História 50 shades of blue - Capítulo 70


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Categorias 50 Tons de Cinza, As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Jason Grace, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper Mclean, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Thalia Grace, Will Solace
Tags 50 Tons, Hdo, Hentai, Heróis Do Olimpo, Percy Jackson, Pjo, Romance, Solangelo, Wico, Yaoi
Exibições 331
Palavras 2.128
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ola amores!
demorei mas cheguei!

fiquei esperando vocês lerem e comentarem o anterior, mas acho que não deu muito certo.... ;/

enfim...
eu sempre choro horrores nesse cap </3
sim eu ja reli umas 10 vezes ;x
é lindo... fazer o que? tenho orgulho da minha arte ;*

ja sabem né? chocolate, sorvete e insulina suahhusahusa tem muito doce por aqui ;P

aaah só tenho a dizer a vocês: Obrigada por tudo e espero que essa fic tenha mudado a vida de vocês tanto quanto mudou a minha <3

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS MEUS BABYS *0*

Capítulo 70 - 2 Capitulo 31 (Congratulations )


Fanfic / Fanfiction 50 shades of blue - Capítulo 70 - 2 Capitulo 31 (Congratulations )

 

Eu não sabia se queria voltar a Nova York ou ficar em Veneza para sempre.

A cidade era realmente encantadora e linda. Posso dizer que aproveitei cada momento e lugar daquela cidade com meu marido.

Apesar de tudo eu não fui a casa do meu pai. Sabia que iria ficar chateado e triste pelas lembranças e não queria estragar aqueles belos dias.

Entramos em nosso apartamento duas semanas depois e eu me joguei no sofá cansado vendo Argos trazer nossas malas e Will o dispensar com um “obrigado e vá descansar também”. Cheguei a conclusão de que Argos morava por perto se não no mesmo prédio, já que ele sempre estava por ali, mas não quis me aprofundar no assunto.

Will se jogou ao meu lado com um suspiro pesado.

- Onde está Annabeth? Que horas são? – perguntei perdido o fazendo rir.

- Deve estar na escola ainda, está cedo.- ele disse me tranquilizando como se eu fosse um louco neurótico, depois me olhou e sorriu de canto. - Vou tomar um banho, você poderia vir comigo.

Revirei os olhos.

- Se comporte Solace, não estamos mais em lua de mel. – brinquei e ele se aproximou me beijando brevemente.

- Eu sempre vou estar em lua de mel com você. – disse sedutor antes de se levantar e ir tomar banho.

Balancei a cabeça negativamente a mim mesmo e fui comer alguma coisa.

- Vocês voltaram! – Annabeth disse alto quando chegou e nos viu sentados a mesa almoçando. Ela nos abraçou fortemente e sua barriga parecia ter crescido ainda mais. – Estava começando a me sentir sozinha demais nesse apartamento gigante. – ela murmurou sentando conosco.

- Pelo menos alguém concorda comigo que isso aqui é enorme. – disse insinuativo a Will que revirou os olhos.

- Não reclamem, logo isso aqui vai ser pouco para o pequeno ali.- ele disse apontando para Anne que riu.

- Deuses, vocês não tem ideia de como ele anda agitado. Se preparem para aguentar porque não vai parar quieto.

Rimos e Will a olhou com doçura.

- Minha esperança é que você tenha sido uma criança mais quieta então Anne, vai que ele puxar para você. – Will disse com sorriso, ela deu nos ombros.

- Até que eu era sim, mas não sei se... – ela parou e desviou o olhar de mim. – Bom, amanhã vou fazer outro ultrassom, vocês vão?

Mesmo ela tentando mudar de assunto eu me vi pensando naquilo. As coisas tinham ficado tão amplas e distantes quando estávamos em Veneza que eu havia me esquecido de pensar nisso. Havia me esquecido de que ele era filho do Tyler. Me peguei pensando em como eu contaria um dia a ele sobre o verdadeiro pai, como ele morreu e as coisas que fez.

Esse pensamento fez meu coração apertar e pesar. Talvez ele va me odiar quando souber a verdade e se isso acontecer eu não vou saber o que fazer, não há como se preparar para algo assim...

- Nico? Nico! – Will me chamou e eu o olhei só agora percebendo que estava encarando o nada.

- Oi? O que foi? – perguntei perdido me sentindo o idiota que realmente era já que o estava preocupando. Sua sobrancelha estava franzida e ele me estudava com receio.

- Tudo bem? Você... – “estava se lembrando?” era o que ele ia dizer, mas tratei de corta-lo.

- Tudo. Não, eu só estava pensando. – respondi tentando ser indiferente o que não deu muito certo, mas ele decidiu ignorar.

Mais tarde naquele dia Will me perguntou sobre o que eu estava pensando e quando disse ele ficou nervoso e pediu (praticamente ordenou) que eu não ficasse pensando nisso ainda mais de formas tão negativas.

 

Dois meses depois... madrugada de 18 de outubro.

Acordei ouvindo um grito abafado de alguém.

Abri meus olhos passando pelo quarto escuro sem ver nada de ameaçador. Estava de madrugada, deveria ser cerca de três horas da manhã. Olhei para o lado e Will dormia tranquilamente, mas se remexeu quando um ofego alto surgiu.

Annabeth.

Meu coração quase saiu pela boca em entendimento e rapidamente sai do quarto e fui até o dela que era em frente. Ouvi seus ofegos e abri a porta ascendendo a luz, minhas pernas falharam quando eu vi a cena da garota deitada de barriga para cima com a camisola e os lençóis encharcados. Seu rosto estava contorcido de dor e ela soava tanto que seu cabelo loiro estava grudado em sua testa.

- Nico... – ela falou com dificuldade. – Hospital, agora. – disse pausadamente.

Isso fez com que eu recuperasse do meu transe e conseguisse fazer algo. Virei minha cabeça em direção ao nosso e gritei pelo Will enquanto pegava um vestido para ela se trocar ele apareceu assustado na porta.

- O que foi? Ah deuses! – disse ao perceber a situação.

Annabeth pediu para chamar Sally para ajuda-la já que a mulher tinha tido dois filhos e entendia muito mais do que nós três ali.

Fomos as pressas para o hospital com Argos dirigindo freneticamente pelas ruas. Quando chegamos ela foi direto para a sala de emergencia e tivemos que ficar do lado de fora esperando, no corredor, angustiados.

Eu andava de um lado para o outro nervoso e Will que olhava já irritado pegou minha mão e me puxou para parar e olha-lo.

- Relaxe, vai dar tudo certo. – ele me tranquilizou e eu suspirei tentando realmente relaxar.

Sally chegou com um copo de café e me deu.

- Fique tranquilo querido é assim mesmo. eu me lembro quando... esquece. Tome isto e logo... – neste momento a porta da sala se abriu e uma enfermeira jovem nos olhou com um sorriso gentil.

- Está tudo bem, é um menino lindo e perfeito. – a moça comunicou fazendo com que eu soltasse o ar que eu nem percebi ter segurado com o alivio, assim como Will e Sally que sorriram. – Vocês podem vê-los daqui a pouco.

Este daqui a pouco demorou. Depois de algumas irritantes e lentas horas conseguimos entrar no quarto onde ela estava com nosso filho.

Annabeth estava com a expressão cansada, mas sorria gentilmente para a manta que estava em seus braços. Chegamos perto e Will segurou minha mão quando conseguimos ver o rosto do lindo e pequeno bebe com finos cabelos loiros nos braços dela.

- Como é pequeno... – murmurei em um suspiro encantado.

- Não parecia tão pequeno a algum tempo atrás. – ela disse com uma careta e nos sorrimos com compaixão para ela.

- Posso pega-lo? – Will disse me surpreendendo, mas ele olhava para a criança como se fosse um diamante encantado.

Annabeth assentiu passando-o para ele. Will o pegou com todo cuidado do mundo e o olhou com os olhos brilhantes. Sorri para mim mesmo com aquilo, mesmo que ele tenha feito todo aquele escândalo comigo no começo depois aceitou aquilo como se fosse tudo que ele mais queria na vida.

Fiquei ao seu lado e apoiei minha cabeça em seu ombro. Ficamos olhando aquela pequena figura nos braços dele dormir tranquilamente.

Eu sabia que aquele pequeno e frágil ser humano mudaria ainda mais nossas vidas.

- Posso? – pedi a ele que sorriu e assentiu me passando o pequeno.

Peguei com cuidado e ele era ainda mais leve do que parecia, acariciei seu delicado rosto com carinho e um sorriso bobo saiu pelos meus lábios.

Nunca havia sentido algo como naquele momento, olhando para ele, o estudando. Eu não sabia como, mas já o amava. Uma mistura de carinho, amor, medo, compreensão, felicidade e vários outros sentimentos me percorreu. Eu simplesmente não soube lidar com aquilo, então apenas deixei fluir enquanto o examinava com os olhos.

Neste momento a porta do quarto se abriu e por ela entrou mais gente do que deveria. Nossa família. Hades que parecia cansado da viagem repentina, Hazel que já estava animada e afobada como sempre com um sorriso enorme no rosto, Apolo e Latricia também pareciam cansados, mas não tinham vindo da california e sim ficado por ali já esperando por aquilo. Com eles estava Kayla, Austin e Tyson. Todos nos olharam curiosos em expectativa.

Hazel como já esperado foi a primeira a chegar perto e o olhar com os olhos dourados brilhantes.

- awwnnt! Como é pequeno e lindo, e fofo, e ... awnt! Anne se parece com você! – ela disse derretida nos fazendo rir.

Nossos pais também se aproximaram e o olharam com sorrisos bobos e olhares babão. Hades parecia prestes a chorar, mas se conteve. Kayla soltou uma lagrima disfarçada e o irmão Austin a abraçou confortanto. Tyson abraçou a mãe e eles nos olhavam como se fossemos um retrato feliz.

- Posso segura-lo? – Apolo pediu hipnotizado e eu sorri o entregando ao avô.

- Como é o nome dele? Vocês nunca nos falaram. – Hazel perguntou curiosa.

Eu, Will e Anne nos entreolhamos por um momento. Ela assentiu encorajadora, olhei para Will e ele sorriu para o pai.

- Pai, sente-se aqui. – ele pediu deixando Apolo com uma expressão confusa. – Só por precaução. – ele explicou sorrindo.

O homem mesmo que confuso se sentou na poltrona ao nosso lado com o bebê nos braços.

- Por que disso? – Apolo perguntou intrigado e logo sua expressão mudou para algo que não soube definir, mas era parecido com surpresa. – Não me diga... – a voz dele falhou.

Peguei a mão de Will de novo e a apertei sorrindo solidário ao homem que nos olhava esperando. Will sorriu ainda mais e sua voz saiu nostagica.

- O nome dele é Michael Lee Di Angelo.

Dito isso Kayla soltou um choramingo gemido parecido com um “onnwt” e chorou no ombro do irmão que nos olhava com um sorriso grato.

-  Di Angelo? – Austin perguntou como se aquilo soasse estranho e eu o olhei com um sorriso.

- Eu preciso ter alguma parte nisso não é? – comentei e ele sorriu assentindo em concordância.

Apolo nos olhou estático por um momento e logo seus olhos marejaram, ele parecia tentar se conter, mas não conseguia. Olhou para o pequeno Michael em seus braços e brincou com sua mãozinha sorrindo. Pude ver uma lagrima cair de seu olho.

- É um ótimo nome. – ele disse em um sussurro engasgado.

Latricia alisou suas costas com os olhos também marejados e um sorriso cheio de compaixão.

Will saiu do meu lado e se sentou ao braço da poltrona ao lado do pai colocando a mão em seu ombro.

- É realmente um lindo nome. - concordou.

Hades olhou para Annabeth que encarava aquela cena com ternura.

- E você minha querida? Não quis colocar seu nome no seu filho? – ele perguntou indiscreto e eu quis adverti-lo, mas a expressão dela foi tão serena que me fez reconsiderar.

Ela negou com a cabeça e sorriu para ele.

- Não. Eles são os pais de registro e eu prefiro assim. – falou simplesmente.

Acariciei o cabelo dela que me olhou.

- Não quis porque é boba. Ele sempre será seu filho e não só na certidão de nascimento. – eu garanti.

Ela assentiu com lagrimas se juntando em seus olhos cinzas e apertou a boca. Pude ver que ela se segurava para não chorar.

- Eu sei disso. Obrigada...

Neste momento o pequeno Michael começou a chorar e Apolo o devolveu a Annabeth para que ele mamasse. Saímos do quarto para deixar a menina mais a vontade com uma enfermeira e Sally para lhe orientar.

Todos foram embora e disseram nos visitar depois já que estava quase amanhecendo já. Pegamos café e ficamos ali em frente ao berçário vendo todos aqueles bebês chorarem ou dormirem. Ele passou o braço em volta de minha cintura me puxando para perto e eu encostei minha cabeça em seu ombro.

- Isso está mesmo acontecendo? Quero dizer, parece tão surreal. – falei distante e ele suspirou exaustivo.

- Nós termos um filho? É parece mesmo. – concordou com sorriso na voz.

O olhei por um momento analisando. Ele parecia cansado, mas contente. Seus olhos azul-claro brilhavam diferente agora e ele mesmo serio tinha um ar de sorriso no rosto.

- Como você está? Com tudo isso. – perguntei curioso e ele sorriu de canto para mim.

- Não sei dizer, é muita coisa junto. – respondeu sincero me fazendo rir. – Que foi? – perguntou com uma careta confusa.

- É bom saber que não sou o único. – expliquei e ele me beijou ternamente.

- Parabéns papai. – ele disse para mim com um sorriso largo e olhou para atrás do vidro onde uma enfermeira colocava Michael em um berço próximo.

Ele dormia tranquilamente com sua roupa azul clara e os cabelos loiros ralos e finos para frente.

- Eu que tenho que te dar Parabéns Papai Solace, ele tem seus cabelos. – Ironizei e ele riu.

- Veremos Papai Di angelo. – ele soltou em suspiro e me olhou carregado de emoção. – Veremos.


Notas Finais


Dia das crianças comemorando com o nascimento do nosso pequeno Mike <3
tão CUTE!!!
(tecnicamente ele nasceria só daqui a 6 dias, mas vocês entenderam) husahusahus
Mike sendo Libriano hahaha *0*

gente a parte do nome... me quebra... Meus irmãos <33
vocês gostaram? *-*
Alguem mais sofreu de emoção? hsauh

pe-nultimo capitulo </3 ain meu coração não aguenta.... chorando horrores... ;'(

vejo vocês no proximo e ultimo cap </3


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