História 50 tons de sangue - Capítulo 7


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Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Bap, Daehyun, Haren, Himchan, Jongup, Otp6, Políamor, Sobrenatural, Vampiro, Youngguk, Youngjae, Zelo
Visualizações 41
Palavras 2.151
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Volteiiiiii com mais um cap meus amores. Espero que gostem

Leggo

Capítulo 7 - Experimentando (Parte 1)


Fanfic / Fanfiction 50 tons de sangue - Capítulo 7 - Experimentando (Parte 1)

Viro pro outro lado, esticando preguicosamente meus braços para cima. Abro meus olhos e olho ao redor, estava em um quarto escuro, as grossas cortinas vinho não permitiam que luz alguma adentrasse o local, havia também um guarda-roupa grande, dois criados mudos um de cada lado da cama e a própria cama, grande e espaçosa.

Definitivamente aquele não era o meu quarto.

Sento-me na cama, tentando dispersar a névoa do sono.

A ultima coisa que me lembro, foi daquela agarração maravilhosa que tivemos na sala e a voz suave do Jae me mandando dormir.

A porta se abre e um Zelo sorridente passa pela mesma.

- Bom dia flor do dia, dormiu bem?

Ele se senta na cama e se aproxima de mim, me dando um pequeno selinho. Acho que vou ter que começar a me acostumar com isso.

- Bom dia, lindo. Sim dormir super bem, e você?

- Bem, raramente dormimos, mais a noite foi muito agradável.

- Hmn, entendo, e quem me trouxe pra esse quarto? Aliás, de quem é esse quarto?

- Foi o Him Chan que te trouxe, e esse quarto é de todos nós. Bem, todos nós temos quartos individuais, mais preferimos dormir todos juntos. Se é que me entendi.

Arqueio a sombracelha.

- Entendi sim, seu bando de pervertido.

Ele ri alto.

- A imortalidade é bela, minha jovem Emma. – ele se levanta. – Agora vem, Channie preparou um café da manhã especial pra você.

Levanto da cama e o sigo quarto a fora, passamos pelo corredor e em seguida descemos as escadas. Bang, Young Jae e Jong Up já me esperavam no final da escada. Jae se aproxima de mim me dando um pequeno selinho.

- Dormiu bem, princesa?

Ele pergunta segurando de leve na minha cintura.

Sorrio

- Super bem, aquilo que você me falou surtiu um efeito incrível.

Ele sorriu.

- A voz do Jae Hyung tem esses efeitos em nós.

Jong Up falou se aproximando de mim. E então quando o olho, lembro que ontem, ele foi o único que não “brincou” comigo.

Afasto do Jae indo até ele.

- Senti a sua falta ontem, mocinho.

Ele sorriu de leve, mais percebo um brilho de tristeza em seus olhos pequenos.

- Sinto muito, é que a minha transformação é muito recente e eu tenho medo de te machucar.

Aproximo um pouco mais e seguro na sua cintura esguia. Sinto seu corpo ficar rígido.

- Na próxima, quero que você participe também.

- Emma...

Fico na ponta dos pés, e levo a minha destra até o seu pescoço o puxando pra mim. seus lábios encosta nos meus segundos depois, a principio é só um selar leve, mais logo ele começa a mover levemente os lábios, me fazendo suspirar.

Suas mãos apertaram a minha cintura com força, colando de vez nossos corpos. Ofeguei, sentindo três pares de olhos pregados em nós.

Seu aperto se torna maior no meu tronco, e eu perco o ar. Sua boca se tornou mais brusca, e eu senti que ele iria me morder a qualquer instante.

E eu quero isso.

Mais então, uma mão gentil toca nos meus ombros, me afastando do Up. Bang estava atrás dele, o afastando de mim também. Mais...

- É melhor acalmar os hormônios. Crianças.

A voz do Jae soa divertida atrás de mim, mais percebo que todos eles ficaram excitados.

Um pigarro do meu lado chama a minha atenção, era Him Chan, ele estava perto da porta que dava pra cozinha e ao seu lado estava o Dae Hyun, que me encarava como se quisesse me devorar. Na verdade, todos eles me olhavam assim, e eu descobri que amava isso.

- Seu café está na mesa, Lady.

Him Chan diz com um sorrisinho no rosto.

Com a mão na minha cintura, Jae me guia até ela, na verdade era uma sala de jantar.

Ali havia uma outra porta, que com certeza dava pra cozinha. A mesa estava cheia, havia dois tipos de bolos, pãezinhos, suco de maça, omelete, torradas e café.

- Vocês também vão comer?

Questiono assim que me sento, depois do Him Chan ter puxado a cadeira pra mim. Um ato que eu achei pra lá de charmoso e claro, cavalheiro.

- Não comemos comida humana, quero dizer, não com tanta freqüência. Acho que a ultima que eu comi foi há séculos atrás.

Comenta Young Jae.

- E será que tem problema vocês me acompanharem? Eu não vou conseguir comer sozinha esse tanto de comida.

- Bom, eu não vejo problema nisso.

Diz Dae Hyun se sentando na cadeira do outro lado.

- Eu também não.

Zelo fala se sentando do meu lado. Bang dá de ombros e se senta no outro lado de frente pra mim. Jong Up se senta do meu outro lado, e Him Chan se senta na outra cadeira do outro lado. Olhamos pro Jae, ele pensa um pouco, mais por fim acaba se sentando na ponta da mesa.

E assim começamos a comer, a principio eles comiam de vagar, como se estivessem com medo da comida fazer mal a eles. Mais depois, eles foram se soltando e comendo com mais vontade.

- Bem, não é a mesma coisa de beber sangue, mais foi muito bom.

Comenta Dae Hyun e eu acabo rindo.

- Fiz vampiros comerem comida de humanos. Ganhei o meu dia.

Eles riram e se levantaram.

- Bem, agora que estamos saciados. Zelo e Jong Up vão recolher a loça e lavá-los.

Ordena Jae para o desagrado dos dois mais jovens.

- Mais Hyung...

Choraminga Choi.

- Sem “mais” nem “menos”. Vocês dois vão lavar a louca e enquanto isso, eu e os outros vamos ficar na sala. Vem Emma.

Ele segura gentilmente na minha mão e me leva até a sala.

E passamos o dia assim, apenas dentro de casa assistindo TV, comendo alguns lanchinhos que o Channie preparava durante o dia, assistindo alguns filmes antigos – que eram ótimos devo ressaltar – e, claro, trocando caricias e beijos – muito.

Foi o melhor fim de semana que eu já tive, e agora tenho a maior certeza de todas.

Que foi maravilhoso eu ter me tornado consorte deles.


>>>>>>>>>


Havia acabado de chegar do escritório, estava cansada e a única coisa que eu queria era tomar um banho quentinho, comer alguma coisa e dormir. Hoje ainda era quarta-feira, mais já ansiava pela chegada de sábado, não pra mim poder descansar e sim pra poder matar a saudade dos meus vampiros.

Só de lembra deles, um sorriso se forma em meu rosto.

Uma batida na porta me faz virar em sua direção. Franzo o cenho, me questionando quem poderia ser. Os meninos não era, por que eu disse que eles podiam entrar sem precisar bater, e as minha colegas do trabalho não fazem idéia de onde moro.

Então só pode ser o sindico.

Caminho até ela e abro, revelando um homem alto, nem magro nem gordo, os cabelos negros e a pele branca.

Franzo o cenho, ele não era coreano.

- Emma Lauren, é você?

Engulo seco, sentindo meu coração aperta com uma sensação estranha.

- Sim, por quê? Quem é você?

- Posso entrar?

Hesito, pensando se devia ou não deixar um estranho entrar na minha casa. Mesmo assim, dou passagem pra ele entrar.

- Você não respondeu a minha pergunta. Quem é você?

Ele respirou fundo, parecia incomodado, ou com medo da minha possível reação.

- Me chamo Erick, Erick Fernandez. – Meu estomago afunda. Erick era o nome do meu... – Sou seu pai, Emma.

Dou um passo pra trás.

- O quê?

 - Isso que você ouviu, sou seu pai.

Balanço a cabeça, não conseguido acreditar no que estava ouvindo.

- Como? Como você conseguiu me achar?

- Não foi muito difícil, o Gregório que te deu aula é meu amigo. Um dia ele falou de você e disse seu sobrenome, o mesmo que a sua mãe. Perguntei mais de você e ele me contou, então fui juntando as peças e descobri que era você. Só que quando isso aconteceu, você já tinha vindo pra cá. Eu vim atrás, te cassei como louco, e finalmente te encontrei.

- Mais Seoul é tão grande, como você conseguiu?

- Contei com ajuda de alguns amigos. Hoje em dia com esses celulares modernos não é muito difícil...

- Você me rastreou?

- Não, estava te procurando.

- E que diferença isso faz? Rastrear, procurar, seguir... É tudo a mesma merda.

- Olha, eu sei que você está nervosa, mais tenta entender, naquela época eu era muito jovem, fiquei assustado quando a sua mãe disse que estava grávida.

- ELA MORREU, POR SUA CAUSA ELA SE MATOU E EU FIQUEI SOZINHA.

- Calma, por favor, não precisa gritar.

- EU NÃO ESTOU... – Respiro fundo. – Depois de vinte e cinco anos, você finalmente aparece e como você quer que eu reaja? Que solte fogos de artifícios por que meu pai finalmente se lembrou que tem uma filha? – Solto uma risada amarga e a primeira lágrima desce pelo meu rosto. – Você não faz idéia do quanto sofri, perdi minha mãe, fui obrigada a viver em um orfanato, virei garota de rua... E agora, que não preciso de ninguém para sobreviver, você aparece? Desculpa Erick, mais o seu tempo acabou.

Ele dá um passo pra frente e eu dou outro pra trás.

- Olha, eu sei que errei tá? Todo mundo erra, e todo mundo tem o direito de ter uma segunda chance. E só você pode me perdoar.

- É, todo mundo merece uma segunda chance, mais tem coisas que é difícil perdoar. Muito difícil. Agora, sai da minha casa.

Digo apontando pra minha porta.

- Tudo bem, você está nervosa, mais olha, aqui está o endereço do hotel que estou. Se por acaso mudar de idéia... Ah, e quero que saiba que eu casei, tenho mais duas filhas, se por acaso quiser conhecê-las... – Ele deixa o papel em cima do balcão da cozinha. – Ficarei na cidade até o mês que vem. Espero mesmo, que você possa me perdoar, para podermos recomeçar.

Ele me olha, e percebi que eu não iria dizer nada. Na verdade, estava por um fio, quase explodindo na sua frente. Ele abaixa a cabeça e vai até a porta, a abrindo e saindo.

E então desabo.

Começo a chorar, todo meu corpo começa a tremer e meu coração acelera. Eu precisava, mais do que tudo, de seis pares de braços agora. Precisava deles.

Uma rajada de vento bagunça meus cabelos e eu olho para porta. Jong Up estava ali, parado na porta me encarando preocupado.

Corro até ele e o abraço forte, enterrando meu rosto no seu peito.

- Shiuu, calma pequena, estou aqui. – Diz ele calmo, acariciando meus cabelos enquanto eu chorava compulsivamente. – Vem, vamos pra casa.

Ele me abraça de lado, e sai do meu apartamento comigo colada nele. Saímos do prédio e começamos a andar por aquele caminho que eu já sei de cor. Durante todo o caminho fiquei calada, quase aninhada nos braços dele.

Quando chegamos na casa, Zelo sai pelo portão, parecendo mais preocupado que o Up.

- Nonna...

Ele me chama baixinho e coloca a mão no meu outro ombro. Passamos pelo portão juntos e a porta abre, revelando um Dae Hyun também preocupado. Entramos na casa e todos estava na sala, Him Chan é o primeiro a se aproximar, me dando um abraço apertado e confortável. Fecho os olhos, me sentindo pra lá de protegida ali, naquela casa, com eles.

- O que aconteceu pequena? Por que está assim?

Jae pergunta, me levando até o sofá e me sentando ali, ele fica de um lado e o Dae Hyun do outro. Os outros ficam de pé.

O choro ainda não me deixava falar, Jae passava a mão pelo meu rosto, tentando secá-lo. Zelo aparece de repente com um copo de água na mão. Bebo a água, e depois de um tempo consigo falar.

- O, o meu pai apareceu.

- O quê?

Eles falam em coro.

- Isso mesmo, ele bateu na minha porta e jogou essa bomba em cima de mim.

- Mais como ele te achou?

 - Me rastreando, pelo celular.

- E o que ele te disse?

Dae pergunta.

- Me pediu uma segunda chance, que era para mim perdoá-lo. Disse também que ele vai ficar só até o mês que vem. Me deu até o endereço do hotel que ele está. Ah, e ele também se casou, e tem duas filhas.

- Ou seja, ele tem uma família, uma família que pode ser sua. – Young Jae fala e eu o encaro. – Você se lembra que eu te disse aquele dia? Você é nossa consorte sim e isso nunca será mudado, mais também é livre pra fazer as suas escolhas, mesmo que ela seja viver longe de nós.

Eu o abraço forte.

- Eu não quero me afastar de vocês.

Murmuro, ciente de que os outros também ouviram.

- Nem nós, pequena. Agora me diz uma coisa. – ele desfaz o abraço e me encara. – A raiva que você estava dele, por ter abandonado você e sua mãe, está passando? 

Reflito em suas palavras, e respondo o que estava sentindo verdadeiramente.

- Sim


Continua...




Notas Finais


Caraca!!! O pai dela aparaceu *Vish* E que atitude ela vai tomar? Hmn, só lendo pra saber. Heheheh

E o próximo será especial...

Então até lá meus amores.

Beijos


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