História 5 centímetros por segundo-Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Interativa
Exibições 9
Palavras 786
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


ainda aguardando, na surdinha.

Capítulo 2 - Chegamos no Pacote


-*aquecendo as mãos com a boca* vai demorar muito capitão?

Ele respondeu, sem olhar pra mim:

-relaxa tenente, estamos quase lá.

Está frio, e meus pés não param de afundar na neve… nada que eu não esteja acostumado.

-tenente, como está a caminhada na neve? Muito diferente do que você esperava?

O Capitão está comigo desde o tempo de alistamento, eu e ele nos conhecemos bem o suficiente para ele saber qual resposta eu iria atirar:

-eu já andei nos picos da ilha Yazaky por duas semanas com apenas minhas meias, e ainda tive que ficar parado por mais dois dias em posição para não errar o alvo ou ser descoberto, uma caminhada nesse ventinho é zoeira pra mim!

Demos umas risadas, boas risadas que damos praticamente o tempo inteiro.

O Capitão, ou Tales, se alistou no exercito pouco tempo depois que eu fui mandado para lá, nos conhecemos          no dia de apresentação dos novatos. Hehe, eu só tinha 13 anos na época, e ele já estava com os 19. Tenho de admitir, no começo, nunca nos demos bem. Na verdade, eu nunca me dei bem com ninguém lá. Ser o caçula do exercito todo é complicado. Mas deixamos essa historia de lado, não é hora. Vou ter tempo de falar como o Tales é, e mais nada além disso. Daqui a pouco chegamos no objetivo, não quero ter de falar enquanto faço a missão.

O Tales é mais alto que eu, tem o cabelo curto e preto. Usa óculos o tempo todo, sempre anda com a farda preta de sargento dele e carrega um revolver pra lá e pra cá. Via ou outra vejo ele com um rifle, mas nunca é por muito tempo.

*barulhos de pisadas*

-Encontramos eles, VAMOS!

O Tales apertou o passo, e eu não fiquei para trás. De tantas vezes que tive que correr na neve pela minha pele, já estou pró nisso.

*voz ao longe* “você! Sua praga da humanidade! Eu terei  minha vingança!”

É hoje que o circo pega fogo…

Assim que o Tales chegou, já chegou descendo um soco direto na bochecha de um homem grande e barbudo, segurando um rifle, deixando ele com a ponta colada na cabeça do nosso “pacote”, uma garota lobo.

Depois, ele, com pose de fodão, disse:

-capitão Volks. Ela é uma importante prisioneira de guerra, não posso deixar que você a execute por um pequeno impulso.

Os dois homens que estavam com o Capitão Volks apontaram seus rifles pro Tales e um deles vociferou:

-você não está usando nossa farda, você não é um de nossos soldados!

O outro, um tanto mais calmo que o outro, comentou:

-ele devem ser… o que o país mandou para se encarregar da garota!

Eu só estava na surdinha, vendo até onde a treta iria se alastrar. Além do mais, um elemento surpresa é sempre bom ter um na manga.

O Tales, com essa mania de fazer pose de fodão, levantou a garota gentilmente e disse, calmo como sempre:

-se já sabem disso, não dificultem mais meu trabalho. A partir de agora, eu irie supervisionar essa criatura.

“criatura” pegou meio mal, po. Tudo bem que tem orelhas e cauda de lobo, mas pelamordedeus, meça sás palavras!

O Capitão Volks também puxou um revolver, apontou pro Tales e falou com arrogância. Uma arrogância que me fez colocar o dedo no gatilho e querer disparar contra as bolas dele:

-eu nunca ouvi falar de nada disso. Suma da minha frente, palhaço.

Depois de bater aquele silencio…

*disparo*

1 homem no chão e um revolver seriamente danificado foram as coisas que mudaram com esses dois tiros cronometrados. Sim, tanto eu como o Tales atiramos ao mesmo tempo. Vantagem de estratégia.

O soldado que foi atingido estava atrás do Tales, e foi nele mesmo que o Tales atirou. Já eu, fui misericordiosos e acertei apenas o revolver do Capitão Volks.

O soldado atingido disse entre gemidos de dor:

-desgraçado… você não atirou no Capitão Volks, atirou em mim, que estava atrás de você… você é algum tipo de super soldado?

*disparo*

Ele respondeu:

-eu fui criado por um caçador, posso muito bem sentir o perigo.

Capitão Volks não dizia uma única palavra, estava pasmo por causa que teve o revolver destruído sem nem saber de onde veio o tiro.

Eu sai da surdinha, com o rifle nas costas, e estalando os dedos… a única frase que eu disse enquanto caminhava até o Capitão Volks foi:

-Capitão, igual fizemos em Kurenai?

Ele respondeu, colocando a mão no bolso e indo em direção ao soldado ferido, respondeu:

-sim, só não a parte dos escorpiões.

Com dois socos preparados na mão, dei a palavra final:

-ok, nada de escorpiões. Apenas surra de salgueiro.


Notas Finais


"nos lugares mais escuros é onde a dor cresce mais forte"


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...