História 4 Rules - Nyongtory - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias 2NE1, Big Bang, Jay Park, Tablo
Personagens Cl, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Jay Park, Lee Seon-woong "Tablo", Sandara Park, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags 2ne1, Bigbang, Daesung, Gdragon, Gri, Nyongtory, Sandara, Seungri, Taeyang, Todae, Top
Visualizações 272
Palavras 17.876
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Advinha quem é a autora filha da puta que demorou novamente mais de um mês pra att e que dividiu o cap mais uma vez? kkk

Capítulo 32 - Epílogo. Sempre foi você. Parte IÍ


Fanfic / Fanfiction 4 Rules - Nyongtory - Capítulo 32 - Epílogo. Sempre foi você. Parte IÍ

Passar a manhã toda com aquilo dentro dele foi torturante para Seungri. Embora quem estivesse com o maldito controle tenha apertado o botão apenas para que vibrasse lentamente, não era menos prazeroso, pelo contrário, fazia Seungri querer gemer longamente.

Pelo menos, pelas vibrações terem persistido lentas, ele conseguia controlar os gemidos, ou na maioria das vezes tentava, algumas delas não conseguindo se segurar. Muitas dessas vezes era porque Jiyong fazia questão de encara-lo intensamente, seu olhar dizendo muitas coisas, sendo quente como fogo como se conseguisse ver Seungri nu diante dele pois é assim que o garoto estava se sentindo. Nu e entregue a Jiyong. Outras vezes o maior passava a mão pelas suas pernas descaradamente e subia até suas coxas, apertava forte e ameaçava ir em direção ao seu membro mas nunca o fazendo, porém deixava o garoto mais agitado ao ponto de não conseguir controlar os gemidos e fazer isso em seu ouvido, sempre quase chegando ao orgasmo mas Jiyong não permitindo, logo se afastando apenas pra o ver  desesperado.

Foi assim a manhã toda, mas de repente Jiyong havia parado de provocar. Eles estavam na última aula, e enquanto Seungri estava sentado ao lado do maior sentindo o bendito vibrador tremendo levemente dentro de si, Jiyong estava apenas copiando a revisão da prova, como todos daquela sala. 

Não era como se Jiyong estivesse realmente ignorando Seungri. Apenas fingindo pois o garoto praticamente o olhava desesperado querendo apenas alguns toques para que pudesse vim de novo, e acredite, Jiyong queria muito aquilo também, mas era tão bom vê-lo lhe implorar com o olhar para ser tão pervertido ao ponto de fazer goza-lo ali. Ah, Jiyong estava ficando louco com tudo aquilo.

Queria levar sua mão até o membro do menor e fazer o que ele tanto queria, fazê-lo gozar na frente de todos. Fazê-lo tremer e tentar se segurar para não gritar.  Seungri era tão escandaloso, Jiyong queria ver se ele conseguiria ficar quieto enquanto vinha, era uma coisa praticamente impossível.

Mas no momento estava preferindo fingir ignorá-lo pois enquanto copiava a matéria da prova, que não copiou o ano todo, ele via com sua visão periférica Seungri agitado ao seu lado, lhe olhando desesperado algumas vezes, querendo toques, querendo um olhar, querendo palavras em seu ouvido, querendo qualquer coisa. Mas não o daria, pelo menos não nos próximos minutos. Pois era uma forma de Seungri pagar pelo que estava fazendo com ele.

Jiyong conseguia disfarçar bem, mas ele estava tão necessitado quanto Seungri. Está a um mês. E pensar que Seungri enfiou um vibrador dentro de si só para o provocar faz  Jiyong pensar em inúmeras formas de se vingar quando chegassem em casa, e ele ia. Claro, de uma forma boa para ambos.

Ver Seungri ali, torturado pelo prazer era a coisa mais excitante que ele podia avaliar. Não sabia o quanto de pré gozo já havia soltado na manhã toda, mas tinha noção que isso estava acontecendo mais uma vez, sentindo seu membro e sua boxer melar mais ainda, seu membro deveria estar vermelho de tão necessitado e duro como uma pedra. Ele se remexeu na cadeira tentando disfarçar o que Seungri estava causando nele. Sua letra chegando a borrar várias vezes por sua mão tremer com os latejos em seu membro, mas ele não cedeu. Continuou a torturar Seungri que implorava com o corpo por qualquer ação sua.

Jiyong não sabia com quem estava o controle do vibrador, não sabia se estava com uma pessoa só ou se estava passando de mão em mão, não sabia se quem quer que seja que o achou sabia o que causava ao apertar aqueles botões, mas estava agradecendo a quem estivesse com o controle que estava fazendo o vibrador tremer apenas levemente. Pois dessa forma lenta fazia Seungri se torturar mais ainda. Fez Seungri gemer em seu ouvido a manhã toda. Fez o garoto querer mais daquilo por estar recebendo tão pouco. Fez o garoto parecer embriagado com as sensações.

O menor olhou para Jiyong. O maior estando apenas escrevendo o que o professor anotava e não lhe olhando, lhe ignorando. Seungri sabia que era de propósito. Seungri sabia que Jiyong estava lhe torturando, querendo ver até onde ele iria. Até onde conseguiria aguentar.

A verdade era que Seungri estava tão perto de vim. Ele só precisava de toques, de incentivos, pois não era como mais cedo que o vibrador estava tão forte nele que ele veio apenas se agarrando a Jiyong. Agora o vibrador estava lento e prolongando seu prazer cada vez mais, nunca chegando ao fim, nunca o dando um descanso, e toda vez que ele quase vinha por causa das mãos de Jiyong sutilmente em seu corpo, o maior se afastava ao perceber, o torturando, o punindo. E agora ele o punia ainda mais nem se quer o olhando. Não que Seungri não gostasse dessa tortura toda, mas ele precisava vim. Por ser uma vibração muito lenta ele queria gemer prolongadamente e ele não sabia se conseguiria aguentar mais minutos quieto. Ele podia gemer alto e manhoso a qualquer momento na frente de todos.

Deitou sua cabeça sobre seus cadernos, olhando para Jiyong. Ele era tão lindo e Seungri só conseguia pensar coisas sujas para fazer com ele.

— Ji... — Chamou baixinho, pedindo qualquer ação com sua voz. — P-Por favor... — Choramingou. Jiyong sentia seu membro desesperado dentro da boxer querendo tacar Seungri no chão e o foder forte. Mas a única coisa que o menor viu foi o garoto continuar quieto.

Seungri dessa vez enfiou seu rosto entre seus braços, não aguentando mais e gemendo bem baixinho. A pontinha dura o massageava lento e tortuosamente, sua entrada piscava o engolindo mais, como se fosse possível. Querendo algo maior, mais duro, grosso e forte. Queria Jiyong. Choramingou baixinho, só pra ele escutar.

Sentiu as mãos de Jiyong em seus cabelos e ele os puxar levemente como uma provocação, Seungri imediatamente virou sua cabeça na direção de Jiyong, mas ainda ficando com a cabeça abaixada, o maior lhe olhando. Seungri mordia os lábios e seu rosto estava vermelho de excitação.

— Você não deveria estar copiando o que está no quadro? — Jiyong disse provocativo, se inclinando para ficar perto de Seungri. Perto demais. Mas para os outros era como se ele estivesse apenas falando com o menor.

— M-Mm... não faz isso, não me provoca -A-Ah! — Gemeu quase alto demais quando o maior desceu a mão até seu membro e apertou com força.

— Shh, bebê... — Sussurrou bem baixinho pra ele. Sentindo em sua mão o membro de Seungri pela calça, apertando com um pouco força, sabia que não precisaria muito pra fazer ele gozar.

Escutou algo parecido com um soluço vindo do menor quando sua mão se esfregou no membro bem lentamente, para cima e para baixo, o tocando completamente.

Mas logo em seguida se afastou, pegando o olhar indignado de Seungri para ele por parar. Quase riu, mas mordeu os lábios e voltou a copiar a matéria. Continuaria provocando Seungri até ele lhe implorar com palavras explicitas, até o garoto chegar no limite no qual nem a timidez vai o fazer se conter. Queria ver o lado mais insano de Seungri. 

Mas a verdade era que Seungri já estava chegando ao seu limite, ele não estava mais se reconhecendo pois queria puxar Jiyong pelos cabelos e pedir da maneira mais explicita que conseguisse que o maior entrasse dentro de si agora. Não importava onde, mas ele queria. 

Maldito vibrador! Malditos pensamentos! Maldito Daesung e suas ideias!

Seungri se sentiu totalmente aliviado quando a vibração foi parando aos poucos, até não existir. Nesse momento ele conseguiu respirar fundo e se recompor. Levantou sua cabeça da mesa e poderia agora conseguir copiar alguma coisa, mas ainda estava excitado e queria provocar Jiyong se lembrando do intuito de tudo aquilo, embora ter um vibrador dentro de si já era uma provocação para o maior. 

Agora um pouco mais calmo Seungri aproximou sua cadeira da do namorado, encostando as duas e se inclinando para que sua cabeça ficasse no ombro dele, ao mesmo tempo sua mão desceu até a coxa nua, seus dedos percorrendo ali lentamente apenas para ver Jiyong se arrepiar. O maior lhe olhou durante alguns segundos porque estava tão excitado quanto ele e qualquer tipo de provocação de Seungri pioraria seu estado no meio das pernas. 

— Você está sendo tão mau comigo... — Seungri disse baixinho, ao mesmo tempo que apertou a coxa de Jiyong, vendo o maior reagir a aquilo. — Não me ignora, amor... — Disse manhoso, aquela voz entrando nos ouvidos de Jiyong e seus pensamentos ficando mais escuros ainda. — Eu sei que você está fazendo isso pra me provocar... mas também sei que você está do mesmo jeito que eu... não está? 

A voz do garoto era doce, mesmo que excitada, e Jiyong estava adorando que ele estava sendo ousado. Antes que pudesse responder qualquer coisa sentiu os dedos de Seungri lentamente entrar dentro do seu short, por o pano ser fino e o short um pouquinho largo não  foi difícil a mão de Seungri entrar ali, os dedinhos na tatuagem que ele tinha na coxa, brincando ali rapidamente e depois subindo mais e mais, até estar bem perto da sua virilha. 

Jiyong prendeu a respiração e ele não conseguia mais fingir que tudo aquilo que estava acontecendo naquela manhã não estava o atingindo de uma forma totalmente prazerosa. Ele estava no mesmo barco que Seungri, e além do mesmo o provocar estando com um vibrador dentro de si agora o provocava com as mãos, com aquela vozinha doce, com a expressão da mesma forma. E era isso que matava Jiyong, não importava o quanto o garoto estivesse excitado ele nunca abandonava as expressões fofas, a voz doce, as bochechas vermelhas. Ele era totalmente adorável e sexy. Jiyong era louco por ele. 

Para todos que ousassem olha-los parecia apenas que era uma tipica cena de Seungri com a cabeça no ombro de Jiyong, mas não imaginariam que naquele mesmo segundo, o menor em um impeto de excitação tirou com facilidade o membro de Jiyong do short e da boxer pela abertura do short em sua coxa, o membro batendo ali, Jiyong arregalando os olhos em surpresa, Seungri mordendo os lábios e murmurando algo desconexo e baixinho ao sentir o membro em sua mão. 

 — Você adora falar de como eu fico, mas olha você... M-Mm.. tão molhadinho...  e isso é tão bom, Ji... — Seungri disse mesmo tímido e desceu sua mão  no membro de Jiyong, logo depois subindo lentamente e fazendo aquilo algumas vezes para sentir melhor a umidade dali e o quanto ele tava quente e pulsando. O menor queria gemer só por estar o sentindo em sua mão, olhando rapidamente para Jiyong. E se havia ainda algum tipo de medo dentro dele por estar ousando tanto assim esse medo foi embora ao ver a expressão de Jiyong para ele, de total prazer, os olhos dele estavam o devorando, Seungri mordeu os lábios para aquilo sabendo que Jiyong iria falar alguma coisa mas não queria que ele falasse, naquele hora Seungri  queria comandar as coisas, por isso desceu novamente sua mão no membro dele fazendo Jiyong ficar quieto, pois se falasse gemeria. 

Jiyong estava pulsando na mão do menor por estar aguentando toda aquela provocação a manhã toda, se Seungri não parasse ele viria em segundos. O menor sabia disso, por isso não parou. 

Seungri levantou seu olhar para seus colegas de classe e ninguém estava prestando atenção neles, e mesmo que estivesse não veriam nada. Ele deitou mais sua cabeça no ombro de Jiyong e levantou seu olhar para o garoto que apertava a caneta na mão com força e tinha o maxilar trincado, tentando ficar quieto e não falar nada. Seungri estava tendo toda coragem do mundo de fazer aquilo no meio da sala de aula ao ver Jiyong entreabrir os lábios e de lá sair quase um gemido quando ele desceu a mão sobre seu membro um pouquinho mais rápido, chegando a fazer um barulho obsceno de masturbação por conta do maior estar tão molhado. Jiyong arregalou os olhos, olhando ao redor mas as outras pessoas continuavam em seus mundos, e Seungri ao escutar os barulhinhos obscenos da sua mão no membro do maior sorriu, tentando conter os próprios gemidos porque mesmo com o vibrador sem tremer ainda estava em seu ponto sensível, ele ainda sentia prazer, ainda mais por estar tocando Jiyong. 

Queria aumentar mais ainda a velocidade da sua mão mais teve que diminuir por conta dos barulhos que estava fazendo, mas não que isso fosse de todo ruim porque de uma forma lenta era torturante para Jiyong. O maior em um momento de insanidade levou sua mão até a cadeira onde Seungri estava sentado, como se fosse por o braço ao redor dele mas na verdade puxou seus cabelos com um pouquinho de força, não de uma forma que o machucasse e sim da forma que Seungri gostava. O puxão fez Seungri suspirar surpreso e Jiyong aproximar sua boca da orelha do namorado. 

— Você está tão safado, não está conseguindo esperar até chegarmos em casa? —  Jiyong se interrompeu ao sentir aquela mão quentinha o apertando, a ponto de quase o fazer vim.  Soltou os cabelos do garoto antes que aquilo fosse suspeito de mais pra quem se atrevesse a olhar para eles. Achou que não conseguiria segurar mais os gemidos porque estava suspirando demais, seus quadris sendo empurrados para mão do garoto lentamente, olhando pra aquela expressão dele pecaminosa. Sentiu o polegar do menor passar lentamente pela sua glande, esfregando preguiçosamente ali. Jiyong fechou os olhos em puro prazer, mordendo os lábios fortemente mas logo depois os abrindo quando sentiu Seungri afastar a mão de seu membro. O menor subiu com os dedos, Jiyong acompanhou o olhar vendo eles molhados com sua excitação, e então, como se Seungri quisesse o matar de vez, levou as pontinhas até os lábios, chupando seu pré-gozo com aquela porra de olhar tímido mesmo que estivesse fazendo algo safado.  Jiyong não conseguiu segurar os gemidos, eles saindo bem baixinhos. — Meu Deus! P-Porra!

O maior estava a ponto de cometer uma loucura, estava tão insano que quase puxou Seungri para atacar seus lábios, quase gozou ali no meio de todos. Quase. Mais felizmente algo o impediu, o sinal para o final das aulas tocou bruscamente, fazendo os dois garotos se afastarem assustados. 

Jiyong observou sua professora falar que todos estavam liberados e os alunos da sala começarem a se levantar. Ele abaixou a cabeça na mesa em pura frustração e excitação, descendo sua mão até seu membro sensível e apertando com um pouco de força, ofegando e o colocando para dentro da boxer e short novamente. 

O maior não disse nada, apenas guardou suas coisas com pressa e se levantou, esperando Seungri arrumar as coisas dele. O menor estava desnorteado tanto quando o namorado em pé a sua frente.  Seungri tinha as mãos tremendo de antecipação. Eles finalmente estavam indo pra casa e aquele olhar quente de Jiyong sobre si dizia muita coisa.

Sabia que seus pais e os de Jiyong ainda não tinham ido viajar e que provavelmente só iriam no final da tarde, mas mesmo assim Seungri sabia que embora eles não fossem transar ainda, com certeza iriam fazer outras coisas por não conseguirem aguentar esperar. 

Seungri guardou suas coisas de pressa e caminhou com Jiyong rapidamente para longe do colégio, ambos nem dando atenção aos seus amigos ou parando pra falar com alguns deles. Seungri em um momento parou abruptamente seus passos ao sentir o vibrador voltar a vibrar na velocidade máxima, totalmente forte em seu ponto sensível. Jiyong olhando para trás e vendo aquela cena logo notou o que estava acontecendo, Seungri notando seu olhar malicioso e os dentes sobre o lábio.

O carro estava estacionado na rua em frente à do colégio, o primeiro a entrar foi Jiyong, jogando sua mochila no banco da frente. Logo depois Seungri entrou e se surpreendeu ao ver o melhor amigo passar facilmente no espaço entre os bancos da frente para ir pro de trás, rapidamente entendendo o que estava acontecendo. Sentia um frio na barriga e suas pernas tremendo com a vibração. Quando entrou totalmente no carro e viu Jiyong trancar as portas acionando o botão ele se sentiu aliviado. Finalmente livre de pessoas ao redor dele, apenas ele e Jiyong ali. Mesmo que estivesse de dia, mesmo que eles não fossem fazer muitas coisas ali. Mas era o suficiente. Por enquanto.

Seungri jogou sua mochila junto com a de Jiyong e sem demorar tentou passar pelo espaço entre os bancos da frente, vendo Jiyong se ajeitar no banco e abrir as pernas para ele se sentar em seu colo. E foi exatamente que Seungri fez, rápido e com sua bunda pressionando o membro ainda duro de Jiyong. Ambos gemendo juntos, Seungri ainda mais intenso.

— Finalmente sozinhos. — Jiyong sussurrou, suas mãos entrando pelo casaco e blusa do menor, apertando a cintura dele com força, finalmente escutando os gemidinhos dele soltos. — Voltou a vibrar, não foi? Geme pra mim então. 

Seungri soltou um gemido longo com o efeito que a voz de Jiyong causava nele e por sentir o vibrador tremendo forte contra sua próstata. Seus lábios logo atacaram os de Jiyong. Suas mãos voaram pro pescoço dele o puxando e os deixando os mais colados possíveis.

A língua de Jiyong contra sua estava totalmente obscena, estava intensa e provocadora, estava insinuando penetração.

Jiyong sentiu aquela bunda gostosa de Seungri começar a se mover lentamente contra seu membro, a carne se esfregando totalmente em todo seu pau, Seungri rebolando nele todo. Jiyong apertou com mais força a cintura do garoto mas logo suas mãos subiram levantando junto o casaco e camisa do garoto, os erguendo. Jiyong sorria entre o beijo por escutar os gemidos abafados do namorado.

O maior puxou o lábio de Seungri entre os dentes, parando o beijo ao que olhou dentro dos olhos de Seungri, aquele olhar prazeroso lhe dizendo muitas coisas, os lábios sendo mordidos com força pra não fazer muito barulho. Jiyong estava tendo a melhor visão possivel. Aquele corpinho sentado sobre seu colo, a bunda pressionada com firmeza em seu membro, as mãos do garoto indo parar em seu cabelos enquanto ele encarava aquele torso magrinho, os mamilos duros e pedindo sua boca ali. Foi isso que Jiyong fez, atacou um dos mamilos de Seungri sentindo o garoto não conseguir mais se segurar nos gemidos e voltar a rebolar lentamente sobre seu membro. 

Seungri pressionava sua bunda no pau do maior assim como pressionava o rosto dele contra seu mamilo. Suas mãos apertando os cabelos negros macios, sua boca aberta saindo gemidinhos de prazer, a carne da sua bunda deslizava perfeitamente no membro que ele conseguia sentir tão bem, era quase como se Jiyong estivesse nu pelo pano do short ser tão fino. 

As mãos de Jiyong apertavam sua cintura com bastante força, e o ajudava naquelas reboladas lentas e gostosas. O menor conseguia escutar os murmurios de prazer de Jiyong, enquanto ele só conseguia gemer por ter algo tremendo rápido e forte no seu ponto sensivel e enquanto mais rebolava no membro de Jiyong, mais imaginava ser o pau dele dentro de si. 

A boca de Jiyong melava todo seu mamilo e fazia Seungri se arrepiar todo, quando Jiyong começou a brincar com o mamilo que tem piercing Seungri não conseguiu ser conter, rebolando mais forte em Jiyong, seu membro se esfregando na barriga dele, suas mãos apertando os cabelos de Jiyong com força e jogando  os lábios dele para seus mamilos que Jiyong molhava com vontade. Seungri estava desesperado, não fazia nem 2 minutos que eles estavam ali e ele já queria gozar tão forte. Rebolar no pau de Jiyong só o fazia pensar se o garoto estava tão molhado quanto ele, tão necessitado quanto ele. Queria tanto chupa-lo. Queria tirar o membro dele dentro daqueles panos e esfregar todo pré gozo em seus lábios antes de chupa-lo todinho. 

Seungri estava tão insano que não conseguia mais medir o que falava. E ele realmente não queria se conter. 

  — J-Jiyong... — Chamou no ouvido dele, escutando aqueles murmúrios prazerosos contra seu mamilo, Jiyong puxando seu piercing contra os dentes. Sua bunda pressionando com força o membro do maior. Era tudo tão prazeroso. — Eu quero m-muito te chupar... e-eu quero você na minha boca. Eu quero que você goze na minha boca! — Disse aquilo que tanto queria.

Jiyong nunca havia gozado na boca dele, mas Seungri queria sentir o gosto do namorado dançando contra sua linguá, queria sentir o quão ele estava excitado por ele. Queria sentir o seu prazer. 

Jiyong achou que gozaria ao ouvir aquilo, vendo finalmente Seungri chegar ao limite da insanidade, já não se contendo mais. 

Com suas mãos apertou mais ainda a cintura do namorado fazendo ele parar de rebolar. Seus lábios deixaram seus mamilos e encararam aqueles olhos com intensidade. 

 — É? — Perguntou mordiscando os lábios de Seungri. —  Você quer que eu goze na sua boca, bebê? Você quer que eu suje  toda sua cara com minha porra? Você quer sentir ela na sua linguá? — Perguntou tão pornograficamente, e Seungri já estava tremendo tanto. 

 — E-Eu quero... eu quero tanto, J-Ji... Meu Deus, tanto! — Gemeu e atacou os lábios do maior. 

 — É? — Jiyong estava extasiado, abrindo rapidamente os botões da calça de Seungri sem deixar de beijá-lo.

— Oh, sim!

Assim que os botões estavam abertos Jiyong  levou suas mãos para dentro da calça e boxer do menor, enchendo suas mãos com as nádegas dele, apertando com força, tendo noção que Seungri adorava aquilo. Não resistiu em levar seus dedos até a entrada do namorado, sentindo ela pulsando por conta do vibrador enquanto a cordinha do mesmo estava pra fora, Jiyong enrolou seu dedo indicador nela, ameaçando puxar o vibrador para ficar o enterrando dentro de Seungri mas não o fez, apenas para provocar. Seu bebê estava quase vindo, ele podia sentir Seungri se remexendo em seu colo desesperado, os gemidos abafados por conta do beijo. Seungri só não tinha vindo ainda porque Jiyong estava evitando toca-lo muito, era uma forma de provocação uma vez que podia chupar o garoto ou enfiar seus dedos dentro dele. Mas não faria aquilo, só tocaria de fato nele quando chegassem em casa, e não importava se ele gozasse agora, saberia que mesmo assim o garoto continuaria querendo mais. 

 Suas mãos estavam de volta na bunda dele, apertando enquanto partia o beijo.

— Você consegue ficar de quatro pra mim nesse banco, hum? — Perguntou e não se conteve ao morder uma das bochechas vermelhinhas do garoto.

Seungri apenas assentiu rápido, saiu do colo do namorado e o viu se afastar para lhe dar espaço, da melhor maneira que pode apoiou suas mãos no banco assim como seus joelhos, esses tendo que ficar juntos pois não tinha espaço para separar as pernas. Ele não sabia o que Jiyong pretendia fazer mas apenas esperava qualquer ação dele pois não aguentava mais o orgarmo preso dentro de si. Não aguentava mais tentar sempre não gemer tanto.

Jiyong estava sentado atrás dele, e lentamente puxou um pouco pra baixo a calça e a boxer preta que o garoto usava. metade das bandas da sua bunda ficando expostas assim como a entrada com aquele maldito vibrador. Seungri gemeu manhoso pelo seu membro consequentemente sendo liberto e Jiyong por ter aquela visão provocadora e pecaminosa.

— Porra! — Gemeu com aquela visão, quase colocou seu membro pulsando para fora para foder Seungri ali mesmo, só não o fez porque queria seguir com seu plano, e também porque estavam dentro de um carro de dia e em frente ao colégio. Seria perceptível o carro se mexendo se fosse transar com Seungri ali. — Você é tão gostoso...

Seungri já não sabia onde enfiava sua cara, pois sabia que Jiyong estava com o rosto bem próximo de sua bunda e que falava aquilo por ele estar tão exposto. Mas naquela altura da situação já não ligava mais pra sua sanidade, o que ele queria era gozar, fazer Jiyong gozar e eles poderem ir pra casa terminar o que apenas tinham começado.  E gozar de novo, mais uma vez e de novo. O dia todo. 

Jiyong arrastou seus lábios carnudinhos por uma das nádegas de Seungri, logo em seguida sua língua passando por ela lentamente, e depois dando beijos molhados ali. O que ele queria era lamber a entrada do garoto só pra ver ele gozando apenas com aquilo.

Era o que Seungri também desejava.

— Você quer que eu te lamba aqui, não é?— Perguntou em um tom de provocação, seu dedo passando rapidamente contra a entrada pulsante do namorado, arrancando um suspiro dele. Mas logo depois seu dedo apenas se enroscando novamente na cordinha do vibrador. — Mas eu não vou fazer isso. Você vai gozar de novo sem eu te tocar realmente, panda. Como fez hoje mais cedo. — Conforme a cordinha já estava enroscada em seu dedo, Jiyong foi puxando lentamente o vibrador para fora da entrada do garoto. — Você foi tão mau, bebê. Como você pode me deixar tão duro na frente de todos? Como pode enfiar isso dentro de si só pra me provocar? — Mordeu a bunda do menor, notando a mãozinha dele indo parar no membro em alguma forma de alívio, mas Jiyong retirou a mão dele de lá. — Shh, sem se tocar! — Seungri resmungou e Jiyong sorriu malicioso ao ver a entrada pulsando querendo o vibrador de volta, esse que estava todo melado de lubrificante que Seungri havia posto mais cedo. Sabia que o garoto gozaria a qualquer momento e que só precisava de um pequeno incentivo, por isso enfiou o vibrador de volta nele, no ponto certo, as costas do menor se arqueando mais ainda, sua bunda quase batendo no rosto de Jiyong. Esse que ao invés de só deixar o vibrador parado, começou a tirá-lo e colocá-lo como se fosse seu pau ali, Seungri gemendo tão manhoso pra ele. — Panda mau...

Uma das mãos do menos foi parar na janela do carro. Jiyong brincava com a entrada dele de um jeito lento, estocando o vibrador que ainda tremia, voltando sempre no ponto sensível. Seungri sentia sua barriga se contraindo pelo prazer. Já não aguentava mais.

— Eu vou te foder tanto quando chegarmos... tanto Seungri! Porra!

Seungri estava mordendo o próprio braço pros gemidos saírem abafados e não tão altos. Teve que levar uma das mãos até o membro para que não gozasse no banco do carro, sentindo os jatos fortes sujarem sua mão enquanto gemia o nome do namorado sem parar. Eram vários ''Jiyong'' manhosos que o maior adorava escutar. Jiyong sussurrava palavras de aprovação  para o orgasmo do menor, o incentivando  mais ainda.

— Lindo... — Sussurrou o maior, suas mãos apertando as nádegas de Seungri, esse tentando se recuperar do orgasmo mas tudo ainda estava tão gostoso.

Jiyong jogou o vibrador em um canto qualquer do carro, sem se importar.  Depois ele pegava do chão e colocava na mochila de Seungri, ou então lavava. Ou esterilizava por ter sujado ao jogar no chão, ou jogava ele pela janela do carro. Ou melhor, jogava fora e comprava um novo. Um maior e mais grosso, do tamanho do seu membro para soar familiar para o menor. Para que quando ele não estivesse com Seungri, esse pudesse sentar no brinquedo a madrugada toda desejando ser ele.

Viu o menor se ajeitar no banco, puxando a calça e a boxer que Jiyong havia abaixado, se sentando no banco totalmente aliviado.

Jiyong estava sentado próximo dele e sorriu ao ver o menor respirando fundo com os olhos fechados, os lábios sendo mordidos e seu rosto vermelhinho como sempre.  Seungri abriu os olhos e encarou o maior, e antes que pudesse falar alguma coisa arregalou os olhos ao ver ele se sentar em seu colo. O short ficando mais curto e subindo mais por causa da posição, as coxas e as tatuagens sendo mais expostas ainda. Seungri conhecia aquele olhar e aquela expressão.  Jiyong só lhe olhava assim quando estava prestes a gozar. Então sorriu, porque desdo começo tinha achado a ideia de provocá-lo absurda. Mas agora Jiyong estava ali, quase gozando sem ele não ter feito nada, apenas o provocado e dado alguns toques na sala de aula.  Estava feliz porque ele que era o sensível da relação, mas agora Jiyong estava tão sensível quanto ele, e aquilo era excitante. 

Suas mãos voaram pras coxas de Jiyong, apertando-as de um jeito forte  fazendo elas ficarem vermelhinhas, enquanto escutava a respiração forte de Jiyong com aquilo.  Levantou o casaco dele, notando que ele estava sem blusa e podendo ver o membro duro e marcado no short. Olhou para Jiyong e ambos morderam os lábios ao mesmo tempo antes de serem encostados.

Eles começaram outro beijo desesperado e Seungri foi se deitando com Jiyong em cima de si. Suas mãos descendo até o short dele e abaixando junto com a boxer, sentindo o membro quente contra sua barriga. Ofegou com aquilo e ouviu Jiyong gemer. Sentia o membro pulsando contra sua barriga sabendo que Jiyong estava quase gozando.

Por isso Seungri se inclinou no banco,  ficando meio deitado meio sentado e puxou Jiyong para cima, separando o beijo e vendo o membro vermelho e sensível na sua frente, gemeu baixinho com aquilo. Notando ele todo molhado de pré-gozo.

Botou sua língua pra fora e começou a lamber a glande lentamente, como um gatinho, Jiyong revirou os olhos pelo contato prazeroso, sentindo Seungri descer com a língua por todo seu membro, chupando todo seu pré gozo enquanto as unhas dele arranhava toda a pele de suas coxas. Achou que gozaria ali pois nunca se sentiu tão provocado antes como foi a manhã toda. Era como se sentisse que seu membro iria soltar litros de goza a qualquer momento. 

Seungri continuou a arranhar as coxas de Jiyong e de uma vez só o abocanhou, descendo devagarzinho até a glande encostar na sua garganta, escutando o gemido gostoso do maior.

Pôs sua língua pra fora e começou a  descer e subir com seus lábios, suas bochechas o sugando forte, sua saliva o molhando e se misturando com o pre gozo dele. O membro do Seungri dentro da boxer já estava duro novamente com os gemidos que Jiyong dava.

Seungri retirou sua boca do membro dele e olhou intensamente, pondo a língua pra fora em um pedido mudo para que Jiyong fodesse sua boca, já que estava se controlando pra não falar de uma maneira tão explicita assim. Coisa que Seungri sabia que não conseguiria manter quando Jiyong tivesse dentro de si.  Pois era o único momento que pelo tamanho prazer esquecia de tudo e soltava os palavrões mais sujos que conhecia.

Jiyong olhou aquela boquinha aberta com a língua pra fora e sem pensar estocou seu membro ali que foi abrigado tão bem, pois Seungri amava chupa-lo. Uma das suas mãos agarraram os cabelos do namorado e foi preciso apenas mais três estocadas na garganta do menor para saber que não aguentaria mais. 

Retirou seu membro da boca de Seungri. 

— Ainda quer que eu goze na sua boca? — Resolveu checar novamente.

Seungri assentiu rapidamente, mordendo os lábios ao ver que Jiyong gozaria tão rápido.  Não tinha nem um minuto e ele estava achando aquilo tão excitante. Porque foi por causa dele.

— Bota a língua pra fora! — Jiyong gemeu alto logo depois da frase e Seungri imediatamente abriu os lábios e pôs a língua pra fora, suas mãos apertando mais forte as coxas de Jiyong, seus pés se remexendo por seu pau estar duro novamente. E se sentindo tão excitado por ter a visão do membro de Jiyong pulsando no seu rosto.

E em questão de um segundo Jiyong sentiu jatos fortes e longos sair do seu membro, seus gemidos sendo altos e fortes encarando o rosto de Seungri enquanto gozava em toda sua cara, sua porra batendo forte e em grande quantidade na língua dele que continuou para fora esperando por mais, até a última gota. Jiyong achou que nunca havia gozado tanto pôs ao ver aquele rosto lindo com goza nas bochechas, lábios e língua soltou mais dois jatos dentro da boca do menor até finalmente não sair mais nada dentro de si, chegando um pouco pra trás e sentando na barriga de Seungri, respirando fundo e sentindo a sensação do seu orgasmo.

Seungri olhou intensamente pra Jiyong e pôs sua língua pra dentro, engolindo tudo que ele despejou ali e em seguida passando ela pelos seus lábios que também tinha goza, engolindo dali também. Como se não bastasse, levou seus dedos até suas bochechas e as limpou, logo em seguida chupando seus dedos.

E Jiyong ao ver aquela cena totalmente excitante percebeu que  além de Seungri adorar o chupar, agora adora o engolir.

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— Então você fez mesmo? — Seungri murmurou um ''uhum'' escutando um grito animado de Daesung do outro lado da linha. — Me conta tudo, eu quero detalhes! — Seungri acabou rindo com a animação do amigo. 

— Eu não vou contar nada. — O garoto passou sua mão que não segurava o celular pelos cabelos molhados, havia acabado de tomar banho. Se agachou para olhar o forno e ver se os biscoitos que estava fazendo estavam prontos, ao ver que não, pulou em cima da bancada da sua cozinha, se sentando ali.  

  — Argh! — Escutou as respirações frutadas de Dae e acabou rindo em silencio com aquilo, passando seu dedo indicador pela calda  que sobrou de chocolate da vasilha ao seu lado. Levou o seu dedo ao seu lábio, o chupando para logo em seguida escutar o amigo falar novamente. —  Eu te dei a ideia, isso não é justo! Pode pelo menos me falar se ele te fodeu com força? 

Seungri quase se engasgou com o próprio dedo na boca, o retirando dali e olhando ao redor para ver se seus pais estavam por perto. Não estavam. E mesmo que se estivessem não escutariam nada, mas Seungri sempre tinha a impressão que se qualquer pessoa olhasse em seus olhos quando ele estava nervoso então descobririam muitas coisas. 

— Não, Dae! Não chegamos a fazer isso ainda... porque meus pais e os dele ainda não foram viajar, mas isso não significa que não fizemos outras coisas... —  Seungri provoca o amigo sabendo que ele ficaria mais curioso ainda. 

  — Você é tão mau! Eu espero que GD te de uma lição, se é que você me entende... —  Daesung insinuou e Seungri passou a mão nas bochechas, sentindo elas quentes. — Eu vou desligar. Mas como amigo eu quero da alguns conselhos. — Seungri prestou atenção,  realmente achando que Daesung agora falava de outra coisa. — Aconselho a vocês ficarem com as portas e janelas trancadas, não importa se é na sua casa ou na dele, seus pais não vão estar aí mas os vizinhos sim. Então tentem não gritar muito. Como sei que vocês vão fazer isso pelo resto do final de semana e sem parar, não esqueçam de dar pelo menos uma paradinha pra comer e tomem bastante água, senão vocês vão pro colégio na segunda com kilos a menos. E— Foi interrompido por um Seungri totalmente envergonhado.

— Aish, Dae!  Para com isso, é vergonhoso! —  Escutava a risada do amigo, sabendo que ele adorava o provocar e só falava aquelas coisas para o ver daquele jeito. — Tchau!

Mesmo assim não estava irritado, por isso desligou rindo. 

Pôs seu celular sobre bancada e pegou a vasilha, a colocando sobre seu colo e passando os dedos no chocolate como uma criança. 

Ouviu o barulho da porta da cozinha ser aberta e olhou lentamente pra frente, vendo Jiyong entrar já com outra roupa. Rapidamente escondeu inutilmente a vasilha atrás de si. 

 — Nem vem. É tudo meu! — Declarou como sempre fazia quando suas mães, ou eles mesmo faziam bolos ou qualquer coisa que sobrava na vasilha. Eles sempre brigavam por ela. 

  — Não acredito que você está comendo calda de chocolate sem mim. Traidor! — Jiyong disse emburrado e caminhou até o garoto que estava sentado sobre a bancada, Seungri pegou a vasilha e levantou com as mãos pra cima, para que Jiyong não alcançasse.

— Não! Sai daqui! É tudo meu! —  Declarou, mas viu Jiyong cruzar os braços, as bochechas inflando, ficando maiores e mais fofas. Seungri não resistiu e se esticou pra pegar a colher de pau que usou para fazer a calda dos biscoitos. Mergulhou a colher na vasilha e esticou para Jiyong. —  Você pode ficar com isso daqui.

Jiyong o olhou incrédulo, mas com vontade de rir porque sempre era assim. Ele sempre ficava com a colher e Seungri com a vasilha. Negou com a cabeça e pegou a colher da mão do garoto, lambendo ela. 

  — Cade seus pais? Os meus já estão no carro esperando eles. — O maior comentou, se afastando de Seungri pra olhar no forno o que ele estava fazendo, vendo que era biscoitos sorriu e aproveitou pra desligar o fogão e tirar o tabuleiro com os cookies com gotas de chocolate de lá, porque já estava pronto. Botou em cima da pia pra que esfriasse. — Por que você fez meus biscoitos favoritos? 

O maior voltou a se aproximar de Seungri, ficando entre as pernas do garoto e  tomando cuidado pra colher não sujar o pequeno. 

  — Porque eu gosto de te agradar. — Seungri disse do jeito fofo dele e Jiyong sorriu, ficando nas pontas dos pés pra alcançar as bochechas do namorado, já que ele estava maior por estar sentado na bancada. Deixou beijinhos ali.

— Então me agrade me dando mais. —  Se referiu a calda e tentou colocar a colher dentro da vasilha mas o garoto a afastou.

— Nem pensar!

— Para de ser ruim! — Resmungou.

— Eu não divido doces, você sabe! —  Resmungou de volta e pulou da bancada para se afastar de Jiyong, mas ele estava indo atras de si dentro da cozinha e tentando pegar mais da calda. — Jiyong! —  Alertou como um gatinho bravo e o maior riu. 

Mas antes que conseguisse pegar, a porta da cozinha foi aberta pelos pais de Seungri. 

 — Já estamos indo. — A mãe do menor disse e Seungri correu até ela e seu pai para se despedir. 

Foram gastados uns bons minutos dos pais do garoto se despedindo dele, porque eles eram protetores demais e não importava se Seungri tinha 18 anos e que já tivesse ficado sozinho várias vezes, os pais dele ainda se preocupavam. Se despediram de Jiyong e esse já havia se despedido dos próprios pais então não saiu para vê-los. E depois de muita hesitação de deixar Seungri sozinho e do pai do mesmo jogar indiretas para Jiyong ''tomar cuidado onde põe as maõs'' eles foram finalmente viajar. Agora Jiyong e Seungri tinha um final de semana inteiro sozinhos. 

  —  Eu não acredito que você aproveitou que eu fui leva-los até a porta pra comer meu chocolate! —  Seungri gritou assim que entrou na cozinha e viu Jiyong com sua vasilha comendo praticamente toda a calda 

Antes que o maior pudesse falar alguma coisa, Seungri pegou a vasilha de suas mãos como se fosse a coisa mais preciosa do mundo. 

  — Aish. Você é muito mau. Fica com ela então, eu não queria mesmo. — Resmungou se fingindo de bravo. Seungri  o olhou com cautela para ver se ele estava realmente irritado. — Fica com os biscoitos também. Eu não queria mesmo.

— Mas eu fiz pra você...

— Tem chocolate ali também, talvez você queira comer sozinho. — Dramatizou sem olhar para o garoto.

Seungri negou várias vezes com a cabeça.

— Não! — Andou até o namorado, ficando na frente dele. — Pode ficar, eu divido com você.

Jiyong tinha vontade de morrer pelo menor ser tão fofo, e ainda mais por acreditar que ele estava realmente chateado quando na verdade achava Seungri um gatinho raivoso quando o assunto era doce. 

Jiyong negou com a cabeça, fazendo birra. Um bico involuntário se formou nos lábios do menor. Seungri não disse nada, apenas passou seu dedo na calda e deixou a vasilha em cima da mesa, seu dedo sendo mostrado para Jiyong mas esse só negava com a cabeça, dizendo que não queria. Mas como o menor era teimoso tentou colocar seu dedo dentro da boca do maior o que resultou nos lábios dele com chocolate, o menor rindo. 

Aproximou seu rosto e deixou um selinho nos lábios sujos de chocolate, em seguida chupando o lábio de Jiyong até ficar limpinho. Seungri se embalou nos braços do maior, apoiando sua cabeça no peito dele. 

  — Você não quer mesmo os biscoitos? — perguntou em um tom triste e Jiyong quase se sentiu mal por ter ficado emburrado de brincadeira, só não se sentindo mal porque estava sentindo amor pelo menor.

— Você é tão fofo. — Disse o abraçando de volta e o apertando o máximo que conseguia, como se ele fosse um ursinho. — Eu estava brincando, bebê. É claro que vou comer seus biscoitos e eu não estava chateado. É que eu gosto de ver você parecer um gatinho irritado.

— Idiota. — Sussurrou o menor contra o peito de Jiyong, não querendo o soltar porque ele estava com um cheirinho muito bom.  

  — Você sabe que eu te amo, não é? — Perguntou porque sentia a necessidade de avisa-lo isso. Era como se não dissesse o suficiente e queria que o garoto nunca se questionasse, que sempre soubesse. Que sempre tivesse absoluta certeza. 

Seungri o olhou através dos fios molhados no seu rosto, fazendo Jiyong retira-los dali. Seu coração sempre reagindo tão acelerado por conta das palavras dele, sempre se sentindo tão alegre. Não conseguiu evitar sorrir como um idiota apaixonado e assentir rápido. 

  — E que eu amo cada pedacinho de você? — Seungri assentiu novamente, tão feliz como uma criança que recebe um presente que tanto queria, Jiyong sorrindo admirado. —  Você é lindo, bebê.

— Seu intuito é me fazer chorar? — O menor perguntou em um tom de brincadeira e Jiyong riu, mas em seguida viu que os olhos de Seungri realmente estava se enchendo de lágrimas. Então imediatamente voltou abraça-lo. 

— Ei, não faça isso! Eu só queria confirmar o que você sabia. Você sabe que eu gosto de te garantir isso por todos os anos que não falei. Okay? — Seungri acabou rindo, por sempre ser tão sensível a qualquer coisa que Jiyong faça.

— Okay, mas você sabe que eu ainda não me acostumei e talvez eu nunca me acostume porque é tão bom que parece surreal... eu te amo muito também, você sabe que sempre amei... Jiyong oppa é lindo. — Jiyong riu pela forma que Seungri falou e esse também deu uma risadinha apaixonada.  

O maior achava que Seungri era tudo para si e não aguentou não atacar aqueles lábios doces, não pelo chocolate e sim porque tudo em Seungri era doce. 

Eles podiam estar sendo carinhosos um com o outro mas tinham noção que em uma parte da mente deles haviam pensamentos sujos de lembranças de uma manhã quente e vontades de um inicio de uma noite que seria bem mais quente ainda. Haviam notado que o clima na atmosfera havia mudado assim que os pais de ambos finalmente foram viajar. Mas que esses pensamentos estavam presos e temporariamente esquecidos, mas que não conseguiram evitar relembrar após seus corações acelerarem tanto na presença e palavras um do outro e pelo encostar de lábios que no segundo seguinte se tornou algo faminto e desesperado. 

Jiyong desceu suas mãos pelo corpo do menor até elas agarrarem as coxas dele e com o impulso do mesmo o pegar no colo apenas para o colocar de volta sentado na bancada da cozinha. 

Seus dentes puxaram lentamente o lábio do garoto, aproveitando cada segundo daqueles lábios doces e em seguida passando a ponta da linguá neles, só para que Seungri logo depois capturasse sua linguá e a chupasse de um jeito obsceno para eles retornarem o beijo. As mãos de Seungri estavam nos cabelos de Jiyong e os puxava um pouco pois sabia que Jiyong adorava aquilo, estava fazendo de propósito. Suas pernas se prenderam mais ao redor da cintura de Jiyong, o trazendo mais pra perto, se isso fosse possível. As mãos do maior ainda nas suas coxas, apertando de leve, demonstrando que tem poder sobre seu corpo que estava se arrepiando e reagindo a aquilo. Adorava quando Jiyong conseguia ser tão obsceno apenas com a lingua dentro da sua boca, os movimentos que ele fazia, o barulho molhado que seus lábios davam ao se estalarem, as respirações pesadas e a vontade de nunca parar o beijo mesmo com a falta de ar. O jeito que o maior rosnava baixinho em aprovação por estar puxando seus cabelos. 

Eles separaram os lábios quando Jiyong ofegou baixinho, as mãos nas coxas de Seungri, ambos sorriram rapidamente com os lábios levemente encostados um no outro, os olhos foram abertos e eles se encararam com intensidade. 

 — Panda... — Chamou e em seguida puxou o corpo do menor pra frente de uma vez só, seus quadris imediatamente se chocando fazendo Seungri soltar um suspiro surpreso, fechando os olhos ao sentir os lábios de Jiyong em seu pescoço. — Você quer, não quer? 

  — M-muito... — Ambos entenderam a mensagem um do outro  e Jiyong arrancou de uma vez só a camisa do namorado, expondo o torso magrinho e que implorava por marcas. O piercing que o deixava mais sexy ainda, a barriguinha que daqui a alguns minutos vai estar se contraindo de prazer. 

A pele dele cheirava a sabonete e um perfume doce, Jiyong se inclinou e chupou a pele de sua clavícula, de um jeito lento e não tão forte, porque não queria causar dor no menor e sim prazer. Não demorou pra pele ficar vermelha e Jiyong arrastar seus lábios pela clavícula marcada lentamente, arrancando suspiros do menor que apertava suas pernas ao redor dele. As mãos nos cabelos de Jiyong o guiava cegamente, o ditando o que fazer, Seungri ao menos percebendo, e o maior sorria malicioso com isso. Jiyong obedeceu, a pontinha da lingua desceu até o piercing, o dedo desceu ao outro mamilo e a ponta começou a brincar no mesmo ritmo que sua lingua no mamilo que estava com piercing, lentamente, causando arrepios profundos em Seungri. Suas pernas em torno de Jiyong inquietas o apertando cada vez mais. Com certeza tinha noção que a cintura do maior ficaria marcada de vermelho, mas não se importava já que Jiyong estava o marcando também. 

Inicialmente teve vergonha por gemer tão aberto só pelos lábios e dedos em seus mamilos, mas sabia que não deveria ter vergonha de Jiyong, embora suas bochechas não soubessem disso e insistissem em ficarem vermelhas. Mas suas mãos acabaram por sair dos cabelos do namorado e se apoiaram na bancada, assistindo Jiyong arrancar gemidos de si por aquela tortura em um local que o maior sabia que o deixava tão sensível. Queria tanto Jiyong que parecia que aquela vontade já não cabia mais dentro de si. 

E depois do maior deixar seus mamilos extremamente sensíveis e vermelhos, fazendo seu corpo sentir um grande prazer só com aquilo, ele marcou seu torso com várias manchinhas vermelhas, sua barriga foi recebida por várias mordidas fracas o que o fazia se contrair, e Jiyong gostava de vê-la se contraindo, ainda mais quando estava no ápice do prazer e a beira de um orgasmo, se contraia tanto que quase não existia pois Seungri já era magro, as costelas apareciam e Jiyong tinha medo de quebra-lo, mas ao mesmo tempo tinha vontade de continuar até Seungri gritar mais e mais, até ele se liberar. Com esse pensamento Jiyong estava na insanidade de querer se aprofundar logo no namorado. Por isso desceu e desceu, viu Seungri aumentar a respiração em expectativa, seus dentes marcaram a v-line dele, e os dedos foram rápidos em abrir  bermuda jeans, e diferente de toda lentidão de seus beijos Jiyong abaixou a peça de roupa rapidamente, tirando Seungri da bancada, o fazendo ficar de pé, já ele estava ajoelhado aos seus pés, como teoricamente sempre esteve. 

Quis xingar Seungri por ele estar de boxer vermelha contrastando com a pele clara. 

  — Você fez isso pra me provocar não foi? —  Perguntou retoricamente sem tirar os olhos daquela peça atrativa, não mais que o membro do garoto tão duro como estava. A respiração do menor era audível e era quase notório a ansiedade dele pelo jeito que seu corpo reagia a tão pouco. — Fica peladinho pra mim, hum? —  Jiyong pediu com aquela voz que fazia Seungri sentir mais tesão ainda. O menor assentiu rápido com a cabeça e ajudou Jiyong a tirar a boxer. 

Jiyong estava amando ver Seungri nu primeiro porque queria brincar bastante com ele. 

  — Você está tão duro, bebê... — Jiyong sussurrou, sua respiração batendo quente contra o membro do garoto. Seungri mordeu os lábios, ansioso. Não tinha sido fácil se controlar e não ter nenhum toque intimo de Jiyong durante o ultime mês, ele mal teve toques naquela manhã porque Jiyong estava o provocando. Agora Seungri  só ansiava por aquilo. 

  — Ji... — Gemeu quando o maior passaou a lingua quente lentamente sobre sua glande. olhar ele ajoelhado era uma das cenas mais excitantes que já viu. 

Jiyong pressionou a lingua na glande de Seungri de uma maneira forte, mas suas mãos não estavam mais nele e seus lábios não se fecharam em seu membro. Naquele dia torturaria tanto Seungri ao ponto do garoto não reconhecer quem é ou o que diz.

Se afastou e olhou para Seungri, era nítido em sua feição que queria que o chupasse, mas também não pediu ou empurrou seu membro pra boca de Jiyong, era o que o maior queria. Seungri descontrolado. 

Sorriu e levou suas mãos até a cintura do namorado, fazendo ele se virar e ficar de costas, apoiado na bancada. Sua mão empurrou as costas dele pra que se inclina-se e Seungri acabou empinando um pouco. Jiyong ofegou com a visão daquela bunda perfeita e cheinha, suas mãos as agarrando com força, separando as nádegas e lambendo lentamente a entrada do garoto, a respiração desse engatando por finalmente Jiyong o tocar ali, suas pernas tremeram e inconscientemente se empinou mais. Jiyong retirou seu rosto dali e não aguentando deu um tapinha em uma das nádegas, fazendo o barulho ecoar pela cozinha e Seungri suspirar em aprovação. Ele era tão safado que Jiyong tinha vontade de gravar Seungri. 

Sua lingua voltou pra entrada do garoto que já estava sendo tocada desde de manhã e que estava sensível com aquilo. A ponta da sua lingua passou por ela toda varias vezes, pressionando ali de um jeito forte. Não precisou fazer com que Seungri se inclina-se mais porque o mesmo fez aquilo por conta própria, apoiando suas mãos na bancada, afastando as pernas o máximo que conseguiu e empinando sua bunda pra lingua de Jiyong, assim que fez isso a mesma entrando dentro da sua entrada. 

— J-Jiyong, por favor continua... — Gemia manhoso e aquilo só aumentou quando Jiyong atendeu seus pedidos e rodiava sua lingua dentro de si, melando toda sua entrada e a lambendo de um jeito totalmente gostoso.

Tentou tocar seu membro que o dia todo estava pedindo por toques mais íntimos e prolongados, mas Jiyong quando viu a mão do garoto parar lá a retirou imediatamente, reprovando a atitude. Seungri ficou frustrado e imediatamente levou a mão que queria tocar seu membro para os cabelos de Jiyong, se inclinou pra trás, tentando olha-lo e puxou os cabelos do mesmo forçando o rosto dele pra sua bunda. 

Jiyong se afastou apenas por alguns segundos, rosnando com aquela atitude , suas mãos maltratando as nadegas que agora estavam vermelhas e marcadas por conta dos seus apertos. 

— Rebola no meu rosto, Ri. Se esfrega na minha lingua. — Mandou e o menor sentiu mais tesão ainda se fosse possível, virou seu rosto pra trás pra ver Jiyong paradinho esperando ele fazer o que mandou.

Seungri continuou olhando descaradamente pra Jiyong e empinou sua bunda até estar encostando no rosto do maior, sentiu a lingua dele novamente tocando sua entrada mas ficando parada, esperando seus movimentos. Então rebolou bem devagar contra o rosto do namorado, sentindo a lingua raspando lentamente na sua entrada, choramingou com a visão que tinha de Jiyong tocando o próprio membro por cima da calça de moletom e os barulhos obscenos que ele fazia, gemendo baixinho contra sua entrada.

O menor virou pra frente, encostando sua cabeça na bancada e fechando os olhos em puro prazer, sua bunda não conseguindo parar de rebolar na cara de Jiyong, gostava da lingua dele bem devagar, explorando cada centímetro da sua entrada que implorava por toques, tão sensível e pronta pra Jiyong fode-la quantas vezes ele quisesse.

Jiyong sentia o próprio membro na mão, através do pano da calça, estaria mentindo se dissesse que vestia cueca porque não vestia, ele só facilitou as coisas na hora que fosse tirar suas roupas. Sua mão adentrou a calça e segurou o membro que pulsou em sua mão imaginando que ao invés da sua lingua podia ser seu pau no meio da bunda de Seungri.

Queria fode-lo mas também queria continua com sua lingua ali e vendo a cena mais obscena de todas: Seungri rebolando na sua cara. Queria faze-lo gozar só com aquilo, sem ele se tocar. Queria ver o membro do garoto vermelho de tão sensível, pulsando por toques, sentindo prazer sem ser tocado, queria ver Seungri gozar mesmo sem ser tocado e só com sua lingua.

Mas não sabia se aguentaria esperar mais, eles inclusive poderia ir pro quarto mas Jiyong tava querendo aquilo tanto a 1 mês que não queria perder tempo. Foda-se se eles estavam na cozinha.

Por isso parou de lamber o garoto e voltou a ficar em pé, fazendo Seungri virar-se pra si. O garoto estava todo vulnerável e peladinho pra ele, seu olhar dizia que Jiyong podia fazer qualquer coisa com ele. Sua expressão parecia de alguém chorosa, mas na verdade era só prazer, e aquilo era excitante demais.

— Você me quis te tocando a manha toda, não é?

— Eu estou te querendo desda nossa ultima vez... — Seungri confessou, ganhando outro tapinha na bunda, seus lábios sendo mordidos por Jiyong e seu corpo sendo puxado contra o dele.

— Eu fico me perguntando quantas vezes você gozou pensando em mim nesses últimos dias. Quantas vezes você quase desistiu dos nossos estudos e quase me implorou pra que eu te fode-se com seus pais no quarto ao lado. Quantas vezes você ficou de quatro com aquele vibrador dentro de você enquanto gemia contra o travesseiro  o meu nome...  — O maior dizia contra os lábios desejosos de Seungri, esse mantinha os olhos fechados, agarrando com força Jiyong contra sia, inconscientemente esfregando seu membro lentamente contra  coberto de jiyong que estava tão duro contra o seu, gemidinhos baixos saindo dos seus lábios ao lembrar de todas as vezes que se masturbou tão forte querendo que fosse Jiyong, então soltou um ''tantas vezes'' bem baixo, em resposta ao namorado. — É? Eu vou te dar um vibrador bem maior que aquele, do tamanho do meu pau pra você sentar nele todos os dias que eu não puder te foder como você gosta... eu quero que você grave você se fodendo e gozando me chamando, e me mande. Eu quero você implorando por mim todos os dias. — Seungri gemeu arrastado enquanto soltava vários ''por favor'' suas pernas estavam bambas, seu membro nunca esteve tão molhado e ele podia sentir sua entrada pulsando pelo pau do maior. — Eu vou te foder, aqui e agora. Nessa cozinha. E nos próximos dias e m todos os cantos da casa. 

 — V-Vai? — Seungri perguntou com uma luxuria no olhar que fez Jiyong ficar mais quente ainda. Não fazia sol mas eles estavam com tanto calor que não se surpreenderiam se começassem a soar. Sentiu as mãos de Seungri em sua cintura e puxar a camisa, a arrancando rapidamente de si. — Você me garante que vai? Eu preciso tanto disso... E-Eu quero tanto você... 

Soube que Seungri não se controlaria a partir dali, e Jiyong estava amando aquilo, podia jurar que sentiu seu membro ficar mais molhado ao escutar o menor, teve certeza quando esse caiu de joelhos em frente de si, abaixou sua calça e antes mesmo de tira-la abocanhou rapidamente seu membro, assim que o mesmo bateu contra o rosto dele, sujando a bochecha de pre gozo. Seungri estava sedento. Ele queria Jiyong dentro de si o mais rápido possível, assim como o queria em sua boca e queria ele bem molhado para entrar em si, e não passava na sua cabeça subir as escadas e pegar lubrificante,  até porque ele nem tinha mais, gastou tudo naquela manha botando no vibrador,e nem pensar que iria fazer Jiyong buscar. Eles não queriam aquilo, eles precisam foder logo. 

A forma que Seungri o engoliu direto até a garganta fez Jiyong se engasgar com a própria saliva e sua respiração engatar, logo em seguida sua voz voltando em um gemido extremamente longo e prazeroso quando o menor começou a chupa-lo inteiro, lentamente primeiro, e depois rápido, cada centímetro na boca, nos lábios, na língua, o babando todo, o sugando e fazendo barulhos de sucção. A boca de Seungri estava sedenta pelo pau de Jiyong, mas não tanto como sua entrada. 

  — Está apressado, hum?  — Suas mãos foram imediatamente para os cabelos de Seungri, mas não precisou fazer nada, sequer movimentar os quadris, pois o garoto estava o chupando de uma maneira rápida e forte. — Sua boquinha é tão gostosa, bebê. Porra, você é tão bom... 

Jiyong não sabia o que estava o fazendo gemer mais, se era os lábios apertados do namorado contra seu pau, se era a visão dele peladinho e de joelhos com o corpo implorando por toques, se era a visão de seu rosto vermelho e com lagrimas nos olhos por estar o engolindo rápido até a garganta, ou se era os barulhos que o garoto estava fazendo com a boca. A unica coisa que tinha noção é que estava gemendo tanto com aquilo e que suas pernas estavam começando a ficarem bambas, e ele precisava tanto estar dentro do garoto que não sabia se iria durar tanto tempo, ele apenas precisava. 

Por isso se afastou porque não importava se ele gozaria rápido, ele só precisava estar dentro de Seungri, nem que fosse por um segundo. 

Não pensou duas vezes antes de levantar o garoto e conduzi-lo até a mesa de vidro da cozinha e coloca-lo sentado ali. Foda-se se era uma mesa onde era pra comer alimentos, naquele momento Jiyong queria era comer Seungri. Não importava onde. 

Sorriu divertido quando viu que Seungri, aquele menino que sempre foi tão certinho nem se quer protestou, Seungri apoiou as mãos na mesa e sorriu para Jiyong, tão ansioso quanto. 

O maior chutou a peça de roupa que ainda estava presa em seus pés, ficando finalmente nu. Acompanhou com o olhar Seungri direcionar as mãos até seu peitoral e passa-las pelo seu corpo lentamente. As mãos do garoto desceram até sua cintura e o puxou para o meio de suas pernas. Amava o corpo de Jiyong, amava tudo nele. 

  — Você é tão lindo... — O menor comentou, se fosse possível seu corpo ficando mais quente por ter a visão do de Jiyong. — Tão... tão lindo.

O maior sorriu e juntou seus lábios nos de Seungri para um beijo rápido.

— Abre as pernas pra mim... — Pediu e Seungri ficou com a respiração mais pesada, imediatamente colocando seu corpo mais em cima da mesa e apoiando seus pés nela, ele ainda não mostrava nada porque para ele aquela posição era muito constrangedora e não importava se ele estava morrendo de tesão, ele ainda era tímido. Deitou suas costas na mesa de vidro, ficando completamente sobre ela,  suas mãos tamparam seu rosto e ele afastou suas pernas, ficando totalmente exposto para Jiyong. O maior analisou aquele corpinho totalmente entregue, o torso de Seungri subia e descia rápido por conta da respiração pesada, e era totalmente pecaminosa a forma como ele estava exposto e Jiyong quase não conseguiu se controlar, quase enfiou seu membro no garoto sem nenhuma preparação. Seungri escutou perfeitamente o gemido do maior, retirando suas mãos do rosto pra encara-lo chupando os próprios dedos em pura provocação porque o maior estava evitando tocar seu membro só pra deixa-lo mais louco, e tudo que Seungri queria era que seus lábios ao invés de estarem envolvidos em seus dedos estivesse em seu membro. Mas mordeu os lábios com aquela visão.  Viu o maior retirar os dedos da boca e acabou fechando os olhos quando os sentiu massageando sua entrada lentamente. —  Você não tem noção do quanto você é gostoso, bebê. Eu quase não me controlei, eu queria entrar em você assim que vi essa sua entradinha pulsando. Eu não vou demorar pra te dar o que você quer... — Jiyong disse enquanto sentia a entrada do garoto pulsando em seus dedos, querendo algo dentro de si. O menor gemeu baixinho e levou as mãos pro lado da sua cabeça, rebolando bem devagar sobre as pontas dos dedos molhados do namorado. 

Seungri sentiu o membro quente e totalmente molhado por causa do pre-gozo e saliva de Jiyong sobre sua coxa, ele estava quente o que fez Seungri só ansiar mais por ele. O maior afastou seus dedos e pegou no próprio membro, o guiando até a entrada do garoto e massageando a glande ali, fazendo os dois gemerem. A entrada do garoto estava pulsando tanto que se Jiyong a forçasse apenas um pouco ela o engoliria. Mordeu os lábios com força, quase os machucando. 

  — Ji... por favor, não me tortura... eu... O-Oh meu Deus... —  O garoto se interrompeu pra gemer quando Jiyong afastou seu membro e enfiou dois dedos de uma vez dentro dele. 

Doeu um pouco, mas não tanto como seria caso Seungri não tivesse passado a manhã toda com um vibrador dentro dele. Sua entrada já estava esperando por aquilo, mas Jiyong esperou alguns segundos para movimentar seus dedos, segundos esses que passaram como uma tortura para ambos mas que foi necessário. E quando Jiyong finalmente movimentou seus dedos Seungri soltou um gemido longo, uma ardência gostosa se instalou em seu corpo quando Jiyong afastou os dedos dentro de si, o tesourando, o abrindo mais de uma forma rápida, pra logo depois enterrar bem mais fundo até encostar em seu ponto sensível ao mesmo tempo que sua outra mão se encheu com a carne da bunda. 

  — E-Eu... Eu quero você... — Seungri disse entre os gemidos.

  — Quer, hum? — Seungri assentiu rápido e perdeu a voz quando Jiyong se inclinou e finalmente deu atenção para seu membro, o abocanhando, sem deixar de retirar o dedos dentro de si.

Suas costas arquearam na mesa de vidro, suas unhas arranhavam a mesa e quando sua voz voltou foi como um grito.

Jiyong chupava o membro do menor lentamente, seus lábios descendo nele todo, já os dedos iam rápidos e em uma das investidas encostaram na próstata do garoto que já se contorcia todo em cima da mesa. Os gemidos dele eram como musica para os ouvidos de Jiyong.

O maior mal teve tempo de prepara-lo porque já não aguentava mais esperar. Retirou sua boca do membro de Seungri fazendo um barulho obsceno, seus dedos continuaram e ele xingou alto quando escutou o celular do garoto tocando em cima da bancada, ao lado da mesa.

A vida estava brincando com ele, foi o que Jiyong constatou ao  olhar para tela e ver que quem ligava era a mãe de Seungri. 

O menor também olhou para o celular mas mal conseguia prestar atenção, nem o barulho irritante dos toques o fazia se desconcentrar  dos dedos gostosos de Jiyong. Sabia que ficaria sem voz no dia seguinte pelo tanto que gemia e sabia que iria gemer muito mais. 

  — Shh, bebê. —  Jiyong pediu e se esticou para pegar o celular de Seungri, esse achou que eles dariam um tempo em tudo aquilo para atender a ligação mas Jiyong simplesmente não retirou os dedos de dentro de Seungri, pelo contrário, os enfiou mais rápido, torturando o ponto sensível dele, fazendo o garoto choramingar  mas logo em seguida morder o próprio braço ao ver que Jiyong havia atendido o celular. — Oi, tia... Seungri está tomando banho. — Jiyong falava mas seus olhos estavam na entrada do garoto, assistindo como ela engolia seus dedos com vontade. Viu Seungri arquear as costas novamente e pressionar os olhos com força, os dentes se próprio se mordendo. Ele estava tão lindo sentindo todo aquele prazer que Jiyong mal conseguiu ouvir o que a mãe de Seungri lhe disse, apenas retirou rapidamente os dedos do garoto, puxando o braço do namorado da boca e levando sua mão livre até ela, pressionando forte os lábios dele e enfiando de uma vez seu membro na entrada. — A-Ah sim... — não sabia se foi uma resposta pelo que a mãe de Seungri estava falando ou se foi um gemido. Sentia os dentes de Seungri contra sua mão e seu gemido abafado, mesmo assim alto.  


Jiyong não soube se a mãe de Seungri escutou aquele gemido delicioso do menor, pouco se importava. A unica coisa que conseguia sentir no momento era a entrada quente de Seungri o apertando de uma forma gostosa, era os dentes dele mordendo sua mão, a respiração pesada depois do gemido ao ser penetrado de uma só vez.  

Jiyong sabia que tinha que esperar alguns segundos antes de começar a se mexer, mas ele também sabia que não conseguiria controlar seus quadris assim que os movimentos viessem. Tudo aquilo estava o deixando louco, ele acabaria quebrando aquela mesa de vidro. 
 

Sua mente era apenas: SeungriSeungriSeungri. Mal escutava o que a mãe do garoto falava, apenas retirou a mão da boca dele e rodeou a cintura, lhe abraçando com um braço só e o retirando daquela mesa. Aquilo fez seu membro sair do garoto. 

Seungri se agarrou ao pescoço de Jiyong assim como suas pernas o quadril dele. Sentia sua entrada queimando pela estocada que recebeu mas que mesmo assim queria o membro de Jiyong de novo ali. 

Jiyong o levou até a sala ainda falando com a mãe do garoto ao telefone. Seungri sentiu ser colocado sobre o braço do sofá, Jiyong entre suas pernas. 
 

Encarou Jiyong com desejo e viu ele mimicar um ''fica quietinho, bebê'' e logo em seguida o membro dele o adentrar de novo. Arqueou as costas em puro prazer, as mãos apertando o tecido do sofá. 

 —  É que ele derramou chocolate na roupa, por isso está tomando outro banho... — Jiyong tentou se manter parado mas não conseguiu quando seus olhos bateram em seu membro sendo engolido daquela forma gostosa. — Sim... ele é tão... t-tão gos-distraído... —  Jiyong fechou os olhos ao retirar seu membro do garoto e estoca-lo novamente, mas logo em seguida abriu novamente ao para ver a reação do namorado. Seungri havia parado de apertar o sofá e levou as mãozinhas para o abdômen de Jiyong, sussurrando um ''por favor'' totalmente dengoso. Então Jiyong lhe deu o que ele queria, pressionando a glande na próstata dele, Seungri nao conseguiu segurar o gemido, mas Jiyong tampou o celular a tempo. Não continuou estocando ele mas também não deixou de pressionar sua glande dura no ponto sensível. Os olhos de Seungri estavam lacrimejando de prazer e seu corpinho tremendo. Jiyong sabia que ele gozaria em segundos mas não estava o julgando, já que tinha noção que poderia gozar assim que entrasse no garoto. Os dois estavam no mesmo barco, necessitados um do outro a um mês. Eles não aguentariam, mas não estavam se importando, foda-se se gozariam tão rápido, eles iriam gozar mais vezes. 
 

A entrada de Seungri estava quente demais, Jiyong queria chorar com aquela sensação gostosa, estava tão sensível quanto o namorado. 
 

  — Pode deixar que eu aviso sim... — Jiyong sussurrou para mãe de Seungri, tentou fazer com que sua voz soasse normal e não entre gemidos que queria soltar. Tampou o celular e sussurrou bem baixo para seu namorado: —  Fica quietinho, hum? — Pediu pois começou a estoca-lo, mesmo que fosse lento era sem parar. 

Seungri arranhou com força o peito de Jiyong, tentando depositar ali toda sua vontade que tinha de gemer alto pelo maior estar indo sem parar em seu ponto sensível. Uma vez que tinha noção que gozaria só de te-lo dentro de si depois de tanto tempo Seungri não sabia como estava conseguindo se controlar pra não vim. Ele queria aquilo naquele momento, queria vim forte e gritar de prazer e alivio por finalmente estar gozando com Jiyong dentro de si. Ele olhava para seu membro totalmente duro e necessitado soltando pré-gozo e melando sua barriga e tinha noção que a qualquer instante não conseguiria aguentar mais e dali sairia todo seu prazer. Não saberia se conseguiria se manter quieto. Ele já se sentia pervertido demais por estar gostando de fazer aquilo enquanto Jiyong falava com sua mãe. Lembrou do pedido dos seus pais para que Jiyong cuidasse dele, e o maior realmente estava. Estava muito bem cuidando de si, não queria imaginar a cara de seus pais ao ouviram seus gemidos altos, provando aquilo. Mas acabou sorrindo malicioso com o pensamento, já não sabia onde tinha ido parar sua sanidade. 

Jiyong tinha a visão mais pecaminosa que alguém poderia ter. Seungri estava adorando aquilo, Jiyong mal podia acreditar. 

Notou a respiração do menor ficar mais forte, eram quase gemidos que ele tentava controlar. Aquela barriguinha se contraindo, as pernas apertando forte sua cintura. Jiyong sabia que ele vinha tão rápido como ele próprio estava com vontade de vim. Queria naquele momento encher Seungri com sua porra só pra depois fode-lo novamente e enche-lo mais ainda. 

Mas queria ouvir o grito maravilhoso que Seungri dava sempre ao gozar, coisa que se ele fizesse naquele momento tentaria impedir pois Jiyong estava em uma ligação com a Senhora Lee no outro lado. Por isso o maior levou a mão até o membro de Seungri e pressionou forte a glande entre seus dedos, impedindo o garoto de vim, fazendo ele se contorcer com o aperto. 

Adorava torturar aquele corpinho. 

Meteu forte na próstata dele, nem se quer escutava mais o que a mãe do garoto falava. Apenas mordia fortemente os lábios para não gemer e maltratava o ponto sensível dele não o deixando vim. Seungri estava a beira de uma orgasmo mas estava sendo impedido. Ele estava desesperado sentindo aquele prazer maravilhoso que não acabava. Suas pernas não conseguiam se manter presas ao quadril de Jiyong, se soltavam, se remexiam, tremiam e voltava. Seu quadril descia com o de Jiyong e esse ficava impressionado em como o garoto conseguia se arquear tanto, querendo ele daquela forma de quatro, arqueando toda vez que seu pau o fode-se. 

Jiyong quase rosnou alto com os pensamentos, ele tava fazendo tanta força pra não gozar que caiu sobre Seungri e esse sentiu o corpo do maior tremer também. O menor agarrou os cabelos de Jiyong e aproveitou que os lábios estavam perto dos seus pra sussurrar contra eles. 

 — Por favor... p-por favor, Ji... e-eu quero vim... eu preciso... —  Sua mente estava nublada, se desligando que sua mãe poderia ouvir aquilo. Estava tentando tanto se manter quieto e sem gemer que estava ficando sem ar com as estocadas certeiras de Jiyong. E esse não atendeu seus pedidos, apenas continuou o fodendo sem deixar de apertar sua glande. — Jiyong... J-Jiyong... amor, a-ahn 

Jiyong tinha duas opções: Ou continuava estocando Seungri e pouco se importando se esse já não aguentava mais não gemer e estava começando a fazer aquilo. Sendo que não podia tampar a boca do menor já que com uma mão segurava o celular e a outra apertava a glande dele. Ou então parava as estocadas. 
 

Em um momento de sensatez que ele nem sabia que ainda tinha, resolveu parar as estocadas antes que a mãe de Seungri escutasse os gemidos dele, ou o seu próprio já que não iria conseguir mais se controlar. 

Seungri viu Jiyong sair de abrupto de dentro de si, assim como soltou seu membro e se afastou do seu corpo, o deixando vazio e com vontade de mais. 

O garoto agarrou o pano do sofá, gemendo bem baixinho pra ele mesmo sentindo seu corpo pegando fogo. Se pegasse em seu membro e descesse apenas uma vez com a mão ele viria tão forte. Mas não o fez, preferiu esperar Jiyong. 

Seus olhos estavam embaçados por conta de estarem marejados mas ele conseguia vislumbrar o corpo de Jiyong agora um pouquinho longe do seu. O membro do maior duro como pedra e melado como se eles tivessem usado lubrificante, mas aquilo era apenas a excitação dos dois. 
 

Queria Jiyong dentro de si novamente, precisava. 

Seungri estava tão embriago de prazer e encarando o membro do maior que mal percebeu esse acabando de falar com sua mãe e tacando o celular em cima do sofá, pra em seguida vim até si e o pegar no colo. Seungri gemeu só com o contato dos corpos quentes. 

  — Você é tão safado, panda... adorando dar essa entradinha pra mim enquanto tenho sua mãe no celular. — Seungri gemeu pela forma obscena que Jiyong falava,  se agarrando mais a ele, seu corpinho ainda tremendo, gemendo bem baixinho e manhoso pelas mãos de Jiyong agarrando sua bunda para manter seu corpo no colo dele. Os dedos indo massagear levemente sua entrada que queimava de tesão. —  Imagina se seus pais escutassem seus gemidos, Ri... Ah, e se seu pai soubesse o quanto você estava tremendo só por me ter dentro de você? O quanto você estava aberto pra mim? E se ele soubesse o quanto você gosta de dar essa bunda gostosa pro meu pau, amor? Ele não gostaria de saber disso... você é um garoto mau... —  Seungri arregalou os olhos pelas palavras sujas de Jiyong, suas bochechas doíam de tanto estarem vermelhas mas ele estava amando aquela coisa pervertida dos dois, Seungri enterrou o rosto no pescoço de Jiyong enquanto só conseguia deixar chupões pela pele alva e com suas mãos apertar cada pedaço do corpo, querendo a cada segundo ter Jiyong mais próximo ainda. — Calma, bebê. Eu vou fazer o que voce quer, vou te levar pro seu quarto e te fazer gozar. 

Jiyong escutou os ''sim'' de Seungri e caminhou com o garoto até as escadas, mas Seungri estava agitado demais, desesperado demais. 
 

 — Eu não... eu não vou conseguir aguentar esperar, Ji... eu... — Seungri se interrompeu e Jiyong teve que parar de subir os degraus, parando no meio da escada quando sentiu Seungri descer sua bunda até a glande se encaixar na entrada e seu membro deslizar para dentro dele. — A-Ahn...  sim. —  Jiyong apertou com mais força a bunda do namorado, separando as nádegas para que ele conseguisse deslizar melhor sobre seu membro. Estava fascinado em como Seungri não aguentava mais esperar um segundo, descendo e subindo lentamente, gemendo daquele jeitinho manhoso dele. Jiyong sentia suas pernas querendo vacilar de prazer, ele não sabia se iria conseguir mais se sustentar em pé com Seungri em seu colo, se próprio se fodendo daquela forma. — E-Eu quero agora, Jiyong! 

— É? Você não aguenta mais esperar, bebê? Quer gozar aqui? —  Seungri não sabia o motivo, mas toda vez que jiyong falava era como se todo seu prazer se multiplicasse. A voz de Jiyong tinha um poder incrível sobre seu corpo. Se Jiyong apenas sussurrasse coisas sujas em seu ouvido ele conseguiria vim sem nenhum toque de Jiyong, tinha certeza disso. 

— Oh, sim, s-sim... — Seungri sentiu seu membro molhado escorregando entre sua barriga a de Jiyong, sua entrada descendo e subindo contra o membro dele mas não achando sua próstata, precisava de Jyong investindo nele pra aquilo. Já não conseguia aguentar mais, ele precisava vim. Já estava no seu limite de razão, já não se importava com suas atitudes, suas bochechas queimando, sua timidez ou palavras. Estava descontrolado. E eles mal haviam começado. — Eu preciso de você me fodendo, Ji... Me fode aqui mesmo, a-amor...  

Jiyong quase caiu de tanto prazer que sentiu com aqueles palavrões em formas de gemidos dengosos. Ele não conseguiria subir aqueles degraus até o quarto nem se quisesse. E se tivesse em uma cama teria tacado seungri nela com toda sua força e o foderia até ele esquecer o próprio nome. Mas se fizesse aquilo ali machucaria seu namorado então apenas o deitou no degrau grande que separava os degraus pequenos, e ele ficou no degrau de baixo, de joelhos no meio das pernas abertas de Seungri. 

  — Você quer gozar? Eu vou te fazer gozar agora, Seungri. E depois vou te levar pro quarto e fazer você vim de novo, e mais uma vez. 
 

— S-sim, por favor.

E nada mais precisava ser dito, pois Jiyong no segundo seguinte entrou novamente em Seungri, indo de uma só vez na próstata do garoto, como só ele conseguia. Conhecia aquele corpo perfeito dos pés a cabeça, não era difícil dar prazer pro seu garoto. 
 

Jiyong não podia ir com a força que queria contra Seungri, mas também não estava em condições de ir devagar, por isso começou a estoca-lo em uma velocidade média. O suficiente pra eles soltarem gemidos altos.

Era questão de poucos segundos e eles estariam explodindo.

— Olha pra mim enquanto estou fodendo você! — Jiyong mandou e Seungri abriu os olhos que demonstravam o puro prazer que sentia.

Suas mãos agarraram os ombros de Jiyong e esse observava seus olhos brilhando com o prazer que estava sentindo.

Jiyong já não olhava mais pro corpo de Seungri mas sentia ele tremendo. Seus olhos apenas mirando o olhar prazeroso de Seungri. Seus ouvidos captando aqueles gritinhos manhosos. Seu próprio corpo tremia junto a de Seungri e ele já não aguentava mais prender a vontade de explodir pelo menor.

Juntou seus lábios ao de Seungri, gemendo contra a boca dele.

— Goza pra mim, bebê... goza pro seu Ji...

No instante seguinte Seungri gritou o nome de Jiyong alto o suficiente pra todos que quisessem escutar e seu orgasmo o atingiu em cheio, começando a sujar ambas as barrigas com jatos fortes. Gozando pela terceira vez naquele dia. Em nenhum momento Jiyong deixando de pressionar seu ponto. 

— Isso, Ri. Você é tão bom, tão gostoso... — Jiyong assistia Seungri se contorcendo em baixo de si e seu esperma clarinho continuar a sujar os dois.

Tinha vontade de pressionar forte a próstata do garoto e gozar todo seu prazer ali. Mas ao ver aquela boquinha aberta gemendo coisas prazerosas só teve vontade de enchê-la completamente, dessa vez fazendo-o engolir tudo. 

Esperou Seungri estar mais calmo e aos poucos foi parando seus movimentos, Seungri ainda não estava recuperado do seu orgasmo, pois mexia no próprio membro tentando se livrar dos últimos resquícios de prazer. Então Jiyong ficou em pé no degrau, segurando o membro pesado e pronto pra ser liberado, Seungri entendeu o recado e ofegante demais ficou sentado, seu rosto em frente ao pau de Jiyong e no segundo seguinte o abocanhou.

Seungri o chupou uma única vez, descendo seus lábios até a glande estar pressionando fortemente sua garganta. Jiyong agarrou nos cabelos de Seungri e os puxou com força, pressionando seu pau que cabia na boca de Seungri com dificuldade. O garoto ainda estava ofegante por causa do orgasmo e aquilo mandava vibrações pro membro de Jiyong. Seungri não precisou fazer nada e Jiyong já estava gemendo alto seu nome enquanto a glande espirrava sua porra sem parar direto em sua garganta.

Jiyong retirou seu membro da boca do garoto apenas pra estoca-lo forte nova mente na garganta e sentir o restante do seu orgasmo encher a boca dele.

Tinha noção que estava gozando em grande quantidade mas Seungri estava aguentando tudo aquilo muito bem, engolindo a maior parte enquanto havia porra de Jiyong escorrendo em seus lábios e queixo. Jiyong estava morrendo com a visão que tinha.

— P-Porra, Seungri....

Jiyong, com seu corpo ainda dando espasmos, retirou seu membro da boca de Seungri e observou a expressão dele totalmente prazerosa.

— G-Gostoso.... Você é tão gostoso... — Seungri disse totalmente fora da sua sanidade. E Jiyong estava amando aquilo.

Atacou os lábios do namorado, os dois iniciando um beijo faminto, querendo deixar claro que tudo só tinha apenas começado.

Talvez, se fosse qualquer outra pessoa que tivesse gozado três vezes no dia, quisesse descansar e continuar tudo no dia seguinte. Mas não Seungri. Ele queria mais. Precisava de mais.

Jiyong adorava como o garoto era sensível.

— Vamos pro quarto, por favor...

Seungri disse entre o beijo e Jiyong sorriu. Atendendo o pedido do namorado.

O menor levantou e ambos acabaram de subir as escadas. Derem beijos cegos entre o corredor e não se separaram até entrarem no quarto. E a primeira coisa que Seungri fez ao chegar foi tacar o corpo de Jiyong na cama, e em seguida subir em cima dele, o maior sorrindo com a atitude. 

O plano inicial de Seungri era de provocar Jiyong, mas acabou que tudo aquilo resultou nele sendo provocado e torturado no prazer. 

Normalmente os beijos de Jiyong o deixava sem folego, o deixava vulnerável e submisso demais. Bom, Seungri estava assim, mas camuflou isso porque queria ser quem estava dominando algo ali. 

Uma de suas mãos agarraram a cintura de Jiyong e apertou com tanta força que o garoto abaixo de si se remexeu em aprovação. Seus beijos e mordiscadas nos lábios carnudinhos deixavam Jiyong ofegante. Seungri nunca achou que veria Jiyong perdido em um beijo mas ele estava, tentando acompanhar seus movimentos enquanto ofegava mais do que mexia os lábios. Era algo difícil para Seungri segurar a vontade de se virar e pedir pra Jiyong comandar aquilo, quem ele estava querendo enganar? Era submisso demais a ele. Mas mesmo assim estava mantendo o controle e deixando Jiyong totalmente arrepiado e ofegante. 

Suas mãos percorreram por todo corpo do maior, passando nas coxas dele e contornando com seus dedos as tatuagens dali que tanto amava. Sentou-se nelas e seus lábios foram atacar o pescoço alvo. Queria que dessa vez Jiyong que saísse dali com mais marcas, ou então que elas fossem iguais as suas. Sua língua passou lentamente por todo pescoço clarinho pra logo em seguida deixar uma seria de chupões e mordidas tão lentas que eram torturosas para o maior. Estava gostando de ouvir os ofegos de Jiyong. Uma de suas mãos encostaram no membro dele e Seungri sorriu satisfeito ao notar que Jiyong já estava duro novamente. Levou aquilo como um sinal de continuar a dominar aquela situação. 

Fechou sua mão no membro dele e movimentou bem devagar, quase que parando só pra escutar os gemidos bem baixos. Sentiu uma das mãos dele agarrar seus cabelos para enterrar seu rosto mais contra o pescoço dele, porque Jiyong estava amando aqueles chupões de Seungri. Já a outra mão agarraram sua cintura. 


—  Panda... — Jiyong sussurrou em um pedindo baixinho para que Seungri continuasse. 

O menor sentiu seu corpo tremer com aquele gemido quentinho em seu ouvido, seu membro não estava diferente do de Jiyong. 
 

Seungri movimentava sua mão tão devagar que Jiyong levantava os quadris para tentar investir contra a mãos do garoto, mas não fazia de uma forma rápida, estava amando aquela lentidão toda, embora fosse torturante. 
 

Seungri não sabia o que era, mas havia algo nele que com simples movimentos já queria Jiyong contra si. Estar sentindo o membro do maior em sua mãos, cada centímetro, fazia ele quero-lo dentro de si novamente. 
 

O menor sentiu quando a glande de Jiyong soltou pré gozo e ambos gemeram baixinho e juntos. Seungri na mesma hora soltou o membro de Jiyong e sentou sua bunda em cima dele. Seus lábios deixaram o pescoço do maior e suas mãos agarraram as deles, as retirando de seu corpo e as levando para em cima da cabeça dele, o segurando daquela forma, começando a dar pequenos movimentos sobre o membro dele. 

Jiyong sorriu malicioso com a atitude do menor. O garoto lhe encarava de um jeito depravado, havia malicia em seus olhos e sua expressão era safada. Jiyong vendo aquilo só queria foder o garoto forte. 

Se remexeu pra vira-lo na cama, mas Seungri apertou o aperto em seus pulsos e o deixou imóvel, rebolando mais forte em seu pau. 

  — Eu não deixei você se mexer... —Seungri sussurrou e Jiyong arregalou os olhos porque o garoto não era de provocar daquela forma, não que não estivesse gostando, na verdade amou aquela atitude dele, sentindo seu membro duro pulsando contra as nádegas cheinhas. —Fica paradinho, Ji... 
 

Seungri estava tentando se controlar pra não gemer e se mostrar vulnerável, mas sua entrada se esfregando contra toda extensão do maior o estava deixando louco. 

Por isso não resistiu a começar a rebolar sem parar enquanto apertava com força os pulsos do maior, não queria começar a gemer como sempre fazia, queria Jiyong descontrolado primeiro, por isso precisava ocupar sua boca. 
 

Se inclinou e sem pensar mordeu levemente um dos mamilos do maior, apenas de uma forma bem fraca, o puxando entre os dentes. O toque era superficial quase não existente, apenas queria saber se o maior gostava daquilo o tanto que ele próprio gostava. E pela reação de Jiyong comprovou que sim. O maior mordeu os lábios então logo Seungri começou a morde-lo de verdade. Mordia forte e logo em seguida sua língua rodeava a pontinha dura pra aliviar a dor gostosa. Os gemidos de Jiyong estavam aumentando e Seungri só queria o dar mais prazer ainda. Também brincou com o outro até estar bem molhado e vermelho,  gemeu com a visão dos dois mamilos brilhando para si. 

 
Jiyong contorceu os pés enquanto estava tentando de todas as formas não se livrar dos apertos em seus pulsos para não tocar o menor, queria entrar no joguinho dele mas estava sendo uma tortura não agarrar aquela bunda. Achou que não se controlaria quando o menor voltou a beija-lo e ao invés de apenas rebolar, começou a dar leves quicadas em seu membro. Sentia a glande molhada de pre gozo massageando a entrada de Seungri. A forma que ele gemia baixinho em seus lábios era insana. 

  — Seungri... — Disse entre o beijo — Senta em mim, bebê. Senta porque eu já não estou mais aguentando suas provocações.  

Sem aguentar mais esperar, Seungri desceu sobre o membro do namorado, sua entrada escorregando de uma forma apertada e um pouco dolorosa, mas logo abrigando perfeitamente toda a extensão. Soltou um gemido prolongado quando sua bunda sentou-se sobre o quadril do namorado, esse estando completamente dentro dele, ambos pulsando. Escutou o gemido alto de Jiyong, e teve que apertar mais forte os pulsos dele porque o maior quase se soltou para comandar aquilo. Os lábios de Seungri foram mordidos com força e acabou sorrindo. 

O intuito de Jiyong era foder Seungri quando chegassem no quarto, mas era o menor que estava fazendo isso com ele.

 O menor teve que respirar fundo e se controlar o máximo para conseguir levar aquilo adiante sem vim tão rápido. 

— Fica quietinho, okay? — Jiyong acabou dando uma risadinha muda porque mesmo que Seungri tivesse tentando comandar as coisas tinha pedido aquilo de uma forma tão manhosa, do jeitinho que ele é. Então apenas assentiu, sentindo o garoto soltar seus pulsos. Permaneceu com os braços acima de sua cabeça e aproveitou para segurar nas barras da cama, para não agarrar o menor. Queria ver até onde se controlaria e até mesmo onde Seungri conseguiria ir com aquilo tudo. 

O menor levantou pela primeira vez, quase retirando o membro todo de Jiyong de dentro de si, deixando só a glande, e depois desceu lentamente, mesmo mordendo os lábios não conseguiu evitar o gemido. Em seguida fez mais uma vez, e outra. Jiyong pensando que ele continuaria no ritmo lento, mas Seungri só estava tomando forças para começar a sentar forte nele sem desmoronar em gozo. 

Seungri não saberia se conseguiria ficar muito tempo naquela posição pois era sensível demais pra estar nela, tremia demais, e era desesperado demais. Mas mesmo assim começou a quicar sem parar em Jiyong, arranhando o abdômen dele, vendo o maior deixar a boca aberta em um perfeito ''O'' e de lá sair gemidos rouquinhos. 

Seungri estava quase fazendo os próprios lábios sangrarem de tanto que os mordia, encarava sem desviar os olhos da expressão de Jiyong, aquilo o fazia ir mais rápido. Os barulhos de suas peles se chocando começando a ecoar no quarto, sendo o único barulho ali junto com os gemidos de Jiyong e os de Seungri que mesmo tentando não gemer estava fazendo. 
 

Errava a própria próstata de propósito, uma vez que tinha noção que se ficasse sentando em Jiyong do jeito que estava e ele atingindo seu ponto sensível, viria rápido demais. Mas mesmo assim suas pernas tremiam e o prazer era enorme por ver Jiyong mais vulnerável que o normal e gemendo na mesma intensidade que ele. 

O maior quase quebrava as barras da cama de tanto que apertavam, suas mãos com certeza deveriam estar vermelhas, mas ele só conseguia se concentrar em Seungri descendo aquela bunda gostosa sobre seu pau. E tudo piorou quando o garoto começou a quicar de um jeito forte, forte demais para ser Seungri. Os barulhos sendo muito mais obscenos, Jiyong teve que segurar os gemidos e aproveitou que Seungri estava mais uma vez tentando controlar os seus para ambos prestarem atenção nos barulhos que seus corpos faziam, durante apenas alguns segundos só o som obsceno de suas peles sendo ouvidos e Jiyong não evitou sorrir de um jeito safado para aquilo, Seungri retribuindo e aquilo foi o suficiente para os dois estarem gemendo novamente. Seungri ficando louco com aqueles barulhos todos e tentando cada vez mais sentar mais rápido. 

Mas ele era sensível, e mesmo evitando sua próstata lá estava suas pernas tremendo de prazer. Teve que parar senão não conseguiria mais continuar naquela posição que o deixa tão vulnerável e pediria pra Jiyong acabar com ele. 

Se inclinou sobre o corpo do maior e atacou os lábios dele de uma forma feroz, soltando sons de satisfação durante o processo. 

Seungri estava em um alto nivel de insanidade, queria que Jiyong não tirasse os olhos de si, queria que o maior só pensasse nele, queria que ele só o desejasse, pra sempre. Queria ser bom pra ele, mesmo que já fosse. 
 

Por isso retirou o membro do namorado de dentro de si, e saiu de cima dele, apenas durante alguns segundos pois logo estava se sentando de costas pra Jiyong e encarando as pernas dele. Enfiou o membro novamente em si. 

— Puta que pariu! —  Jiyong praticamente gritou para a visão que tinha. 

Seungri estava perfeitamente alinhado em cima de si. Tendo a visão daquela bunda grande e de seu pau dentro do garoto. 

Sabia que não iria aguentar mais toda aquela provocação. 
 

Seungri voltou a sentar em Jiyong, no mesmo ritmo rápido que antes, suas mãos apertando as pernas dele e deixando arranhões fortes ali. 

— Seungri-ah... você vai me deixar l-louco assim. Você é tão gostoso... tão fodidamente gostoso... i-isso, quica pra mim, vai. 

Seungri sentiu seu membro soltar tanto pré-gozo naquela hora que por um segundo achou que estava gozando. 

Se inclinou mais, retirando suas mãos das pernas do namorado para apoia-las na cama, fazendo sua bunda ficar mais exposta para Jiyong, assim como dando a visão perfeita da sua entrada engolindo o pau dele com vontade. 

Seungri não conseguiu controlar os seus gemidos.
 

Jiyong achou que desmaiaria com a visão que tinha, e se perguntava como o garoto conseguia deixar o corpo todo parado e apenas mexer aquela bunda, balançando ela como se tivesse dançando. 

O maior não aguentou mais se segurar, soltou as barras da cama e agarrou a carne da bunda do menor com força, esse tremendo com suas mãos. E em seguida começou a levar seu quadril de encontro com o de Seungri. Sabia que esse estava evitando seu ponto sensível, mas Jiyong começou a investir nele sem parar. 

  — A-Ah, ah! J-Ji... — E aqueles gritinhos maravilhosos estavam de volta. 

Com as investidas de Jiyong o menor nem conseguia mais se mexer, ficando paradinho enquanto Jiyong investia nele e apertava com tanta força sua bunda que com certeza ela estaria bem vermelha. 

— Você estava adorando me provocar, não é? Exibindo esse corpinho lindo pra mim. — Jiyong disse, investindo tão forte contra o garoto que esse realmente gritou alto em surpresa. — Mas agora eu quero te fazer realmente gritar, bebê. Então fique de quatro no chão, agora!

Jiyong parou de investir no garoto e esse arregalou os olhos pois sabia que de quatro Jiyong era praticamente insaciável e já não sabia se iria aguentar se sustentar naquela posição sem desmoronar em prazer, pois já tremia e queria vim de novo. Já se sentia cansado por querer gozar pela quarta vez naquele dia. Mas ao mesmo tempo queria que Jiyong acabasse com ele de uma forma que o deixasse mancando no dia seguinte. 

Por isso saiu rápido de cima de Jiyong e sem demorar foi para o chão, se apoiando nos joelhos trêmulos e nas mãos, sentia seu corpo brilhando de suor e Jiyong estava achando a cena mais linda de todas. Seu corpo também estava começando a suar mas ele pouco se importava. 

Puxou o travesseiro do menor e foi até a ele, pondo o travesseiro em frente do garoto. Seungri não entendeu muito bem. Jiyong ficou de joelhos atrás de si, vendo a entradinha do menor praticamente o chamar, o corpinho tremendo, o maior não sabendo se era de prazer ou de timidez, Seungri diria que era os dois. 

Segurou nas duas nádegas e lambeu a entrada, a deixando mais melada, deixando Seungri mais tremulo, o menor sentindo um tapa em sua bunda, se perguntava se o intuito de Jiyong era acabar com ele porque era isso que ele estava fazendo, o deixando a beira de explodir, de o foder até ele não aguentar mais. 
 

Não que Seungri estivesse reclamando. Ele estava amando. 

Sua entrada estava tão sensivel, estava aguentando provocações desde manhã, sem nenhum descanso. Seungri gozaria tão fácil. 

Jiyong parou de lambe-lo e levou sua mão aos fios molhados de Seungri, a outra segurou em seu membro e ficou massageando sua glande que expelia pre-gozo na entrada do garoto, forçou a cabeça dele até estar deitada sobre o travesseiro, deixando Seungri com a bunda mais empinada e totalmente exposto pra ele.  Jiyong gemeu com a visão. 

  — S-Se... Caralho... se eu te machucar, me avise. — Pediu e foi a unica coisa que disse, mal entrando com sua glande e a entrada de Seungri já o engolindo por inteiro. 

O garoto agarrou o travesseiro com força e sentiu seus olhos marejarem ao sentir o pau de Jiyong tão fundo em sua próstata, nunca estando tão preenchido como estava naquela posição. 

— Ji... Jiyong, e-eu não vou aguentar... está... está m-muito fundo. Eu— Seungri gritou com a primeira estocada, ele se sentiu esmagado, seus olhos lacrimejando mais ainda, seu membro pingando gotas de pre-gozo no chão. Ele quase chorou de prazer. 

— Aguenta sim... você aguenta porque você é tão safado quanto eu... — Seungri assentiu rápido, fechando os olhos e mordendo a fronha do travesseiro, sentindo Jiyong vindo novamente. Levou sua mão até sua barriga, era como se pudesse sentir Jiyong ali. — Você quer isso? 

— Eu quero... E-Eu quero muito... Ji, eu p-preciso de você indo tão forte o quanto você conseguir... p-por favor, por favor! Agora, Jiyong! B-bem forte. Me fode bem forte! 

Jiyong já disse que amava seu garoto inocente perdendo toda a razão e xingando? Era a coisa mais linda e excitante que já viu. 
 

O maior parou com a lentidão e começou a investir rápido no namorado, era quase música para seus ouvidos todos aqueles sons maravilhosos que suas peles, e Seungri, estavam fazendo. 

O garoto literalmente gritou  tão alto como nunca antes, ele se sentia preenchido em cada parte do seu ser. Jiyong ia tão rápido que era sufocante e dolorosamente gostoso, ele estava o esmagando e sua respiração estava descompensada. Sentia o suor dele atrás de si mas não estava diferente, tudo nele estava molhado. 

Seus joelhos estavam sendo machucados no chão mas não era isso que o fazia tremer como se fosse desmaiar. Era o prazer enorme, e se Jiyong não tivesse segurando sua cintura ele cairia. 

Achou que nunca tivesse escutado coisas tão sujas como as quais Jiyong estava gemendo, nem o próprio Seungri achou que falaria coisas tão sujas como estava falando. Mas era gostoso demais ver Jiyong ficando louco com aquilo e não tendo piedade nenhuma em acabar consigo. Em socar forte o pau em sua próstata e bater em sua bunda como se ele fosse a coisa mais gostosa que Jiyong já viu, E seungri estava se sentindo assim. Tão desejado que só conseguia gritar, choramingar, praticamente chorar de prazer. Gritar para Jiyong o foder bem ali onde estava fodendo, pedir pra ele nunca parar, pedir ele por mais, gritar o quanto ele é gostoso, o quanto o pau dele era gostoso, o quanto gostava de estar assim para ele. Seungri estava no seu limite. E escutar de Jiyong o quanto esse sempre quis o foder, o quanto sonhava estar o fodendo até mesmo quando eles ainda nem se quer tinha se beijado. O quanto se tocou em imaginar seus gemidos, fez Seungri sujar o chão com seu prazer sendo liberado. 

Jiyong agarrou com força a cintura de Seungri, prendendo suas unhas ali e gemendo o nome do garoto enquanto o enchia com sua porra, fazendo Seungri tremer mais ainda e ficar choramingando com aquela sensação gostosa. 

O garoto quase caiu ao gozar, mas Jiyong o impediu, agarrando com força o corpinho dele e saindo de dentro do menor, o pegando no colo rapidamente antes de ambos estarem na cama. Seungri deitado de bruços e Jiyong também, uma perna em cima da do namorado e sua cabeça encostada nas costas dele, enquanto um braço o envolvia. Ambos se recuperando dos intensos orgasmos. 

Seungri era o mais abalado, já que tinha gozado uma vez a mais que Jiyong no dia. Respirava com dificuldade e tinha pequenos espasmos pelo seu corpo, ele mal conseguia abrir os olhos por causa das sensações prazerosas. Ele estava desde cedo tendo prazer e aquilo era tão bom mas ao mesmo tempo o deixava cansado. Cansado e querendo mais. Ele estava realmente embriagado de prazer. 

Jiyong teve que distribuir beijos pelo pescoço e costas dele, alisando seu corpo até o garoto ficar um pouco mais calminho. 

  — Shh... calma... você foi tão bom pra mim. — Jiyong sussurrou, e Seungri queria literalmente chorar por estar tão manhoso. Aquilo parecia não ter fim e ele não queria que tivesse. Mas ao mesmo tempo não sabia se aguentava mais, porém, queria aguentar. 
 

Não que Jiyong já estivesse insinuando deles fizerem de novo, apenas estava tentando o acalmar. Mas Seungri não tinha culpa se sua entrada estava tão sensível por tudo que recebeu desde manha. Se as sensações dos quatro orgasmos anteriores pareciam não querer sair do seu corpo. 

Se as mãos de Jiyong o tocando fazia ele apertar fracamente os lençóis, morder os lábios e cogitar a ideia de Jiyong o dar mais. 

— Ji... — Chamou baixinho, sentindo os beijos doces de Jiyong pelas suas costas, tentando o acalmar... — Jiyong-ah... amor...

—  Hum, bebê? — Jiyong sussurrou contra a pele brilhante do namorado, aquele corpinho pelado e vulnerável era o delírio do maior. — Você é tão lindo...  Cada pedacinho seu... — Jiyong tinha a visão da bunda rebitada de Seungri toda marcada com suas mãos, sensível. Era como se pedisse por mais toques. 
 

  — M-mn Ji... Não fala essas coisas, eu ainda estou tão sensível a tudo isso... você foi tão bruto... — Seungri ainda tinha os olhos fechados, as lembranças ainda espalhadas pelo seu corpo e ter Jiyong beijando seu corpo tão lentamente não o ajudava. 
 

  — Eu te machuquei, panda? 

— Não... foi bom demais... — Confessou, sua entrada estava melada e querendo de novo. — Gostoso demais... 

Jiyong estava sentindo seu membro endurecendo de novo. Queria tocar aquele corpinho obscenamente de novo, mas Seungri parecia tão cansado e vulnerável. Parecia que o garoto ia quebrar a qualquer momento se tivesse mais toques daquele tipo. 

  —  Você foi maravilhoso, sempre querendo mais. Me deixou tão louco, panda... 

  — E-Eu quero mais... — Seungri disse, alcançando a mão de Jiyong e a colocando em cima da sua bunda dolorida pelos apertos e tapas. 

— Seungri... você não parece que consegue aguentar mais... — Jiyong disse preocupado, mesmo que seu membro estivesse querendo aquilo de novo, o garoto era muito mais sensível e fraco. Estava alisando a bunda dele, mas era mais como um carinho, mas mesmo assim Seungri estava mordendo os lábios. 

— Eu não sei se vou aguentar vim de novo... mas eu ainda sinto você dentro de mim... — Seungri confessou baixinho, sua respiração vindo pesada. — Só mais um pouquinho, por favor... 

— Você é tão fodidamente manhoso. Tão safado... — Jiyong desceu sua mão da bunda do garoto e foi direto pra entrada que estava vermelha, Jiyong enfiou de uma vez só dois dedos dentro do garoto, mas de um jeito lento e movimentou eles bem devagar, pois Seungri parecia que iria quebrar a qualquer momento. Estava o lubrificando com sua própria goza e aquilo era insano demais. — Você ainda esta tão quente... eu vou te dar o que você quer, mas bem devagar. Eu não quero te machucar. 

Seungri assentiu rápido e agarrou os lençóis com toda a força que ainda tinha, quase nula, seus olhos já estavam lacrimejando pelo prazer dos momentos anteriores e por Jiyong estar com os dedos melados de goza dentro de si que ainda estava tão cheio com a porra dele. Aquilo era sujo ao mesmo tempo tão sexy. 

Jiyong retirou os dedos de dentro dele e o virou de frente, ficou de joelhos entre as pernas dele e olhar aquela expressão dengosa, seu corpinho tão vermelho e parecendo que quebraria a qualquer momento, mas mesmo assim querendo mais. Seungri era incrível. 

— Tão insaciável... — Jiyong disse, o beijando lentamente. 

Seungri mal conseguia prender as pernas em volta de Jiyong, então apenas as deixou bem abertas pra ele e o maior segurou nas parte de trás de suas coxas, o deixando mais aberto ainda e a glande entrando eventualmente dentro dele, enquanto eles ainda estavam se beijando em seus mundinhos e respiravam com dificuldade. Jiyong não teve pressa dessa vez para penetrar o menor, era como na primeira vez deles. Tudo lento demais. Porque eles não estavam fazendo sexo, e sim amor. 

Jiyong entrou completamente dentro dele e abriu os olhos para observar os de Seungri totalmente molhados, era como se o garoto não aguentasse mais tanto prazer, mas ele ainda sentia. Estava tão cansado como se fosse desmaiar, não sabia se conseguiria gozar, mas queria Jiyong dentro de si. 
 

Estava tudo tão intenso. 
 

Continuou beijando ele lentamente enquanto sentia as mãozinhas em suas bochechas, retirou seu membro lentamente e colocou de novo encostando bem devagar na próstata do garoto, sentindo ele morder seus lábios com força. Jiyong soltou as pernas dele e Seungri fez um esforço pra conseguir prende-las em seu quadril. Ambos respiravam fundo e Jiyong não tinha nenhuma pressa com aquilo. Pois como disse, era como se Seungri fosse quebrar a qualquer momento e não queria machucar o garoto. 
 

Seungri sentia tudo em si sensível, até mesmo seu membro, não saberia se conseguira toca-lo, estava tão duro e vermelho era como se fosse machucar se fosse encostado. 
 

Os beijos que eles davam eram estalados e molhados, gostosos como sempre foram. E as vezes Jiyong deixava seus lábios para beijar suas bochechas e pescoço, as vezes não conseguindo continuar os beijos e tendo que parar para gemer baixinho contra seu pescoço, e nessas horas Seungri o abraçava o mais apertado que conseguia, o mantendo o mais próximo, os seus corpos os mais conectados o possível, enquanto jiyong se movimentava bem devagar dentro de si, sua goza servindo para ele escorregar facilmente. 

Seungri não tinha forças para arranhar Jiyong ou se quer gemer alto, seu corpo só tremia e tudo era muito intenso e carinhoso. Ele queria gritar com o prazer desconhecido que estava sentindo, as sensações eram tão fortes mas ele não conseguia. Queria se liberar mas já estava sensível demais, não sabia se conseguia vim pela quinta vez. Só conseguia tremer e gemer bem baixo o nome de Jiyong. 

Esse as vezes olhava as expressões do namorado e era como se esse fosse desmaiar, queria parar mas Seungri não deixava, queria continuar conectado ao maior, e esse então só continuava tomando cuidado com cada movimento e dizendo que amava ele em seu ouvido, Seungri retribuindo. 
 

O menor se sentia sufocado de prazer, sua respiração se tornando difícil, ele só queria gozar. A sensação esta lá, nunca esteve tão a beira de um orgasmo antes. Nunca sentiu aquela sensação gostosa por tanto tempo lhe torturando, mas ele não vinha e aquilo era frustante e torturante, ao mesmo tempo tão gostoso. Tinha vontade de parar porque o prazer estava o sufocando mas ao mesmo tempo puxava Jiyong mais contra si e seus olhos lacrimejavam mais ainda. Nunca havia se sentindo daquela forma. 

— Você esta chorando? — Jiyong perguntou preocupado e parando os movimentos, só então Seungri percebendo lagrimas caindo por suas bochechas.  

  — N-Não para... não para, amor. Está tão b-bom... c-continua... 

Jiyong não estava acreditando que Seungri chegou ao ponto de chorar de prazer. O quão sensível seu namorado era? 
 

Rosnou com as lagrimas de Seungri descendo e voltou a estoca-lo dessa vez um pouquinho mais rápido, mas ainda lento. Seungri arqueou as costas e deixou sua boca aberta, olhando nos olhos de Jiyong e percebendo ali o quanto o maior o amava e o desejava. 

— E-Eu não consigo... — Seungri disse com dificuldade, se referindo a não conseguir gozar de novo, mesmo sentindo as sensações dos orgasmos e não querendo parar. 

— Você consegue, amor. Vem pra mim... eu te amo, tanto... você é tão gostoso, bebê. Tão lindo... goza, pra mim, hum? — Jiyong tinha sua voz repleta de prazer e amor ao mesmo tempo, seu corpo também havia começado a tremer. Ele encheria Seungri de goza mais ainda. 

Seungri agarrou os cabelos do namorado, sua voz voltando com força e seus gemidos conseguindo sair altos. Seus batimentos nunca tiveram tão rápidos e ele encostou seus lábios nos de Jiyong, ouvindo os gritinho que o maior dava também. 

Gozou pela quinta vez, os  gemidos de Seungri saindo chorosos enquanto tinha lagrimas de prazer rolando pelos seus olhos, e Jiyong o enchendo mais ainda com sua porra. 

Seungri achou que realmente desmaiaria porque começou a ver tudo preto e seu corpo recebeu um baque de cansaço, tremendo tanto como nunca antes, mas Jiyong o segurou e o abraçou forte, saindo de dentro de si quando o orgasmo dos dois passou. 
 

— Calma, amor... shh... — Pedia baixinho, deixando beijos pelas bochechas coradas de Seungri. 


E eles ficariam abraçados e daquele jeitinho com Jiyong beijando todo o rosto de Seungri até o mesmo se acalmar, tão cansado que mal conseguia abrir os olhos. 

Então jiyong o puxou para seu peito até eles estarem em uma bolha de abraço e cobertos. 

— Você não acha que deveríamos tomar um banho? —  Jiyong perguntou quase dormindo também. 
 

— Não... vamos fazer isso depois, Ji... eu to tão cansado... você realmente acabou comigo. — Seungri disse corando e Jiyong riu fraco. 

—  Você também. Consequências de um mês sem nos tocarmos. 

Seungri acabou rindo fraquinho e depois de poucos segundos ambos estavam dormindo, cansados demais. No final, os biscoitos de Seungri sendo esquecidos assim como as roupas de ambos espalhadas na cozinha. Eles tinha que tomar banho, comer e limpar tudo que sujaram, mas primeiro queriam continuar abraçadinhos um com os outro. 

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Notas Finais


CALMA QUE A FIC NÃO ACABA AQUI
Eu novamente tive que dividir o cap. Porque só o smut deu mais de 18 mil palavras, ficaria saturado pra ler. (MAS O FINAL É AMANHA, NO CASO HOJE PORQUE PASSOU JÁ DA 00:00) Era 21:00 da noite quando comecei a betar e ainda tinha uma parte pra eu finalizar, ou seja, mesmo se eu nao separasse o cap, eu não iria postar hoje porque ficaria muito cansada, no caso só postaria amanhã. Mas minha ansiedade venceu e eu não quis fazer vocês esperarem mais um dia.

Primeiramente me desculpem pelos erros.

Segundamente vou explicar porque demorei tanto. Era pra eu ter postado no dia seguinte da ultima att, mas problemas aconteceram e depois entrei na faculdade. Fiquei totalmente sem tempo. Mas era pra eu ter postado o cap há umas 3 semanas, mas eu tenho a mania de escrever cada parte em algum lugar. Pelos rascunhos do wattpad, pelo word, pelas notas do meu celular, Ou seja, eu perdi a parte do smut e o final e tive que escrever tudo de novo. Mas nos últimos dias fiquei ocupada com meu seminário na facul, mas agora to livre. Por isso a fic acaba amanhã mesmo, sem mais enrolas. <3

A FIC PASSOU DOS 300 FAVORITOS EU TO MUITO FELIZ AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH

Gente, eu tenho que agradecer muita coisas a vocês, mas vou deixar pra falar tudo aamanhã. <3 Só sei que estou muito feliz.


Espero que vocês tenham gostado de 18 mil palavras só de smut rsrsrs

Gente, to doida pra voltar a att Remember. E começar logo minha nova fic Nyongtory que vai ser eles como integrantes do BIGBANG mesmo. Tenho certeza que vocês vão gostar. AAAAAAAAAAAAAAAH ANSIOSAAAAAAAAAAAAAA.


ATÉ AMANHÃ NO FINAL DA FIC ~CHORANDO~ XOXO S2


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