocês precisam foder urgentemente. Há tanta tensão sexual apenas nas suas falas que eu to com medo de ficar entre vocês dois e começar a suar de tão quente que são os olhares de vocês um pro outro. — Seungri se jogou mais uma vez contra os armários dramaticamente, tampando seu rosto brevemente não só por timidez mas por frustração. — E você anda tão emburradinho nos últimos dias... entendo que vocês estão estudando, mas precisam de uma folga. Nem que seja por uma horinha.

— Esse final de semana nossos pais vão viajar... vamos ter um tempo só pra gente. — O garoto disse nervoso e ansioso, se lembrando do que Jiyong lhe disse naquele armário com coisas de limpeza a alguns dias atras. Podia sentir suas pernas tremerem de ansiedade e nervosismo.

— Mas amanhã já não é final de semana? Não é sexta? — Seungri assentiu. — Então é amanhã que seus pais e os dele viajam... eu não quero nem imaginar o que vocês dois vão ser capazes de fazer um com o outro quando se verem sozinhos tendo duas casas para fazerem o que quiserem. Vão ser capaz de não saírem do quarto para nada, nem pra comer. — Daesung riu.

Seungri mordeu os lábios contendo um sorriso. Ele não conseguia conter seu nervosismo e ansiedade.

— Sério, deve está sendo difícil pra vocês guardarem toda essa tensão dentro de vocês. — Comentou, deixando o garoto mais envergonhado ainda. — Isso me faz pensar que você deveria fazer algo para Jiyong.

— Como assim?

— Não sei... tipo provocar ele. Aposto que ele vai contar os segundos se passando amanhã pra aula acabar e vocês poderem irem logo pra casa se livrarem de toda essa tensão. Imagina então se você provocar ele a manhã toda? É capaz dele ficar louco.

— E-Eu não sei fazer essas coisas... E-Eu não acho que conseguiria, e-eu...

— Calma, Seungri. Eu sei que você é todo tímido mas não é nada demais, certo? Ele é seu namorado e tenho certeza que ele ficaria louco com suas provocações. Quando ele te encarar, não desvie o olhar, encare de volta, o provoque com o olhar. Quando ele vim te dar um beijo na bochecha ao invés de só retribuir aproveita e da uma mordida na orelha dele. Quando estiver sentado ao lado dele, passe as mãos nas coxas dele como quem não quer nada...o provoque dessa forma a manhã toda.

Seungri sentia-se nervoso com os conselhos do amigo, podendo sentir seu corpo querer começar a suar só a com a ideia, porque ele era tímido demais e se fizesse essas coisas era capaz de sair correndo na primeira tentativa.

— Eu não sei... Eu não acho que teria coragem...

— Como não? Por a caso quando vocês transam é só ele que faz alguma coisa? É só ele que te toca?

— N-Não... — Corou porque ele adorava tocar o corpo de Jiyong, adorava suas mãos o apertando, sua boca no pescoço dele e vendo o quanto ele se arrepiava, quando seus lábios estavam em volta do membro dele e os gemidos que Jiyong dava. Deus, o que ele estava pensando? — Mas é diferente porque nessas horas são meio que horas pra isso, sabemos o que vai acontecer, estamos quentes o suficiente. É diferente de o tocar dessa forma quando não é hora pra isso, quando estamos em um corredor ou assistindo uma aula, quando eu nem sei se ele quer que eu o toque.

— Deixa de ser bobinho, eu aposto que assim que ele sentir sua mão na coxa dele do nada, é capaz dele pedir licença para o professora e ir no banheiro só pra poder gozar.

— Aish Daesung! — O garoto disse envergonhado.

— Desculpa. — Riu. — Você ainda tem aquele vibrador que eu te dei? — Perguntou como quem não quer nada, vendo o garoto assentir timidamente e com uma expressão interrogativa. — Já que tem tanta vergonha de fazer isso do nada, eu pensei em uma forma melhor de você deixar ele a ponto de perder a cabeça. Sabe o vibrador? Você poderia coloca-lo em você antes de vim pro colégio amanhã, ficaria a manhã inteira com ele dentro de você e não vai te incomodar muito porque ele é pequeno e não é grosso, a função dele é apenas vibrar. Você ficaria quente e querendo aquilo o suficiente. Quando estivesse perto de Jiyong, apertaria o botãozinho do controle pra ele começar a vibrar, e começaria a provocar Jiyong com suas mãos enquanto você tentaria se controlar o máximo para não gemer. Jiyong apenas ficaria se questionando porque o garotinho dele estaria tão agitado e tão ousado. Isso com certeza o deixaria louco. No final das aulas, faltando apenas uma pra vocês irem embora, você sussurra no ouvido dele que está com um vibrador dentro de você. Seungri, Jiyong seria capaz de deixar você sem andar durante uma semana quando vocês chegassem em casa. Pode ter certeza.

Seungri arregalou os olhos, dessa vez realmente começando a suar. Seu corpo tremendo e seu coração acelerando demais. Daesung estava louco. Completamente louco. Ele nunca teria coragem de fazer aquilo porque era envergonhado demais. Nunca teria coragem de provocar Jiyong dessa forma.

Ele em hipótese alguma faria aquilo.

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Quando Daesung sugeriu a ideia de provocar Jiyong de um jeito tão ousado, Seungri jurou que não faria aquilo. O amigo só podia estar ficando maluco se acreditasse que ele teria coragem o suficiente para ir para o colégio com um vibrador dentro dele, apenas para provocar Jiyong. Não, não mesmo. Seungri não era insano a essa ponto.

Mas mesmo achando a ideia absurda Seungri estava ali, parado em seu quarto, com a porta e a janela trancadas, tinha acabado de sair do banho e estava apenas com uma toalha em volta da sua cintura, olhando hesitantemente para sua cama.

Mordeu os lábios em nervosismo e se agachou, puxando a maldita caixa que continha o vibrador dentro e apondo em cima da cama.

Continuou olhando para ela por mais alguns segundos e depois negou com a cabeça, enfiando de baixo da cama novamente, achando que só poderia estar ficando maluco por cogitar a ideia.

Afinal, como conseguiria ir pro colégio e assistir as aulas normalmente com alguma coisa dentro dele e que ainda vibrava no seu ponto sensível? Tinha noção do quanto era escandaloso quando estava sentindo prazer, seria impossível ficar quieto sentindo o pequeno objeto vibrar dentro dele. Aquilo era loucura, ele não podia o fazer.

Passou as mãos nos cabelos molhados de uma forma nervosa, mordendo sua unha do dedão em ansiedade e novamente olhando para sua cama.

Se bem que, tinha noção que deixar o objeto dentro de si não seria tão incomodo. Pois não era como se o vibrador fosse do tamanho e da grossura de um membro real, ou de um dildo. Era pequeno, só um pouco maior que seu dedo médio e da grossura de dois deles. Não seria tão incomodo assim, seria? E não teria perigo nenhum de ficar com ele dentro de si por tanto tempo porque havia uma pequena cordinha na ponta que ficava solta, era preciso apenas puxa-lo depois. E quem controlaria as vibrações seria ele, já que ela aciona e aumenta com o controle. Sem falar que estava frio, poderia usar uma camiseta e um casaco grandes o suficiente para irem até suas coxas e ninguém conseguir ver sua ereção.

Seungri arregalou os olhos. Ele estava mesmo cogitando a ideia de ir pro colégio com aquilo?

Se abaixou para pegar a caixa novamente, dessa vez se sentando na cama e a abrindo, vendo o objeto ali, só de encara-lo suas bochechas ficando vermelhas. Notando que também ainda havia lubrificante.

Pensou em Jiyong.

Sabia que o namorado adorava quando ele tocava nele e que se o fizesse assim do nada, no meio da sala de aula, podendo ser pegos, enquanto nem desconfia que tem algo dentro de si para depois sussurrar pra ele que esta com um vibrador, faria Jiyong ficar louco.

Seungri sentiu o sentimento de adrenalina invadir seu corpo, constatando que realmente estava ficando louco.

— O que você está fazendo comigo? — O garoto sussurra olhando Jiyong em uma das fotos que estava com ele sobre sua parede, ainda da decoração que Jiyong preparou quando o pediu em namoro, Seungri dando um sorrisinho apaixonado ao pensar.

Então pensou: Dane-se. Ele é meu namorado.

O garoto checou se a porta e sua janela realmente estavam trancadas e voltou novamente a cama, se deitou em seu colchão e hesitantemente tirou a toalha de sua cintura, se envergonhando por ver seu membro excitado apenas por pensamentos de agradar Jiyong daquela forma. Pegou o vibrador e depois o lubrificante, despejando uma quantidade que não o machucasse tanto, e sem enrolar colocou o objeto dentro de si até o final, deixando só a cordinha para fora, mordendo seus lábios para não gemer com a leve dorzinha que sentiu. Mas ao mesmo tempo seu corpo ficando mais quente ainda. Ele olhou para o controle que fazia o objeto vibrar e quase apertou o botãozinho, mas tentou se acalmar e acabar de se arrumar para ir pro colégio. 

 

Andar com o vibrador dentro de si não foi muito fácil, toda vez que alguém olhava para ele era como se soubessem o que ele estava fazendo e Seungri se sentia totalmente constrangido, ainda mais quando foi tomar café com seus pais. Por isso tentava não olhar nos olhos de ninguém, mas isso o desfavoreceu um pouco quando ele foi caminhando pro colégio e esbarrou diversas vezes em varias pessoas.

Ele estava pensando que havia sido uma má ideia e quase foi ao banheiro quando chegou no colégio para retirar aquilo de dentro de si, mas mudou de ideia quando entrou na primeira aula, que era de Filosofia e sabia que hoje seria dia onde o professor apagava as luzes e passava algo na enorme tv.

Se sentiu extremamente nervoso ao ver Jiyong já sentado na ultima mesa, afastado de todos. O garoto realmente estava se esforçando para conseguir passar de ano, estava inclusive chegando cedo as aulas, coisa que nunca fazia.

Andou em passos nervosos e hesitantes até ele, não conseguindo evitar de sorrir quando ele sorriu pra si, por isso se acalmou e até mesmo esqueceu durante alguns segundos que tinha um vibrador dentro de si.

— Bom dia. — Seungri sussurrou, ganhando um beijinho na bochecha e retribuindo, seu rosto se esfregando no ombro dele e logo em seguida seu nariz em seu pescoço para sentir o cheiro bom que ele tinha. — Você anda tão exemplar, chegando até mais cedo que eu.

— Tenho que correr atrás do tempo perdido, não é? E você como sempre dormindo demais... você realmente é um panda, amor. — Sussurrou bem baixinho, só pro menor escutar.

Seungri sentiu seu coração acelerar, quando Jiyong o chamava assim só faltava seu sorriso ser maior que seu próprio corpo. Jiyong adorava como o garoto ficava tão feliz apenas com um palavra. Adorava vê-lo sorrir daquele jeito porque achava que Seungri merecia o mundo por ser o garoto tão doce que é.

...

A aula havia começado e Seungri estava surpreso que ao invés de Jiyong dormir ou olhar entediado como sempre, ele realmente estava tentando prestar atenção.

Já Seungri era o que já estava ficando entediado, porque ele já sabia toda aquela matéria e não aguentava mais escutar sobre. Sem falar que ficar sentado estava começando a incomodar demais.

Porém, por tentar achar uma posição melhor na cadeira, acabou se remexendo demais, fazendo o vibrador dentro de si mudar um pouquinho de posição e encostar em seu ponto sensível. O garoto arregalou os olhos surpresos e apertou com força sua cadeira antes que sua reação fosse soltar um gemido. Por alguns minutos tinha até se esquecido que tinha o objeto dentro de si, até agora.

Ele olhou para Jiyong para ver se o garoto havia desconfiado de algo mas ele apenas continuava prestando atenção na tv. Seungri parando pra prestar atenção nele.

O maxilar estava travado, os cabelos um pouco bagunçados e molhados o que o deixava sexy. Por estar frio ele usava um grande casaco também, porem suas pernas estavam descobertas. E Seungri amava as pernas de Jiyong, principalmente as coxas. Embora o garoto fosse magrinho as coxas dele eram cheinhas e Seungri amava quando ele expunha elas, ainda mais com as tatuagens dali amostra. O short preto que ele usava era tão curtinho que o casaco quase o tampava todo. E nos pés calçava vans preto com meias da mesma cor, um pouco grandes.

Seungri olhou aquelas coxas e teve vontade de fincar seus dedos ali até deixa-las vermelhinhas. Ou beija-las até ver o corpo de Jiyong se arrepiar todo.

O garoto se deu conta que estava excitado mais uma vez naquela manhã e se questionou quantas vezes ele ficaria.

Pretendia tomar coragem pra começar a provocar Jiyong, depois de lutar tanto com sua mão essa quase realmente indo o tocar na coxa, mas algo o impedindo.

De repente, Seungri sentiu o objeto começar a vibrar dentro de si bem lentamente, quase parado, mas mesmo assim o fazendo, e o pior, contra sua próstata.

Voltou a apertar a cadeira com a mão para não gemer, se desesperando e procurando o controle no seu casaco, onde havia colocado em um dos bolsos, mas vendo que ele não estava ali. Seu desespero sendo maior ainda ao se dar conta que provavelmente o controle caiu na rua em um dos seus esbarrões e que alguém encontrou e esta o fazendo vibrar sem nem se dar conta disso.

Ele tentou se acalmar, porque okay, ele iria por o objeto para vibrar de qualquer forma, certo? E para não chamar atenção também seria lentamente, como estava agora.

Só não contava que mesmo a vibração sendo lenta, estava sendo tão gostosa por estar sendo no seu ponto sensível. Seungri fechou os olhos lentamente, tentando se concentrar pra não gemer, seus pezinhos se contorcendo de baixo da mesa, suas mãos apertando a cadeira com força, assim como seus dentes mordiam seus lábios.

Aquilo era uma tortura, seu membro estava completamente duro, o vibrador o massageava lentamente na entrada, a pontinha quase não encostando na sua próstata, tocando ali suavemente, fazendo o garoto ter vontade de se remexer para conseguir mais contato.

Seus olhos abriram e ele estava olhando para frente mas era como se não enxergasse nada, se concentrando só no prazer que estava sentindo. E por Deus! Ele era tão sensível, como estava conseguindo não gemer? Ele queria tanto se virar e fazer isso bem baixinho no ouvido de Jiyong, enquanto sua mão escorregava pra coxa dele indo para no seu membro. O short que o garoto usava era tão fino que sua mão entraria ali tão facilmente, o masturbaria até os dois terem que se controlar pra não gemerem.

Seungri sentiu seu membro ficar mais molhadinho, mordendo os lábios novamente para não gemer.

Sua mão na mesma hora tocou em uma das coxas desejosas de Jiyong, mas antes que pudesse insinuar que aquele não era um gesto inocente, arregalou os olhos e sua boca abriu, seu corpo tremendo e o desespero batendo em seus olhos quando sentiu o objeto começar a vibrar de um jeito forte. Forte demais pra Seungri conseguir se controlar.

Apertou com força a coxa de Jiyong, em uma tentativa de não gemer alto. O garoto na mesma hora o olhou, mesmo no escuro conseguindo ver que Seungri  começava a suar em um dia que estava fazendo frio, seus olhos transmitiam desespero e sua boca parecia querer dizer alguma coisa mas não conseguia falar.

— Ei, Ei! Você esta bem? — Perguntou preocupado, tocando nas pernas de Seungri pra que ele o olha-se.

Seungri mordeu os lábios com o toque porque era tudo que ele precisava no momento, apenas toques de Jiyong. Se surpreendendo consigo mesmo quando conseguiu conter o gemido, mas então sentiu sua prostata ser massageada com mais força, tendo que na mesma hora se jogar nos braços de Jiyong e morder seu ombro ou ele gemeria alto de prazer pra todos escutarem.

O maior sentiu dor com a mordida mas nem se importou com aquilo pois na sua mente Seungri estava passando mal.

— Meu Deus, panda! O que está acontecendo? — Jiyong realmente estava preocupado e Seungri se sentia culpado, o maior tentava fazer o garoto lhe olhar mas Seungri só se agarrava a ele e o mordia. Era tudo que podia fazer, não poderia simplesmente o soltar e começar a gemer desesperadamente pra todos escutarem. — Seungri, por favor, olha pra mim... bebê...

Aquela situação já estava sendo estranha para os alunos dentro da sala, alguns olhando a cena curiosos, outro preocupados.

Jiyong começou a se desesperar quando o garoto começou a tremer em seus braços.

— Professor! Professor! — Chamou em um grito, fazendo o homem acordar assustado do seu cochilo e olhar para cena de Seungri tremendo nos braços de Jiyong. — Ele esta passando mal!

A cena seria cômica para Seungri, mas não naquela hora.

Os alunos começaram a ficar preocupados, se aproximando dos dois, Seungri escondendo na mesma hora o rosto no pescoço de Jiyong, seus olhos marejando de prazer e vergonha. O professor acendeu as luzes rapidamente e o garoto estava aliviado por estar com casaco grande o suficiente para tampar sua ereção.

O homem tentou fazer Seungri se levantar para leva-lo para enfermaria mas Seungri não queria, apenas se agarrava a Jiyong, aos olhos de todos era como se o garoto estivesse prestes a desmaiar.

— N-Não... — Dizia para todos que o tocavam. — J-Jiyong... — Pediu, nem sabendo o que queria.

— Deixa que eu levo ele. — Jiyong pediu pro professor e esse mesmo hesitante assentiu. — Parece que a pressão dele esta caindo.

Seungri até riria, mas ele estava constrangido demais com tudo que estava acontecendo, tinha um vibrador vibrando forte na próstata dele enquanto seu membro soltava pre gozo e ele só queria gemer, enquanto todos achavam que ele estava passando mal e seu melhor amigo estava preocupado.

Seungri só escutou mais murmúrios do professor, alunos e Jiyong, mas não prestando atenção realmente, pois no segundo seguinte Jiyong o pegou no colo, Seungri com as pernas em volta da cintura dele.

Não soube como Jiyong não percebeu que ele estava duro, talvez por estar vestindo um casaco grosso demais pra perceber seu membro duro contra sua barriga, ou talvez por Jiyong estar muito preocupado.

Seungri queria falar a verdade e que principalmente estava bem, mas se agarrou mais a Jiyong jogando sua cabeça um pouco pra trás quando soube que agora o vibrador estava na velocidade máxima.

Aquilo era tão, tão gostoso.

— J-Jiyong... Ji... M-Meus Deus...

O maior achou que o garoto estava apenas delirando, chegando achar que ele estava com febre pois seu corpo estava quente demais.

As cenas seguintes Seungri constatou como constrangedoras demais, ele foi levado a enfermaria por todos acharem que ele esta passando mal mas na verdade apenas estava com um vibrador dentro dele quando sua unica intenção era provocar seu namorado. Ele estava tão duro que teve medo da enfermeira tocar nele, a mesma tentando faze-lo levantar o casaco e a blusa mas ele insistindo que ta bem pois não queria que sua ereção ficasse amostra.

Mas no final cedendo a vontade da mulher mas pondo suas mãos em frente a calça, disfarçando. A vibração pelo menos tinha diminuído e ele conseguia se controlar assim. Parecendo mais ''normal'' mas xingando mentalmente quem estivesse com aquele controle. 

Sentiu a enfermeira checar os batimentos do seu coração com o aparelho, ficando ali bons segundos com o objeto gelado sobre seu peito. Seungri tentou acalmar sua respiração e aproveitar que o objeto dentro de si estava vibrando bem devagar para tentar pensar em outra coisa, suas mãos estavam sobre seu membro, o tampando sutilmente, torcendo para que nem a enfermeira e nem Jiyong visse aquilo.

— Seus batimentos estavam muito rápidos mas está diminuindo... — A enfermeira disse se afastando e Seungri aproveitou para abaixar sua blusa e seu casaco rapidamente.

— Eu estou bem... sério... — Agradeceu a todos os deuses por sua voz não sair em um gaguejo. — A minha pressão caiu, eu acho...

— Bem? Seungri, você realmente me preocupou, você estava tremendo e suando. Você parecia desesperado. — Jiyong disse e Seungri teve vontade de se esconder de baixo da cama que estava deitado pela sua ideia estupida. Estava se sentindo extremamente culpado de preocupar o garoto. Tentou falar novamente para Jiyong e a enfermeira que estava bem mas o vibrador aumentou a velocidade das vibrações novamente, não tanto e nem no máximo, mas o suficiente para fazer Seungri se remexer de repente na cama e soltar um barulho surpreso com a boca. — Viu? Ele não está bem! Será que ele está com febre? — Seungri estava se sentindo constrangido e sentindo prazer mas ele jura que quase riu com o ultimo comentário de Jiyong.

— É isso que vamos ver. Vou pegar o termômetro. — A enfermeira andou até os armários que tinham naquela sala e abriu uma gaveta, procurando o objeto citado. 

  — Senhora Kim? — Um garoto de repente chamou, batendo na porta mas o desespero dele sendo maior que a espera de alguém responder então já entrando na sala. — A Haenim ta passando muito mal na sala do professor Bae. —  Avisou. 

 A enfermeira olhou do garoto para  Seungri, não sabendo o que fazer pois tinha duas pessoas passando mal ao mesmo tempo. 

 — Po-Pode ir, senhora Kim. Eu vou ficar bem. — Seungri disse preocupado com a aluna que estava realmente passando mal, enquanto ele estava muito longe disso. Jiyong arregalou os olhos porque acreditava que o garoto tava passando mal e não queria que a enfermeira o deixasse. O menor vendo o desespero dele e pronto pra falar algo, segurou discretamente na mão dele. —  Jiyong vai... hum... — Maldito vibrador. —  V-Vai cuidar de mim até a senhora voltar. 

 —  Tem certeza? —  A mulher perguntou e Seungri assentiu rápido, sentindo o vibrador voltar a vibrar mais rápido, apertando com mais força a mão de Jiyong. —  Tudo bem, eu prometo não demorar. 

Viu a enfermeira correr para fora da sala junto com o garoto que a chamou, fechando a porta. 
 

Ele só queria aproveitar para dizer a verdade a Jiyong, mas só conseguiu se remexer na cama e apertar novamente a mão do garoto, fechando os olhos. 

  —  Seungri, você não está bem, porque você— Foi interrompido por um gemido de Seungri. 
 

O garoto se sentiu aliviado por finalmente conseguir gemer sem preocupação. Jiyong o encarou confuso, não sabia se tinha escutado certo. Pois definitivamente aquilo era um gemido de prazer não de quem está passando mal. 

— Panda, o que—  Foi interrompido mais uma vez quando Seungri o puxou pelo casaco, Jiyong ficando inclinado em cima dele quase que inteiramente. 

— P-Por favor, Ji.. não fala nada, só me beija... eu to t-tão— Se interrompeu ao sentir algo vibrando em sua próstata na velocidade máxima, Jiyong podendo escutar aquele gemido manhoso que tanto conhecia antes de seus lábios serem atacados. 

 Primeiramente ainda estava em choque, na cabeça dele tudo estava confuso, primeiro Seungri começa a passar mar, depois o trás para a enfermaria e agora o garoto começa a gemer e atacar seus lábios como se estivesse com tesão. Jiyong não sabia o que pensar ou como reagir. 

Iria se afastar para perguntar pro menor o que estava acontecendo mas simplesmente não conseguiu, não quando Seungri estava o puxando pela nuca e mordiscando seus lábios toda hora, não quando sentia a língua dele desesperada contra a sua, não quando ouvia aqueles gemidinhos no processo. 

Seungri naquela hora nem estava se importando de estar em uma sala da enfermeira do seu colégio e que a qualquer momento ela poderia voltar. Ele só queria que chegasse logo ao orgasmo para que acabasse sua tortura. Sim, tortura, porque aquele vibrador massageando sua próstata de um jeito rápido era uma tortura totalmente prazerosa. 

Por Seungri estar puxando Jiyong para si o maior conseguiu sentir o membro do garoto completamente duro contra sua barriga, dessa forma não conseguindo parar os beijos. Ele não sabia o que estava acontecendo mas não queria soltar Seungri, eles estavam tanto tempo sem terem um beijo daquela forma. Jiyong podia sentir seu membro endurecendo só pelos gemidos abafados do garoto e por sentir o membro dele duro. Sem falar do beijo gostoso que o garoto estava lhe dando. Seungri só ousava tanto quando estava sentindo imenso prazer, Jiyong podia ver isso naquele momento com o garoto. Por isso deixou as perguntas para depois e apenas quis dar prazer ao seu garoto. Então acabou por ficar completamente na cama, mas de joelhos entre as pernas de Seungri, se inclinando para beija-lo, suas mãos tocando as laterais do corpo do garoto e era apenas isso que Seungri precisava, simples toques de Jiyong, eles o faria vim. 

Ao sentir as mãos de Jiyong em sua pernas, Seungri separou o beijo e encarou Jiyong com extremo prazer passando em seus olhos de panda. Jiyong poderia aproveitar o momento e perguntar o que estava acontecendo  mas ao invés disso apenas o encarou, era uma linda visão. 

Seungri sentiu o objeto em si lhe torturando sem um segundo de descanso, seus olhos lacrimejando com aquilo, ele não estava mais conseguindo aguentar e nem conter seus gemidos mais altos. 

Jiyong estava hipnotizado e achou que gozaria só de ver Seungri apertar seus ombros fortemente, o corpo se contorcendo na cama, os gemidos vindo mais altos, seus olhos demonstrando desespero. Jiyong conhecia bem aquelas reações, ele estava vindo. 

Jiyong saiu de seu transe e apenas levantou o casaco e a camisa de Seungri, expondo a barriguinha dele se contraindo, dando agora pra ver o membro duro dele marcado na calça, apenas tendo tempo de desabotoar e abaixar um pouquinho junto com a boxer, vendo o membro completamente sensível e molhado bater contra a barriga dele, tampou a boca de Seungri e no segundo seguinte o garoto estava gozando fortemente contra a própria barriga. Seu orgasmo não dando nem tempo de ser finalizado e Jiyong já se inclinando mais sobre ele e dando lambidas lentas na barriga dele, enquanto mais gotas de goza iam o sujando, Jiyong o limpando com sua boca. Aquilo fez Seungri apenas se contorcer mais e agarrar nos cabelos de Jiyong, seus gemidos indo diminuindo conforme as sensações do orgasmo iam passando, mordendo levemente a mão do maior que estava sobre sua boca. 

Jiyong fez questão de deixar a barriga de Seungri limpinha e ele só queria fazer o garoto ficar excitado novamente para chupa-lo até ele gozar em sua boca, mas o invés disso apenas abotoou novamente a calça dele, e encarou o menor. 

Seungri estava ofegante e ainda tremia um pouquinho por causa do orgasmo e por ter um vibrador ainda em si, ficando aliviado pelo objeto ter parado de vibrar. 

Suas bochechas estavam extremamente vermelhas, ele se sentia culpado e envergonhado. 

Jiyong saiu de cima dele antes que a enfermeira voltasse e os pegassem daquele jeito e Seungri aproveitou pra se levantar também. 

 — Você não está passando mal? — Jiyong perguntou calmamente, tirando algumas mexas de cabelo dos olhos de Seungri. 
 

— Ji... eu me sinto tão idiota. Tudo era apenas pra te agradar e fazer uma surpresa mas eu estraguei tudo. — Seungri começou a se lamentar, Jiyong não entendendo mas deixando ele falar. — E-Eu só queria ser bom pra você... eu só queria te provocar o dia todo e depois te contar que... bom, que eu to com u-um... um v-vibrador em mim. — Escondeu o rosto com as mãos não querendo ver a reação de Jiyong. — Mas eu perdi o controle e ele deve ta passando de mão em mão, fazendo isso ficar vibrando em mim sem aviso! Por isso eu estava daquele jeito na sala. Eu não estava passando mal. Me perdoa por te deixar preocupado. 

Jiyong estava com os olhos arregalados. Ele nem se quer tinha prestado atenção no que Seungri disse após dizer que estava com um vibrador dentro de si. 

— Seungri... você está com um vibrador dentro de você?

O menor apenas assentiu, não tirando suas mãos do rosto, apenas afastando um dos seus dedos de um dos seus olhos para ver a reação de Jiyong que era de surpresa. 

Seungri estava com vontade de chorar. Ele retirou as mãos do seu rosto e começou a falar frustradamente.

— Desculpa... eu não queria te preocupar, eu... você deve estar achando que eu sou um idiota, você—   Foi interrompido por um ''sh'' de Jiyong. 

Jiyong pegou delicadamente a mão de Seungri,  o menor acompanhando com o olhar cada movimento. O maior trouxe devagar a mão de Seungri até seu quadril, colocando-a dentro do seu short e de sua boxer. 

— Eu pareço estar te achando um idiota? —  Jiyong perguntou baixinho. 

Seungri mordeu os lábios ao sentir a quentura do membro de Jiyong, esse soltando sua mão mas Seungri continuou com a sua ali, antes apenas encostando mas depois segurou levemente nele, o sentindo todo molhadinho, olhou para Jiyong permanecendo com sua mão lá. Seu corpo continuava quente e ele só queria se ajoelhar ali e chupar Jiyong. 

Jiyong não estava acreditando que Seungri realmente estava com um vibrador dentro dele, aquilo era tão insano. E pensar que Seungri só fez isso por causa dele só o deixava mais louco ainda. Ele queria foder o garoto loucamente sobre um canto qualquer. Queria vira-lo de costas e abaixar sua calça pra ver o objeto vibrando naquela entradinha que ele estava ansioso para entrar. E a mãozinha quente de Seungri sobre seu membro não estava o ajudando a se manter sã. 
 

Mas escutaram a maçaneta da porta e Seungri rapidamente retirou sua mão de dentro da boxer de Jiyong, ficando assustado e com medo de terem os pego. 
 

 — Desculpem a demora, mas já esta tudo resolvido. — A enfermeira disse assim que entrou na sala mas logo depois franzindo o cenho ao ver os dois garotos em pé. — Seunghyun? Por que está fora da cama?

 — E-Eu estou melhor, senhora Kim. Juro, eu não tenho nada. Só foi mesmo a pressão que caiu. Jiyong está aqui e pode comprovar que eu estou bem. —  Seungri disse rapidamente, olhando para Jiyong, esse que demorou um pouco para raciocinar porque seus pensamentos ainda estava nos momentos anteriores.  

—  Sim, ele está bem. — Jiyong garantiu. 

—  De qualquer maneira eu vou terminar de avalia-lo, caso eu ache que você esta realmente bem eu o libero para o restante das aulas. — A mulher explicou e Seungri apenas concordou. 

Seungri só pode sair da enfermaria quando a mulher checou se ele estava com febre, sua pressão e seus batimentos mais uma vez. Agora ele andava apressado junto a Jiyong para um banheiro porque queria arrancar aquele vibrador de si antes que voltasse a vibrar. 

Mas então Jiyong o parou no corredor e o prensou na parede. Seungri soltou um suspiro surpreso. 

— Ji o que está fazendo? —  O menor olhou para todos os lados checando se alguém estava vendo aquilo. 

—  Você não está pensando em retira-lo de dentro de você, não é?

—  Sim, eu já causei problemas demais com isso. 

—  O único problema que você causou foi minha ereção. — Jiyong disse naturalmente e Seungri o olhou surpreso. —  Droga, Seungri! Imagino você passando o resto das aulas se contorcendo toda vez que a vibração voltasse, tentando não gemer, ou se inclinando para gemer em meu ouvido. Eu juro que sou capaz de gozar só te assistindo. Por favor, não tire. Eu quero que você fique com ele até o fim das aulas. Eu quero você me implorando com os olhos para acabar com você, quero você gemendo nos cantos do carro quando estivermos indo embora. E, quando chegarmos finalmente no meu quarto, ou no seu, eu quero você arrancando suas roupas e ficando de bruços na cama, se empinando pra mim e mostrando o vibrador em você, me implorando com esses seus gemidos manhosos que quer eu dentro de você. E eu juro, Seungri, que você vai pagar por todas essas provocações, eu vou te foder como nunca antes. 

Jiyong disse sem se importar se estava sendo direto demais, ele não conseguiria ser menos explicito quando a um mês por causa de incidentes da vida não consegue nem beijar Seungri direito, a tensão já era grande e agora ao saber que o garoto tem um vibrador dentro dele só pra provoca-lo o fazia ter os pensamentos mais insanos que um dia já teve. Não iria conseguir medir suas palavras, e quando chegasse em casa não conseguiria medir seus atos. 

Seungri estava com o corpo fervendo enquanto a unica coisa que ele chamava era Jiyong, seus olhos estavam hipnotizados por ele, olhando somente seu rosto, enquanto o seu próprio era nítido ver o prazer por conta das palavras do maior. Tudo piorou quando Jiyong aproveitou que ninguém estava no corredor e colou seus corpos, os membros totalmente duros se pressionando deliciosamente, a mão do maior pegando na sua coxa, quase em sua bunda e prendendo uma perna no quadril dele. Jiyong escutou o gemido necessitado de Seungri com o ato, sentia os batimentos rápidos dele contra seu peito enquanto deixava um chupão em seu pescoço.  Seungri quase foi ao chão pelas paalvras, pelos toques de Jiyong, pelo tesão e a ansiedade. Ele tinha quase certeza que gozaria novamente antes de chegar em casa e quando chegasse gozaria mais vezes. 

Ele estava tão insano, sua timidez sendo deixada de lado, ele só queria no momento estar nu em cima de Jiyong enquanto sentava bem devagarzinho sobre o membro dele, sentindo cada centímetro lhe enchendo de prazer. 


Notas Finais


OLHA QUEM VOLTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOU

Primeiramente mil perdões pela demora. Demorei muito porque o capitulo ia ser grande, só que eu não imaginava que seria tão grande assim. Tanto que ta quase batendo 20 mil palavras por isso eu resolvi dividir o final em 2 partes, pois se eu postasse esse tanto de palavras em um cap só voces iriam morrer de tanto ler e o capitulo não acabar kkkkkkk ia demorar 2 dias. Ainda falta algumas coisinhas, então vou postar a segunda parte amanhã ou quarta. Okay?

Eu não vou falar muito aqui, vou deixar pra falar quando vim na segunda parte. Vou fazer testamento de agradecimento nas notas finais, vou logo avisando. kkkkk

COMENTEM PORQUE EU CORTEI LOGO QUANDO A PUTARIA DE VERDADE IA COMEÇAR
AAAAAAAAAAAAH EU VOU GOZAR VEM QUE EU VOU TE TACAR O.... JIYONG ESTÁ SEDENTO
SEUNGRI QUER DA

parei

Ai que saudades de voceeeeeeeeeeeeeees <333333333

*GENTE FOQUEM AQUI ANTES DE EU IR*



SAIU FIC NYONGTORY NOVA FRESQUINHA. Ela é de uma das leitoras daqui e é uma tradução QUE A AUTORA ORIGINAL PERMITIU QUE ELA TRADUZISSE. O melhor é que se vocês derem muito amor pra essa história ela vai vim trazer mais fics traduzidas pra voces, porque todo mundo sabe que as fics gringas Nyongtory pisam demais né? ENTÃO VÃO LER. O nome é ''Close The Door'' e é deles como membros do bigbang mesmo. Quem não gosta de fic assim, bicho? Só hino. ENTÃO VÃO POR FAVOR PORQUE QUERO MAIS FICS. Ta na tag Nyongtory s2

Até a parte II.

BEEEEEEEEEEEEEEEEEEIJOS.

XOXO S2


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