História 50 Trilhões de Anos - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~StarkTV

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags 1000 Mundos, 50 Trilhões, Anos, Imortal, Imortalidade, Jogos, Referencias, Transformaçao, Troca De Sexo, Universo Paralelo
Exibições 27
Palavras 2.610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Seinen, Shounen, Super Power, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


2º Capitulo
O nome dos elfos me deram realmente bastante trabalho mas espero que gostem.
Quando se tem mais de um personagem para conversar eu vou colocar o nome de quem está falando
E como no ultimo:
Palavras em "Itálico" podem se ignoradas.

Capítulo 2 - 0002- Qual o Problema de eu usar magia?


Quando eu cheguei na vila descobri que era uma vila de elfos, de início fiquei surpreso pois os elfos são uma sociedade isolada, eles costumam se esconder dos outros pois sua cultura é única e eles não querem perde-la, ao ver essa vila veio dezenas de possíveis universos que eu poderia estar, “Tales of Phantasia”, “No game no Life”, “Zero no Tsukaima”, "Game of Thrones", entre outros. Quando fui me aproximar eles me viram, e logo falaram para eu chegar perto.

–Oi meu nome é Koto Tenske, sou um humano, tenho 17 anos! –Falo quase gritando com um pouco de medo pois não sei o que eles queriam –Posso me aproximar!

Escuto uma voz um pouco rouca dizendo que sim, me aproximei e apresentei devidamente.

–Prazer como eu disse lá atrás sou Koto Tenske, um humano.

–Calma meu jovem –Responde um ancião da vila –Não precisa ficar com medo, o que faz por aqui? A área de humanos é bem longe desse local.

–Como posso explicar… eu fui invocado nesse mundo, para cumprir um desafio que foi me dado.
Ao falar isso os elfos ao redor olharam para mim. Meio desconfortado peço para o ancião se tem algum lugar melhor para conversarmos, ele faz que sim com a cabeça e me pede para segui-lo, entramos em uma “casa” que mais parece uma biblioteca, era grande, e tinha muitos livros. Sem perder tempo ele fala.

–Meu nome é Morgan Lauren, tenho 670 anos, como assim você foi invocado nesse mundo?

–Vai ser demorado para explicar, mas vou tentar. Eu estava em minha rotina normal e tediosa no meu mundo, fui dormir no final de um dia comum como todos os outros, mas quando acordei não estava em meu quarto, estava em um salão enorme… – Falei para ele tudo o que aconteceu até chegar na vila. Demorei uma hora para contar tudo, só não falei sobre o fato de eu usar magia, com medo de ele me indagar sobre isso –E por fim foi isso.

–Entendo. Garoto você é corajoso, há há há.
Foi tudo o que ele disse. E ficou pensando por uns poucos minutos e completou.

–Você quer trabalhar aqui durante esse ano? Assim você pode treinar e não vai ter problema com comida.

–Adoraria trabalhar aqui, é perfeito –Foi o que disse sem hesitação –Mas o que eu faço?

–Já que quer ficar mais forte por que não trabalha na fazenda? Fale com o meu neto, ele esta lá fora esperando, seu nome é Morgan Chrono.
Por um instante eu ri, pois Chrono é o nome de um personagem de um jogo muito bom que já tinha jogado.

–Senhor Morgan? –Quando falo isso o jovem aparece –O seu avô me deu a permissão de morar aqui enquanto eu treino, e falou para eu trabalhar na fazenda.

–Olha aqui humano, não sou muito fã da sua raça, na primeira falha sua eu faço você sair dessa vila, e não me chame de Morgan, Morgan é meu avô.

–Como eu posso te chamar? –Ignorando sua ameaça –E onde coloco minhas coisas? Se possível gostaria de começar a trabalhar amanhã mesmo, hoje tenho que conhecer a vila e poder tomar um banho se possível.

–Você tem atitude, isso é bom, venha vou te mostrar onde você vai ficar, me chame de Chrono mesmo, todos me chamam assim.
Ele me levou a uma casa não muito grande, do tamanho de um quarto (3 metros por 2 metros), mas estava perfeito, deixei minha mochila lá e logo perguntei onde poderia tomar um banho. Chrono me falou que tem um lago não muito longe, apenas cinco minutos de caminhada. Logo eu disse.

–Onde? Quando vim para esse vale passei por um, mas está a cerca de trinta minutos daqui.

–Aqui atrás mesmo, essa casa é a que fica mais perto do lago, olhando por esse lado, você deu sorte.

–Obrigado, você até que é bem legal, pensei que não gostasse de humanos.

–Eu não gosto de humanos, não os odeio.

Quando ele falou isso, saiu da casa jogando um conjunto de roupas para mim.
–Obrigado! –Gritei

Guardei minhas coisas e fui para o lago que Chrono falou, chegando lá vejo que é realmente um lago bem grande, chega a ser do mesmo tamanho que o outro que vi no dia anterior, tomei um bom banho, já estava precisando, dois dias sem chega a ser agoniante, olhei ao redor para ver se não tinha ninguém e usei magia para me secar, só controlei a água que estava grudada em meu corpo, mandando ela de volta para o lago, lavei minhas roupas e deixei secando em uma pedra que tinha lá por perto, claro que aproveitei para treinar também um pouco a magia, por mais que seja cansativo usa-la é sempre bom treinar. Meu corpo já estava se acostumando com a gravidade de 6/5 (seis quintos), pois pelo que o gigante me falou não funciona usar a palavra “virgula” em magias exemplo: elo gravitacional 1,40 (1 virgula 40) ou 1,4 (1 virgula 4) o que funciona são frações e “meios” exemplo: “elo gravitacional um meio”. Depois que esquentei a pedra e usando magia a minha roupa secou muito rápido.

Fui até a vila para conhecer o povo élfico, e a vila em si, nem todos queriam falar comigo. Eu já esperava por isso pois sou um tipo de intruso em sua vila, mas alguns não se importavam em me dizer seus nomes e eles eram, Eina Mune, Tuka Luna, Tuka Lince, Binte Folan, Yao Luka e Layla que não me disse seu sobrenome, depois que olhei todos os lugares da vila, fui para “minha casa”, me surpreendi ao ver que tinha um colchão de feno para mim.

–Eles são muito hospitaleiros para fazer isso por mim.
Saindo da casa fui procurar o Chrono, achei ele conversando com seu avô. Não consegui ouvi a conversa, mas espero que não estejam discutindo por minha causa. Quando eu estava chegando perto, eles pararam de conversar.
Tenske: Oi, senhor Morgan gostaria de saber que ferramentas eu vou usar amanhã no trabalho?
Lauren: Chrono, leve ele à casa de ferramentas e mostre o que ele vai fazer a partir de amanhã. –Ele fala num tom de irritado.
Chrono: Sim vô. –Responde cabisbaixo.

Ao saímos de perto de Lauren, Chrono já foi falando.

–Pode ficar tranquilo, aquilo que aconteceu não foi sua culpa. Mas eu gostaria de deixar isso entre mim e meu avô.

–Tudo bem, isso já aconteceu comigo e minha mãe.
Continuamos em silêncio até chegarmos na casa de ferramentas. No caminho eu notei que tinha uma construção grande parecida com uma biblioteca, e diferente da de antes aquela não era uma biblioteca, mas sim um hospital, eu também vi a Layla entrando lá. A casa de ferramentas era um pouco maior que meu quarto, mas não grande demais, pude ver de relance uma espada e isso me surpreendeu, logo eu disse.

–Tem alguém aqui que pode me ensinar a usar uma espada?

–Você tem uma ótima percepção, e sim, mas, tenho certeza que ela não vai querer te ensinar por agora.

–Entendo.

–Aqui, pegue isso, você vai usar essa enxada, essa foice, essa pá e esses baldes.

–Tudo Bem, mas que hora eu vou começar a trabalhar?

–Pouco depois do sol nascer.

Foi tudo o que falamos e nos despedimos, eu fui para meu quarto e fui dormir, faltava pouco para o sol se pôr, era 17:40 quando eu fui dormir. Quando acordei o sol não tinha nascido, olhei no celular e era 5 horas da manhã, aproveitei e fui para o lago tomar um banho, no caminho não vi ninguém.

–Parece que aqui eles acordam um pouco mais tarde.

Foi o que disse, mas, eu também não costumo acordar cedo, acordei por causa da hora que fui dormir. Tomei meu banho e lavei a roupa, aproveitei e treinei minhas magias que já conhecia, fogo: concentrando energia em forma de calor em algum lugar, água: não sei fabrica-la mas posso controlar seu elemento, também consigo usar a água que se encontra no ar(a umidade) mas isso é mais complicado, ar: dentre todas a que mais me assemelho, consigo comprimir e soltar como esferas de ar comprimido, esquentar o ar e com isso secar a roupa mais rápido e diminuir a densidade para tornar o ar mais rarefeito, dos quatro elementos não sei usar magias de terra, pois não consigo controla-la, a única coisa que sei é cortar usando o vento e levita-la também com o uso do vento, não consigo usar magias de luz e das trevas.

–Isso está mais parecendo um RPG –Acabo rindo.

Depois de praticar, lembro da magia gravitacional que está em meu corpo, e vejo que em apenas três dias meu corpo se acostumou completamente, à gravidade 6/5 então.

–Elo gravitacional 7/5.

Com isso meu corpo aumentou seu peso em 14 kg novamente, nisso também comecei a notar que os pesos das coisas também aumentam, é como se tudo neste mundo estivesse em uma capsula de aumento de gravidade, mas apenas eu posso senti-la, exemplo em uma luta o oponente está com o peso normal e eu com o peso em 2 eu vou estar com o meu corpo duas vezes mais pesado e o oponente não, um golpe que geralmente pesa 100Kg para mim vai estar pesando 200Kg.

–Isso vai ser um “saco” se eu tiver que lutar contra alguém.

Quando falo isso percebo que o sol já estava saindo, verifiquei minha roupa e vi que estava pelando, acabei exagerando no calor, esfriei ela com um pouco de vento e a dobrei para leva-la com mais facilidade. Quando cheguei na vila vi que já tinha gente trabalhando, fui no meu quarto para guardar minhas roupas.
Depois de guarda-las fui pegar minhas ferramentas, encontrei o Chrono lá.

–Finalmente você veio. –Chrono disse num tom irritado.

–Bem o sol acabou de nascer, e você me disse para vir aqui depois de um tempo que o sol tenha nascido.

Irritado me entregou a enxada e disse para eu ajudar o Binte Folan, como eu não tenho nada que dizer eu fui ajuda-lo, quando cheguei lá perguntei o que fazer e o Folan me disse para limpar uma área para depois preparar o solo para a plantação.

E nisso se resume o meu dia depois disso eu estava tão cansado que fui direto para casa dormir, no dia seguinte a mesma coisa acordei cedo fui tomar banho e treinar as magias básicas que eu tinha dominado, e nisso se resumiu meu primeiro mês, acordar cedo, treinar magia, trabalhar e dormir. Depois desse mês meu corpo já tinha se acostumado com o “elo”, então novamente o aumentei, “elo gravitacional 2”, com isso o peso de meu corpo que era de 70kg foi para 140kg obviamente que teve o intervalo de 84kg e 98kg, mas como eu resolvi aumentar bastante, isso me causou um tremendo cansaço na primeira semana oque causou estranhamento no Folan, que por sua vez pediu que eu visitasse o hospital da vila.

Ao chegar lá eu vi a Layla, trabalhando.

Tenske: Oi Layla –Digo com um tom de voz exausto.

Layla: O que aconteceu? Você parece exausto.

Tenske: É que eu tenho treinado, eu não estou apenas trabalhando.

??????: Layla, precisamos de você aqui!

Layla: Estou indo! –Grita ela –E você vê se descansa –Diz meio irritada –Vem comigo.

Tenske: Tudo bem.

Quando nos chegamos na mulher que tinha chamado a Layla eu vi que era a Luna.

Tenske: Oi Luna.

Luna: Koto… está fazendo oque aqui?

Layla: Eu o chamei. Seu corpo não está aguentando o “treino” e o trabalho juntos.

Luna: Deixando isso de lado, me ajuda aqui, preciso cura-lo. Parece que ele foi envenenado por uma picada de cobra, já retirei o veneno mas a dor o está matando.

Layla: Nossa, preciso de um pano de água quente, isso vai amenizar a dor.

Luna: Eu sei disso, pega a água que eu seguro ele aqui.

Layla: Melhor, Tenske pega a água para mim, está ali –apontando o dedo para um tipo de fogão à lenha.

Quando fui pegar a água percebi que ela não estava quente, mas como queria ajudar usei um pouco de magia para esquentar a água, fiz isso de maneira discreta.

Layla: Perfeito, usa esse pano ai com a água na ferida.

Quando coloco o pano na água percebo que estava um pouco quente de mais, mas como não ia conseguir esfriar a água agora então fiz como me mandaram, coloquei o pano no braço do indivíduo, ele grita de dor mas para logo em seguida, parece que desmaiou.
Luna: Estranho, eu não lembro de ter colocado essa panela para esquentar, mas, tudo bem isso ajudou.

Como já estava cansado quando cheguei e ainda usei magia acabei desmaiando lá no local. Quando acordo já era 5 horas da manhã, meu corpo por mais incrível que pareça não estava dolorido, ou melhor nunca me senti tão bem em toda minha vida. Dei um pulo da cama e quando eu ia tomar banho, percebo que ainda estava no hospital.

–Espero não ter dado muito trabalho, meu “elo” está em 2 vezes, será que meu corpo também pesa 140kg para os outros ou é só pra mim? Bem depois eu pergunto tenho de trabalhar.
Fui tomar banho e quando voltei vi a Layla voltando para o hospital, fui e falei.

–Espero não ter dado trabalho ontem, desculpe ter desmaiado daquela maneira, eu estava exausto.

–Sem problemas, só que você deveria comer mais, seu corpo é muito leve.
Quando ela me disse isso soube na hora que, o “elo” só afeta meu peso pra mim mesmo. E eu fui trabalhar.

–Até! –Eu digo.

E com isso minha rotina continuou, banho, treino magico(mas dessa vez eu peguei mais pesado com as magias de água), trabalho e dormir por mais dois meses, até que quando eu estava voltando do banho notei que tinha algo errado na vila. Fumaça, será que algo está pegando fogo, fui correndo para lá e o que eu temia, realmente estava acontecendo. Uma casa estava pegando fogo.

Tenske: O que aconteceu? De quem é a casa?

Chrono: Essa é a casa da Layla, parece que ela esqueceu alguma coisa no fogão. –Diz meio desesperado

Tenske: Tem alguém lá dentro?

Luna: A Layla, a Layla está lá dentro.

Lauren: A porta está emperrada temos que quebra-la, alguém me traz um machado.

Tenske: Não da tempo, ninguém aqui consegue usar magia de água não?

Lauren: Não, Layla é a única na vila que tem tal afinidade com a água.

Nesse momento eu nem pensei.

Tenske: Elo gravitacional 1, eu vou tira-la de lá.

Quando eu falei isso senti como se meu corpo não tivesse peso algum, dei um chute na porta que derrubou-a instantaneamente. Também comecei a controlar a água que tinha por perto para apagar o fogo que estava por perto, fui em todos os quartos mas por ironia ela estava no último, peguei ela no colo e estava pra sair da casa, e foi quando o batente da porta desaba, quase sem saída usei toda minha energia restante em uma compressão de ar para retirar todo o entulho da frente, funcionou e eu consegui salva-la com poucas marcas de queimaduras nos braços, ela não corria risco de vida… mas eu por outro lado desmaiei por causa do cansaço e falta de ar(maldita bronquite). Quando acordei estava no hospital e todos me olhavam.

?????: Eu pensei que ele fosse humano, humanos não conseguem usar magias.

Lauren: Calma, espera ele acordar, quando ele acordar ele vai ter uma chance de se explicar.

Tenske: Qual o problema de eu usar magia? –Falo ainda sem forças.


Notas Finais


Bem o que vocês acham?
Não posso prometer nada mas esse universo vai demorar de acabar. :)


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