História 50 Tons de Cellps - Capítulo 28


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Categorias 50 Tons de Cinza, Cauê "BaixaMemoria" Bueno, Felipe Z. "Felps", Gabriel "MrPoladoful", Marco Tulio "AuthenticGames", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Cauê Bueno, Felps, Marco Tulio "AuthenticGames", Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellke, Cellmitw, Celltw, Chops, Hentai, Incesto, Mitw, Yaoi, Yuri
Exibições 299
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Arranjei um tempinho pra postar essa

Glória a Deus

Capítulo 28 - Capítulo 28 - Reencounter


(Rafael's Vision)

Depois de uma meia hora de viagem de ônibus, eu e Pac chegamos no hospital no qual eu havia mandado Felipe.Com todo o dinheiro que tenho, não será problema para mim gastar um pouco para um..."amigo".

Entrei no prédio de mãos dadas com Pac,suas mãos estavam geladas e dormentes, ele parecia estar muito nervoso, ele sabe que não tem por que se preocupar,uma tia minha teve uma parada cardíaca e veio pra cá, hoje ela saltita por aí feliz da vida,e olha que ela só ficou internada dois dias se recuperando...tá certo,ela ainda é fumante,mas isso não impede ela de ser feliz.

Fomos até a moça da recepção.

- Bom dia. - Ela sorri nos cumprimentando.

- Bom dia, eu quero ver Felipe Z. Pacagnam. - Pac vai direto ao ponto, sem se importar com coisas banais.

- Ah,vocês precisam de uma autorização para entrar em seu quarto,aquela moça ali pode ajudar. - Ela aponta para uma mulher de uniforme atrás de nós. - Ela os  levará até o Check-in onde vocês podem pegar pulseiras...como essa! - Ela nos mostra uma fita azul clara,parecia uma pulseira da amizade.

- Obrigado. - Agradecemos em coral sem perceber e fomos falar com a moça atrás de nós.

- Bom dia, a senhora quem faz os Check-in para as visitas? - Pergunto e ela faz que não com o dedo indicador.

- Não, eu apenas levo vocês até a outra recepcionista,onde vocês terão que pagar uma fila,na fila vocês pegarão uma ficha onde nela terá o número dos dois,depois eu levo vocês até o segundo andar onde vocês esperarão o seu número ser chamado,e lá vocês fazem aquelas coisas chatas de sempre de RG,identidade...e só aí, o médico entregará as pulseiras. - Ela diz com um sorriso simpático no rosto.

- Hm... - Pac da um bufo,ele parecia estar aborrecido. - Tudo bem,nos leve pra fila.

- Me sigam.

Seguimos ela até uma fila que ficava em outra parte do primeiro andar,a fila não era muito grande,demorou somente 15 minutos para chegarmos e pegarmos nossos números, mas já era o suficiente para Pac começar a ficar impaciente, eu também estava um pouco impaciente mas...hospitais de ricos sempre são assim,tem toda essa frescura.Meu número era o 36 e o dele 37.

Mas entraríamos juntos de qualquer maneira então nem fazia diferença.

Ela nos levou até o andar de cima, onde tinha uma fileira de cadeiras com várias pessoas sentadas, algumas dormindo e outras mechendo em seus aparelhos celulares.

Ela se despede da gente e desce novamente pro andar  de baixo,eu não largava a mão dele por nada,pessoas as vezes olhavam torto,mas essa era a nossa menor preocupação no momento.Sentamos na primeira fileira de cadeiras vazias,e tínhamos que esperar nosso número, e agora que eles estão no número 17 (N.A.Esse número "17" é um easter egg :3)

- Pac... - Chamo sua atenção, ele estava concentrado nos números que mudavam lentamente. - Não fica assim, ele tá bem, eu te prometo. - Aperto mais a sua mão.

- Eu sei...só que, e meio que impossível pra mim deixar de me preocupar com ele. - Ele diz,retribuindo o aperto de mão.

- Olha pra mim. - Ele vira seu rosto para o meu. - Não se preocupe com nada, eu estou aqui...com você. - Ele dá um sorriso de canto de boca.

- Obrigado...Olha... - Ele tira uma corrente de coração de seu bolso, com uma escrita cursiva marcada no ouro escrito Best Friends. - Eu comprei isso,a muito tempo atrás para alguém que eu acreditava ser meu amigo... mas no fim,ele me abandonou, quero que isso fique com você...pra sempre. - Ele coloca o colar em meu pescoço, e retira outro colar de debaixo de sua camisa com um coração partido como o meu, o seu coração completava o meu. - Melhores amigos pra sempre... - Ele junta os nossos corações e se deita em meu peito, após acordar tão cedo está óbvio que ele estaria sonolento.

Lentamente ele adormece em meu peito enquanto eu faço carinho em seus cabelos, ele abraça minha cintura, se colocando em uma posição mais confortável.

(...)

- Número 36 e 37! - Um cara grita,fazendo eu acordar de meu transe,eu ficava encarando o lixo,não sei por que.

- Nossa vez! - Pac grita acordando, Ele bate a sua cabeça contra meu queixo,damos risadas logo depois.

Andamos até o cubículo do cara que havia gritado os nossos números.

- Muito bem,já sabem o procedimento RG e Identidade por favor. - Ele diz e eu pego a minha carteira e Pac a dele,ainda bem que trouxemos.

- Aqui. - Entregamos nossos documentos e ele os analisa por alguns segundos e depois nos devolve.

- Tudo em ordem, quem querem visitar hoje? - Ele pergunta digitando algo em seu computador.

- Felipe Z. Pacagnam, ele é meu irmão.  - Pac diz batendo seus dedos contra contra a mesa.

- Ok, terceiro o andar,penúltima porta a direita...aqui, vão precisar dessas pulseiras. - Ele nos entrega as pulseiras que havíamos visto no andar debaixo.

- Obrigado. - Novamente agradecemos em coral sem nem perceber.

Subimos as escadas para o terceiro andar,chegando lá fomos na direção que o médico disse,no caso a direita.Chegando na penúltima porta,onde provavelmente se encontraria Felipe, Pac aperta a minha mão e para em frente à porta.

- Eu...tô com medo do que posso ver aqui. - Diz começando a tremer.

- Pac,ele quer te ver. - Digo acariciando suas bochechas e limpando algumas lágrimas que caiam de seus olhos.

Abro a porta lentamente, entramos dentro do quarto,e vemos algo bem fofo...Felipe estava brincando com uma menina de boneca,a menina aparentemente tinha câncer, pela falta de cabelo e a desnutrição.

Eu e Pac ficamos ali...observando aquela cena linda.

Câncer...a única coisa que o dinheiro não pode curar.

A menina, assim que percebe a nossa presença, forma uma expressão de desconfiança, Felipe olha para nós e abre um grande sorriso;ele sussurra algo no ouvido dela e ela ri,saindo de perto dele levando seus brinquedos e passando por nós...ainda com o mesmo olhar de desconfiança.

- Pac... - Felipe diz baixo,quase em um Sussurro.

Pac só vai até ele é lhe dá um abraço, os dois começam a chorar,e meus olhos estavam lacrimejando,por algum motivo.

- Eu senti muito a sua falta...eu tenho tantas novidades! - Pac iria terminar a frase mas a porta se abre.

- Cauê! - Pac diz assim que vê quem entrou.

Eu estava distraído olhando para Pac e Felipe, e quando vi esse tal Cauê, meu coração parou, ele arregalou os olhos quando me viu e eu também fiz o mesmo,seu rosto ficou vermelho assim como o meu.

- Prazer em te ver de novo...Cauê. - Digo tentando ser gentil e ele apenas sorri de lado.

- Vocês se conhecem? - Felipe me pergunta.

- Sim...Cauê é meu ex-namorado.

Continua...



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