História 50 tons de punição - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Continuação, Fifty Shades, Romance
Visualizações 200
Palavras 1.849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Iae , espero que estejam gostando!
Bjs no bumbum e até o próximo capítulo♥
NÃO ESQUEÇA DE COMPARTILHAR!
POR FAVOR, ISSO ME AJUDA MUITOOOO
Fala p'ros amigos, colegas, o caralho à quatro. Me ajudem queridos e queridas!

Capítulo 17 - The best love


Me aconchego ao lado de Christian e observo o sol se pôr, é lindo de se ver. Penso em tudo o que passamos e hoje estamos aqui, casados e felizes, na maior parte do tempo. 

-"no que você está pensando?" Pergunta Christian passando sua mão pelas minhas costas nuas

-"hum....em quão longe chegamos" respondo olhando para o roseiral, e então para Christian novamente, não dá para saber qual visão é melhor

-"você me fez chegar até aqui, tudo o que eu sou hoje, devo à você Ana, tudo" murmura e então as lágrimas que ameaçavam cair antes escorrem pelo meu rosto, um choro de felicidade. 

-"oh não Ana, não chore" diz e então me abraça mais apertado contra seu peito. Sinto seu cheiro celestial misturado com o cheiro das rosas, é inebriante. 

-"vem, vamos voltar" murmura ele então se levanta e pega sua roupa, a vestindo de uma maneira sexy que apenas ele pode fazer.

-"vamos sra. Grey, não seja preguiçosa" Christian fala me entregando minha saia e blusa. 

Vestimos nossas roupas e caminhamos até o carro novamente. Em questão de minutos vamos estar de volta à realidade, será que não podemos viver para sempre aqui?

Entramos no carro e vamos em silêncio de volta, um silêncio agradável. Encosto minha cabeça no vidro do carro e penso em tudo o que aconteceu em uma única tarde. Tédio é uma palavra que o Christian não conhece.

Seu BlackBerry vibra e ele o pesca de seu bolso

-"Christian Grey" diz ele em tom nervoso, caramba, ele sempre atende telefonemas tão mal humorado, é assim comigo também? Não faço idéia! 

-"o que? Mais eu disse não!" Grita com quem quer que seja.

-"paciência? É isso que você me diz? Quando perder seu emprego nós veremos quanta paciência eu tenho porra" diz Christian com uma voz baixa, porém me intimida, me intimida muito. Ele deve ter sérios problemas.

Christian escuta por um tempo depois diminui a velocidade, dirigindo à setenta por hora.

-"como assim não pode? Ele é pago para fazer exatamente isso" diz ele franzindo a testa

-"não tem muito o que se fazer estando aqui" murmura novamente em tom calmo e amedrontador. 

Por um momento ele me encara e então eu ponho minha mão em seu joelho para o acalmar

-"ok, me ligue em uma hora" diz então desliga, colocando seu celular em cima da minha coxa.

Christian visivelmente está nervoso, e eu não posso fazer nada para o tranquilizar, mas continuo com minha mão em seu joelho. Ele parece exasperado, mal contendo sua ira. Finalmente ele me nota e põe sua mão em cima da minha, acariciando meus dedos com o polegar. 

-"tudo bem?" Arrisco perguntar, sabendo que tudo está fodidamente mal

-"vai ficar" responde vagamente, sem me olhar nos olhos. Me deixando mais curiosa do que já estou

O silêncio que antes era confortante, agora é insuportável. Ele não diz nada, mas sua expressão me diz que não quer conversar porque está muito bravo. 

Nós paramos na garagem do Escala e ele desce do carro ainda sem dizer uma palavra. Como o humor desse homem muda repentinamente!

Christian abre a porta para mim e eu desço e andamos de mãos dadas até o elevador.

-"vai me dizer o que aconteceu?" Pergunto sem olhar para ele, talvez agora ele fique bravo comigo. Olho fixamente para meus dedos entrelaçados enquanto o elevador sobe até a cobertura.

Ele permanece em silêncio, sem responder minha pergunta, então eu puxo minha mão que ele estava segurando e cruzo os braços.

Christian me encara e logo depois morde o lábio inferior para conter sua raiva. Mesmo assim não diz nada, isso me irrita p'ra caralho!

As portas se abrem e eu saio para fora sem pressa, como sempre faço. Christian me puxa pelo braço antes que passe o hall de entrada e me beija, com fervor, enfiando sua língua na minha boca, puxando-me contra sua ereção. Nossas línguas se enrolam uma na outra e fazem uma dança erótica entre si. 

Passo meus braços ao redor do seu pescoço e inclino meus pés para alcançar sua altura, mesmo com os saltos ainda sou menor que ele. 

Christian me solta com sua respiração irregular, buscando fôlego assim como eu. 

-"você é muito frustrante Anastácia" diz Christian ainda me segurando pela cintura

-"digo o mesmo de você Christian"  murmuro me inclinando e dando outro beijo nos seus lábios macios e fodidamente lindos.

O seu humor melhorou um pouco, é impossível que ele mantenha uma emoção por muito tempo. Me ajeito e caminho até o quarto.

Ligo o chuveiro e deixo a água quente cair sobre mim, fecho os olhos e sinto as mãos de Christian pegando na minha cintura, leve e suave passando pela minha barriga. 

Me viro e encaro seu rosto tenso e preocupado, como eu queria poder tirar todos problemas dele. Passo minhas mãos em seu pescoço e o beijo suavemente, eu quero que ele sinta que pode confiar em mim.

-"eu tenho que ir para Nova Yorque amanhã cedo" murmura quando eu o solto

-"oh" susurro em surpresa. Eu odeio ter que dormir sem Christian, parece que dormimos juntos a vida toda.

-"só por uma semana" Christian diz, tentando me tranquilizar, mas na verdade, uma semana se torna mil anos quando se trata de ficar longe dele.

-"você vai na Charlie Tango?" Pergunto preocupada porque da última vez, ele quase morreu

-"sim"

-"Christian, por favor não!"

-" não o que Anastácia?"

-"não vai, não me deixe sozinha"

Por um momento ele me encara surpreso por eu ter dito isso. Eu nunca pedi para ele cancelar um negócio, o que me deu? Saudades antecipada? 

-"havia uma empresa que eu comprei em sociedade com a Elena em Nova Yorque. Quando à compramos, fazemos um contrato à parte para essa compra. Eu cortei qualquer laço que eu poderia ter com ela, menos esse. Eu não me lembrava dessa maldita empresa, e nenhum dos meus advogados também." Esclarece vendo meu desespero para que ele não vá

-"e porque você tem que ir p'ra lá?" Pergunto confusa, o que a sra. Robinson fez agora?

-"apenas com esse contrato, ela pode foder com a Grey House. Existe um termo legal que pode provar que ainda existe parte da Elena na minha empresa" susurra triste, eu sei o quanto a empresa do Christina significa para ele.

-"mas você tem advogados caros para impedirem isso" digo tentando acalmar sua crescente irritação

-"eles deviam ter feito, mas não fizeram e agora existe cinquenta por cento da minha empresa na beira de um precipício" murmura fechando os olhos

-"Christian, olha para mim" digo puxando seu rosto para que ele me encare

-"Vai. Ficar. Tudo. Bem" enfatizo cada palavra

-"oh Ana, eu amo tanto você"

-"eu sei, eu também te amo"

Saío do banho com Christina e ele logo vai para seu escritório.  Enxugo meu cabelo, depois seco com o secador e escovo mecha por mecha. Visto um short branco e blusa preta, com um fino casaco azul por cima. 

Eu passei a tarde toda fora da SIP, devo mandar uma mensagem para Hanna e perguntar o que eu perdi

"HANNA, BOA NOITE, ME MANDE TODO O TRABALHO POR EMAIL QUE EU PERDI HOJE"

"BOA NOITE ANA, VOCÊ PERDEU UMA REUNIÃO, MAS EU JÁ REMARQUEI. QUANTO AOS MANUSCRITOS EU JÁ MANDEI PARA SEU EMAIL"

"OBRIGADO HANNA, VOCÊ É DEMAIS"

"DE NADA, ATÉ SEGUNDA"

"ATÉ SEGUNDA, BOA NOITE"

Me sento na cama e pego meu Mac para ver o email de Hanna, tenho muito trabalho, puta merda.

É melhor eu começar logo! Talvez eu possa usar o escritório do Christian para trabalhar enquanto ele estiver fora.

Sinto meus olhos pesarem, estou ficando desatenta com a ortografia, errando várias vezes por causa do sono, então decido me deitar e cochichar. 

POV CHRISTIAN

Após tomar banho com a Ana eu vou até meu escritório resolver toda essa merda, ou tentar. Sinceramente não quero passar uma semana longe dela, mas não me restam tantas opções. 

-"Taylor, prepare o jato para partir amanhã antes das sete" ordeno ao Taylor

-"sim senhor, mas alguma coisa?" Pergunta antes de se retirar. 

-"não, pode ir" respondo

Passo horas conversando com meus advogados por vídeo chamada. Não é possível que eu pague uma fortuna para esses imbecis que não fazem porra nenhuma quando devem fazer.

Chega! Não vou passar a madrugada dentro desse escritório sendo que eu posso ir p'ra cama e foder com a Ana a madrugada toda.

Ainda são dez horas, ela não comeu nada desde tarde, e se eu lembrá-la de comer, ela não come!

Caminho até o nosso quarto e abro a porta lentamente, ela deve estar trabalhando. É incrível o quanto minha esposa é dedicada, eu deveria tê-la trabalhando para mim.

Quando entro vejo ela dormindo, como um anjo. Eu amo ver ela dormindo, me faz bem.

Me sento na poltrona como sempre faço para apreciar o sono da minha mulher, minha Ana. Ela murmura algo em seu sono, mas não posso decifrar. 

-"Christian" ela me chama em seu sono, é incrível como ainda hoje eu me surpreendo quando ela fala dormindo. 

-"meu filho, Christian, nosso filho" murmura novamente

Eu sei que Ana quer ser mãe, ela já me disse outro dia. Ainda é muito cedo, nós precisamos de mais tempo para nós, quem sabe daqui à algum tempo, anos talvez. 

-"eu amo você Christian" diz novamente.  É impossível que ela me esconda algo, eu sempre ouço suas confissões nos sonhos.

Anastácia se mexe e acorda, abrindo os olhos ela olha diretamente nos meus olhos.

-"oi" digo me aproximando dela. 

-"oi" murmura se sentando para me receber na cama.

-"você comeu?" Pergunto preocupado, até porque ela é a pessoa com quem eu mais me preocupo no mundo

-"não" responde me analisando, ela quer decifrar meu humor. 

-"vem, vamos comer" digo estendendo a mão. Ela pega minha mão e sai da cama.

POV ANASTÁCIA

Christian me leva até a cozinha e eu me sento na bancada do café da manhã, no meu lugar de sempre. A sra. Jones põe um prato com molho bolonhes para mim, outro prato com pão francês em cubos. Ele pega um vinho Rosé e duas taças. 

Sra. Jones também coloca o prato de Christian e se retira. Ele serve as duas taças, eu o observo, como meu marido é lindo.

-"apreciando a vista sra. Grey?" Pergunta ele quando me vê o observando

-"sempre sr. Grey" respondo pegando minha taça e levando à boca.

Nós comemos e vamos de mãos dadas até o quarto. Assim que ele fecha a porta atrás de si, eu me viro e o beijo, puxando seu cabelo. Rapidamente Christian corresponde meu beijo,me puxando pela cintura contra sua ereção. 

Eu desço minha mão e passo meus dedos em sua ereção coberta pela calça jeans preta. 

-"você não tem vergonha sra. Grey" diz Christian passando sua mão pela  minha bunda

-"eu não vou ter você por uma semana, então tenho que te aproveitar hoje" respondo corando

-"me aproveitar? Como você vai me aproveitar?" Diz ele então me pega no colo e eu enrolo minhas pernas na sua cintura. 

-" em pelo menos cinquenta tons" 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


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Bjs na bunda


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