História 48 hours - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Fanfic Criminal, Manipulaçao, Revelaçoes, Reviravoltas, Romance, Suspense
Visualizações 46
Palavras 2.873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! Sz
"O começo das 48 horas"

Capítulo 27 - The beginning of 48 hours


Fanfic / Fanfiction 48 hours - Capítulo 27 - The beginning of 48 hours


POV of Alexia Foxx 

Ale se aproximou do banco do passageiro, colocando sua mão em meu ombro. 

– Tudo bem? - me olhou franzino o cenho. 

Expliquei para ela como deveríamos ajudar e como as coisas estavam mais tranquilas entre Justin e eu, deixando de fora algumas partes. 

– É bem simples, vamos ligar para aquele cara peruano, tenho certeza que ele arruma um jatinho! - Ale falou finalizando a ligação com a mãe. 

Estávamos a um tempinho no carro, indo pelas ruas sem direção. 

– O que ela falou? - falei mordendo os lábios. 

– Vocês podem ir lá, bom, só te adianto que é no meio do nada. Bem protegido caso algo aconteça! - Ale me respondeu rindo. 

– Como ela vive? - perguntei rindo também. 

– Os meninos né Alexia, mas e aí Jose? - Ale agora estava séria. 

– Está difícil achar um voo para essa madrugada, sabe como são os aviões né? Precisamos de todo um dinheiro e... - falou e interrompi. 

– Se o problema for dinheiro eu tenho. Meu dinheiro está em dólar, não vou ter tanto gasto assim, acho. - falei dando de ombros. 

Ale e Jose olharam para mim. 

– Dinheiro? Como assim? Quanto de dinheiro estamos falando? - Jose perguntou. 

– Para te contar eu te mataria depois. - falei séria. 

Eu não estava brincando, tinha medo dessa informação vazar e as perseguições contra mim voltarem a acontecer. Apesar de Justin ter me explicado, essa paranoia nunca ia sumir. 

– Ei relaxa! - falou colocando as mãos para cima em sinal de paz. 

– Ótimo, vamos agilizar com isso aqui! - Ale falou séria, me dando uma olhada estranha. 

Algumas horas depois de ligações, brigas desnecessárias por parte dos caras, nós finalmente tínhamos conseguido um lugar seguro para eles. Eu estava nervosa, no meu estômago havia um zoológico inteiro, não apenas uma simples borboleta. 

– Você e Justin se acertaram mesmo? - Ale sussurrou para que os meninos não escutassem. 

Nós estávamos indo para a casa da mãe deles e por todos serem desconfiados, não quiseram deixar os meninos irem até lá para se alojarem sozinhos - eles iriam supervisionar tudo. 

– Mais ou menos sabe. Sinto que precisamos conversar sobre muitas coisas! - sussurrei de volta. 

– Mas vocês conversaram ou... - sussurrou abrindo um sorriso malicioso. 

– Nós começamos conversando e terminamos comigo em seu colo, mas antes de qualquer coisa eu parei tudo. - sussurrei olhando para Jose, ele parecia bastante cansado por ser quase meia noite. 

– Por quê? - perguntou como se fosse um absurdo. 

– Eu não queria dar um show com vocês lá fora, se eu começasse não iríamos parar tão cedo. Estamos longe um do outro a bastante tempo! - não era a tanto tempo assim se contássemos, mas para mim parecia um século. 

– Entendi. - falou se calando. 

– Já se decidiu Lexi? - Jose falou depois de um tempo em que todos estavam calados. 

– Decidi sobre o quê? - perguntei um pouco seca, sem intenção de ser. 

– Se você vai seguir viagem com eles ou se vai ficar. - falou também em um tom seco. 

– Isso não é assunto para agora. - falei suspirando e passando as mãos em meu cabelo. 

– Por que não? Está com medo de dizer que vai nos abandonar? - falou rindo irônico. 

– Jose vai se fuder vai! - falei estressada fechando os olhos e me encostando na janela. 

Ninguém falou mais nada, eu havia dormido e acordado várias vezes e em todas elas, eu dormia e acordava pensando em Justin. Ele estaria confortável agora? 

– Estamos chegando. - Juan falou e olhei a pequena casa. 

Não iria caber todo mundo ali, isso era fato! 

– Como vamos fazer para o pessoal... - falei perdendo a coragem de prosseguir pelo olhar que recebi dos três irmãos no carro. 

– Não julgue o livro pela capa! - Ale falou um pouco ofendida. 

– Ok. - falei e dei de ombros. 

Havia 4 carros, havia os irmãos e primos de Jose e os meninos e Molly. Procurei por cada um deles e os encontrei descendo do carro, Justin ainda dormia e Molly tentava acorda-lo. 

– Tudo bem por aqui? - perguntei inocente. 

– Tudo ok Lexi! - Chaz deu um sorriso tranquilo e Justin despertou. 

Sua carinha de sono era a coisa mais fofa do mundo. 

– Lexi estamos te esperando! - Jose apareceu atrás de mim com uma cara mal humorada. 

Ele parecia sentir um ciúmes louco dos meninos, revirei os olhos e fui até ele. 

– Você poderia disfarçar esse ciúmes né! - falei sorrindo sem mostrar os dentes. 

– Não quero e não vou. - falou sorrindo do mesmo jeito para mim. 

Apenas revirei os olhos, percebi a presença de Justin ao meu lado e sorri para o mesmo que apenas bocejou. 

– Ok, essa é a casa da nossa mãe por tanto queremos respeito! Sabemos quem vocês são, então não se metam a espertos. - Juan falou comigo fuzilando o mesmo, desnecessário.

– Tem um alojamento em que vocês iram ficar. - Ale falou depois do enorme silêncio. 

Observei cada um com uma pequena mala e uma mochila nas costas. Rapidamente fomos entrando na pequena casinha e logo descendo um escada de madeira, no piso da cozinha. 

O alojamento era enorme, Ale ligou as luzes clareando o local. Havia várias armas, caixas e equipamentos como lanternas, cordas e barracas. Observei algumas portas, deveria ser os quartos. 

– Ali são pequenos quartos. - Ale indicou com a cabeça e os meninos olharam para mim. 

Passei na frente de alguns deles e entrei em cada quarto. Era bem pequeno, havia uma beliche com alguns cobertores em cada quarto e só. 

– Tudo ok. - falei assim que terminei de ver os quartos. 

– Alguns de nós vamos voltar e outros vão ficar para a escolta de vocês. - Jose falou monótono. 

– Não temos um prazo certo para o quando o avião irá sair. - Ale falou como se desse desculpas. 

– Tudo certo! - Molly falou abrindo um sorriso. 

– Onde é o banheiro? - Chaz perguntou. 

– Tem esse no fundo do alojamento ali. - falou apontando para uma única porta de madeira escura - E lá em cima. Prefiro que vocês usem esse daqui, mais privacidade para a velha! - Marcus, primo de Jose, falou tranquilo. 

Ale soltou alguma reclamação sobre o termo "velha" mas não prestei atenção. 

Justin estava com olheiras horríveis e parecia querer dormir, suas mãos estavam em seus bolsos na calça de moletom. Me aproximei do mesmo passando meu braço pelo seu. 

– Está tudo bem com você? - sussurrei vendo os outros discutirem. 

– Está. - falou rouco sem me olhar. 

– Não está. - falei tirando meu braço do seu e o encarando séria. 

Ele apenas virou as costas para mim e entrou em "seu" quarto. Encarei ele boquiaberta, olhei para Molly que estava com os olhos arregalados, Justin nunca me trava assim. Suspirei fundo e fui atrás do mesmo, entrei na mesma porta e vi que ele estava deitado, com um braço sobre os olhos. 

– Justin conversa comigo, por favor! - falei em um tom baixo.  

A conversa do lado de fora era perfeitamente ouvida aqui. 

– Você está com esse tal de Jose não é? Só assim para ele fazer todas essas coisas. - falou sem me olhar ou mudar de posição. 

– O quê? É óbvio que não! Jose namora, e além do mais eu amo você. - falei e arregalei os olhos. 

Puta que pariu. Era a segunda vez em 24 horas que eu dizia eu te amo para ele - para alguém como eu era de mais. 

– É a segunda vez em que dizemos isso em voz alta hoje. - falou agora se sentando.

– Em voz alta? - perguntei um pouco insegura. 

– Sim, eu já disse eu te amo várias vezes. Você só não escutou! - falou dando de ombros. 

– Justin você está estranho, sua saúde está ok ou isso é falta de sono? - falei um pouco incerta chegando mais perto do mesmo. 

– Falta de sono. - o mesmo me encarou sem dizer nada. 

Me aproximei pegando em sua mão e dando um beijo em cima, me sentei ao seu lado vendo seu rosto virando em minha direção. 

– A última vez que dormimos juntos, foi em uma cama king size, na nossa mansão em Atlanta. - falou se deitando. 

Me deitei ao seu lado naquela cama minúscula, seus braços me puxaram para si, nos fazendo ficar colocados. Escondi meu rosto em seu peito. 

– Não importa isso agora. O que importa é que estamos juntos! - falei sentindo meus olhos arderem. 

– Se eu tivesse agido melhor, nada do que aconteceu nesse último mês poderia ter acontecido! - falou com ressentimento. 

– Justin não pensa assim por favor, nós temos a vida toda! - falei olhando para ele e passando minha mão pelo seu rosto. 

Passei meus dedos por cada pintinha e cicatriz que havia ali. Seus olhos foram se fechando, aproximei meus lábios dos seus e depositei um selinho ali. Pude ver o movimento de seus lábios "eu te amo", sorri com aquilo e peguei um pequeno lençol extra ali nos cobrindo. 

Eu o amava de mais, só de pensar na hipótese dele morto, me dava um calafrio na espinha. Eu precisava dele aqui, bem perto de mim, dizendo como me ama e como as coisas iriam ficar bem! 

Me acomodei o abraçando e sorrindo, hoje tinha sido o melhor dia desse último mês. O meu homem estava vivo e comigo, nada além da sua segurança importava mais! 

– Alexia, Justin! - senti uma claridade em meus olhos - Porra, Lexi! - senti alguém balançando meu ombro. 

Justin estava apoiado em um braço ainda com os olhos fechados, mas quando os abriu, percebi que ele fuzilava o dono da voz e eu apenas continuei encarando Justin. 

– O que quer? - Justin falou rouco. 

– São seis horas da manhã, Alexia e eu temos que resolver várias coisas. Ela não pode ficar aqui com vocês agora. - percebi a voz sendo de Juan. 

Abracei Justin com mais força, inspirei fundo gravando seu cheiro na minha memória. 

– Ela não quer ir bro. - Bieber falou contido. 

– Isso vai ajudar eles Lexi. - falou e foi como um botão me chamando para a realidade.

– Tudo bem, já estou indo. - falei e ouvi ele saindo e fechando a porta. 

Me afastei de Justin vendo ele me encarando mal humorado, sai da cama colocando meus sapatos do dia anterior. 

– Vou tentar voltar o mais rápido possível. - falei me abaixando para ficar a sua altura, dei um selinho que se transformou em um beijo. 

– Não gosto de você andando para cima e para baixo com esses caras. - falou fazendo uma careta. 

– Então você iria gostar menos ainda do que eu andei fazendo no último mês. - falei sorrindo amarelo. 

Passei minhas mãos pelo seu cabelo, fiz um biquinho ao lembrar do topete que havia ali. 

– Eu sei exatamente o que você fez, Caden tinha ordens expressas. - minha cara deveria estar impagável porque Justin riu - As vezes você esquece que namora com Justin Drew Bieber! 

– Nós namoramos? - arquei uma sobrancelha. 

– Não vem com essa, até de joelhos eu fiquei! - falou indignado, mas pude ver que ele estava rindo. 

Apenas abri um sorriso e o abracei, eu iria ficar naquele grude com ele por um bom tempo. 

– Tenho que ir agora, beijos! - falei saindo do seu abraço sem olhar para trás, se eu olhasse ficaria ali mesmo. 

Sai daquele mini quarto e fui em direção ao banheiro, escovei meus dentes com o dedo e me olhei no espelho. Eu precisava retocar a minha maquiagem urgentemente. 

– Eu preciso de maquiagem. - falei em voz alta, penteando meu cabelo com os dedos. 

Sai do banheiro e vi Juan de braços cruzados, havia alguns colchonetes ali no chão com seguranças dormindo. Subimos as escadas de madeira e vi Ale terminando de passar o café. 

– Bom dia Lexi. - Ale disse dando um sorriso forçado, era difícil acordar cedo. 

– Bom! - falei me sentando e pegando uma xícara de café. 

– Você e o branquelo foderam muito ontem? - Juan perguntou depois de um tempo em que já estávamos comendo. 

– O quê? - perguntei quase me engasgando. 

– É que você parece muito cansada! - aquele imbecil disse rindo. 

– Você é ridículo! - falei dando um sorriso de lado.

– E agora ela está imaginando isso, argh, vocês me dão nojo! - Ale falou se levantando e limpando os farelos de pão que estavam sobre a mesa. 

– Falou a virgem! - falei rindo. 

– Como assim você não é mais virgem irmã? - Juan perguntou a olhando desconfiado, soltei uma gargalhada alta depois dessa. 

– Você acha que a Alejandra é virgem aonde? - perguntei enquanto ambos me fuzilavam e eu morria de rir.

– Está muito cedo para esses assuntos! - Ale falou se afastando da mesa e lavando a louça. 

– Você disse que ia se casar virgem! - Juan falou indignado a olhando. 

– Quem se casa virgem hoje em dia? - perguntei como quem não quer nada. 

– Foi você que influenciou ela não foi Alexia? - Juan falou pegando a chave do carro. 

– É óbvio que não! Eu queria muito saber, por que quando algo ruim da as caras, eu sou a primeira a culparem? - falei fazendo certo drama, por dentro estava rindo tanto. 

– Porque você é o mal em pessoa! - Juan falou abrindo a grade que ficava na porta e saindo da casa. 

– Concordo! - falei rindo e me despedindo de Ale que me ignorou, que pena. 

Eu sabia que provavelmente todos na casa estariam ouvindo nossa conversa, a casa era bem pequenininha e a entrada da escada estava aberta. Atravessei a frente da casa de terra e entrei no carro com Juan saindo dali cantando pneu. 

– Um cara vai chegar aí hoje! - Juan falou depois de termos entrado na estrada asfaltada. 

– Quem? - falei olhando pelo retrovisor se tinha alguém nos seguindo, como sempre minha paranoia falando mais alto, não havia ninguém. 

– Não sei, Jose foi fazer escolta para ele. - falou aumentando a velocidade. 

– Entendi, o que temos que fazer hoje? - falei entediadas com aquela conversa. 

– Temos que conseguir o jatinho e o aeroporto clandestino, Jose disse que essa parte era com você. - falou e concordei com a cabeça. 

– Aliás, quero tirar aqueles caras de la o mais urgente possível! Minha velha está assustada Lexi, imagina se ela ter um ataque do coração? - falou e balançou a cabeça bruscamente. 

– Fique tranquilo e confie em mim! Não estamos lidando com iniciantes, eu não sou uma iniciante. - falei dando ênfase do eu. 

– Eu sei, mas é complicado. Você não tem mãe não? - falou de um jeito como se eu não o compreendesse. 

– Não. - falei engolindo seco, ninguém precisava saber da minha família. 

– Entendo. - falou como se não quisesse entrar em um assunto pesado como esse. 

– Não precisa pisar em ovos Juan, relaxa! Agora, o que mais temos que fazer? - falei fazendo uma lista mental das possíveis coisas que eu teria que fazer. 

– Bom, decidir se vai ou fica. - falou direto – Não vou mentir, você é ótima para nós aqui, mas não quero que se sinta forçada a voltar por causa deles ou forçada a ficar por nossa causa. 

Respirei fundo, Juan era sempre idiota e agora seu tom parecia tão condito e sério, que me deu certo receio.

– Eu passei essas últimas semanas acreditando que o homem da minha vida estava morto e agora eu reencontrei ele Juan. - falei suspirando e passando as mãos pelo cabelo. 

– Parece estar decidida. - falou amargo. 

– Sabe como a vida é, tudo muda em segundos! - falei olhando pelo retrovisor de novo. 


(...) 


Depois do que pareceu horas, falando ao telefone, indo em casas e até bocas de fumo, tínhamos conseguido achar um piloto um jatinho e um avião clandestino. Não havia ficado barato, mas só de pensar em Justin bem e seguro, me deixava aliviada! 

– Isso mesmo, na madrugada de hoje. Estejam todos prontos, um menor erro pode colocar tudo a perder! - Juan falava enquanto dirigia de volta para o alojamento. 

Depois de alguns minutos ele estacionava, pude ver algumas pessoas conversando fora da casa. Saímos do carro com Juan ainda falando ao telefone, meus olhos automaticamente procuravam por Justin. 

– Onde Justin está? - perguntei aleatoriamente, ninguém a minha volta respondeu. 

Já era noite, a janta já devia estar pronta. 

Entrei na casa escutando minhas botas fazerem barulho e olhei o loiro a minha frente, me sentei na mesa. O ambiente era peculiar, eu nunca tinha estado em uma espelunca como aquela. No fogão, o cheiro da comida recém feita, fazia meu estômago roncar! 

Eu não fazia uma refeição descente desde o jantar do dia anterior. Com esse pensamento olhei para o ser a minha diagonal a esquerda, ele poderia me pagar por isso depois, e eu sabia exatamente o preço a se pagar! 

A péssima iluminação não fazia jus a sua beleza, mas os olhos - um dos principais motivos para eu ter ido parar em sua cama! 

Dei um riso fraco, a situação estava tensa. Eu Alexia Foxx tinha apenas 48 horas para salvar o meu amiguinho ali! O problema? 

Eu não tinha muitas opções. E eu tinha certeza de que não iria gostar nem um pouco da que iria ser escolhida em seguida.

 


Notas Finais


Oi meus amores, desculpem pelo capítulo pequeno.

Só avisando que essas 48 horas vão ser tensas haha mas sério, finalmente as 48 horas chegaram! Muitas emoções, muitas despedidas, muito choro e quem sabe até mortes.

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Críticas são super bem vindas!

XOXO


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