História 50 tons de Draco Malfoy - DRARRY - Capítulo 48


Escrita por: ~ e ~condessa_malfoy

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza, Harry Potter
Personagens Cedrico Diggory, Córmaco Mclaggen, Dino Thomas, Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Lilá Brown, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Personagens Originais, Ronald Weasley, Rose Weasley, Simas Finnigan, Ted Lupin, Tiago S. Potter
Tags Draco, Draco Malfoy, Drarry, Gay, Harry Potter, Hentai, Hogwarts, Lemon, Yaoi
Visualizações 249
Palavras 2.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI GENTE LINDA
Demorei para postar esse capítulo, em comparação aos três anteriores, MAS NÃO DESISTAM DE MIM E DO DRACO ❤

FINALMENTE O LEMON ESTÁ ENTRE NÓS.
Queria agradecer bastante por isso, foram 16 capítulos, um a mais do que a meta, e mesmo sendo poucos para alguns autores, pra mim é bom saber que vocês estão gostando.

E para agradecer vocês, tenho um desafio bem bacana para contar LÁ NAS NOTAS DE BAIXO.

Boa leitura.

Capítulo 48 - Double fuck


Fanfic / Fanfiction 50 tons de Draco Malfoy - DRARRY - Capítulo 48 - Double fuck

CAPÍTULO 48

DOUBLE FUCK

 

— Pensa, gêmeo – disse Fred, contando cada um dos pequenos pacotes coloridos em cima da cama de casal. O outro, sentado na ponta, apenas observava, um pouco receoso. — Quanto mais vendermos da rosinha, mais vamos poder comprar das verdinhas. E se podermos comprar mais das verdinhas, quer dizer que as amarelinhas poderão ser vendidas também.

Jorge estava definitivamente perdido. — Como?

O irmão revirou os olhos. — Você não presta atenção no que eu falo?

O irmão concordou com a cabeça. — Às vezes.

— Então você não precisa entender – ele guardou todos os pequenos pacotes dentro de uma fronha e depois colocou um travesseiro por dentro. — Só que, quando alguém pedir as balas sabor “farinha”, você precisa vender essas.

Ele balançou o travesseiro na cara do irmão. — Entendeu?

Jorge concordou. — Você pediu a pizza?

Fred levantou-se da cama e olhou para o Beco onde moravam pela janela. Aquele lugar era chamado de Beco Diagonal justamente por ser tão mal desenhado. Nos últimos anos, havia se tornado um ótimo ponto para vender drogas, uma vez que praticamente todas as famílias que frequentavam as lojas pararam de comprar quando um novo centro foi criado, duas ruas na frente.

— Ele não vai vir – disse Jorge. — O motoboy, eu quis dizer. Se não venho até agora, não vai vir mais. Deve ter visto que se tratava do Beco Diagonal. Quer tentar outro?

O irmão gêmeo negou com a cabeça. — Vamos cozinhar!

Jorge soltou uma risada. — Cozinhar? A gente nunca cozinhou, Fred. Mamãe sempre fez nossa comida, lembra?

— Ah é, mentira? Eu sempre achei que ela tinha uma varinha escondida no vestido e fazia a comida aparecer – o irmão soltou uma gargalhada. — Nunca é tarde para aprender a cozinhar, maninho.

Fred saiu correndo do quarto e entrou pelo corredor. Jorge foi atrás dele.

Só havia um quarto naquele pequeno apartamento e ele era justamente divido por eles. Estavam acostumados a dormir apertado em casa, naqueles beliches insanos de tão pequenos; às vezes, juntavam os dois colchões no chão e dormiam juntos, muito mais confortável. Quando se mudaram, tinham dinheiro apenas para uma cama, então pegaram uma cama de casal deixada para o lixo e colocaram no quarto.

O que era dividir a cama com irmão para quem havia divido cuecas até os 15 anos? Jorge soltou uma risada sozinho, enquanto seguia o irmão até a pequena cozinha da casa. Ele estava olhando para dentro da geladeira.

— Não temos molho pronto... – disse Fred.

— Eu te disse para comprar – advertiu o outro.

—... E isso só pode significar uma coisa! – abriu um sorriso para o irmão. — Vamos fazer nosso próprio molho! Temos tomate, cebola, alguns temperos estranhos e caldo Knorr.

Jorge estranhou. — Você não vai usar esse negócio, vai? – se aproximou do irmão e tirou o tempero de sua mão. — Esse negócio é horrível. Sem contar que faz mal. Não vamos comer.

— Você queria comprar pizza há dois segundos – Fred pegou o tempero de volta e revirou os cabelos do irmão com carinho.

— Era artesanal.

Pizza artesanal, ahh, pizza artesanal. Eu bato uma punheta e como minha pizza ao molho branco.

Os dois gargalharam. Jorge continuou. — Pelo menos não fui eu quem fez gozou no copo de café e deu para a namorada tomar.

— O que tem uma coisa com a outra?

— Nada, mas é a primeira coisa que me lembra de porra e comida – Jorge sentou-se na bancada. — Vamos comer o que, garçom?

Fred virou-se para ele segurando um rolo de massa, apontando para ele, ameaçador. — Se você me chamar de garçom de novo eu enfio isso aqui no teu cu e depois enfio minha rola gigante dentro dele.

Jorge levantou os braços. — Eu não estava pedindo por isso, mas, se você quer tudo bem. Estou aberto para você, maninho. Só não esquece que eu nasci primeiro, então tenho preferência.

— Preferência?

— Em quem come o cu de quem primeiro.

O outro garoto baixou o rosto, corado e rindo. — Lembra quando a gente era Rei do Terceiro Ano e sempre tinha algum garoto querendo foder com nós dois ao mesmo tempo. Eu não vou mentir que queria dizer “sim”.

Jorge arregalou os olhos. — Por que não dizia? Eu iria adorar. Imagina as histórias que contariam depois? Seria engraçado. Sem contar que o único garoto que eu comi foi há muito tempo.

Fred, que estava fazendo algum tipo de massa em uma bacia, olhou para ele. — Rony?

Jorge concordou com a cabeça. — Sério? Meu deus. Isso faz muito tempo, Jorge. Eu ainda me lembro da gente tirando a virgindade daquele pirralho. Agora ele está indo para o segundo ano. Nem parece que se passou... Um ano?

— Não é muito...

— Um ano é muito para quem quer comer um cu. Você precisa comer outro garoto até o final do ano, maninho.

— O que você quer dizendo isso? Quem você comeu depois?

— Blásio Zabini – Fred respondeu com convicção, voltando sua atenção para a massa. — E antes que diga que é pouco... Também fodi o Cedrico Diggory. Dino Thomas.

— Mentira.

— Verdade. Ele estava bêbado.

— Que horror...

— Ele pediu.

— Pediu nada.

— Ah – Fred voltou a olhar para ele. — Ele come as garotas por aí também dopando elas. Mais do que certo eu ter fodido com ele dormindo. Continuando. Simas Finnigan, Olívio Wood, Zacharias Smith, Miguel Corner e metade dos amigos dele. Ah, já ia esquecendo. Neville Longbottom e Draco Malfoy.

Jorge estava tonto de tanto nome. — Bom, você ganhou.

— Então eu como o teu cu hoje de noite.

O outro não respondeu nada, apenas ficou quieto, observando a forma que o irmão trabalhava. Poderia não estar fazendo certo, mas seus movimentos e seu rosto diziam que ele estava se esforçando. Ele pegou um daqueles aparelhos de fazer massa e colocou o conteúdo aos poucos, girando a manivela. A massa caiu em fatias pelo outro lado. Aquela parte, pelo menos, tinha sido concluída.

— Você não quer me ajudar, não?

— O que você quer exatamente?

— Vodca – Fred soltou uma risada alta. — Pega na geladeira. Serve um copo pra ti e me dá uma garrafa. É sábado. Hoje eu quero ficar bêbado, mesmo que seja com meu irmão gêmeo careta que não come um cu desde o ano passado.

— Eu não sou careta – Jorge tirou duas garrafas de dentro da geladeira. — Uma é sua. A outra é minha.

— Prove que você não é careta – Fred olhou para ele, abrindo sua garrafa. — Vou tomar um gole para cada garota que você passou a língua na boceta o ano passado.

Jorge sorriu para ele. — Posso começar?

Fred concordou, segurando a garrafa.

— Hermione Granger. Cho Chang. Luna Lovegood. Angelina Johnson, Cátia Bell, Lilá Brown, Parvati Patil, Romilda Vane. E, claro, Hermione Granger.

— Você já disse o nome dela...

— Chupei duas vezes – Jorge sorriu um sorriso triunfante. — Nove goles.

Fred girou a garrafa e tomou os nove goles e mais um, apenas para se mostrar mais macho que o irmão. Quando largou a garrafa na bancada da pia, segurou-se na mesma. — Coloca uma música. Moves like Jagger.

— Tem certeza? – Jorge ligou o aparelho de som da cozinha. — Você costuma pirar quando essa música toca...

— Puta que pariu, eu amo essa música!

Jorge tomou três goles, um atrás do outro, de sua garrafa e se juntou com o irmão no meio da cozinha. Fred o abraçou por trás e começou a fingir está fodendo. Os dois se roçaram um no outro, enquanto dançavam e derrubavam alguns utensílios.

— Se você ficar duro vai ter que enfiar o pau no sorvete – disse Jorge, rebolando na pelve do irmão.

— Isso ainda existe?

— O irmão que ficar duro com o outro deve colocar o pau no sorvete. É lei nessa casa. Lembra do Rony? Ele teve que nos chupar.

— A gente foi muito mau com ele...

 — Ele gostou – Jorge se afastou e virou de frente para o irmão. — Ele gosta de rola.

— E de xota. Mais de xota do que de rola.

— Mas gosta de rola também.

Fred revirou os olhos, já tonto. — Você também gosta. O quer falando do nosso irmão caçula. Gina também gosta e tu não fala nada.

Jorge riu. — Gina é uma garota...

— E vós sois uma puta – Fred bateu no rosto dele. — Deixa de ser babaca. Já saímos da escola, já podemos parar de fingir que não transamos.

— Vós sois? – Jorge quase morreu.

— Você sabe como eu fico importante quando estou bêbado.

Jorge tirou a garrafa do garoto de sua mão e colocou na mesa. — Então vamos parar, não acha?

Fred recusou. — Eu quero meu leite.

Jorge se aproximou do irmão e segurou os seus ombros. — Você tem uma mamadeira cheia aqui embaixo.

Fred empurrou o irmão. — Deixa de ser babaca.

— E não é você que quer parar de fingir que não transamos?

Fred abriu os olhos, olhando sério para o irmão. — Você achou.

Jorge lhe deu um beijo. — Deixa de ser babaca você!

Fred retribuiu o beijo. — Mamãe ficaria brava.

— Ela já sabe. Eu contei.

O gêmeo o empurrou mais forte, arregalando os olhos. — Você ficou louco?

— Ela já sabia. Te viu me chupando um dia.

— Meu deus...

Jorge se aproximou mais uma vez. — Se você empurrar de novo, eu juro que nunca mais vou te deixa tocar no meu corpo.

— Eu não preciso...

Jorge pegou a mão do irmão e colocou no meio de suas pernas. — Claro que você precisa. Meu pau pelo menos precisa da tua mão.

Os dois se olharam, Fred mais assustado. O outro segurou sua cabeça e empurrou seu ombro para baixo, fazendo o irmão se abaixar até ficar de joelhos. Abriu o zíper de sua calça e tirou seu pau para fora. Era tão grande quanto ele dizia ser e tinha uma quantidade grande de pelos na base.

— Se engolir tudinho vai ganhar mais vodca.

Fred sorriu. — Eu iria engolir tudo de qualquer jeito. Você ainda é a puta, Jorge.

Fred segurou o pau do irmão com as duas mãos, ainda deixando a glande descoberta. Aproximou o rosto e passou a cabecinha por seus lábios, queixo e bochechas antes de passar a língua de baixo a cima do corpo do pênis. O irmão nem se mexeu, estava acostumado com pessoas mais experientes que ele. Porém, fez questão de lamber mais de uma vez, sentindo o gosto de pele em sua língua. Soltou uma das mãos e segurou a base com a outra, com força, e lambeu a cabecinha, perto da uretra, e então beijou, o irmão apenas se arrepiou. Engoliu cada pedacinho depois disso, com cuidado especial a glande, passeando a língua dentro da boca na pele delicada do pênis. Não conseguiu engolir o resto, uma vez que os mais de 19 cm estavam a atrapalhar sua garganta, então segurou o resto do pau e tirou de sua boca. Começou a chupar aos poucos, tirando e colocando, lambendo e suspirando, deixando o pau mais babado do que qualquer outra pessoa.

— Você gosta? – perguntou.

Jorge não respondeu. Não iria responder. Melhor, não iria confessar que gostava. Fred cuspiu no pau do garoto, sua saliva escorrendo pela base e parando nos pelos do saco do garoto. Tirou as calças do irmão, deixando-o apenas de camiseta.

Jorge foi mais agressivo, empurrou Fred para trás, grudando-o no balcão no centro da cozinha e enfiou seu pau antes que o outro deixasse, fazendo-o soltar aquele delicioso som de engasgo. Fred não poderia dizer que havia sido um absurdo, por que ele havia adorado. Jorge segurava o tampão do balcão enquanto enfiava e tirava o pau da boca do irmão, fodendo-a. Estava machucando? Sua cabeça que batia no balcão, sim. Mas o prazer era maior. E se o prazer era maior, não tinha o que ele pudesse reclamar.

Apertou a bunda do irmão enquanto esse o chupava, mas isso não durou muito. Jorge o puxou pelos braços e o empurro para cima do balcão, tirando todas as suas roupas. — Tire as roupas, Fred.

— Por que você não as tira?

Jorge sorriu para o irmão. Tirou seus tênis azuis e suas meias, puxando suas calças pelas pernas e rasgando a camiseta do garoto, deixando-o apenas de cueca, que já estava apertada tamanha era a ereção do garoto.

— Você realmente gosta de mim, né maninho?

— Eu gosto do teu pau, não confunda as coisas – Fred tirou suas cuecas e levantou suas pernas. — Por que não começa?

Jorge olhou para a entrada de Fred, coberta de pelos ruivos. Seu cu parecia piscar de vontade e ele apenas cuspiu, deixando a saliva fazer o seu trabalho e enfiou dois dedos de uma vez. Ele não tinha carinho. — Eu prometo te foder bem devagar, maninho.

— Deixa de ser fresco – Fred o puxou e lhe deu um beijo. — Me fode como o Sirius me fodia.

Jorge abriu os lábios, surpreso, mas não disse nada. O prazer de imaginar Sirius Black comendo seu irmão desceu diretamente para o seu pau e ele só enfiou dentro de Fred, fazendo o garoto gritar de dor. Mais de dor, do que de prazer. Olhou e viu o cu de Fred apertar seu pau e ele tirou e meteu mais forte, teria que se acostumar com aquilo ali dentro. Tirou e colocou mais de sete vezes, sem olhar para os olhos do irmão, como se estivesse fodendo uma puta de verdade. Não parava um seguro sequer, metia com força e tirava com força. Se sangrasse, o problema não era dele.

Fred puxou seu braço. — Olha pra mim!

Jorge sorriu para ele. — Você é muito apertado, Fred. Eu amo isso pra caralho!

Ele estancou dentro do irmão, parecia estar prestes a gozar. Aproximou-se, lambeu os lábios de Fred e depois os beijou. Com o dedo, abriu os lábios e o fez chupar seu dedo. — Tua boca parece uma bucetinha...

Fred sorriu. — Eu não sei se isso é bom ou ruim...

— Pra mim é ótimo.

Voltou a foder com força e enquanto Fred chupava seu dedo, ele lambeu um dos pés do garoto, que estava em seu ombro. O gosto acre invadiu sua língua, mas ele continuou a chupar e a lamber. As costas de Fred estavam sujas de varinha, assim como sua bunda e seus braços. Jorge gemia imaginando como seria foder o irmão envolto de comida e doces e como ele iria gozar só de ver.

— Não goza dentro ou vou ficar grávido – gemeu Fred.

— Não temos capacidade para termos um filho – Jorge saiu de dentro do irmão, se abaixou e colocou o pau do garoto em sua boca. — Não tendo você como progenitor. Então por que você não me engravida?

Ele deitou-se ao lado de Fred, que se levantou e abriu as pernas do irmão. — Você realmente quer que eu te foda?

— Precisamos dar chances aos necessitados.

Fred sorriu para ele de forma sacana. — Quando foi a última vez que você deu o cu?

— Nunca.

Fred segurou uma das pernas do garoto e colocou a glande de seu pau bem na entrada lacrada de Jorge. — Então eu vou te foder assim. Sem cuspe, sem creme, sem óleo...

Jorge pensou em dizer alguma coisa, mas Fred tapou sua boca. — Se o meu cu é apertado...

Não completou o que iria dizer. Segurou com força a perna do garoto e o seu pau e enfiou, não entrou de primeira vez, mas entrou de segunda. A cabecinha sofreu, sentindo a pressão do ânus, mas Fred continuou, enquanto Jorge gemia e gritava de dor. Antes de metade de sua rola estar dentro, Fred soltou um gemido mais alto do que os gritos do irmão.

Ele se aproximou, sussurrando nos ouvidos de Jorge. — Eu tô sentindo meu pau te rasgando. É a melhor sensação que eu já tive.

A coisa piorou depois disso. Fred se mostrou ser mais habilidoso ao comer um cu e não resistiu ao gozar dentro do irmão. Quando seu pau saiu de dentro, todo cheio de porra, o irmão custou a se sentar de forma confortável.

19 cm também poderiam ser dolorosos.

No dia seguinte, enquanto fazia seu café da manhã, Fred escutou o irmão vomitar no banheiro. Aproximou-se da porta, ambos estavam nus e ele ficou duro ao ver o irmão agachado, com a bunda para cima, com a cara na privada.

— Não deveria ter bebido muito, Jorge – disse.

— Eu bebi muito menos que tu.

— Então um bebê Weasley está chegando.

Saiu rindo, de pau duro e com um tesão enorme e uma vontade louca de foder o irmão. Iria esperar o vomita passar, afinal, não queria seu pau sujo de vômito quando fosse rasgar a goela de Jorge também.


Notas Finais


E aí, gostaram do lemon? Se sim, é melhor nem se acostumar, os gêmeos certamente não vão fazer parte da fanfic.
Agora, tenho UM NOVO DESAFIO para COMEMORAR OS 50 CAPÍTULOS DA FANFIC.

Funciona um pouco diferente do desafio anterior.
Vamos lá!

Tudo o que vocês precisam fazer é DESCOBRIR A HORA QUE EU NASCI. Simples assim.
Para isso:
1) Comentem qualquer coisa nesse capítulo ou no próximo (se for nos dois, tô amando) e enviem uma MENSAGEM para mim com a hora que você acha que eu nasci. Calma, vou dar DICAS mais embaixo. Não é obrigatório comentar para ficar participando, mas seria de muita, muita ajuda mesmo ❤

Os prêmios:
1) Para aquela pessoa que ficou bem próxima, mas não acertou, ela pode escolher entre aparecer durante 5 capítulos da fanfic (não são um atrás do outro, mas em capítulos variados) OU escolher algum personagem (de qualquer universo) para entrar na fanfic.

2) Para a pessoa que acertar exatamente a hora que eu nasci (não é tão difícil) ela vai aparecer durante 10 capítulos da fanfic. E se eu gostar do personagem (você cria ele, lembre-se disso) ele pode ficar na história por mais tempo.

DICAS:
1) Eu nasci entre as 21h30 e as 22h40
2) Os minutos não são exatos. Ex: 22h37
3) Os minutos são o tamanho do pau de Cedrico se você multiplicar 4 por um número quebrado e subtrair 10.

Agora, vocês podem se desafiar e comentar aqui embaixo.
Serão aceitas as respostas por MENSAGEM até o dia que eu lançar o CAPÍTULO 50, ou seja, se alguém enviar mensagem depois que o capítulo foi lançado, não vai poder participar.

ALIÁS, NO CAPÍTULO 50, VAMOS DESCOBRIR QUEM É O REI DO TERCEIRO ANO.

ESPERO QUE VOCÊS TENHAM GOSTADO DESSE LEMON
E ESPERO QUE PARTICIPEM DO DESAFIO.
caso ninguém participe, vou ficar bem chateado.

kisses


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