História 520 - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O
Tags Chansoo, Takalipe
Exibições 88
Palavras 2.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shonen-Ai
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AQUI ESTOU EU NOVAMENTE.

Sim gente, eu falei que não ia fazer outra fic Chansoo baseada em TakaLipe mas a gente tava conversando e deu vontade ~~

SIM, PESSOAL, SEI QUE TENHO QUE ESCREVER MINHAS OUTRAS FICS. Mas muita calma! Essa aqui eu já tinha deixado preparada faz muito tempo e estou postando hoje pra vocês matarem um pouco a saudade da gente. Eu AINDA tô em semana de provas e tô estressado e tal... bom, vocês sabem!

Essa fic aqui é TakaLipe como eu já falei... mas eu coloquei ChanSoo porque, além da amizade deles parecerem muito com o nosso namoro, era estranho escrever nossos nomes kkk então se você não curte ChanSoo, sinta-se livre a imaginar ChanBaek, KrisSoo, KaiSoo... o que você quiser! Você é livre!! <3

Espero que vocês gostem <3

Capítulo 1 - 1


Já se passava da meia noite e eu estava incomodado.

 

O barulho no apartamento ao lado não só me incomodava, mas parecia deixar Kyungsoo enraivecido, amassando os papéis de sua mesa com violência e Kai correr para o meu colo, enquanto eriçava os pelos, assustado.

 

- Mas que … ! - meu namorado finalizou a frase com um palavrão. - Será que essas idiotas não sabem que estão num prédio?!

 

Entenda, Kyungsoo é um amorzinho, mas quando ele está trabalhando, ele não gosta sem que respirem um pouquinho mais alto que o costume perto dele.

 

- Amor… - comecei, desviando a atenção do meu celular. - São só calouras de faculdade que estão morando sozinhas pela primeira vez na vida. Logo, logo, elas param.

 

- Bom, mas tanto eu quanto você fomos calouros e nunca fizemos isso. - ele parou um instante, parecendo lembrar de alguma coisa. - Ah, é, me esqueci. Você era igualzinho a elas! Por isso que está defendendo tanto essas garotas.

 

- Epa, epa! - levantei as duas mãos em sinal de auto-defesa. - Eu não era assim, não, eu curtia ir nas festas, mas nunca fui de incomodar os outros com isso.

 

- Sei… - Kyungsoo revirou os olhos, não acreditando em mim.

 

Funguei chateado e virei de costas pra ele, começando a mexer no celular de novo. Kyungsoo as vezes curtia implicar demais com meu passado de “cara festeiro” quando estava estressado ou com ciúme. Eu não o julgava, pra ser honesto. Se fosse eu, faria a mesma coisa, então estamos quites.

 

- Tá chateado comigo? - perguntou ele, o tom de voz preocupado.

 

- Não. - respondi de má vontade. Não sei se vocês sabem, mas eu adoro fazer um draminha pra ele de vez em quando.

 

- Eu ouvi Kyungsoo suspirar um “aww” e ir até o sofá, sentando-se no meu colo.

 

- Desculpa, amor… - ele disse, colocando as mãozinhas em meu rosto. - Eu não deveria ter sido tão grosso.

 

- E se eu disser que só fiz isso pra ganhar uns beijinhos, hein? - brinquei, abraçando sua cintura.

 

- Ah, o velho truque do melhor ator do mundo. - ele riu, me dando um beijinho mesmo assim. - Sempre caio que nem um patinho.

 

Acabei também rindo e fazendo um sonoro “quack!” em resposta, aproveitando pra abraçar ainda mais meu pequenininho. Perdoe essa nossa melação toda, a gente não se fala há um tempo por conta do trabalho dele e dos meus estudos, então, sempre que dá, é bom ficar juntinho.

 

- Amor… você precisa ir lá falar com elas… - ele disse, acariciando meu cabelo.

 

- Ah não… - resmunguei. - Porque eu?

 

- Porque você é mais descarado. E como você é bem alto, só parece um pouquinho mais intimidador que eu. - ele riu. - E também, porque eu tenho um trabalho importante a fazer e não posso perder tempo com menininhas.

 

- Mas eu também estou fazendo algo importante! - resmunguei.

 

- E o que seria, Sr. Park? - ele fez aquela cara de quem não acredita.

 

- Estou estudando para uma prova! - rebati.

 

- Estudando… - ele pegou meu celular. - …assistindo algo no aplicativo da Netflix?

 

- “Gatos, Fios Dentais e Amassos” é uma reflexão contemporânea sobre a identidade de uma adolescente à procura de seu namorado perfeito e é exatamente esse tipo de reflexão que eu procuro para meu trabalho de antropologia. É um filme que retrata as relações pessoais entre as…

 

- Chanyeol!! - Kyungsoo me repreendeu.

 

- Eu não terminei! - fiz um bico.

 

- Vai lá pedir pra elas abaixarem o volume! - ralhou ele.

 

- Não! - cruzei os braços. - A não ser...que você tenha algo a me dar em troca. - sorri e analisei minhas unhas. Não, eu não presto.

 

- Ok. Eu te pago um jantar onde você quiser.

 

- Eu estava pensando em outra coisa… - ergui as sobrancelhas e sorri de lado.

 

- Massagem?

 

- Não.

 

- Bebida?

 

- Nem pensar.

 

De repente, Kyungsoo arregalou os olhos e me deu um tapa no braço.

 

- Ai! Pra que isso?! - exclamei, incrédulo.

 

- Isso só pode significar que você quer alguma safadeza, isso sim!

 

- Não é isso! - me defendi de outro tapa que estava por vir. - Eu quero controle total do que vamos assistir na TV, só isso! - tentei convencer o dono daquela carinha desconfiada. - Mas assim… - comecei. - Se você quiser trocar isso por umas saf…

 

- Park Chanyeol! - ele me deu outro tapa, desta vez mais ardido. - Para de falar besteira e vai resolver o problema!

 

- Eu tô com preguiça… - resmunguei, fazendo bico.

 

- Vai, Yeollie… - ele fez uma carinha de cachorrinho triste. - Por favor… por mim.... - ele usou o truque que me convencia a fazer qualquer coisa por ele. - Eu realmente preciso trabalhar… - ele fazia distraidamente carinhos pelos meus ombros e torso. - É que eu sou muito envergonhado pra essas coisas e...

 

- Você não tem um pingo de vergonha na cara, né, Soo? - perguntei, já sabendo que eu estava me derretendo pelo ser maligno em cima de mim.

 

- Aprendi com você. - riu ele, se levantando. - Boa sorte com elas! - disse ele, voltando para a mesa.

 

- Odeio sua gostosura. - resmunguei, me levantando e indo em direção a porta. - Me convence a fazer qualquer coisa.

 

- Eu ouvi isso! - ele exclamou do computador, enquanto eu abria a porta.

 

- Era pra ouvir mesmo! - rebati, fechando a porta do apartamento, sem dar tempo do baixinho me responder.

 

Esfreguei a cara com mau humor e olhei para o corredor. Eu já sabia de onde o barulho vinha, mas dava uma preguiça ir lá socializar e ser educado quando você passou por uma semana intensa de provas.

 

- Odeio aquele tampinha. - resmunguei, enfiando as mãos nos bolsos da calça folgada de moletom. - Nem me deu tempo de me trocar. Vão pensar que eu sou um maluco. - continuei resmungando, tentando arrumar alguns fios do meu cabelo comprido e naturalmente bagunçado.

 

Atravessei o corredor sem pressa alguma, quanto mais eu demorasse, melhor.

 

- Ah, mas que droga! - exclamei, me lembrando que eu tinha saído de casa com meus “chinelos de ficar só em casa”. - Ótimo, agora meu namorado cheio de mania de limpeza vai me fazer lavar eles!

 

Comecei a socar e chutar o ar por pura criancice mesmo, tava nem aí pra câmera que monitorava nosso andar. O porteiro já era nosso amigo e nem ligava mais para as minhas reações bizarras. Assim que meu chilique passou, bati na maldita porta das nossas vizinhas. Ninguém me ouviu, obviamente. Tentei de novo. Nada. Toquei a campainha. Sem efeito. A música estava alta demais para ouvirem.

 

- Vou ter que usar a força bruta. - resmunguei, passando a esmurrar a porta para que me ouvissem.

 

Um tempinho depois, notei a chave sendo girada e parei de destruir a porta, passando a ficar preocupado com o que estava por vir.

 

- Que … é essa, cara? - uma garota abriu a porta com violência e falando mil palavrões, totalmente assustadora.

 

Me encolhi para trás e tentei formular alguma coisa, enquanto a expressão dela se suavizou,a deixando menos medonha, graças a Deus.

 

- Hm… eu só queria… ééé… pedir pra você abaixar o volume, sabe? - cocei a cabeça, sem jeito. Não sabia ao certo porque, mas aquela garota me incomodava.  - Tá bem alto e já passou da meia-noite.

 

- Aaaah, foi mal. - riu ela, pedindo pra uma garota que estava lá dentro diminuir.

 

- Ah, sem problema! - exclamei aliviado, já dando marcha ré para ir embora. - Muito obrigado pela compreensão. Boa noite. - fiz uma reverência estranha e tentei ir embora, mas ela tocou meu braço antes.

 

- Ei, a gente tá tendo meio que uma reunião com a galera aqui. Porque você não fica? - disse ela.

 

- Ahm… oi…? - falei, da forma mais lerda do mundo.

 

- Ah, só tô sugerindo isso... - ela sorriu de novo. - Bom, eu vou ser bem sincera, é porque eu te vi por aí e curti você. Você tem um estilo meio… nerdinho fofo. - disse ela, me dando um olhar quase doce.

 

Abri e fechei a boca algumas vezes para dizer algo, sentindo meu rosto pegar fogo. Em primeiro lugar, ela estava me cantando? E isso lá era possível? Em segundo lugar, como eu poderia ser um nerd? Eu sou praticamente uma ameba. Porque as pessoas não podem ver um cara com uma camisa de Tokyo Ghoul e já botam nele o rótulo de nerd?

 

- Oi, dá licença só um minutinho? - eu ouvi uma vozinha ao meu lado.

 

Oh-oh.

 

Senti a mão de Kyungsoo agarrar a gola da minha blusa e meu corpo foi puxado pra baixo, quase me fazendo desequilibrar. Cerca de meio segundo depois os lábios dele estavam colados aos meus, movendo-se de maneira feroz e territorial. Arregalei os olhos, assustadíssimo. Kyungsoo nunca tinha me beijado na frente de alguém que não fosse um de nossos amigos próximos, e olha que era só um selinho, e só!

 

Um tempinho depois, ele me largou com a mesma rapidez que me agarrou, enganchando o braço no meu e virando para a menina, que estava á sua frente tão chocada e vermelha quanto eu.

 

- Oi. - ele disse, sorrindo. - Eu sou Do Kyungsoo e esse aqui é o meu namorado, Park Chanyeol. A gente mora no apartamento da frente e realmente está muito complicado ficar lá com essa barulheira toda.

 

- Já mandei desligarem o som. - ela fez uma cara de desgosto para a atitude do baixinho.

 

- Ótimo! - ele continuou sorrindo. - Então, dá próxima vez, não deixa essa porcaria ligada até tarde da noite. E vê se também para de dar em cima do namorado dos outros.

 

A menina começou a falar alguma coisa para Kyungsoo, mas ele apenas lhe deu as costas e foi me puxando junto, sem querer ouvir o que ela tinha a dizer.

 

Kyungsoo me arrastou para dentro de casa, mas eu o parei no hall assim que fechei a porta.

 

- O que foi isso, hein, Soo? - ergui uma sobrancelha, sorrindo de lado.

 

 - Nada, ué. - ele disse despreocupado, mas evitando me olhar.

 

- Você estava espionando, é? - perguntei, o abraçando por trás.

 

- Claro que não. - ele exclamou rápido demais, colocando as mãozinhas sobre meus braços.

 

- Ciumento. - deixei um beijinho sobre sua nuca, o que o fez rir.

 

- Só um pouquinho. - ele respondeu.

 

- Só um muitinho. - eu ri, balançando-o lentamente para os lados. - Eu gosto do seu ciuminho. Significa que você está caidinho por mim.

 

Ele se virou para mim com uma sobrancelha erguida e um sorriso.

 

- Isso nós veremos. - disse com a mesma petulância de sempre, ficando na pontinha dos pés para me dar um leve selar. - Ah, é mesmo! Tinha me esquecido!

 

- O que, se esqueceu de me agradecer por resolver o problema e me dar acesso ilimitado à programação da TV?

 

- Não, uma vez que fui eu que resolvi o problema! - riu ele. - Na verdade, eu quero pedir pra você lavar seus chinelos. - ele deu um sorriso doce.

 

- Ah, Soo…. - choraminguei, preguiçoso. - Tudo bem, vamos lavar nossos chinelos.

 

- Não, amor, eu fui esperto e saí com meus tênis. - ele apontou para malditos que já estavam próximos à porta de casa, local destinado aos sapatos usados na rua. - Divirta-se lavando seus chinelinhos! - zombou ele, indo para a sala.

 

- Cheio de manias… - resmunguei. - Ei! Espera um minutinho aí! - eu disparei, fazendo-o parar e se virar pra mim. - Acha que eu não mereço nem mesmo um carinho por tudo isso?

 

O baixinho apenas sorriu misteriosamente e seguiu em direção do quarto, sem dizer uma só palavra, mas eu sabia muito bem o que aquilo significava. Fui, então, correndo lavar os malditos chinelos sem reclamar.

 

Não é fácil ter um namorado cheio de manias, mas quando é amor verdadeiro, o que podemos fazer, não é mesmo?

 


Notas Finais


OE. Eu sei, eu seeeeeeei.... começo bosta, historia irrelevante, mas é como eu disse, isso só é pra treinar a escrita e pra quem me pediu muito essa fic HAHA'

Bom gente... como eu disse,essa fic não vai ter prazo pra atualização ou prazo pra finalizar ela, vai ser tipo, toda vez que eu tiver lembrando de escrever algo ou sei lá, algo assim, eu escrevo, hihih~~~

Espero.. que gostem?? ;-;

Sayoo o/


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