História 50 tons de cinza (jikook version) - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza, Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Adaptação, Jikook
Visualizações 1.067
Palavras 4.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


➡Cheguei !!! Com mais um capitulo descente, e sem nenhuma malicia. Porque essa é uma fanfic de respeito e nenhuma putaria..Sqn ...

➡leiam as notas finais ... Ah sobre o título ... Eu não pensei em algo melhor.. Relevem.

Bjs e boa leitura!! ♥♥

Capítulo 27 - Primeiro Oral.


Fanfic / Fanfiction 50 tons de cinza (jikook version) - Capítulo 27 - Primeiro Oral.

(N/A: Depois da ligação de Hoseok) 

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Vou ter dificuldade com esse assunto. É muito obstinado e quer que eu conte tudo com detalhes, mas não posso contar-lhe porque assinei um... como se chama? Um contrato de confidencialidade. 


Ele vai ter um ataque e com razão. Tenho que pensar em algo. Volto à cabeça e observo Jungkook movendo-se com desenvoltura pela cozinha.


— O acordo de confidencialidade abrange tudo? — pergunto-lhe indeciso.


— Por quê? — Ele se vira e me olha, enquanto guarda a caixa de chá. 


Ruborizo-me.


— Bom, tenho algumas duvidas, já sabe... sobre sexo. — Falo com ele, olhando os dedos. — E eu gostaria de conversar com Hobi.


— Você pode falar comigo.


— Jungkook, com todo o respeito... — Fico sem voz. Eu não posso falar com você. Vou pegar o seu viés, enrolado como o inferno, com sua distorcida visão de sexo. Quero uma opinião imparcial. — É apenas sobre a mecânica. Não vou mencionar o Quarto Vermelho da Dor.


Ele levanta as sobrancelhas.


— Quarto Vermelho da cinta-se, sobretudo, de prazer, Jimin. Acredite-me. — Ele diz. — E além disso, — ele acrescenta em tom mais duro, — seu Companheiro de quarto está saindo com meu irmão. Preferia que você não falasse com ele.


— Sua família sabe algo sobre as suas... preferências?


— Não. Não é assunto deles. — ele aproxima-se de mim. 


— O que quer saber? — pergunta-me, ele desliza os dedos gentilmente pela minha bochecha até o queixo, depois o levanta para me olhar diretamente nos olhos. Estremeço por dentro. Não posso mentir para este homem.


— No momento, nada de concreto, — sussurro.


— Bem, podemos começar perguntando como foi para você ontem à noite? — A curiosidade ardia nos seus olhos. Estava impaciente para saber. 


Uau.


— Bom, - eu murmuro.


Esboça um ligeiro sorriso.


— Para mim também, — ele murmura. — Eu nunca fiz sexo baunilha antes. Há muito a ser dito sobre ele. Mas, então, talvez seja porque é com você. — Desliza o polegar por meu lábio inferior.


Eu inalo fortemente. Sexo baunilha?


— Venha, vamos tomar um banho. — Ele se inclina e me beija. O meu coração dá um salto e o desejo percorre o meu corpo e se concentra... na minha parte mais profunda.


A banheira é branca, profunda e ovalada, muito designer. Jungkook se inclina e abre a torneira da parede ladrilhada. Bota na água um óleo de banho que parece muito caro. À medida que a banheira vai enchendo forma￾se uma espuma, um doce e sedutor aroma de jasmim invade o banheiro. 


Jungkook me olha com olhos impenetráveis, tira a camiseta e a joga no chão.


— Senhor Park. — diz-me, estendendo a mão.


Estou ao lado da porta, com os olhos muito abertos, receoso e com as mãos ao redor do corpo. Aproximo-me admirando furtivamente seu corpo. 


Agarro-lhe a mão que me estende, enquanto entro na banheira, ainda com sua camisa posta. Faço o que me diz. Vou ter que me acostumar, se acabar aceitando sua escandalosa oferta...se! 


A água quente é tentadora.


— Vire-se e me olhe, — ordena-me em voz baixa. Faço o que me pede. Observa-me com atenção.


— Sei que esse lábio é delicioso, posso atestar isso, mas pode deixar de mordê-lo? — diz-me apertando os dentes. — Quando faz isso, tenho vontade de foder você, e está dolorido, não é?


Deixo de me morder o lábio porque fico boquiaberto, impactado.


— Isso — ele desafia. — Você entendeu. — Ele me olha. Concordo com a cabeça, freneticamente. Não tinha nem ideia de que eu pudesse lhe afetar tanto.


— Bom. — Ele aproxima-se, pega o iPod do bolso da camisa e o deixa em cima da pia.


— Água e iPods... não é uma combinação muito inteligente — ele murmura. Inclina-se, agarra a camisa branca por baixo, puxa de meu corpo e a joga no chão.


Afasta-se para me contemplar. Meu Deus, eu estou completamente nú. Fico vermelho e olho para as minhas mãos, que estão à altura da minha barriga. Desejo desesperadamente desaparecer dentro da água quente com espuma, mas sei que ele não vai querer que o faça.


— Ouça — chama-me. Eu olho para ele. Tem o rosto inclinado para um lado. —Jimin, é muito bonito, todo você. Não baixe a cabeça como se estivesse envergonhado. Não tem por que se envergonhar, eu asseguro a você que é um prazer poder lhe contemplar. 

Pega o meu queixo e me levanta a cabeça para que olhe para ele. Seus olhos são doces e quentes, até ardentes. Oh meu Deus. Está muito perto de mim. Poderia estender o braço e tocá-lo.


— Você pode se sentar agora. — ele me diz, interrompendo meus pensamentos erráticos, agacho-me e me meto na agradável água quente. 


Oh... isso arde. Isso me pega de surpresa, mas tem um cheiro maravilhoso, porém, a ardência inicial não demora para diminuir. Deito-me de barriga para cima, fecho os olhos um instante e me relaxo na tranquilizadora calidez. Quando os abro, está me olhando fixamente.


— Por que não toma um banho comigo? — atrevo-me a lhe perguntar, embora com voz rouca.


— Eu acho que vou. Mova-se para frente, — ordena-me.


Ele tira as calças do pijama e se mete na banheira atrás de mim. A água sobe de nível quando se senta e me puxa para que me apoie em seu peito. Coloca suas longas pernas em cima das minhas, com os joelhos flexionados e os tornozelos à mesma altura dos meus, e me abre as pernas com os pés. Fico boquiaberto. Coloca o nariz entre meu pescoço e inala profundamente.


— Você cheira bem, Jimin. 


Um tremor me percorre todo o corpo. Estou nú em uma banheira com Jeon Jungkook.


E ele também está nú. Se alguém me houvesse isso dito ontem, quando despertei na suíte do hotel, não teria acreditado.


Agarra um frasco de gel da prateleira junto à banheira e joga um pouco na mão. Esfrega as mãos para fazer uma ligeira quantidade de espuma, coloca-me isso ao redor do pescoço e começa a me estender o sabão pela nuca e os ombros, massageando-os com força com seus compridos e fortes dedos. Eu gemo. Eu adoro sentir suas mãos.


— Você gosta? — Quase posso ouvir seu sorriso.


— Mmm.


Desce pelos meus braços, logo por debaixo até as axilas, me esfregando brandamente. Fico muito contente por Hobi ter insistido em que me depilasse. Desliza as mãos por meus mamilos, e ficam rijos drasticamente à medida que seus dedos os rodeiam e começam a massageá-los brandamente, sem agarrá-los. Arqueio meu corpo instintivamente contra suas mãos. Tenho os mamilos sensíveis, muito sensíveis, sem dúvida pela pouca delicadeza com que foram tratados ontem à noite. Ele não se entretém muito tempo com eles. Desliza as mãos até minha intimidade. Minha respiração acelera e o coração dispara. Sinto sua ereção contra meu traseiro. 


Excita-me saber que é o meu corpo que o faz se sentir dessa forma. Claro... não sua cabeça. Meu subconsciente zomba. Espanto o inoportuno pensamento.


Ele para e pega uma toalhinha enquanto eu encosto contra ele, querendo... necessitando. Apoio às mãos em suas coxas firmes e musculosas. Joga mais gel na toalhinha, inclina-se e me esfrega entre as minhas pernas. Contenho a respiração. Seus dedos habilmente me masturbam através do tecido, é celestial, e meus quadris começam a mover￾se no seu ritmo, pressionando contra sua mão. À medida que as sensações se apoderam de mim, inclino a cabeça para trás com os olhos semicerrados e a boca entreaberta. Gemo. Ele aumenta a pressão, lenta e inexoravelmente... oh meu Deus.


— Sente isso, querido — Jungkook sussurra em meu ouvido, e me roça suavemente o lóbulo com os dentes. — Geme para mim.


Suas pernas imobilizam as minhas, contra as paredes da banheira, aprisionando-as, o que lhe dá livre acesso a minha parte Mais íntima.


— Oh... por favor — sussurro. Meu corpo fica rígido e tento esticar as pernas. Sou um escravo sexual deste homem, que não deixa que me mova.


— Acredito que já está suficientemente limpo — ele murmura e se detém. O que? Não! Não! Não!


Minha respiração está irregular.


— Por que você parou? — pergunto-lhe, ofegante.


— Porque tenho outros planos para ti, Jimin.


O que... oh meu Deus... mas... eu estava... isso não é justo.


— Vire-se. Eu também tenho que me lavar — ele murmura.


Oh! Viro-me e fico pasmo ao ver que ele agarra o membro ereto com força. 


Estou de boca aberta.


— Quero que, para começar, conheça bem a parte mais valiosa de meu corpo, minha parte favorita. Estou muito ligado a isso. (N/A: ainda bem né? Se tivesse solto ia ser estranho... ta parei.) 

É tão grande e está crescendo. O membro ereto fica por cima da água, que lhe chega aos quadris. Levanto os olhos um segundo e observo seu sorriso perverso. Diverte-se com minha expressão atônita. Dou-me conta de que estou olhando fixamente para o seu membro. Engulo a saliva. Tudo isso esteve dentro de mim! Parece impossível. Ele quer que eu o toque. Mmm... ok, traga-o.


Sorrio para ele, pego o gel e jogo um pouco na mão. Faço o mesmo que ele fez, esfrego o sabão nas mãos até que forme espuma. Não tiro os olhos dos seus. Entreabro os lábios para que fique mais fácil respirar... e deliberadamente mordo o lábio inferior e logo passo a língua por cima, pela zona que acabo de morder. Ele me olha com olhos sérios, impenetráveis, que se abrem enquanto deslizo a língua pelo lábio. Inclino-me e lhe rodeio o membro com uma mão, imitando a maneira como ele próprio fez comigo. 

Fecho os olhos por um momento. Uau... é muito mais duro do que pensava. 

Percebo que ele colocou a sua mão sobre a minha. — Assim, — ele sussurra e move a mão para cima e para baixo, segurando meus dedos com força, que por sua vez, apertam com força o seu membro. Fecho de novo os olhos e prendo a respiração. Quando volto a abri-los, seu olhar é de um escuro abrasador. —Muito bem, querido.


Ele solta a minha mão, deixa que eu siga sozinho e fecha os olhos enquanto movo a mão para cima e para baixo. Ele flexiona ligeiramente os quadris na minha mão, e reflexivamente eu o agarro com mais força. Do mais profundo da garganta lhe escapa um rouco gemido. Foder a minha boca... Mmm. Recordo que ele colocou o polegar em minha boca e me pediu que o chupasse com força. Abre a boca à medida que sua respiração seacelera. Tem os olhos fechados. Inclino-me, coloco os lábios ao redor de seu membro e chupo de forma vacilante, deslizando a língua pela ponta.


— Uau... Jimin. — Ele arregala os olhos e sigo chupando forte.


Mmm... É duro e suave ao mesmo tempo, como aço recoberto de veludo, surpreendentemente saboroso, salgado e suave.


— Cristo, — ele geme, e volta a fechar os olhos.


Movendo para baixo, eu o empurro dentro de minha boca. Ele volta a gemer. Ha! Minha deusa interior está encantada. Eu posso fazê-lo. Eu posso fodê-lo com minha boca. Volto a girar a língua ao redor da ponta, e ele se arqueia e levanta os quadris. Tem os olhos abertos, e eles despedem fogo. 


Volta a arquear-se apertando os dentes. Apoio-me em suas coxas e empurro a boca até o fundo. Sinto nas mãos que suas pernas se esticam. Agarra-me pelo Cabelo, jogando a touca em algum canto do banheiro e começa realmente a mover-se.


— Oh... querido... é fantástico, — ele murmura. Eu chupo mais forte e passo a língua pela ponta de sua impressionante ereção. Pressiono com a boca, cobrindo os dentes com os lábios. Ele respira com a boca entreaberta e geme.


— Jesus. Até onde você pode chegar? — ele sussurra.


Mmm... Empurro com força e sinto seu membro no fundo da garganta, e logo nos lábios outra vez. 


Passado a língua pela ponta. É como ter meu próprio picolé com sabor Jeon Jungkook. Chupo cada vez mais depressa, empurrando cada vez mais fundo e girando a língua ao redor. Mmm... Não tinha nem ideia de que proporcionar prazer podia ser tão excitante, ao vê-lo retorcer-se sutilmente de desejo carnal. Minha deusa interior dança merengue com alguns passos de salsa.


— Jimin, eu vou gozar em sua boca, — ele adverte-me ofegante. —Se não quiser, pare agora. Ele flexiona os quadris outra vez, com os olhos muito abertos, cautelosos e cheios de desejo lascivo... e me deseja. Deseja a minha boca... oh meu Deus.


Caramba. Agarra-me pelo cabelo com força. Eu posso fazer isso. 


Empurro ainda com mais força e de repente, em um momento de insólita segurança em mim mesmo, descubro os dentes. Isso o derruba pela borda. 


Ele grita, fica imóvel e sinto um líquido quente e salgado deslizando pela minha garganta. Engulo isso rapidamente. Ugh... Eu não tenho certeza sobre isso. Mas basta um olhar para ele para que não me importe, ele gozou 


na banheira por minha causa. Sento-me para trás e o observo com um sorriso triunfal, que me eleva as comissuras da boca. Ele respira entrecortadamente. Abre os olhos e me olha. 


— Não tem ânsia de vômito? — pergunta-me atônito. — Cristo, Jimin... isso foi.. realmente bom, de verdade, muito bom. Embora eu não esperasse. —Ele franze o cenho. —Sabe, você não deixa de me surpreender.Sorrio e mordo o lábio conscientemente. Ele me olha especulativamente.— Você já tinha feito isso antes?


— Não. — Não posso ocultar um ligeiro matiz de orgulho em minha negativa.


— Bom, — ele diz complacentemente e, conforme acredito, aliviado. —Outra novidade, senhor Park. — Avalia-me com o olhar. — Bom, tem um ‘A’ em técnicas orais. Venha, vamos para cama. Devo-lhe um orgasmo.


Orgasmo! Outro!


Sai rapidamente da banheira e me oferece a primeira imagem completa do Adônis de divinas proporções que é Jeon Jungkook. Minha deusa interior deixou dançar e o observa também, boquiaberta e babando. Sua ereção se reduziu, mas segue sendo importante... Uau. Ele enrola uma pequena toalha na cintura para cobrir o essencial, e pega outra, de cor branca, para mim. Saio da banheira e lhe agarro a mão que me estende. 


Envolve-me na toalha, abraça-me e me beija com força, me colocando a língua na boca. 


Desejo estirar os braços e abraçá-lo... tocá-lo... mas os tenho presos dentro da toalha. Não demoro para me perder em seu beijo. Segura a minha cabeça com as mãos, percorre-me a boca com a língua e me dá a sensação de que está me expressando sua gratidão... talvez... pela minha primeira felação? Uau.


Afasta-se um pouco, coloca as mãos em ambos os lados do meu rosto, e me olha nos olhos. Parece perdido.


— Diga que sim, — ele sussurra fervorosamente.


Franzo o cenho, porque não o entendo.


— Para o quê?


— Sim, para o nosso acordo. Para ser meu. Por favor, Jimin — sussurra suplicante, enfatizando o "por favor" e meu nome. Volta a me beijar com paixão, e logo se afasta e me olha piscando. Agarra-me pela mão e me conduz de volta ao quarto, cambaleando um pouco, eu o sigo mansamente. Aturdido. Ele realmente quer isso.


Já no quarto, observa-me junto à cama.


— Confia em mim? — pergunta-me, de repente. Eu concordo, sacudindo a cabeça, com os olhos muito abertos, de repente me dou conta de que, efetivamente, confio nele. O que vai fazer-me agora? Uma descarga elétrica me percorre o corpo.


— Bom garoto, — ele me diz, passando o polegar pelo lábio inferior. 


Aproxima-se do armário e volta com uma gravata cinza de seda.


— Junte as mãos na frente, — ordena-me, tirando-me a toalha e jogando-a no chão.


Faço o que me pede. Rodeia-me os pulsos com a gravata e faz um nó apertado. Seus olhos brilham de excitação. Puxa a gravata para assegurar-se de que o nó não se mova. Tem que ter sido escoteiro para saber fazer estes nós. E agora o quê? Meu pulso atravessou o telhado, meu coração pulsa em um ritmo frenético. Desliza os dedos pelo meu cabelo.


— Você parece tão jovem com estes olhos inocentes, — ele murmura aproximando-se de mim. Instintivamente, me movo para trás até sentir a cama atrás dos meus joelhos. Ele tira a sua toalha, mas não posso tirar os olhos de seu rosto. Sua expressão é ardente, cheia de desejo.


— Oh, Jimin, o que vou fazer contigo? — sussurra-me. 


Estende￾me sobre a cama, cai ao meu lado e me levanta as mãos por cima da cabeça.


— Deixa as mãos assim. Não as mova. Entendido? — Seus olhos queimam os meus e sua intensidade me deixa sem fôlego. Não é um homem que se deva zangar. Nunca. — Responda-me, — ele me pede em voz baixa.


— Não moverei as mãos. — respondo-lhe sem fôlego.


— Bom garoto, — ele murmura e deliberadamente se passa a língua pelos lábios muito devagar.


 Fascina-me sua língua percorrendo lentamente seu lábio superior. Olha-me nos olhos, observa-me, examina-me. Inclina-se e me dá um casto e rápido beijo nos lábios.


— Vou beijar seu corpo todo, senhor Park, — diz-me em voz baixa, e agarra-me pelo queixo e o levanta, isso lhe dá acesso ao meu pescoço. Seus lábios deslizam pela minha garganta, beijando, chupando e mordiscando. 


Todo meu corpo vibra com antecipação... em toda parte. O banho recente me deixou com a pele hipersensível. O sangue quente desce lentamente até Minhas partes baixas, entre as pernas, até meu sexo. Eu gemo.


Quero tocá-lo. Movo as mãos, mas, como estou amarrado, toco-lhe o cabelo com bastante estupidez. Deixa de me beijar, levanta os olhos e move a cabeça de um lado a outro estalando a língua. Pega as minhas mãos e volta a me colocar acima da cabeça.


— Se mover as mãos, teremos que recomeçar — ele repreende-me suavemente.


Oh, ele gosta de me provocar.


— Quero tocar em você. — Digo-lhe ofegando, sem poder me controlar.


— Eu sei, — murmura. — Mas deixe as mãos quietas, — ele ordena, sua voz é forte. 


Ele levanta o meu queixo de novo e começa a beijar a minha garganta como antes. OH... ele é tão frustrante. 


Suas mãos descem pelo meu corpo, sobre meus mamilos, enquanto seus lábios deslizam pelo meu pescoço. Acaricia-me com a ponta do nariz, e logo, com a boca, dá início a uma lenta travessia para o sul e segue o rastro das suas mãos, pelo esterno, até meus mamilos. Beija-me e me mordisca um, logo o outro, e me chupa suavemente. Caramba. 


Meus quadris começam a balançar-se e a mover-se por conta própria, seguindo o ritmo de sua boca, e eu tento desesperadamente lembrar que tenho que manter as mãos acima da cabeça— Não se mova, — adverte-me, sinto sua cálida respiração sobre minha pele. Chega ao meu umbigo, introduz a língua e me roça a barriga com os dentes. Meu corpo se arqueia. — Mmm. Que doce é você, senhor Park. — Desliza o nariz desde meu umbigo até meus pelos púbicos, me mordendo suavemente e me provocando com a língua. Sentando-se, de repente, ele se ajoelha aos meus pés, agarra-me pelos tornozelos e me separa as pernas.


Caramba. Ele agarra o meu pé esquerdo, dobra meu joelho e leva o pé à boca. 


Sem deixar de observar minhas reações, beija ternamente cada um dos meus dedos e logo morde cada um suavemente. Quando chega ao mindinho, morde com mais força. Sinto uma convulsão e gemo. Ele desliza a língua pelo peito do meu pé... e já não posso mais vê-lo. 


Isso é muito erótico. Vou entrar em combustão. Aperto os olhos e tento absorver e suportar todas as sensações que me provoca. Beija-me o tornozelo e segue seu percurso pela panturrilha até o joelho, onde se detém. 


Então começa com o pé direito, repetindo todo o sedutor e assombroso processo.


— Oh, por favor, — Eu gemo e ele morde meu dedo mindinho, e a dentada se projeta no mais profundo de meu corpo.


— Todas as coisas boas, senhor Park, — ele respira.


Desta vez não se detém no joelho. Segue pela parte interior da coxa e de uma vez me separa mais as pernas. Sei o que vai fazer, e uma parte de mim quer empurrá-lo, porque morro de vergonha. Ele vai me beijar lá!. Eu sei disso. 


Mas outra parte de mim desfruta com antecipação. Ele muda para o outro joelho e sobe até a coxa me beijando, me chupando, me lambendo e, de repente, está entre minhas pernas, deslizando o nariz por meus testículos, para cima e para baixo, muito suavemente, com muita delicadeza. Retorço-me... oh meu Deus.


Ele para e espera que me acalme. Levanto a cabeça e olho para ele com a boca aberta. Meu acelerado coração tenta tranquilizar-se.


— Sabe o embriagador que seu aroma é, senhor Park? — ele murmura, e sem afastar seus olhos dos meus, coloca o nariz em meus Testículos cheira.


Ruborizo-me, sinto que vou desmaiar e fecho os olhos imediatamente. 


Não posso vê-lo fazendo algo assim!

Percorre-me muito devagar o sexo. Oh, foda...


— Eu gosto disso.–ele me acaricia com seus dedos, sobre minha virilha. — Talvez devamos manter isso.


— Oh... por favor, — suplico-lhe.


— Mmm, eu gosto que me suplique, Jimin. E gemo.— Não estou acostumado a pagar com a mesma moeda, senhor Park, — ele sussurra deslizando-se pela minha entrada. — Mas hoje me agradou, assim tem que receber sua recompensa. — Ouço em sua voz o sorriso perverso, e enquanto meu corpo palpita com suas palavras, começa a rodear meu círculo anal com a língua, muito devagar, me sujeitando as coxas com as mãos.


— Ahhh! — Eu gemo, meu corpo se arqueia e se convulsiona ao contato de sua língua.


Segue me torturando com a língua uma e outra vez. Perco a consciência de mim mesmo. Todas as partículas de meu ser se concentram naquele pequeno ponto. As pernas ficam rígidas. 


Ouço seu gemido, enquanto me introduz um dedo.


— Oh, querido. Eu adoro que esteja tão entregue para mim.


Move o dedo riscando um amplo círculo, me expandindo, me empurrando, e sua língua segue o compasso do dedo ao redor de minha entrada. Gemo. E muito... Meu corpo suplica por alivio, e não posso seguir me negando. Deixo-me ir. O orgasmo se apodera de mim e perco todo pensamento coerente, retorço-me por dentro, uma e outra vez. Caramba. Eu grito, e o mundo se desmorona e desaparece de minha vista, enquanto a força de meu clímax torna tudo nulo e sem efeito.


Estou ofegante e vagamente ouço quando ele rasga o envelope da camisinha. Muito lentamente ele penetra em mim e começa a mover-se. Oh... meu.. Deus. A sensação é dolorosa e doce, forte e suave ao mesmo tempo.


— Como está? — pergunta-me em voz baixa.


— Bem. Muito bem, — respondo-lhe. E começa a mover-se muito depressa, até o fundo, investe uma e outra vez, implacável, empurra e volta a empurrar até que volto a estar perto da borda. Eu choramingo. Enquanto ele movimenta sua mão em meu membro esquecido.


— Goze para mim, querido. — Ele me fala no ouvido, com voz áspera, dura e selvagem, eu explodo enquanto bombeia rapidamente dentro de mim.


— Obrigado, porra — ele sussurra e empurra forte uma vez mais e geme ao chegar ao clímax apertando-se contra mim. Logo fica imóvel, com o corpo rígido.


Ele desaba sobre mim. Sinto o seu peso me esmagando contra o colchão. Passo minhas mãos atadas ao redor de seu pescoço e o abraço como posso. Eu sei, neste momento, que faria qualquer coisa por este homem. Sou dele. A maravilha que está me ensinando é muito mais do que jamais teria podido imaginar. E ele quer levá-la mais, muito mais, para um lugar que eu não posso, na minha inocência, nem sequer imaginar. Oh... o que devo fazer?


Apoia-se nos cotovelos, e seus intensos olhos negros me olham fixamente.— Vê o bom que nós somos juntos? — ele murmura. — Se você se entregar para mim, será muito melhor. Confie em mim, Jimin. Posso transportar você a lugares que nem sequer sabe que existem.


Suas palavras ecoam em meus pensamentos. Encosta o seu nariz no meu. Ainda não me recuperei da minha insólita reação física e olho para ele com a mente em branco, procurando algum pensamento coerente.


De repente, ouvimos vozes no salão, do lado de fora da porta do quarto. Demoro um momento para processar o que estou ouvindo.


— Se ainda está na cama, tem que estar doente. Ele nunca está na cama a estas horas. Jungkook nunca se levanta tarde.


— Senhora Jeon, por favor.


— Taylor, não pode me impedir de ver meu filho.


— Senhora Jeon, ele não está sozinho.


— O que quer dizer com não está sozinho?


— Está com alguém.


— Oh... — Até eu posso ouvir a descrença em sua voz. 


Jungkook pisca rapidamente, olhando para mim, com olhos arregalados, com horror humorado. 


— Merda! É minha mãe.


Notas Finais


➡Avisinhos;⬅

➡Eu agora vou postar em dias específicos , porque agora estou escrevendo outra fanfic. Pensei em: segunda, quinta e domingo. Oque acham ?

➡eu quero agradecer aos 220 fav, muito obrigada. Estou muito feliz por isso. Juro que pensei que iriam desistir de mim, eu não sou muito boa com as palavras e por isso acabo que, ficando insegura com tudo. E consequentemente parando de escrever. Mas realmente é oque eu não penso fazer com essa adaptação, e tudo graças a vocês... Por isso muito obrigada. Estou muito feliz. ♥♥♥

➡ eu pensei bastante, e pretendo fazer continuação. Por isso dêem muito amor a esta fanfic. ♥♥

~ capítulo revisado em 97% ~

Bjs e até a próxima!!! ♥♥♥♥


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