História 50 Tons de Swan Queen - Capítulo 17


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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Elsa, Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Mérida, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Exibições 312
Palavras 2.762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Orange, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo dedicado à moça mais impura que conheço: dannybabadim.
Boa leitura!

Capítulo 17 - I don't remember


Abri um olho e arrependi-me amargamente de tal feito. Minha cabeça estava pesada, meu corpo parecia carregar toneladas em si. A boca seca assemelhava-se ao dia em que tomei um porre de cidra na virada do ano quando era adolescente. Minha mãe teve que me dar soro caseiro e chás para que eu conseguisse levantar da cama sem ser para vomitar minha alma. Mas ali não era a casa dos meus pais, nem tampouco o dia anterior tinha sido Réveillon.  

Ainda mantendo meus olhos fechados, ia, aos poucos, semicerrando-os, buscando coragem para enfrentar a realidade que esperava por mim.  

Repentinamente a confusão mental fez-se maior quando começaram a vir flashs do que acontecera durante a noite. Bem, não sei se era mesmo noite, mas supunha que sim. A cronologia era incerta, assim como a idéia de que tudo não passava de um sonho. Emma estava comigo na minha cama, cuidando de mim, e ainda por cima dormiu de conchinha? É, definitivamente era um sonho.  

Consegui erguer um pouco a cabeça, espreitando o cômodo. Ordem e silêncio, o que significava que Mérida não estava em casa. Busquei pelo meu celular no criado-mudo, imaginando que durante essas horas desacordada, Deus havia feito “o milagre de Regina colocando as coisas em seus devidos lugares”. Ledo engano. Ele não fez milagre algum.  

Bufei baixo e, devagar, fui virando o meu corpo, aninhando-me debaixo do edredom. Talvez mais alguns minutos de sono resolvessem parte dos meus problemas. Um incômodo deu-se em meu abdômen, como se um objeto estivesse a me cutucar. E estava. Era o maldito celular sempre perdido. 

- Como você foi parar aí, garotão? 

Estava prestes a desbloqueá-lo para verificar as horas, quando prestei atenção em um pedaço de papel sobre o outro travesseiro.  

- Que diabos é isso?  

“O instante, o agora, traz consigo uma semente germinável em solo fértil, capaz de transformar todos os nossos conceitos condicionados; transformar pré-conceitos, pré-condições em novas experiências. Receba-o com as portas do coração e da mente abertas. Mergulhe nas oportunidades, conheça a consciência de ser o que bem entender sem medo de restrições impostas na impetuosidade desse instante. 

Tive que ir antes de você acordar, pois o dever me chamava.  

Tem café e mais algumas besteiras sem nutrientes para comer. 

Até logo, morena. 

P.s.: Você precisa fazer compras para a sua dispensa. 

P.s.2: Você ronrona de vez em quando enquanto dorme. 

P.s.3: Não se preocupe. É bonitinho.” 

Sorri. Um sorriso genuíno e satisfeito. Era real. A Toda Poderosa esteve comigo durante toda a noite, teve a decência de verificar os alimentos disponíveis e ainda deixou um bilhete tão amável, apesar de gracista. 

Essa inconstância em seu humor enervava-me, mas até hoje não tive notícias sobre um ser perfeito, sem o menor defeito que fosse a lhe talhar algumas qualidades. Essa era a mágica do equilíbrio humano: os apontamentos ruins e bons em uma única pessoa. Talvez fosse “tratável”, “curável”, mas pouco importa. Não era relevante no momento. 

Absorta em meus pensamentos, fui retirada bruscamente deles ao ouvir a estridência do toque de mensagens do telefone. Remetente? O Demônio. Meu Demônio Loiro. 

“Bom dia! Espero que tenha acordado bem, ao menos sã. Peço desculpas por ter saído às pressas, mas realmente não poderia esperar a Bela Adormecida acordar. Se quiser é possível que conversemos mais tarde sobre o que houve. Beijos. Swan.” 

- O que houve? Como conversar sobre algo que não faço idéia do que seja? 

Suspirei profundamente pensando em uma resposta. Sinceridade. Era o que ela sempre pedia-me. Era o que ela teria. 

“Bom dia. Acordei melhor, obrigada. Não peça desculpas por ser uma mulher que honra seus compromissos. À respeito de conversarmos, eu não tenho noção do que aconteceu, mas nada impede de falarmos sobre. Ah, para que saiba...adorei o bilhete. Fez-me refletir sobre suas palavras.” 

- Ok, Regina. "Meio" sincera acho que está de bom tamanho.  

Eu menti sobre a parte da reflexão. Mal conseguia organizar letra por letra para entender o que estava escrito, quanto mais pensar em seu significado. Mas quem se importa? O mundo inteiro mascara as verdades, floreia as situações e pinta as partes feias das coisas. Eu já era antiquada demais. Uma dose de “maldade” não arrancaria pedaço de ninguém. Não era como se estivesse pecando ou algo assim.

Não demorou muito para que o retorno por parte da loira viesse. Galanteadora. Sedutora. Penso se isso é uma qualidade, e se for, se é natural, genético ou adquire-se conforme experiências. Não me via sendo tão objetiva na hora da conquista.  

“Eu gostei de cuidar de você outra vez, de verdade, mas espero não precisar mais fazer isso sob tais circunstâncias.” 

- É, Dra. Swan, costumo dar um pouco de trabalho. – Ri de mim mesma. 

“Parece uma sina eu precisar de auxílio mesmo sem saber, sem querer e quem está por perto é você. Coincidência? Destino?” 

Enviei o sms enquanto ajeitava-me sentada na cama. O mal estar aos poucos ia se dissipando, mas ainda estava presente. Tentei em vão buscar na minha memória se havia algum medicamento naquele lugar que pudesse surtir um efeito eficaz e satisfatório. 

“Estou contente de que seja eu quem está pronta para lhe ajudar quando da necessidade, pois assim tenho a certeza de que tudo será feito da forma como deve ser: com excelência. Bom, mudando de assunto, gostaria de vê-la no fim de semana, mas sob a condição de que se cuide direito, se alimente devidamente e tente ficar tranquila para as provas.” 

- A pessoa acha que é quem para me impor condições? Pior é que esse Demônio Loiro tem razão. Não posso prejudicar à mim mesma por conta de nada. Manter-me fisicamente bem é o básico para conseguir meus objetivos profissionais. É, é isso. 

“Tudo bem. Fique tranquila. Farei tudo o que for possível para que minha saúde física esteja preservada e consequentemente tire notas boas. Acrescento ainda as oito horas de sono necessárias para o ser humano regular seu organismo. Mas gostaria de deixar claro que faço isso por mim e não pela possibilidade de um encontro contigo.” 

Uau! Era eu mesma quem estava enviando aquelas mensagens? Quem diria que Regina Mills teria coragem de se impor diante da mulher que era a personificação da própria imposição? Talvez ela mesma tenha ensinado isso à mim. Não existe a máxima “O aluno supera seu mestre”? 

“Não importa o motivo, desde que faça o certo. Não quero ser chamada por Mérida novamente e te encontrar em condições degradantes. Saúde física é importante, tanto quanto a mental. Terei que entrar em uma reunião agora, mas podemos nos falar mais tarde. Se cuida. Juízo.” 

Fiquei boquiaberta com sua recomendação de “juízo”, como se eu fosse uma louca inconsequente que só fizesse merda. Acabei rindo disso também. Não prestei a responder mais que um “Ok. Tenha uma boa reunião e um bom dia.” 

Aproximava-se das 09:00, e às 09:30 eu teria mais um teste, e mais uma vez eu não tinha estudado, estando completamente insegura. Iria apegar-me à lembrança do que ouvi durante as aulas, alguns exercícios feitos e só. Ah, não podia esquecer a fé em Deus. Só Ele mesmo para segurar em minha destra e guiar a caneta no momento da prova. 

Levantei-me, tomei meu banho, aprontei e segui. No entanto, algo estava intrigando-me. Emma havia deixado aquela “pulga atrás da orelha” quando mencionou o fato de Mérida a ter chamado. Eu não lembrava-me de muita coisa daquele dia, somente que fiz um teste péssimo e estava desapontada com esses meus questionamentos, com essa minha confusão, discrepância de sentimentos. Outra coisa do qual não recordava era como tinha chegado àquele estado caótico de amnésia sem ao menos beber.  

Tentei desanuviar meus pensamentos do assunto para não correr o risco de nova decepção. Prática Jurídica por si só já era um filme de terror. Eu não precisava fazer mais nada para que ficasse pior que isso. 

Findado o tempo da prova, cercada por lamentações diversas, saí do prédio de Direito rumando até o auditório do curso de Jornalismo, lugar onde provavelmente encontraria minha amiga. Dito e feito. Lá estava a ruiva, toda pomposa, simulando uma apresentação de telejornal. Eu adorava vê-la nesses trabalhos. Era desenvolta e causava-me uma pontada de inveja.  

Sentei-me na fileira do fundo, a última, aguardando sua desocupação. Não demorou muito e lá estava a Senhorita DunBroch em toda a sua rica personalidade extravagante. 

- O que faz aqui? 

- Oi, amiga! Como vai você? Que bom que veio me ver! Fiquei surpresa, mas muito feliz com sua presença. – Disse em tom de sarcasmo – Não fez direito. Repete comigo. -  Rimos. 

- Está aprendendo essas gracinhas com quem? 

- Com quem será?  - Levantei-me – Vim lhe convidar para almoçar comigo. 

- Você paga? -  Ela encarava-me com a sobrancelha erguida. 

- Pago. -  Eu já estava prestes a revirar os olhos impaciente. 

- Ok. Você venceu. Terá a minha companhia na refeição mais importante do dia. -  Mérida dizia enquanto cruzava seu braço esquerdo no meu direito, e nos conduzia até o restaurante que ficava à poucos metros dali. 

- Mas a refeição mais importante do dia é o café da manhã. -  Pontuei. 

- Ah, é? Bom, então faremos juntas a segunda mais importante. – Gargalhei. 

Sentamos na mesa longe da janela, minha preferida. Eu detestava comer com alguém observando, e vira e mexe quem passa ali acaba dando uma olhadela para o prato alheio. 

O almoço transcorria perfeitamente bem. Conversávamos sobre trivialidades, até que não aguentei e resolvi perguntar de uma vez por todas sobre o que tanto afligia-me.  

- Ruiva, hum, deixa eu te fazer uma pergunta. O que exatamente aconteceu ontem? 

- Com relação à... 

- O que houve? Não consigo lembrar de muitas coisas. Sei que estava praticamente drogada, Swan passou a noite lá e que acordei como se tivesse tomado um porre de wisk vagabundo. – Eu observava atenta as suas feições, ao passo que ingeria a última garfada do meu espaguete à bolonhesa. 

- Ah, Deus. Está bem. – Minha amiga tomou um gole do seu refrigerante – Regina, você estava péssima, desequilibrada. Começou a chorar repentinamente e a quase surtar por causa da... – Ela suspirou - ...da Emma. Eu não podia te ver naquele estado e não fazer nada. Dei-lhe um calmante, um que tomo quando estou com crises de ansiedade. 

- Você o quê? – Falei em tom mais alto, assustada com seu ato. Percebi minha gafe quando as pessoas que estavam ao nosso redor nos olharam. Respirei fundo, tentando manter a calma – Sabe o quanto isso é perigoso? E se eu tivesse uma reação adversa? Eu podia ter morrido, sua louca! 

- Ei! Eu sei. Perdoe-me por isso. Realmente não devia ter cometido essa insanidade, mas, amiga, pensa comigo. Se fosse o contrário, deixaria que eu ficasse aos prantos sem nada fazer? 

- Não. Óbvio que não. 

- Pois então...Desculpa, mas foi a única solução que vi ali. Algo paliativo, idiota, mas que funcionou. 

- À que custo, Mérida? Chamou...chamou a...por que a chamou lá?  

- Porque a Toda Poderosa era o foco do problema. Achei que se ela era a responsável por todo aquele caos, que consertasse o mal feito.  

- E onde você estava?  

- Saí, claro. Vocês precisariam conversar e se acertarem quando acordasse. 

- Não foi bem isso o que aconteceu. 

- Aí já não é minha culpa... 

A garçonete aproximou-se oferecendo a sobremesa. Neguei, pois meu estômago voltara a embrulhar, porém dessa vez de nervoso. 

- Eu quero pedir que nunca, está me ouvindo? – Ela meneou a cabeça positivamente – Nunca mais faça isso.  

- Mas... 

- Mas nada. Nunca mais envolva Emma em um problema exclusivamente meu. Por mais que suas intenções tenham sido boas, não tem esse direito.

- Tudo bem. Sinto muito. – A ruiva abaixou a cabeça por alguns segundos, encarando-me posteriormente com um olhar inquiridor – Que tipo de relacionamento você mantém com ela? O que há entre vocês? 

Eu poderia respondê-la com um belo e sonoro “Não é da sua conta”, mas não faria isso com minha amiga. Tínhamos total liberdade para tal, mas não seria grosseira à esse ponto. Preferi esquivar-me, oferecendo uma resposta sem conteúdo objetivo e explícito. 

- Não nos rotulamos.  

- Isso é de comum acordo? Porque se bem te conheço, não partiu de você essa “não rotulação”.  

Prendi o ar, assim como a resposta rude que havia evitado, mas que seria necessária, ao ver Robin adentrando ao local. Tinha ali a deixa para fugir do interrogatório da ruiva.  

- Preciso ir agora. – Retirei uma nota da minha carteira, alta o suficiente para pagar o almoço, colocando-a sobre a mesa. 

- Por que? Como assim? Nós nem terminamos. 

- Eu não quero confusão e ainda preciso estudar. Vai entender daqui à pouco. – Mérida ainda não o tinha visto, já que estava de costas para a porta – Mais tarde nos falamos. Beijos.  

Aproveitei que o homem estava distraído conversando animadamente com algumas pessoas em uma mesa mais afastada e saí dali, sem dar muitas chances da minha amiga retrucar. 

Cheguei em casa ainda meio atordoada. No entanto, a merda estava feita e eu não tinha muito o que lamentar. Assim que possível conversaria com o Demônio Loiro e esclareceria toda a situação. Simples, fácil, objetivo.  

Concentrei-me na preparação para as provas, na revisão final do meu TCC e todo o resto que concernia aos meus estudos. 

Passei a tarde entre os cadernos e as dezenas de livros. Fiz alguns exercícios, alguns resumos, mas, de repente, minha concentração dissipou-se. Lembrei-me de algo que Swan disse enquanto estávamos nos preparando para retornar à Steveston, algo sobre a mãe. Nunca havia parado para pensar nesse assunto, mas não me parecia que a loira tinha uma boa relação familiar. Talvez estivesse passando por algum problema, justificando em termos seu humor ácido naquela manhã. Sim, disso eu lembrava-me bem.  

Resolvi encaminhar uma mensagem. Era invasivo? Talvez. Mas não seria eu se não cometesse um erro, um exagero. Digitei rapidamente. 

“Boa tarde, Dra. Swan. Desculpe incomodá-la, mas me veio a lembrança de algo que ocorreu pela madrugada, ontem, quando ainda estávamos em sua casa. Está tudo bem com sua mãe? Desculpa, acabei preocupando-me. Espero que não seja nada demais. Um beijo. Mills.” 

Li, reli o sms, mas recuei. Não tive coragem de enviar. O bom senso estava gritando e acabei agradecendo por isso. Joguei o aparelho na cama e dirigi-me até a cozinha. Os estudos haviam-me feito esquecer por completo de comer. Minha última refeição tinha sido o almoço e já eram quase 19:00.  

Vasculhei o armário, encontrando o bom e velho macarrão instantâneo. Preparei-o e comi assistindo televisão, no intuito de distrair-me um pouco. Estava à passar um desses programa de descoberta de novos talentos. Achei-o até interessante, coisa atípica para uma mulher desinteressada por assuntos televisivos como eu. 

Apenas afastei os livros para o lado, deitando-me para acompanhar os candidatos com suas vozes harmônicas. 

“Quisera eu ter um talento assim.” 

Pensei, antes de fechar os olhos, acometida por um sono repentino. 

Acordei com o infernal toque do meu celular.  

- Hum, mas que inferno! – Minha voz era arrastada, sonolenta – Vou deixar essa porcaria só no silencioso. Dane-se quem precisar falar comigo. 

Mal conseguia abrir os olhos e os bocejos faziam com que lacrimejasse. Assustei-me com o horário. 

- Caramba! Era para ser só um cochilo. 00:12, já? – Cocei a cabeça quando percebi quem era o remetente do sms – Emma? À essa hora? Será que aconteceu alguma coisa? 

“Está tudo bem. Desavenças familiares apenas. Desculpa não ter respondido antes. Hoje o dia foi cheio. Espero que tenha uma boa noite. Não hesite em me ligar se precisar de mim para o que for.” 

- Hã? Que desavença é essa? Do que ela...oh, não! Não! Merda! 

Lembrei-me da mensagem que havia digitado. Fui verificar e minhas suspeitas confirmaram-se. Eu não apaguei o escrito, apenas joguei o celular de qualquer jeito sobre o colchão. Provavelmente, no meio da bagunça que se dava ali, deve ter enviado sem querer. Típico de Regina Mills. Bem típico.  

“Peço desculpas pela intromissão. Tenha uma ótima noite também. Ah, se eu precisar de alguém para se deitar comigo é um motivo plausível para a ligação que deu-me liberdade em fazer?” 

Enviar. 

“Caramba! Regina! Você está ficando muito descarada!” 

Desatei à rir, encabulada, mordendo o lábio inferior.  

Logo veio a resposta, fazendo-me rir também. 

“Quem está usando o telefone de Regina Mills? Essa não é ela. Vá dormir, Senhorita. Acredito que tenhamos uma prova amanhã. Beijos.” 

Segui seu conselho. Atipicamente coloquei o aparelho sobre o criado, joguei os livros e cadernos no chão, e deixei-me envolver pelo sono novamente. 



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