História 50 Dicas para Sobreviver ao Ensino Fundamental - Capítulo 6


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Categorias Originais
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Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Escolar
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Depois de um *gritando* LONGO hiato, aqui está o capítulo SEEEEEIS!!!

Eu não desisti, viu?

Amo vocês, seres humanos.

Capítulo 6 - Cuidado com as bombas-relógio.


Até agora, só foram citadas torturas consideradas leves, comparadas a pior tortura que a prisão, também conhecida como “Escola” oferece.  Se você possui mente fraca, ou se impressiona fácil, pare de ler esse texto imediatamente – o que vou citar agora é algo tão cruel, e tão meticulosamente calculado para aparentemente “testar conhecimentos”, porém com o objetivo de ferrar alunos mesmo que os torturadores... Melhor, os PROFESSORES neguem, até mesmo os destorturantes. Esse tipo de tortura tão cruel são as provas, testes, como você quiser chamar. Eu gosto de chama-la de “bomba relógio”, já que, esse tipo de tortura é um ciclo vicioso – o professor te dá um roteiro para te orientar na hora de estudar. Você vê que falta uma semana para a prova, então deixa para estudar mais tarde. Você procrastina, procrastina, e na última hora, domingo as 23:59, você lembra que no dia seguinte tem prova. É só uma questão de tempo para essa bomba-relógio psicológica explodir quando você menos espera – você faz a prova que vale dez, acaba ela esperando tirar oito, compara as respostas com os amigos e vê que tirou seis, passa a semana revisando e descobre que tirou quatro, para quando você a receber, descobrir que na verdade tirou dois.

 

Eu, João de Souza, tenho um amigo asiático. Agora, uma semana depois de eu chegar na escola, ele começou a me dar algumas dicas para me ajudar a sobreviver nesse inferno. Foi onde eu tirei inspiração para escrever essa fanfic, que na verdade é um guia, mas que no futuro, virará um livro (não prometo nada!). Enfim, esse meu amigo, Lucas, me contou certa vez que, pelo fato dele ter um olho puxado (e pelo julgamento primário da sociedade, um pau menor), ele é visto e obrigado pelas pessoas ao seu redor a ser um mestre em tudo o que faz. Em provas, ele estuda tanto que quando a acaba, tem de fazer força para não dormir de tanta exaustão. Em uma competição de natação (que o obrigaram a entrar), seus pais diziam que não precisavam ganhar uma medalha, mas se decepcionavam e pelo olhar, era claro que eles esperavam um pódio, ou no mínimo um recorde regional. Ele chegou a desabafar comigo que ele se autodiagnosticou com depressão, de tanta pressão que botavam em cima do garoto. De acordo com ele, isso já passou. Mas eu não me convenci.

“O.k. João, que triste, pena, dó, coitado desse garoto. Mas o título fala sobre as provas, ou melhor, ‘bombas-relógio’. O que esse garoto tem a ver com isso? ”

Se você pensou o que eu acabei de escrever, sinto lhe informar, mas você não tem o mínimo de bom senso. Pense comigo essa fórmula matemática que eu mesmo inventei:

Excesso de expectativas altas = pressão

x . pressão = tristeza

 

Pegou agora? Mesmo ele parando a natação, algo que o fazia mal psicologicamente, ele ainda tinha oito bombas-relógio por mês, uma em cada jeito diferente de torturar. E isso só piora, piora, e cada vez mais, o cansaço do Lucas foi ficando cada vez maior, enquanto o oposto ocorria em relação à sua autoconfiança, quando ele não conseguia desarmar uma bomba relógio. Mesmo que ele tenha desarmado as outras sete, a bomba que mais levava destaque era aquela que explodia, e então ele ficava com fama de um mal-desarmador-de-bombas. Mil e um acertos, nenhum elogio. Um erro, mil condenações.

No começo desse capítulo, quando eu me referi às provas como uma tortura, não era bem uma piada, entende? Elas realmente podem te fazer mal. E não são só as provas escolares – você é provado em todos os lugares, como quando você resolve abraçar seu irmão menor mesmo sabendo que ele vai gritar e dizer que você pisou no pé dele, mesmo não tendo pisado. Mas mesmo assim, você o abraça, pensando, “dessa vez será diferente”. Mas não. Ocorreu exatamente como nas outras bilhões de vezes. A vida te testa de maneiras tão óbvias as vezes, e você simplesmente não consegue passar nesses testes, pois ainda tem esperança. Esperança de que será diferente dessa vez, de que tudo vai dar certo, e que finalmente será como você deseja. Mas isso não acontece. Mais uma vez, você caiu nas garras da falha desse teste, e se decepcionou de novo. É, às vezes, a esperança não é algo bom.

 

Chega de falar sobre tristezas. Vocês não são obrigados a ouvirem meus pensamentos sobre algo tão pessoal. Afinal, isso já está ficando meio tenso. Setecentos vinte e três palavras para discorrer sobre algo tão depressivo não é algo bom.

Voltando ao assunto das provas e de como são consideradas bombas-relógio, minha teoria só toma mais força – você fica reprovado e tem de trazer a prova assinada pelo responsável no dia seguinte. Essa, sem dúvida, é a pior parte. Quando se tem pais exigentes, isso é como uma tortura: Primeiro, você diz para a sua mãe. Daí você ouve uma biografia de si mesmo, sempre incrementando o fato de que você poderia ter se saído melhor. Isso tudo para ela dizer que não vai assinar, e você tem que pedir para o seu pai, que te olha com desprezo, e diz que espera que isso não se repita. Você pensa então que finalmente acabou. Mas aí, seu pai não fala com você durante eras, por causa desse deslize. Sim, foi isso que aconteceu comigo.

E assim, a bomba explode, atingindo os seus responsáveis e seu lado psicológico, dependendo da pessoa.

Claro, você pode desarmar uma bomba relógio – ao invés de te causar sofrimento, elas podem te fazer orgulhar seus pais – embora eles só lhe deem atenção quando você tira uma nota ruim. Isso ocorre quando, por algum milagre, você tire uma nota boa – algo tão raro quanto as chances de uma moeda ao ser jogada não caia como “cara” ou “coroa”, se equilibrando na metade. Nesse caso, ou você estudou até seu cérebro não ter mais espaço para nada, ou você só é cagão mesmo. Eu estudo, mas nunca adianta.


Notas Finais


Semana que vem tem mais!

Agora é sério. Desculpa MESMO pelo hiato.
Sabe o Lucas?
Então.
Meu nome é Luca.
Sacaram?
Fase difícil, tristezas, brigas familiares, exigências, etc.

Desculpa mesmo galera. Não sei se faço uma BOMB 50D para compensar (Um capítulo por dia até sexta). Deixem aí nos comentários.

Valew.
Falow.


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