História 5 quilômetros - 5 minutos - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Alzack, Aquarius, Aries, Bacchus Groh, Bisca Connell, Câncer, Chelia Blendy, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Freed Justine, Gajeel Redfox, Gemini, Grandeeney, Gray Fullbuster, Happy, Jackal, Jellal Fernandes, Jet, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Kinana, Kyouka, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Libra, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Macao Conbolt, Mavis Vermilion, Meredy, Michelle Lobster, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Romeo Conbolt, Scorpio, Taurus, Ur, Wendy Marvell, Zeref
Tags Nalu Gale Jerza Gruvia
Visualizações 19
Palavras 1.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem pela demora, mas vou compensar e fazer outro na semana.
Pode ler agora.
Obriga por ler
Lucy-HTFLIA

Capítulo 8 - Stranger Sun


Autora ON

"O que eu vou fazer agora?" - Lucy pensava toda hora naquilo. Michelle, Lucy, pessoa loira, filha de Layla e Jude,    viveu os primeiro cinco anos em um bosque isolado da cidade, sua primeir amiga foi Levy, amiga na qual confia seus maiores segredos e temores.

Ela se olhava no espelho, via as imensas bolsas em baixo dos olhos, que aparentemente se encontravam inchados de tanto chorar.

Óbito.

Hora do óbito, sempre sentia calafrios ao ouvir esta frase em Grey's anatomy, que por sinal assistira junto de sua mãe. 

Levantou da cadeira da penteadeira e colocou seu vestido, era preto de seda até os joelhos, com mangas compridas de renda tambem preta. Colocou um salto alto preto com um pouco de brilho nas pontas. A porta se abre revelando suas amigas, que se encontravam de preto. 

Erza a colocou de volta na penteadeira, Levy arrumou seus longos cabelos loiros, Juvia colocou seu precioso colar, Mavis a maquiou escondendo as olheiras.

Sairam do quarto e encontraram seus amigos, parceiros, irmãos de coração. Gajeel abraçou Lucy, assim como, Gray, Jellal, Zeref que se tornara um grande parceiro de Lucy, Natsu... ele a abraçara fortemente, como se aquele fosse o ultimo abraço que poderia dar nela, ela chorou em seus ombros lavando seu terno, ele nem se importara.

Sairam da casa e se depararam com dois carros. Em um carro iria as meninas no outro os meninos, naquele momento nem se importavam com os devidos crushs, so com Lucy...

"Lucy ON"

Realmente tinha que agradecer a Deus por me dar verdadeiros amigos, que considero irmãos de coração.

Chegamos ao funeral, um salão enorme decorado com dezenas de coros de flores, o cheiro era insuportavel, mas mesmo assim permaneci firme. Acho que fiquei tempo demais encarando as coroas, senti um braço me rodear e uma cabeça se apoiar em meu ombro, pude ver madeixas rosas pelo canto do olho, como posso não sorrir? A tristeza é maior, sinto muito Natsu.

Ele fez carinho em meus cabelos e segurou minha mão, naquele momento percebi que minhas pernas tremiam, e ele se tornou meu porto seguro, obrigada, Natsu.

-Obrigada. - Tentei sorrir, mas não deu muito certo pela sua cara de pena. - Será que poderia ficar comigo um pouco?

- Claro... - Sorriu meigamente e me abraçou novamente. 

Uma musica começou a tocar e a reconheci como a musica que meu pai e minha mãe tocavam, meu pai ao piano e minha mãe ao violino. "Stranger Sun" 

Hoje o dia realmente está estranho mamãe, cuide de mim, posso ficar com medo.

Ando lentamente pelo salão até chegar perto do caixão, neste momento minhas pernas fraquejam e sinto Natsu rodear minha cintura disfarçadamente, agradeço e olho ao redor, pessoas chegando e me olhando com pena.

Sento-me em uma cadeira que ficava proxima ao caixão, própria para eu receber as pessoas. E logo elas começaram a vir.

-Meus pêsames.

-Sinto Muito.

-Ela era uma mulher incrivel, sei qur e igual a ela.

Meus nove verdadeiros amigos seencontravam atras de mim como meus guarda costas, todos de pé e somente eu sentada, se eu PUDESSE ficar em pé eu chutaria a cadeira, mas minhas pernas teimavam em desobedecer a meu cerebro.

Mais pesames me disseram, so acenava com a cabeça. Ate que teve um momento em que deixei meus pensamemtos voarem ao som do violino e piano. 

"Era sabado de manha, eu meu pai e minha mãe estavamos colhendo maçãs aproveitando a folga do meu pai, depois que colhemos as maçãs minha mãe fez uma torta, e chamou nossos empregados pra comerem, lembro-me vagamdnte deles, a unica que me lembro realmente e sinto falta é de Virgo, ela me chamava de princesa e me mimava como tal. Nesse dia eu e eles assistimos papai e maãe tocar essa musica, ela realmente e triste, mas depois que tocada se dando um sorriso, ela pode apenas ser um momento ruim passageiro que abre caminho para boas novas."

-Rita! Senhorita! - Acordei com um homem de por volta 40 anos, ruivo com mechas grisalhas, acompanhada de um mulher com cabelos pretos. -Eu sou Igneel Drageel, e esta é minha esposa, Grandine Dragneel. 

Dragneel... pera, Dragneel, Dragneel de onde ouvi esse nome?

-Lembrança ON-

-Natsu Dragneel é bom que meu pedaço de pizza esteja inteiro.

-Lembrança OFF-

-NATSU! -Acho que falei alto demais, olhei pra ele que deu um sorriso torto, e eu apenas abaixei a cabeça e cumprimentei o homem a minha frente com educação.

-Vejo que é amiga de meu filho.- A mulher morena sorriu meigamente assim como os filhos sorriem, e piscou,acho que ela entendeu algo errado.

- O pastor chegou Michelle. - Erza sussurra em meu ouvido. Aceno que sim com a cabeça e me levanto, com a ajuda dela. 

O pastor toma a frente e começa a falar as palavras, que por sinal não prestei atenção, estava fascinada pela musica ao fundo, sol estranho. O pastor me olha e pede pra eu fazer um discurso.

-B-bem, não estava preparada, para nada, hoje. Mas mesmo assim escrevi uma carta. - Abri um envelope. E comecei a ler. - Aham, a senhora sempre, confortou, protegeu, animou, amou. Sempre confiou em mim como confiei na senhora. Espero que aonde quer que esteja seja feliz, e fique com meu pai. Estou chorando agora, mas espero que saiba que minhas lagrimas sao de saudade de voce, nasci chorando com você, hoje o dia tambem quer chorar, as nuvens estao carregadas, isso me lembra nos, as nuvens estao me fazendo companhia ao chorar comigo. Aonde quer que esteja minhas lagrimas nao sao de dor para nao preocupa-la, minhas lagrimas sao de saudades e carinho, amor e tristeza. Mas espero que entenda e não fique triste se derramei muitas. Me pediu pra ser forte, mas aqui estou, nao consigo nem levantar. Te amo mãe. Adeus mamãe... - Lagrimas predominaram meu rosto, assim como o das meninas e muitos no salão.

Agora era a cremação, so eu e os mais proximos, que sabiam o segredo entraram. Uma pessoa me surpreendeu, Igneel, ele acenou que sim como se soubesse minha pergunta. 

Olhei pra frente, e vi o fogo...

O fogo quente, quente como sol.

Estranho Sol. Stranger Sun. 




Notas Finais


Me desculpem pelos erros de escrita, mas so estou com celular no momento. Sorry.
Obrigada pessoinhas que se juntam a nos.


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