História 50 tons de cinza (Camren g!p) - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza, Camila Cabello, Fifth Harmony, Zayn Malik
Personagens Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Zayn Malik
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camilag!p, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Visualizações 165
Palavras 6.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe gente a demora eu tive alguns problemas mais já tá tudo certo.
Desde já desculpe qualquer erro.
E uma ótima leitura.

Capítulo 20 - Capitulo 20


Lentamente o mundo exterior invadiu os meus sentidos, e oh meu deus, que invasão. Eu estou flutuando, meus membros estão suaves e lânguidos, totalmente gastos. Eu estou deitada em cima dela, minha cabeça está em seu tórax e ela cheira divinamente: linho fresco, lavado e algum caro sabonete corporal, e o melhor perfume, mais sedutor do planeta... Camila. Eu não quero me mover, eu quero respirar este elixir pela eternidade. Eu me aninho, desejando que não tivesse a barreira de sua camiseta. E, quando a razão e o bom senso retornam ao resto de meu corpo, eu estico minha mão sobre o seu tórax. Esta é a primeira vez que eu o toquei aqui. Ela é firme… forte. Sua mão mergulha para cima e agarra a minha, mas ela suaviza o gesto puxando-a para sua boca e docemente beijando meus dedos.

Ela rola sobre mim e me olha.

— Não faça, — ela murmura e então me beija ligeiramente.

— Por que você não gosta de ser tocada? — Eu sussurro, olhando fixamente para seus olhos cinza suaves.

— Porque estou muito fodida, Lauren. Tenho muito mais sombras que luz. Tenho Cinquentas sombras ruins!

Oh… sua honestidade me desarma completamente. Eu pisco para ela.

— Eu tive uma introdução muito dura na vida. Não quero carregar você com os detalhes. Só não faça. — Ela roçou seu nariz contra o meu, e então ela retira-se de mim e se senta.

— Acredito que já tivemos o básico. Como foi?

Ela parece completamente contente consigo mesma e soa muito prosaica, ao mesmo tempo, ela está como se só tivesse marcado uma nova caixa de seleção em uma lista de verificação. Eu ainda estou sofrendo com o comentário sobre a sua dura introdução de vida. É tão frustrante e eu estou desesperada para saber mais. Mas ela não dirá nada para mim. Eu viro minha cabeça para um lado, como ela faz, e faço um esforço enorme para sorrir para ela

— Se você acha que conseguiu me iludir que você me outorgou o controle, bem, você não levou em conta minhas boas notas. — Eu sorrio timidamente para ela. —Mas obrigada pela ilusão.

— Senhorita Jauregui, você não é só um rosto bonito. Você teve seis orgasmos até agora e todos eles pertencem a mim, — ela ostenta, brincalhona novamente.

Eu ruborizo e pisco ao mesmo tempo, enquanto ela olha fixamente para mim. Ela está fazendo uma contagem! Suas sobrancelhas apertaram. —

Você tem algo para me dizer? — Sua voz, de repente, era dura.

Eu faço uma careta. Droga.

— Eu tive um sonho esta manhã.

— Oh? — Ela olhou para mim.

Dupla droga. Eu estou em apuros?

— Eu gozei no meu sonho.— Eu lanço meu braço acima de meus olhos. Ela não diz nada. Eu o espio por debaixo de meu braço, e ela parece divertida.

— Em seu sonho?

— Despertou-me.

— Eu estou certa que fez. Com o que você estava sonhando?

Droga.

— Você. .

— O que eu estava fazendo?

Eu lanço meu braço acima de meus olhos novamente. E como uma criança pequena, eu brevemente entretenho o pensado de que se eu não posso vê-la, então ela não pode me ver.

— Lauren, o que eu estava fazendo? Eu não perguntarei a você novamente.

— Você estava usando um chicote de montaria.

Ela moveu o meu braço.

— Realmente?

— Sim. — Eu estou vermelha.

— Existe esperança para você ainda, — ela murmura. — Eu tenho vários chicotes de montaria.

— Couro trançado marrom?

Ela ri.

— Não, mas eu estou certa que eu podia conseguir um. — Seus olhos cinza brilham de excitação.

Inclinando, ela me dá um breve beijo, então ela levanta e agarra as sua cueca, oh não… ela está indo. Eu olho rapidamente para o relógio, são apenas nove e quarenta. Eu saio da cama também e pego minha calça de moletom e um camiseta, então me sento de volta na cama, cruzo as pernas e fico assistindo-a. Eu não quero que ela vá. O que eu posso fazer?

— Quando é seu período? — Ela interrompe meus pensamentos.

O que!

— Eu odeio usar estas coisas, — ela murmura. Ela levanta o preservativo do chão, então desliza em sua calça jeans.

— Bem? — Ela inicia quando eu não respondo-a, ela olha para mim esperançosamente como se ela estivesse esperando por minha opinião sobre o tempo. Caramba… isto é coisa pessoal.

— Semana que vem. — Eu olho fixamente para minhas mãos.

— Você precisa fazer algum tipo de contracepção.

Ela é tão mandona. Eu olho fixamente para ela, inexpressivamente. Ela se senta de volta na cama, enquanto ela coloca suas meias e sapatos.

— Você tem um médico?

Eu agito minha cabeça. Nós voltamos para contratos e aquisições, outra mudança de humor da Camila de 180 graus.

Ela faz uma carranca.

— Eu posso pedir ao meu médico para vê-la em seu apartamento, domingo de manhã antes de você vir me ver. Ou ele pode ver você em minha casa. O que você prefere?

Sem pressão, sei. Apenas outra coisa que ela está pagando… mas, realmente, isto é para seu benefício.

— Em sua casa. — Com isso, estou garantido vê-la no domingo.

— Certo. Eu informarei a hora.

— Você está partindo?

Não vá… fique comigo, por favor.

— Sim.

Por que?

— Como você voltará? — Eu sussurro.

— Taylor me levantará.

— Eu posso dirigir para você. Eu tenho um adorável carro novo.

Ela olha para mim, com uma expressão morna.

— Isto é mais para ele. Eu acho que você bebeu demais.

— Você me fez ficar alegre de propósito?

— Sim.

— Por quê?

— Porque você acha excesso em tudo, e você é reticente como o seu padrasto. Uma gota de vinho em você e você começa a falar, e eu preciso que você se comunique honestamente comigo. Caso contrário, você se cala, eu não tenho nenhuma ideia do que você está pensando. Lauren.

— E você pensa que é sempre honesta comigo?

— Eu me empenho para ser. — Ela olha para mim cautelosamente. — Isto só funcionará se nós formos honestas uma com a outro.

— Eu gostaria que você ficasse e usasse isto. — Eu levanto o segundo preservativo.

Ela sorri e seus olhos brilharam com humor.

— Lauren, eu cruzei tantas linhas aqui, esta noite. Eu tenho que ir. Eu verei você no domingo. Eu terei o contrato revisado e pronto para você, então nós podemos realmente começar a jogar.

— Jogar? — Caramba. Meu coração pulou em minha boca.

— Eu gostaria de fazer uma cena com você. Mas eu não vou, até que você assine, então eu sei que você estará pronta.

— Oh. Então eu poderia esticar isto, se eu não assinar?

Ela me olha, avaliando-me, então, seus lábios se contorcem em um sorriso.

— Bem, eu suponho que você poderia, mas eu posso rachar sob tensão.

— Rachar? Como? — Minha deusa interior despertou e está prestando atenção.

Ela movimenta a cabeça devagar, e então ela sorri, brincando.

— Podia ficar realmente feio.

Seu sorriso é infeccioso.

— Feio, como?

— Oh você sabe, explosões, perseguições de carro, sequestro, encarceramento.

— Você me sequestraria?

— Oh sim, — ela sorriu.

— Seguraria-me contra minha vontade? Puxa, isto é quente.

— Oh sim, — ela movimenta a cabeça. — E então nós estamos falando TPT 24/7.

— Perdi-me, — eu respiro, meu coração dispara… ela está falando séria?

—Troca do Poder Total – o tempo todo. — Seus olhos estão brilhando, e eu posso sentir sua excitação de onde eu estou sentada.

Caramba.

— Então você não tem nenhuma escolha, — ela diz sarcasticamente.

— Claramente. — Eu não posso manter o sarcasmo fora de minha voz então eu olho para cima, meus olhos alcançando o céu.

— Oh, Lauren Jauregui, você acabou de desviar seus olhos dos meus? Caramba.

— Não, — eu grito.

— Eu penso que você fez. O que eu disse que faria com você se desviasse seus olhos de mim novamente?

Merda. Ela se senta na extremidade da cama.

— Venha aqui, — ela diz suavemente.

Eu empalideço. Puxa… ela está falando séria. Eu me sento olhando fixamente para ela completamente imóvel.

— Eu não assinei, — eu sussurro.

— Eu disse a você o que faria. Eu sou uma mulher de palavra. Eu vou espancar você e então vou foder você muito rápido e muito duro. Parece que nós precisaremos do preservativo afinal.

Sua voz está tão suave, ameaçadora, e é condenadamente quente. Minhas entranhas praticamente contorcem com o potente, necessitado, líquido, desejo. Ela olha para mim, esperando, com os olhos brilhando. Timidamente, eu descruzo as minhas pernas. Devo correr? Isto é, nosso relacionamento está em jogo, aqui, agora. Eu deixo que ela faça isto ou eu digo não, e então como será? Porque eu sei que vai ser mais se eu disser não. Faça isto! Minha deusa discuti comigo, meu subconsciente está tão paralisado como eu estou. — Eu estou esperando, — ela diz. — Eu não sou uma mulher paciente.

Oh pelo o amor de tudo que é santo. Eu estou ofegante, com medo, ligada. O sangue disparando dentro de meu corpo, minhas pernas estão como geleia. Lentamente, eu me arrasto para ela, até chegar ao seu lado.

— Boa menina, — ela murmura. — Agora levante-se. Oh merda… ela só não pode simplesmente acabar com isso? Eu não estou certa se eu posso permanecer. Hesitante, eu levanto. Ela estende a sua mão e eu coloco o preservativo em sua palma. De repente ela me agarra, me inclinando sobre o seu colo. Com um movimento suave, ela ajeita o seu corpo, de modo que, o meu torso está descansando na cama ao lado dela. Ela joga a perna direita sobre as minhas duas e bota o seu antebraço esquerdo na parte de baixo das minhas costas, segurando-me para baixo, assim eu não posso me mover. Oh foda. — Ponha suas mãos, as duas, em ambos os lados de sua cabeça, — ela ordena.

Eu imediatamente obedeço.

— Por que eu estou fazendo isto, Lauren? — Ela pergunta.

— Porque desviei meu olhar do seu, — eu posso apenas falar.

— Você pensa que isto é cortês?

— Não.

— Você fará isto novamente?

— Não. — Eu espancarei você toda vez que você fizer isto, você entendeu?

Muito lentamente, ela retira a minha calça de moletom. Oh, como isto é humilhante, humilhante, assustador e quente. Ela está fazendo uma refeição disto. Meu coração está na boca. Eu mal posso respirar. Merda, será que vai doer?

Ela coloca sua mão em minha bunda nua, suavemente me afagando, acariciando ao redor, com sua palma plana. E então sua mão não está mais lá… e ela me bate, forte. Ow! Meus olhos se abrem em resposta à dor, eu tento sair dali, mas sua mão entre minhas omoplatas me mantém para baixo. Ela me acaricia novamente onde ela me bateu, sua respiração mudou, está mais alta, mais dura. Ela me bate novamente, rapidamente em sucessão.

Puta merda, isso dói. Eu não faço nenhum som, meu rosto paralisou com a dor. Eu tento me contorcer para fugir dos golpes, estimulada pela adrenalina subindo e correndo pelo meu corpo.

— Fique quieta, — ela rosna. — Ou eu espancarei você por mais tempo. Ela está me esfregando agora, vem o golpe seguinte. Surge um padrão rítmico, acariciar, acariciar, bater duro. Eu tenho que me concentrar para lidar com esta dor. Meu mente se esvazia, enquanto me esforço para absorver a sensação cansativa. Ela não me bate no mesmo lugar duas vezes sucessivas, ela está espalhando a dor.

— Aargh! — Eu reclamo na décima palmada, sem perceber eu estava contando mentalmente as palmadas.

— Eu estou apenas esquentando.

Ela me bate novamente, então ela me acaricia suavemente. A combinação do duro golpe pungente e sua carícia suave é muito entorpecedora. Ela me bate novamente… isto está ficando mais duro de aguentar.

Meu rosto dói, estou muito contraída. Ela me acaricia gentilmente e então vem o golpe. Eu grito novamente.

— Ninguém pode ouvir você, querida, só eu.

E ela me bate novamente. Em algum lugar bem no fundo, eu quero implorar para ela parar. Mas eu não o faço. Eu não quero dar a ela a satisfação. Ela continua no ritmo inflexível. Eu gritei mais seis vezes. Dezoito golpes no total. Meu corpo está cantando, cantando de seu impiedoso assalto.

— Já chega, — ela fala com voz rouca. — Bem feito, Lauren. Agora eu vou foder você. Ela acaricia meu traseiro suavemente, que queima com os golpes que ela me deu, então ela vai acariciando ao redor e descendo. De repente, ela insere dois dedos dentro de mim, deixando-me completamente surpresa. Eu suspiro, este novo ataque rompe a dormência ao redor do meu cérebro.

— Sinta isto. Veja quanto seu corpo gosta disto, Lauren. Você vai ficar molhada só para mim.

Existe temor em sua voz. Ela move seus dedos, dentro e fora em sucessão rápida.

Eu gemo, não seguramente não, e então seus dedos se foram… e eu sou deixada querendo.

— Da próxima vez, eu vou fazer você contar. Agora onde está o preservativo?

Ela alcança o preservativo e gentilmente me ergue, empurrando-me de rosto sobre a cama. Eu ouço o som de seu zíper e o rasgar do invólucro. Ela arranca a minha calça de moletom fora e então me guia em uma posição de joelhos, gentilmente acariciando meu agora muito dolorido traseiro.

— Eu vou tomar você agora. Você pode gozar, — ela murmura. O que?

Como se eu tivesse uma escolha.

E ela enfia seu membro mim, me enchendo rapidamente, eu gemo alto. Ela se move, batendo em mim, um ritmo rápido e intenso contra minha bunda . O sentimento está além de requintado, bruto e degradante, é de explodir a mente. Meus sentidos estão devastados, desconectados, apenas me concentrando no que ela está fazendo para mim. Como ela está fazendo-me sentir, essa força familiar no fundo da minha barriga, apertando, acelerando. NÃO… e meu corpo traidor explode em um intenso orgasmo, estremecendo.

— Oh, Lauren! — Ela grita em voz alta enquanto ela encontra a sua liberação, segurando-me no lugar, ela derrama-se em mim. Ela cai, ofegante ao meu lado e ela me puxa em cima dela e enterra seu rosto em meu cabelo, segurando-me apertado.

— Oh, querida, — ela respira.

— Bem-vinda ao meu mundo.

Ficamos deitados ali, ofegantes, juntos, esperando que nossa respiração diminuía a velocidade. Ela suavemente acaricia o meu cabelo. Eu estou em seu peito novamente. Mas desta vez, eu não tenho forças para erguer minha mão e senti-la. Rapaz… eu sobrevivi. Isso não era tão ruim. Eu sou mais estoica do que pensava. Minha deusa interior está prostrada… bem pelo menos ela está quieta. Camila fuça meu cabelo novamente, inalando profundamente.

— Bem feito, querida — ela sussurra, com uma alegria calma em sua voz. Suas palavras enrolam ao redor de mim, como uma toalha fofa e suave do Hotel Heathman, eu estou tão contente que ela tenha sentido tanto prazer.

Ela pega na alça da minha camisola.

— É com isto que você dorme? — Ela pergunta suavemente.

— Sim, — eu respiro com sono.

— Você devia estar em sedas e cetins, você é uma menina bonita. Eu farei compras para você.

— Eu gosto de meu moletom, — eu murmuro, tentando e falhando, soar irritada.

Ela beija minha cabeça novamente.

— Nós veremos, — ela diz.

Nós ficamos por mais alguns minutos, horas, quem sabe, eu acho que eu cochilei.

— Eu tenho que ir, — ela diz, se inclinando ela beija minha testa suavemente. —Você está bem? — Sua voz é suave.

Eu penso sobre sua pergunta. Minha bunda está dolorida. Bem, ardendo agora, e incrivelmente eu me sinto, fora a exaustão, radiante. A realização é humilhante, inesperada. Não estou entendendo. Puta merda.

— Eu estou bem, — eu sussurro. Eu não quero dizer mais que isto.

Ela levanta.

— Onde é seu banheiro?

— Ao longo do corredor à esquerda.

Ela pega o outro preservativo e sai do quarto. Eu levanto rigidamente e coloco minha calça de moletom. Ela irrita um pouco contra a minha sofrida bunda. Eu estou tão confusa com a minha reação. Eu me lembro dela dizendo, não me lembro quando, que eu me sentiria muito melhor depois de uma boa surra. Como que pode ser isso? Eu realmente não entendo. Mas, estranhamente, eu estou. Eu não posso dizer que eu apreciei a experiência, de fato, eu ainda percorreria um caminho longo para evitar isto, mas agora… eu me sinto segura, estranha, banhada em fosforescência, saciada. Eu ponho minha cabeça em minhas mãos. Eu só não entendo.

Camila retorna ao quarto. Eu não posso olhá-lo nos olhos. Eu olho fixamente para minhas mãos.

— Eu achei um pouco de óleo de bebê. Deixe-me esfregar isto em sua bunda.

O que?

— Não. Eu estou bem.

— Lauren, — ela adverte e eu quero desviar meus olhos, mas depressa paro. Eu fico de frente para a cama. Sentada ao meu lado, ela puxa delicadamente a minha calça de moletom para baixo novamente. De cima a baixo como gavetas de puta, meu subconsciente comenta amargamente. Na minha cabeça, eu digo a ela para onde ir.

Camila passa óleo de bebê em sua mão e então esfrega na minha bunda com cuidadosa ternura - De removedor de maquiagem para bálsamo de traseiro espancado, quem teria pensado que era um líquido tão versátil.

— Eu gosto de por minhas mãos em você, — ela murmura, e eu tenho que concordar, eu também.

— Pronto, — ela diz quando termina e ela puxa minhas calças novamente. Eu olho para o meu relógio. É dez e trinta.

— Eu estou saindo agora. — Eu levo você até a porta. — Eu ainda não posso olhar para ela.

Tomando minha mão, ela me leva para a porta da frente. Felizmente, Mani ainda não está casa. Ela deve ainda estar jantando com seus pais e Dinah. Eu estou realmente contente por ela não estar ao redor e ouvir meu castigo.

— Você não tem que chamar o Taylor? — Eu pergunto, evitando o contato visual.

— Taylor está aqui desde as nove. Olhe para mim, — ela respira.

Eu me esforço para encontrar os seus olhos, mas quando eu faço, ela está olhando para em mim com admiração.

— Você não chorou, — ela murmura, então me agarra de repente e me beija fervorosamente. — Domingo, — ela sussurra contra meu lábios, e isso é ambas, uma promessa e uma ameaça.

Eu assisto ela caminhar pela calçada e subir no grande Audi preto. Ela não olha para trás. Eu fecho a porta e estou impotente na sala de estar de um apartamento que eu devo morar apenas outras duas noites. Um lugar que vivi feliz por quase quatro anos… ainda hoje, pela primeira vez, eu me sinto só e desconfortável aqui, infeliz com minha própria companhia. O quão me distancie do que sou? Eu sei que, debaixo de meu exterior entorpecido, está um poço de lágrimas. O que eu estou fazendo? A ironia é que eu não posso nem me sentar e desfrutar de um bom choro. Eu terei que permanecer em pé. Eu sei que é tarde, mas decido ligar para minha mãe.

— Meu doce, como você está? Como foi a graduação? — Ela se entusiasma no telefone. Sua voz é um bálsamo calmante.

— Desculpe por ligar tão tarde, — eu sussurro.

Ela pausa.

— Lauren? O que está errado? — Ela é toda seriedade agora.

— Nada, Mãe, eu só queria ouvir sua voz.

Ela fica muda por um momento.

— Lauren, o que é? Por favor, me diga. — Sua voz é suave e reconfortante, eu sei que ela se importa. Não convidadas, as minhas lágrimas começam a fluir. Eu chorei muito frequentemente nos últimos dias.

— Por favor, Lauren — ela diz, sua angústia reflete a minha.

— Oh, Mãe, é uma mulher.

— O que ela fez para você? — Seu alarme é palpável.

— Não é assim. — Embora ela seja… Oh merda. Eu não a quero preocupar. Eu só quero outra pessoa para ser forte por mim, no momento.

— Lauren, por favor, você está me preocupando.

Eu tomo uma grande respiração.

— Eu estou um tanto quanto apaixonada por esta sujeita, ela é tão diferente de mim, eu não sei se nós devíamos ficar juntas.

— Oh, querida. Eu gostaria de estar aí com você. Eu sinto tanto por faltar a sua graduação. Você apaixonou-se por alguém, finalmente. Oh, docinho,Quanto tempo você a conhece?

Camila é definitivamente uma espécie diferente… planeta diferente.

— Oh, quase três semanas eu acho.

— Lauren, querida, isto não é nada mesmo. Como você pode conhecer alguém nesse período de tempo? Basta ter calma com ela e a mantê-la no comprimento de um braço até que você decida se ela é digno de você.

Uau… é irritante quando minha mãe é tão perspicaz, mas infelizmente o conselho chega tarde.

Ela me merece? Este é um conceito interessante. Eu sempre me pergunto se eu sou merecedora dela.

— Querida, você soa tão infeliz. Volte para casa, venha nos visitar. Eu sinto saudade de você, querida. Bob adoraria ver você também. Você pode ter alguma distância e talvez alguma perspectiva. Você precisa de um tempo. Você tem trabalhado tão duro.

Oh, isto era tentador. Fugir para a Geórgia. Pegar algum raio de sol, alguns coquetéis.

O bom humor da minha mãe… seus braços amorosos.

— Eu tenho duas entrevistas de trabalho em Seattle na segunda-feira.

— Oh, isto é uma notícia maravilhosa.

A porta abre e Mani aparece, sorrindo para mim. Seu rosto cai quando ela vê que eu tinha chorado.

— Mãe, eu tenho que ir. Eu pensarei sobre uma visita. Obrigada.

— Querida, por favor, não deixe uma mulher entrar debaixo de sua pele. Você é extremamente jovem. Vá e se divirta.

— Sim, Mãe, amo você.

— Oh, Lauren, eu amo você também, tanto. Fique segura, querida. — Eu desligo e enfrento Mani que olha para mim.

— Aquela obscenamente rica fudid chateou você novamente?

— Não… tipo de… err… sim.

— Mande-a passear, Lauren. Desde que a conheceu você está muito transtornada. Eu nunca a vi assim antes.

O mundo de Normani Kordei é muito claro, muito preto e branco. Não os intangíveis, misteriosos, tons vagos de meu mundo cinza. Bem-vinda ao meu mundo.

— Se sente, deixe de conversa. Vamos beber algum vinho. Oh, você tomou champanhe. — Ela espiou a garrafa. — De boa marca também.

Eu sorrio ineficaz, olhando apreensivamente para o sofá. Eu abordo isto com precaução.

Hmm… sentando.

— Você está bem?

— Eu caí sobre meu traseiro.

Ela não pode questionar minha explicação, porque eu sou uma das mais descoordenadas pessoas no Estado de Washington. Eu nunca pensei que eu veria isso como uma bênção. Eu cuidadosamente sento-me, agradavelmente surpreendida por eu estar bem, volto a minha atenção para Mani, mas minha mente é puxada de volta para Heathman. – Bem, se fosse minha, depois do que fez ontem, não se sentaria durante uma semana. — Ela disse isto então. Mas naquele momento eu não pensava em mais nada, a não ser, ser dela. Todos os sinais de advertência estavam lá, eu só fui muito ignorante e demasiado apaixonada para notar.

Mani volta da sala de estar com uma garrafa de vinho tinto e lavou as xícaras.

— E lá vamos nós. — Ela me dá uma xícara de vinho. O sabor não é tão bom quanto o Bolly.

— Lauren, se ela for uma idiota com assuntos de compromisso, dispense-a. Embora eu realmente não entenda seus problemas de compromisso. Ela não conseguia tirar os olhos de você na marquise, olhava para você como uma falcão. Eu diria que ela está completamente apaixonado, mas talvez ela tenha um modo engraçado de mostrar a isto.

Completamente apaixonado? Camila? Que forma curiosa de demonstra-lo? Eu diria.

— Mani, isso é complicado. Como foi sua noite? — Eu pergunto.

Eu não posso conversar sobre isto com Mani sem ser esclarecedora demais, mas uma pergunta sobre o seu dia e Mani esquece isto. É tão reconfortante se sentar e escutar sua conversa normal. A notícia quente é que Dinah pode vir morar conosco após as suas férias. Isso será divertido, Dinah é uma piada. Eu franzo a testa. Eu não acho que Camila aprovará. Bem… difícil. Ela só terá que absorver isto. Eu tomo umas xícaras de vinho e decido ligá-lo agora a noite. Foi um dia muito longo. Mani me abraça e então pega o telefone para ligar para Dinah.

Eu verifico o computador depois de escovar meus dentes. Tem um e-mail de Camila.

De: Camila Cabello

Assunto: Você

Data: 26 de maio 2011 23:14

Para: Lauren Jauregui

Querida Senhorita Jauregui

Você é simplesmente excelente. A mulher mais bela, inteligente, espirituosa e corajosa que eu já conheci. Tome um pouco de Advil, isto não é um pedido. E não dirija seu Fusca novamente. Eu saberei.

Camila Cabello

CEO, Cabello Participações e Empreendimentos Inc.

Oh, eu não posso dirigir meu carro novamente! Então, eu digito minha resposta.

De: Lauren Jauregui

Assunto: Lisonja

Data: 26 de maio 2011 23:20

Para: Camila Cabello

Querida Srta. Cabello Galanteios não levará você a lugar nenhuma, mas desde que você tem estado em todos os lugares, o ponto é discutível.

Eu precisarei dirigir meu Fusca para uma garagem para que eu possa vendê-lo, por isso não vou aceitar graciosamente qualquer um dos seus disparates sobre isso. O vinho tinto é sempre mais preferível que Advil.

Lauren

PS: A surra é um limite DURO para mim.

Eu teclo e envio.

De: Camila Cabello

Assunto: As mulheres frustrantes que não podem receber elogios

Data: 26 de maio 2011 23:26

Para: Lauren Jauregui

Querida Srta. Jauregui

Eu não estou lisonjeando você. Você devia ir para a cama.

Eu aceito sua adição para os limites duros.

Não beba demais.

Taylor dará fim a seu carro e conseguirá um bom preço por ele também.

Camila Cabello

CEO, Cabello Participações e Empreendimentos Inc

De: Lauren Jauregui

Assunto: Taylor – ele é o homem certo para o trabalho?

Data: 26 de maio 2011 23:40

Para: Camila Cabello

Querida Senhorita

Intrigada-me que você prefere deixar seu braço direito dirigir meu carro, mas não a mulher você fode ocasionalmente. Como vou saber que Taylor conseguirá o melhor preço para o meu carro? Eu, no passado, provavelmente antes de encontrar você, soube conduzir um negócio e arrumar uma pechincha por ele.

Lauren

De: Camila Cabello

Assunto: Cuidadosa!

Data: 26 de maio 2011 23:44

Para: Lauren Jauregui

Querida Srta. Jauregui

Estou certa que o VINHO TINTO a fez falar dessa maneira, e que você teve um dia muito longo.

Entretanto, estou tentado em voltar até ai e me assegurar que você não se sente por uma semana, em vez de uma noite.

Taylor é ex-soldado e capaz de dirigir qualquer coisa de uma motocicleta até um Tanque Sherman.

Seu carro não apresenta um perigo para ele.

Agora, por favor, não se refira a você mesma como ‘uma mulher que eu fodo ocasionalmente' porque, francamente, me ENFURECE, e te asseguro que você realmente não gostaria de me ver zangada.

Camila Cabello

CEO, Cabello Participações e Empreendimentos Inc.

De: Lauren Jauregui

Assunto: Cuidadosa você mesma

Data: 26 de maio 2011 23:57

Para: Camila

Querida Srta.  Cabello 

Eu não estou certa se eu gosto de você, especialmente neste momento.

Srta. Jauregui

De: Camila Cabello

Assunto: Cuidadosa você mesma

Data: 27 de maio 2011 00:03

Para: Lauren Jauregui

Por que você não gosta de mim?

Camila Cabello

CEO, Cabello Participações e Empreendimentos Inc.

De: Lauren Jauregui

Assunto: Cuidadosa você mesma

Data: 27 de maio 2011 00:09

Para: Camila Cabello

Porque você nunca fica comigo.

Bem, isso vai dar a ela algo para pensar. Eu fechei o computador com indiferença, e rastejo para a minha cama. Eu desligo a minha luz lateral e olho fixo para o teto. Foi um longo dia, um arranco sentimental depois do outro. Foi emocionante passar algum tempo com Mike. Ele parecia bem, estranhamente ele aprovou Camila. Droga, Mani e sua boca gigantesca. Ouvindo Camila falar sobre ter passado fome. Que diabos foi isso tudo? Deus, e o carro. Eu nem sequer disse a Mani sobre o novo carro. No que Camila estava pensando?

E então hoje à noite, ela realmente me bateu. Eu nunca apanhei em minha vida. No que eu me meti? Muito lentamente, minhas lágrimas, interrompidas pela chegada de Mani, começam a deslizar para baixo, pelos lados de meu rosto e em meus ouvidos. Eu apaixonei-me por alguém que é tão emocionalmente desligada, só vou me machucar, no fundo eu sei disto, alguém que por sua própria admissão é completamente fodida. Por que ela é tão fodida? Deve ser horrível ser tão afetada como ela é, e o pensamento de que ela foi uma criança que sofreu alguma crueldade insuportável, me chorar mais. Talvez, se ela fosse mais normal, ela não gostaria de você, meu subconsciente contribui depreciativamente para meus devaneios… e no fundo do meu coração, eu sei que isto é verdade. Agarro-me ao meu travesseiro e as comportas se abriram… e pela primeira vez em anos, eu estou soluçando incontrolavelmente em meu travesseiro.

Estou distraída momentaneamente, na escuridão da minha alma, quando ouço Mani gritando.

— Que porra você acha que você está fazendo aqui?

— Que, pois não pode!

— Que merda você fez para ela agora?

— Desde que ela te conheceu ela chora o tempo todo.

— Você não pode entrar aqui!

Camila entra repentinamente em meu quarto e sem a menor cerimônia liga a luz de cima, fazendo-me piscar.

— Jesus, Lern, — ela murmurou. Ela desliga novamente e está ao meu lado em um momento.

— O que você está fazendo aqui? — Eu ofego entre soluços. Merda. Eu não consigo parar de chorar.

Ela liga a luz lateral, me fazendo piscar novamente. Mani chega e permanece na entrada.

— Você quer que eu expulse esta idiota? — Ela pergunta, irradiando uma termo-nuclear hostilidade. Camila levanta as sobrancelhas para ela, sem dúvida, surpreendida por seu lisonjeiro epíteto e seu antagonismo feroz. Sacudo minha cabeça, e ela rola seus olhos para mim. Oh… eu não faria isso perto da Srta. C.

— É só gritar se você precisar de mim, — ela disse mais suavemente. — Cabello, as suas cartas estão marcadas, — ela sussurra para ela. Ela acena para ela, e ela se vira e puxa a porta, mas não a fecha.

Camila olha para mim, sua expressão é um tumulo, seu rosto está pálido. Ela está vestindo seu casaco listrado, e do bolso, ela tira um lenço e o entrega para mim. Eu acho que ainda tenho um outro seu em algum lugar.

— O que está acontecendo? — Ela pergunta calmamente.

— Por que você está aqui? — Eu pergunto, ignorando sua pergunta. Minhas lágrimas milagrosamente cessaram, mas eu estou com náuseas.

— Parte de meu papel é para cuidar de suas necessidades. Você disse que queria que eu ficasse, então aqui estou. Eu ainda acho que você gosta disto. — Ela pisca seus cílios, verdadeiramente perplexa. — Tenho certeza de que sou responsável, mas eu não tenho nenhuma ideia do por que. Será que é porque eu bati em você?

Eu me puxo para cima, estremecendo por meu traseiro dolorido. Eu me sento e a enfrento.

— Você tomou um pouco de Advil?

Sacudo a cabeça. Ela estreita seus olhos e deixa o quarto. Eu a ouço conversando com Mani, mas não o que estão dizendo. Ela volta alguns momentos mais tarde com pílulas e uma xícara da água.

— Tome estes, — ela ordena suavemente enquanto se senta em minha cama, ao meu lado.

Eu faço como ela disse.

— Converse comigo, — ela sussurra. — Você me disse que estava bem. Eu nunca teria deixado você se eu pensasse que você estava assim.

Eu olho fixamente para minhas mãos. O que posso dizer que eu já não disse? Eu quero mais. Eu quero que ela fique porque ela quer ficar comigo, não porque eu sou uma boba chorona, e eu não quero que ela me bata, isto é tão irracional?

— Creio que quando você disse que estava bem, você não estava.

Eu corei.

— Eu pensei que estava bem.

— Lauren, você não pode me dizer o que você pensa que eu quero ouvir. Isto não é muito honrado, — Ela me adverte. — Como posso confiar em qualquer coisa que você me disse?

Eu olhei para ela, e ela franziu a testa, com um olhar sombrio em seu rosto. Ela passou ambas as mãos por seu cabelo.

— Como você se sentiu enquanto eu estava batendo em você e depois?

— Eu não gostei disto. Eu prefiro que você não faça isto novamente.

— Isto não foi para você gostar.

— Por que você gosta disto? — Eu olho fixamente para ela.

Minha pergunta a surpreende.

— Você realmente quer saber?

— Oh, confie em mim, eu estou fascinada.— E eu não posso manter o sarcasmo fora de minha voz.

Ela aperta seus olhos novamente.

— Cuidado, — ela adverte. Eu empalideço.

— Você vai me bater novamente? — Eu desafio-a.

— Não, não hoje à noite. Ufa... Meu subconsciente e eu, ambos, demos um suspiro mudo de alívio.

— Então, — eu inicio.

— Eu gosto do que o controle me traz, Lauren. Eu quero que você se comporte de um modo particular, e se você não fizer isso, eu devo puni-la, e você aprenderá a se comportar da maneira que eu desejar. Eu aprecio castigar você. Eu quis espancar você desde que você me perguntou se eu era hétero.

Eu corei com a lembrança. Droga, eu quis espancar a mim mesma depois daquela pergunta. Então Normani Kordei é responsável por tudo isso, e se ela fosse para aquela entrevista e fizesse a pergunta sobre ela ser hétero, ela estaria sentando aqui com o traseiro dolorido. Eu não gosto desse pensamento. Como isso é confuso?

— Então você não gosta do modo que eu sou.

Ela olha fixamente para mim, perplexa novamente.

— Eu acho que você é adorável do modo que você é.

— Então por que você está tentando me mudar?

— Eu não quero mudar você. Gostaria de ser cortês e seguir o conjunto de regras que eu dei a você e não me desafiar. Simples, — ela diz.

— Mas você quer me punir?

— Sim eu quero. — Isso é o que eu não entendo.

Ela suspira e passa as mãos pelos cabelos novamente.

— É do jeito que eu sou feita, Lauren. Eu preciso controlar você. Eu preciso que você se comporte de um certo modo, e se você não o fizer, gosto de ver sua bonita pele rosa de alabastro se aquecendo sob de minhas mãos. Excita-me.

Caramba. Agora nós estamos chegando a algum lugar.

— Então, não é a dor que você está me fazendo passar?

Ela engole em seco.

— Um pouco, para ver se você pode suportar isso, mas isto não é toda a razão. É o fato de que você é minha para fazer o que eu achar melhor, o controle total sobre outra pessoa. Isso me excita. Muitíssimo, Lauren. Olhe, eu não estou me explicando muito bem… eu nunca tive que fazer isso antes. Eu não tinha realmente pensado sobre nisso em qualquer grande profundidade. Eu sempre estive com pessoas da mesma opinião, — ela encolheu os ombros se desculpando. — E você ainda não respondeu minha pergunta, como você se sentiu depois?

— Confusa.

— Você estava sexualmente excitada por isto, Lauren, — ela fecha seus olhos brevemente, e quando ela abre e olha para mim, eles estão queimando brasas esfumaçadas.

Sua expressão puxa aquela parte escura de mim, enterrada nas profundezas de minha barriga, minha libido, acordou e domada por ela, mas até agora, insaciável.

— Não me olhe desse jeito, — ela murmura.

Eu franzi a testa. Droga o que eu fiz agora?

— Eu não tenho nenhum preservativo, Lauren, e você sabe, você está chateada. Ao contrário do que sua companheira de quarto acredita, eu não sou uma monstra degenerado. Então, você se sentiu confusa?

Eu encolho sob o seu olhar intenso.

— Você não tem nenhum problema em ser honesta comigo. Seus e-mails sempre dizem exatamente como você se sente. Por que você não pode fazer isso em uma conversa? Eu intimido tanto você?

Eu escolho em um ponto imaginário azul na colcha creme da minha mãe.

— Você me seduz, Camila. Subjuga-me completamente. Eu me sinto como Ícaro voando muito perto do Sol, — eu sussurro.

Ela suspira.

— Bem, eu penso que você vai da maneira errada por aí, — ela sussurra.

— O que?

— Oh, Lauren, você me enfeitiçou. Não é óbvio?

Não, não para mim. Feiticeira… minha deusa está olhando de boca aberta. Até ela não acredita nisto.

— Você ainda não respondeu minha pergunta. Escreva para mim um e-mail, por favor. Mas agora, eu realmente gostaria de dormir. Eu posso ficar?

— Você quer ficar? — Eu não posso esconder a esperança em minha voz.

— Você me queria aqui.

— Você não respondeu minha pergunta.

— Vou escrever um e-mail para você, — ela murmurou com petulância.

Levantando, ela esvazia seus bolsos da calça jeans, BlackBerry, chaves, carteira e dinheiro. Ela retira seu relógio, sapatos, meias e a calça jeans, coloca sua jaqueta sobre a minha cadeira. Ela caminha em volta e para o outro lado da cama e desliza sobre ela.

— Deite-se, — ela ordena.

Eu deslizo devagar para debaixo das coberturas, estremecendo ligeiramente, olhando fixamente para ela. Caramba… ela está ficando. Eu acho que eu estou entorpecida com o choque exultante. Ela se debruça em um cotovelo e olha para mim.

— Se você vai chorar. Chore na minha frente. Eu preciso saber.

— Você quer me fazer chorar?

— Particularmente, não. Eu só quero saber como você está se sentindo. Eu não quero que você escorregue por entre meus dedos. Desligue a luz. Está tarde, e nós dois temos que trabalhar amanhã.

Então aqui… e ainda tão mandona, mas eu não posso reclamar, ela está em minha cama. Eu não entendo muito por que… talvez eu devesse chorar mais vezes na frente dela. Eu desligo a luz de cabeceira. — Deite-se de lado, de costas para mim, — ela murmura na escuridão.

Reviro os olhos no pleno conhecimento de que ela não pode me ver, mas eu faço como ela disse. Cautelosamente, ela passa por cima e coloca os braços ao redor de mim e me puxa para seu tórax… oh meu Deus.

— Durma, querida, — ela sussurra, e eu sinto seu nariz em meu cabelo, enquanto ela inala profundamente.

Puta merda. Camila Cabello está dormindo comigo, e no conforto e consolo de seus braços, e eu caminho para um sono pacífico.


Notas Finais


Espero que tenho gostado do cap.
Até


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