História 5 Motivos Para Amar Park Jimin - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Comedia Romantica, Jikook Kookmin
Visualizações 23
Palavras 1.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem o atraso. Mudei de escola, e estou me adaptando ao ritmo da nova, entre outras coisas.

O CAP NAO FOI BETADO; DESCULPE-ME POR QUALQUER ERRO.

Capítulo 3 - Não gosto de ninguém, mas acho que gosto de garotos


Fanfic / Fanfiction 5 Motivos Para Amar Park Jimin - Capítulo 3 - Não gosto de ninguém, mas acho que gosto de garotos

Já pensou em ser o primeiro amor de alguém? Aquele amor, que te deixa bobo, que não sabe como reagir perto da pessoa e se atrapalha todo, suas mãos suam, suas pernas tremem. Primeiro amor é algo puro.

O peso de ser o primeiro amor de alguém é gigantescos, pois dependendo de como as coisas fluírem a pessoa pode deixar de crê no amor.

Estão vendo? Tenho o peso de ser o primeiro amor de Jeon Jungkook e fazer as coisas darem certo. Calma... Primeiros amores acontecem na infância — na maioria dos casos — e anão ser quer ele tenha passado a vida trancada em um quarto escuro recebendo comida por deixando da porta, ela já deve ter se apaixonado na infância...

Um peso foi tirado das minhas costas, mas porque me incomoda não ser o primeiro amor dele?

Já tive meu primeiro amor, segundo, terceiro. Brigas, intrigas, mentiras, términos e já achei que iria morrer quando os via partir (foi pouca as vezes que eu decidir cair fora). Mas meu coração continua aqui, batendo e sabendo que vou superar qualquer relação amorosa.

— Junkookie — chamei enquanto o mais novo resolvia alguns exercícios de literatura. E como respostas obtive um “hum”

— Normalmente, quando a gente é criança nos apaixonamos... Mesmo você sendo um tanto quanto estanho, e parecendo que já nasceu adulto, já foi uma criança, porque eu te conheço desde os sete anos de idade. E, cá entre nós você era uma criança bem chata! — torci o nariz — Gostava de tudo do seu jeito, não sabia perde ou dividir e era um mimado de uma figa. E pensado bem, continua desse mesmo jeito! É uma criança que cresceu demais. Ah, e retiro o que disse sobre você parecer um adulto, você parece um velho ranzinza ou uma criança mimada.

— Jimin, você disse que iria me ajudar com literatura, entretanto só 'tá falando uns trem sem sentido. — largou o lápis e se virou pra mim.

— Só tô querendo dizer que você, já deve ter se apaixonado quando criança, então esse desafio não vale — sorri mostrando os dentes.

— Ah, entendi — coçou a nuca — está caçando uma forma de se livrar dessa.

— Exato! — soltei sem pensar — Quer dizer...

— Eu nunca me apaixonei Jimin. Então vai ter que continuar com isso.

Isso? Eu aqui me matando de pensar em uma forma de conquista o coração desse ser humano e ele vem me fala com esse desdém?

Vou cometer um crime de odeio!

Vou defenestra Jeon Jungkook. Ah, se eu vou.

— Literatura. Ajuda — murmurou

Suspirei e me sentei ao lado dele na cama.

— Me dá isso. — puxei o livro de suas mãos. — Você, aprende rápido, então vou falar só uma vez, okay? Ok.

Comecei a explicar sobre classismos 'pro mais novo. Me encostei na cabeceira da cama e ele chegou perto, para eu por o livro no meio de nós.

(...)

Depois de uma matéria toda explicada eu estava cansando mentalmente, me pergunto como professor aguenta aquilo.

Agora, o moreno explicava o que tinha entendido. Encostei a cabeça em seu ombro e bocejei.

— Hyung, está me ouvindo?

— Claro... — murmurei me aconchegando mais.

O vi sorrir antes de fechar os olhos. Foi o sorriso mais lindo que já vi. Percebi a total vulnerabilidade que habitava em mim. Debrucei sobre todos os "nãos" e todas as vezes em que fugi. Eu disse "sim". Disse sim para todo o sentimento que queria me invadir. Uma explosão! Não me fechei. Prestei bem atenção aos sinais que a vida há tempos vem me dando. Eu só preciso sentir. Nem que seja sozinho. Nem que seja só por uma noite, nem que seja só por mim. Covardia nunca foi meu forte. Abri logo um sorriso e te recebi feliz em mim. Se é pra correr o risco que seja por aquilo que te tira o fôlego, te devolve o ar, te despe a alma, te cala, te beija, te excita e sacia. Totalmente distante da razão, deixei por conta da emoção. Equivocado? Não sei, talvez. Quem vai me dizer? Quem vai calar o meu coração que sem perguntar o aceitou por mim? Aprendi depois de me tornar forte emocionalmente (leia-se: sofrer por demais da conta) que as vezes a vida te tira e te dá e outras vezes te deixa decidir. Hoje eu sou assim, se não entendo a razão da razão me deixo levar pela emoção mesmo. E daí? Por aquele sorriso eu abdico - sem nenhum esforço - de todos os "não's" e digo repetidos "sins", só para vê-lo sorrir de novo - e de novo, e amanhã, e depois, e sempre. Nem que dure apenas um momento. Um espaço de tempo curto ou não que ficará imaculado, intocado, em mim. No fim, o que importa é o que fica não é mesmo? Pois é.

Ficará gravado em minha memória, quando deixei para trás todas minhas inseguranças em relação a ele, e resolvi ama-lo por completo.

Com um jogo ou não, eu estou disposto a faze-lo me amar como eu o amo. Mas iremos com calma, sem atropelar nenhum sentimento, até porque não posso obriga-lo a me amar, mas posso tentar.

(...)

Acordei com ele ao meu lado. Na verdade eu dormia encima de seu peito que subia e descia. Sua respiração calma, com um ar quentinho saindo das narinas que ia pro meus cabelos, por ele esta com o queixo apoiado na minha cabeça.

Olhei em volta e me deparei com uma cama bagunçada, alguns livros espalhados, e o livro de literatura encima da cômoda.

Não era a primeira vez que dormia em seu quarto, ou em sua cama ou até mesmo com ele. Desde pequeno era um visitante assido da casa dos Jeon's. Tanto que quando tinha uns treze anos, o Sr. Jeon disse que eu já era de casa, como se fizesse parte da família, e a Sra. Jeon, disse que me considerava um filho a anos.

Tão meigos.

Mesmo tendo dormindo inúmeras vezes grudado com Jungkook, aquela vez parecia diferente... Talvez, seja porque aceitei meus sentimentos.

Então, me dei conta de uma coisa. Eu estava perdidamente apaixonado pelo meu melhor amigo. Tudo bem que a anos falo que gosto dele, mas parece que aquela paixão virou um amor avassalador. Uma explosão!

Senti o mais novo se remexendo e fechei os olhos. Fingi está dormindo.

Senti sua mão em meus fios de cabelo. Um toque tão suave, entanto afastava o queixo do topo da minha cabeça.

— Tão bonitinho dormindo, parece até um anjo. Pena que acordado é um demônio.

Aigoo! Não era isso que eu esperava.

— Chim — chamou-me balançando-me delicadamente —murmurei um “hum” fingindo acordar.

Ouvi sua barriga roncar. Mais que romântico

Esfreguei os olhos e me sentei na cama

— Bom dia — falou com a voz rouca e com bafo.

— Bom dia. Vá da um jeito nesse seu mal hálito matinal, que eu vejo algo pra gente comer.

Cadê a encenação toda Park Jimin? De bom dia, neném. Dormiu bem? Está com fome? Que belo desgraçado que eu sou! Mas ninguém merece o bafo que aquele homem tem de manhã. Parecia que tinha comido carniça.

Ele concordou meio envergonhado enquanto se levantava. Esperei ele entrar pra dentro do closet que ficava acoplado com o banheiro, e fui em direção a porta, pra descer até a cozinha.

Na porta dá geladeira tinha um bilhete : Fiquei tão feliz por Jiminnie vim lhe ajudar com a matéria e vim nos ver, que acabei fazendo um mimo pra vocês na janta, mas como pegaram no sono, comam no café e não se atrasem pra escola.

Beijos.

Escola... Meu Deus! Escola!

Subi correndo as escadas pra olhar às horas. Meu celular marcava 08:00 hrs. Olhei pro despertador 08:01 hrs.

08:00 horas... Tínhamos que está na escola às 7:30! Se corrêssemos daria tempo de entrar no segundo horário e pega uma advertência no meu caso, já Jungkook pegaria uma detenção por ser o terceiro atraso no ano.

— Jungkook — olhei meio desesperado pro mais novo que saia do banheiro. — Estamos atrasados! Já é oito horas, se a gente correr entra no segundo sinal.

— Mais que droga. — olhou pro despertador. — Porque essa merda não tocou? Bateria tá fraca?

— Isso não importa. Só vamos!

— Eu não tô afim de uma detenção, e acho que seus pais não ficaram felizes com uma advertência. Então, relaxa!

(...)

Pouco tempo depois Jungkook recebeu uma mensagem de Yoon preguntando da gente. Entretanto não foi algo, do tipo, “cade vocês?” e sim, “ comeu e o Jimin e agora ele não consegue andar?”

Deus sabese-se-lá o que o menor respondeu, só sei que em menos de meia hora, tinha um Yoongi sentando no sofá da casa do mais novo comendo salgadinhos.

— Vocês acham mesmo que iam fica no bem bom, enquanto eu estava naquele inferno? Não mesmo!

Estava pesquisando no pai dos burros — vulgo, Google prós íntimos — coisas deveras importante.

“Como saber se ele está afim de você?”

“Estou gostando do meu melhor amigo”

“Como conquistar alguém?”

“Como saber se ele é gay”

Infelizmente, o mais novo nunca deixou claro sobre sua orientação sexual.

“ Como fazer alguém gosta de mim”

“Como impressionar o crush”

“ 5 motivos para amar alguém”

— Mochi — chamou-me meio constrangido.

— 'To ocupado

— Eu acho que...

— O que foi, Jungkook?

— Como se sabe que 'tá gostando de alguém?

Que porra é essa, meu filho?

— Deixa que o titio Yoongi, te explica meu pequeno gafanhoto.

Lá vem bomba.

— Cuidado com o que vai dizer, Yoongi. — alertei meio divertido. Olhou-me como se estivesse falando “acha que sou você?”

— Voltando aqui, Jungkook. — chamou a atenção do moreno — Então, você acha que pode estar gostando de alguém, hein? — o menor deu de ombros.

— Como assim você não sabe? — me meti.

— Jimin, cala essa merda de boca ou eu te ponho pra fora.

Já contei que Yoongi cumpre quase todas as ameaças que faz? Então, né...

— Muita gente confunde amor e paixão. Não dá pra dizer que vem primeiro. Acontece que eles são diferentes. Então antes de se declarar “amando”, espere o nível dos hormônios abaixar um pouco. Se você não tem certeza sobre seus sentimentos, não diga nada a ninguém. Mais cedo ou mais tarde alguém vai presenciar seus sintomas óbvios de bobo apaixonado e a ficha vai cair.

— Compreendo — coçou a nunca meio sem jeito.

— Min Yoongi para conselheiro amoroso — brinquei tentando deixar o clima mais leve. — O que acha de me dá umas dicas?

— Você é um caso perdido Park — proferiu.

— Então, de quem você gosta? — perguntei ao Jeon, e o vi o mesmo engasgar com a saliva, e o Min bater a mão na testa.

Me poupem, né? Eu aqui a anos lutando pelo coração dele e alguém o rouba assim? Do que serviu esse desafio? E esse trem de nunca vou me apaixonar, hein, Jungkook?

Por fora eu estava calmo, sereno, rindo e me fazendo de interessado, mas pode dentro eu estou chorando, gritando e arrancado meus cabelos.

Onde foi que eu errei?

— Não ‘to gostando de ninguém, não, mas acho que gosto de garotos.



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