História 50 TONS DE CINZAS (SASUSAKU) - Capítulo 16


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Categorias Naruto
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Palavras 1
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS


Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Uchiha sorri deslumbrante, desprotegido, natural, exibindo todos os seus dentes, um sorriso glorioso. Oh meu Deus… e ele abre a porta da suíte para que eu possa entrar. Eu passo ao redor dele para entrar no quarto, encontrando Ino em uma profunda discussão com Gaara.

— Sakura, eu acho que ele definitivamente gosta de você, — ela diz sem qualquer preâmbulo. Gaara me olha com desaprovação. — Mas eu não confio nele, — ela adiciona. Eu levanto minha mão na esperança de que ela pare de falar. Por algum milagre, ela o faz.

— Ino, se você levar o fusca, eu posso levar seu carro?

— Por quê?

— Sasuke Uchiha me convidou para tomar café com ele.

Ela fica boquiaberta. Ino emudece! Eu saboreio o momento. Ela me agarra pelo braço e me arrasta para o quarto que fica fora da sala de estar da suíte.

— Sakura, há algo sobre ele. — Seu tom é cheio de advertência. — Ele é magnífico, eu concordo, mas eu acho que ele é perigoso. Especialmente para alguém como você.

— O que você quer dizer, com alguém como eu? — Eu exijo, afrontada.

— Uma inocente como você, Sakura. Você sabe o que eu quero dizer, —ela fala um pouco irritada. Eu ruborizo.

— Ino, é apenas um café. Eu estou começando meus exames finais esta semana, e eu preciso estudar, então eu não vou demorar muito.

Ela franze seus lábios como se considerando meu pedido. Finalmente, ela pesca as chaves do carro do bolso e entrega-as para mim. Eu entrego as minhas.

— Eu vejo você mais tarde. Não demore muito, ou eu vou enviar uma busca e salvamento.

— Obrigada. — Eu a abraço.

Eu saio da suíte para encontrar Sasuke Uchiha esperando, encostado contra a parede, parecendo com um modelo em uma pose para alguma brilhante revista top de linha.

— Ok, vamos tomar café, — eu murmuro, ruborizando como uma beterraba vermelha.

Ele sorri.

— Depois de você, Senhorita Haruno. — Ele se ergue, levantando a mão para que eu vá primeiro.

Eu faço meu caminho pelo corredor abaixo, meus joelhos trêmulos,

meu estômago cheio de borboletas,16 e meu coração em minha boca, batendo em um ritmo dramático desigual. Eu vou tomar um café com Sasuke Uchiha… e eu odeio café.

Nós   caminhamos   juntos   pelo   largo   corredor   do   hotel   para   os

elevadores. O que eu devo dizer a ele?  Minha mente de repente paralisa com apreensão. Sobre o que nós vamos conversar?

O que na Terra eu tenho em comum com ele? Sua voz suave e morna me surpreende de meu devaneio.

— Quanto tempo você e Ino Yamanaka se conhecem? Oh, uma pergunta fácil para começar.

— Desde nosso primeiro ano. Ela é uma boa amiga.

— Humm, — ele responde, reservado. O que ele está pensando?

Nos elevadores, ele aperta o botão de chamada, e a campainha toca quase que imediatamente. As portas deslizam abertas, revelando um jovem casal em um amasso apaixonado do lado de dentro. Surpresos e envergonhados, eles se separam, olhando culpados em todas as direções, menos na nossa. Uchiha e eu entramos no elevador.

Eu estou lutando para manter uma expressão séria, então eu olho para o chão, sentindo minhas bochechas ficando vermelhas. Quando eu espio para Uchiha através de meus cílios, ele tem a sugestão de um sorriso em seus lábios, mas é muito difícil de dizer. O jovem casal não diz nada, e nós viajamos até o andar térreo em um silêncio constrangedor. Nós nem sequer temos uma inútil música ambiente para nos distrair.

As portas abrem e, para minha surpresa, Uchiha toma minha mão, apertando-a com seus dedos longos e frios. Eu sinto o choque correr por mim, e meus já rápidos batimentos aceleram. Quando ele me leva para fora do elevador, nós podemos ouvir as risadinhas suprimidas do casal que estoura atrás de nós. Uchiha sorri.

— O que tem os elevadores? — Ele murmura.

Nós cruzamos o extenso saguão movimentado do hotel, em direção à entrada, mas, Uchiha evita a porta giratória e, eu me pergunto se isto é porque ele teria que largar minha mão.

Do lado de fora, está um ameno domingo de maio. O sol está brilhando e o tráfico está limpo. Uchiha vira à esquerda e anda até a esquina, onde nós paramos, esperando pelas luzes de pedestres do cruzamento mudar. Ele ainda está segurando minha mão. Eu estou na rua, e Sasuke Uchiha está segurando minha mão.   Ninguém jamais segurou minha mão. Eu me sinto tonta, e eu estou formigando por toda parte. Eu tento sufocar o ridículo sorriso que ameaça repartir meu rosto em dois. Tente ficar fria, Sakura, meu subconsciente implora. O homem verde aparece, e nós andamos novamente.

Nós caminhamos quatro quarteirões, antes de alcançarmos a Cafeteria de Portland, onde Uchiha me libera para segurar a porta aberta, para que eu possa entrar.

Capítulo 16 - Capitulo 16





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