História 5 Years - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Personagens Originais, Valéria Ferreira
Tags Adriura, Bimoto, Daléria, Jarmen, Jorgerida, Maniel, Marilina
Exibições 62
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu queria agradecer a vocês pelos 33 favoritos, pode parecer pouco, mas para mim e muito, sério!

E queria pedir para que comentem, isso motiva tanto uma pessoas que vocês não tem ideia.

Eu comecei a postar mais rápido, agora. Tive umas idéias aqui.

Capítulo 9 - Tudo Muda!


Fanfic / Fanfiction 5 Years - Capítulo 9 - Tudo Muda!

Jaime foi em direção ao Jardim, estava chateado e irritado. “Se Carmen não gostava dele, porque estava com ele? ” Essa era a pergunta que fazia desde a hora que saíra da sala.

- Jaime! Espera! - alguém o chamou, ele ignorou e continuou andando, até encostar em uma árvore, distante, quase perto do porão.

- Meu Deus! - Uma Margarida ofegante parou ao seu lado, caindo sentada no chão.

- O que esta fazendo aqui? - perguntou um pouco nervoso.

- Impedindo que cometa alguma besteira - A Garota falou, se levantando ainda com a respiração acelerada.

- Como se tivesse uma maneira de fazer besteira, preso nessa droga de Internato. - O Garoto respondeu irônico, dando um soco da árvore.

-Jaime, sério? Cara, ela te ama! - Margarida foi direta, ele a fitou.

- Não é o que parece - Jaime respondeu friamente.

- Lógico, você saiu correndo. Marina fez a cabeça de todos, praticamente cada um foi para um canto. Talvez Carmen tenha gostado de Daniel, ele é bonito, inteligente, esperto, atlético

- Não precisa humilhar também né Margarida - ele falou, forçando um sorriso amarelo

- O que eu to querendo dizer é que isso foi antes, no passado. Meu Deus, até eu que sou lerda, já percebi que ela é louca por você.

- Margarida, eu sei que esta querendo me ajudar, mas agora, nesse exato momento, eu preciso pensar, sozinho. - Ele disse

- OK, mas quanto mais você se afastar, mas vai perde-la e machuca-la. Pense nisso, ta bom?

Margarida saiu dali, se voltasse para a sala, teria que encarar Micayla, que nesse exato momento devia estar odiando a. Se dirigiu ao refeitório, precisava comer, não comia desde cedo e não queria enfrentar uma Majo brava, preocupada com sua saúde.

Pegou uma fruta, um suco e um pedaço de bolo de cenoura, seu preferido.

- Oi - uma voz falou atrás dela, fazendo a levar um susto.

- O que esta fazendo aqui? Não devia estar com a sua namorada? - Jorge, agora estava a sua frente.

Ela falou se sentando em uma mesa.

- Gabriel esta tentando conversar com ela, pelo visto, Marina não estava brincando quando disse aquilo - Ele suspirou, e se sentou na sua frente.

Eles se encararam por minutos, o refeitório estava deserto, habitado apenas pelos dois, sentados no centro, se encarando.

- Você ainda me odeia? - ele perguntou um pouco baixo.

- Eu não sei mas o que pensar sobre você, eu deveria te odiar, deveria te mandar pro quintos dos inferno, mas não dá - Ela murmurou, deixando o bolo de lado.

- Por que não dá? - Ele perguntou, com um sorriso de lado.

Ela tentou deixar pra lá, assim que viu que já havia falado demais.

Mas guardaria tudo para ela? De novo? Magoaria uma de suas novas amigas, para ficar com o garoto que sempre amou?
Ela resolveu focar em si mesma, sempre fora tão cuidadosa, para não magoar ou outros, que as vezes esquecia de si mesma.

Ela suspirou.

- Porque por mais que sejas um idiota, quando chego perto de você, é como se borboletas brotassem do nada na minha barriga, eu perco a noção das palavras e começo a querer te bater. - Ela declarou, e ele sorriu.

- Porque esta sorrindo? Não percebe o quanto isso é sério? - ela perguntou confusa.

- Margarida eu

Antes que Jorge dissesse qualquer coisa, vários grupos de pessoas entraram, impedindo que terminassem a (tão esperada) conversa.

~•~

- Marcelina Guerra, Cala a boca e me escuta! - Alícia entrou pela porta do quarto, que havia se mudando quatro dias atrás, quando a Diretora mudou a regra dos dormitórios, apenas duas garotas por quarto.

- Pôr que não me contou? Não confia em mim o bastante para me falar que está saindo com o meu irmão? - a baixinha se alterou.

- É claro que eu confio Marce, você era a primeira pessoa para quem eu iria contar. Mas eu estava confusa, é o Paulo, eu não tenho muita certeza das coisas, quando se trata dele - Alícia tentou explicar.

- Então por que contou para ela? - Marcelina perguntou de braços cruzados.

- Está com ciúmes?

- Você é MINHA melhor amiga!

Alícia riu.

- Alguns dias antes das Férias, o infeliz do seu irmão, me beijou, enquanto estávamos de detenção. Micayla entrou bem na hora, ela ligou os pontos, e descobriu tudo. Depois ajudou a gente a esconder.- Alícia explicou novamente.

Demorou um tempo, para que Marcelina desse um sorriso e pulasse na cama de Alícia

- Vocês estão namorando? - Ela perguntou animada.

- Não, até parece que ele me pediria em namoro. - ela revirou os olhos - Mas e então? Você me desculpa?

- Se prometer não esconder mais nada e admitir ser minha cunhada, sim eu desculpo.

~•~

No quarto de Mário e Paulo, o assunto “Alicia” era o foco. Mário a considerava uma irmã, a protegia como uma, e saber que Paulo estava “ficando" com ela, o irritava.

- Olha aqui Paulo, se você a machucar, eu esqueço o lance de amizade e quebro a sua cara - Mário ameaçou.

- O mesmo para você, cunhado! E se quer saber, é mais fácil ela me machucar de que eu machuca-lá. - Paulo respondeu se sentando na sua cama.

- Você entendeu o que eu quis dizer. E Alícia não é uma pedra sem sentimento.

- Mário, se um dia eu machucar a Alícia, eu deixo você me matar, por ai sim, eu terei sido um idiota. - Paulo falou fazendo o moreno suspirar em alivio.

- Bom mesmo - respondeu.

~•~

Já estava anoitecendo e Valéria ainda estava na biblioteca, se escondendo atrás das últimas prateleiras.

- Valéria? - Majo chamou, se aproximando.

- Eu quero ficar sozinha - a morena pediu, secando algumas lágrimas.

- Prometo ficar quieta - A loira falou, sentando ao seu lado.

Minutos se passaram, ambas não trocaram nenhuma palavra, era possível ouvir apenas o choro abafado de Valéria.

- Qual é o meu problema? - ela perguntou, secando as lágrimas.

- Você não tem nenhum problema, você é incrível! - ela tentou anima-la.

- Então porque os pais do Davi, não me aceitam? Qual é o problema em eu não ser Judia? - Ela perguntou, sentindo as lágrimas caírem pela sua face.
Majo logo tratou de limpá-las.

- Você sabe como os pais do Davi são, eles levam muito a sério a religião - Majo explicou.

- O que eu vou fazer agora? Não tem um botão que me empesa de amar ele.

- Eu sei, eu sei disso Val. O certo, é você falar com o Davi depois, discutirem e resolverem essa situação. - Majo falou, mas a cabeça de Valeria estava longe, havia muito mais perguntas, muito mais explicações. Ela estava confusa, completamente confusa.

- Mas porque esta aqui? - Ela perguntou, tentando mudar de assunto.

- Amigas servem para isso, certo? - a loira respondeu e sorriu.

Valéria deitou a cabeça em seu ombro. E as duas continuaram ali, sem dizer uma sequer palavra.

~•~

Conforme os dias se passavam, mais eles se distanciavam, alguns deles na verdade.

Jaime e Carmen, ainda não haviam se entendido, por mais que ela tentasse explicar, ele não a ouvia.

Davi e Valéria conversaram, e acabaram terminando, ela não aceitava a ideia dele ir contra a sua religião, por mais que ela o amasse. E ele não queria ir contra os pais.

Micayla se distanciou, ficava lendo nas aulas e falava de vez em quando com o resto da turma.

Jorge e Margarida não se falaram novamente sobre o assunto, já que a menina estava sempre do lado das amigas e o garota estava tentando entender a namorada.

Paulo e Alícia continuavam os mesmos, mas agora não escondiam mais nada.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...