História 5Months - Sendo reescrita. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 3.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


JJKKKKKKLKKK
Oi. Blz?
Sério, esse capítulo tá bem grandinho.
Eu passei a semana escrevendo ele e tá meio-muito-amorzinho.

Em um certo ponto, eu tive que reler a porra toda pq eu tava achando q n tava mais fzd sentido. (Isso q acontece qnd a autora se empolga.)

Não era pra eu ter demorado taaaanto assim, mas eu meio que fiquei muito-mal-pra-caramba e n queria mais escrever. ;_;

Enfim! Aproveitem o capítulo.

Capítulo 2 - Talvez, você durma demais.


Nick Huron estava enjoado, quanto mais rápido o carro andava, mais seu estômago revirava.

— Não ouse vomitar! Se fizer isso dentro do meu carro, eu juro que te abandono, aqui mesmo, no meio do nada! — Alisson ameaçou.

— A culpa não é minha que VOCÊ está dirigindo feito uma louca que fugiu do sanatório! — Nick balbuciou, fazendo a outra revirar os olhos, mas sorrir, discretamente. Havia sentido falta de seu irmão, o que era engraçado, afinal, quando crianças, viviam em pé de guerra. — OK, se você quiser me abandonar no meio do nada, antes de eu colocar tudo pra fora, a hora é agora.

— Você não ouse! — o rapaz gruniu. — Certo, um… Ah! Concentre-se na paisagem! É, o enjôo deve passar.

Nick ficou mais ou menos uns trinta segundos olhando para aqueles borrões verde-amarronzado, por causa da alta velocidade, antes de se voltar para Alisson e dizer:

— Você tá querendo provocar meu estômago? Porque, olha… Se estiver, meus parabéns!

OI, isso tá me irritando. Por que você tem que ter essa frescura toda? — Nick encarou a irmã antes de cruzar os braços e erguer uma sobrancelha.

— Então quer dizer que esse enjôo é MINHA culpa? — ele perguntou.

— Sim! Se você não tivesse comido aquele sanduíche de uma tonelada e meia, não estaria assim!

— Eu não queria morrer de fome!

— Ah! Cala a boquinha, seu quase-NEET¹ anti-social! — Nick fez uma expressão confusa, o que diabos era “NEET”? Ele não fazia ideia, mas sabia que era algum tipo de insulto estranho.

— Eu NÃO sou anti-social! — falou, aumentando o tom de voz.

— Ah, certo. Então me apresente seus amigos! Você nem ao menos tem uma namorada!

— Eu não preciso de uma! E você não pode falar nada! Deve ser uma virjona, ainda.

— O qu- Falou o experiente! — o rapaz deu um sorriso, não que tivesse transado recentemente, mas não era mais virgem. — NINFOMANÍACO!

MAS, QU- Qual seu problema, sua louca?

— Apenas fique quieto, estúpido!

No final, eles ficaram tão irritados que, o enjôo, foi esquecido.

[...]

 

viagem seguiu repleta de provocações entre os irmãos. Chegaram em seu destino, mais ou menos, às duas da tarde.

Alisson estacionou o carro na frente de uma casa, muito grande, de paredes brancas.

— É aqui? — Nick perguntou, vendo a outra concordar com a cabeça. Na verdade, quem havia arrumado aquele lugar, para ele morar, fora Alisson. (E isso era um ótimo motivo para ter um pouco de medo.)

— Eu morei aqui, por um tempo. Quando eu estava na faculdade, éramos eu, Joshua, seu irmão mais novo, Mike e Norman. — ela suspirou. — Bons tempos…

Nick riu, baixo.

— O que você é? Uma velha?

— Aí, dá pra calar a boca e ir pegar suas malas? — O rapaz murmurou um “Claro.” e voltou para o carro. Enquanto isso, Alisson, tocava incansavelmente a campainha.

A porta não demorou a ser aberta, mas a mulher não deixaria uma provocação de lado, nunca.

— Que demora! — disse, ao ver o semblante irritado de Joshua. — Quase virei uma planta, aqui!

— Oi, Ali. — o homem sorriu, relaxando os ombros. Joshua Cooper era um cara legal e bem bonito, tinha os cabelos castanhos-claro e os olhos da cor de chocolate. Era alto e, assustador quando irritado. Alisson poderia comparar sua personalidade com a de sua falecida mãe, Mary.

Ela riu, internamente.

— Oi, Josh.

— Oi. — Nick, com a expressão mais gentil possível (e não notando o clima, que iria se formar ali), disse. Ao seu lado, havia um amontoado de malas e uma ou duas caixas.

— Ah, você deve ser o Nick. — o rapaz concordou com a cabeça. — É um prazer te conhecer.

E deu um sorriso gentil.

— Bom, vamos entrar! Eu ajudo com as malas. — Joshua pegou as caixas e sumiu dentro da casa. Nick se virou para irmã e perguntou.

— Você gosta dele? — a mulher engasgou.

— Q-Que? Da onde você tirou isso?

— É que vocês se comem com os olhos. — ele disse, pegando o restante das malas e entrando dentro da casa, deixando Alisson, estática e com o rosto vermelho, para trás.

Dentro do lugar era bem aconchegante, na sala de estar havia um sofá vermelho, que ficava em cima de um carpete decorado com uns desenhos indianos. Encostado na parede, atrás do sofá, tinha uma prateleira lotada de livros e decorações.

E em cima de uma pequena estante, descansava uma televisão e ao seu lado, um rádio. (Que, inclusive, aparentava ser velho.)

— Nick, venha, vou te levar até seu quarto. — disse Joshua, que reaparecera em algum momento.

O mais novo seguiu o homem até o segundo andar, lá, havia um corredor, que abrigava cinco quartos e um banheiro, que era — provavelmente — o último cômodo. Josh guiou Nick até o último quarto, que ficava de frente para a parede, diferente dos outros quatro quartos. Ele entregou uma chave para o garoto e sorriu, dizendo um “Aproveite.” antes de voltar para o primeiro andar.

O rapaz deu de ombros para o nada e entrou no quarto. Não era grande, mas também não era pequeno. Havia uma cama de solteiro, — coberta com uma daquelas colchas de flores azuis, que tinham cheiro de lavanda —, encostada na parede. Havia uma janela cortinada com vista para a rua quase morta.

Ao lado, estava posicionado um guarda-roupa simples, porém charmoso e, num canto qualquer, uma simples e pequena mesa, junto a uma cadeira, pegavam poeira.

Em cima da cama, estavam as caixas que, Joshua, havia pegado e deixado ali. Nick suspirou. Estava cansado e ainda nem eram seis da tarde.

— Gostou? — Alisson adentrou o quarto, sem se preocupar em bater. O rapaz, não surpreso, concordou com a cabeça. — Esse era o meu quarto.

— Então, vou pedir pra me trocarem de quarto. Vai que tem uma maldição por aqui. — ele comentou, em tom de brincadeira.

A mulher revirou os olhos e se sentou na cama.

— Sabe de uma coisa? Eu deveria estar trabalhando.

— Sério?

— Sim.

— Então vai.

— Você vai ficar bem, sozinho? — Nick concordou com a cabeça e abriu uma de suas malas, pensando em tomar um banho.

— OK! Então, estou indo. — Alisson sorriu e deu um tapinha no ombro do irmão, antes de sair do quarto e descer as escadas como uma louca varrida.

O rapaz riu baixo, enquanto separava roupas limpas para usar.

Depois, saiu do quarto, procurando Joshua. Encontrou-o na sala de jantar, usando seu computador.

— Oi. — disse o loiro, chamando a atenção de Joshua.

— Ah. Nick! Quer algo? Está com fome? Temos bolo de cenoura dentro do micro-ondas. — Nick Huron não tinha fome depois do que passou na viagem até ali.

— Não, valeu. Eu só queria uma toalha emprestada. Só até eu comprar algumas pra mim.

— Ah, certo! — Josh deu um sorrisinho. — Vou pegar uma pra você.

E sumiu para o segundo andar. Nick apenas ficou em pé, no meio da sala de jantar. Ele se sentiu um idiota por algum tempo. “Pensando bem… Eu poderia ter trago toalhas de casa.”, pensou. Ao mesmo tempo, a porta da frente foi aberta e fechada bruscamente.

— Você é estúpido? — alguém perguntou.

— Eu apenas esqueci a chave, OK? — outro alguém disse. Ambos "alguém" eram homens. Nick caminhou até a sala de estar, querendo ver quem estava chegando e o que diabos estava acontecendo.

— Você poderia ter pedido pro seu irmão abrir a porta! Seu estúpido!

— Você acha que aquela alma maligna que se faz de boazinha iria me deixar entrar!? Ele riria da minha cara e me deixaria de fora!

— Oi. — disse Nick, tentando chamar atenção, o que foi feito com sucesso.

— Um invasor!? — o "outro alguém" que, na verdade, era só um cara ruivo e cheio de sardas, um pouco mais alto que Nick, e que aparentava ter a mesma idade do loiro, indagou.

— Não. Eu não. — o rapaz respondeu, sem elevar ou mudar o tom de voz.

— Ah. É o novo inquilino? — o "alguém" que, na verdade, era um homem moreno, tinha a mesma altura de Nick, cabelos negros e que aparentava ser apenas uns poucos anos mais novo que Joshua, perguntou.

— Sim. Sou eu. Oi.

— Ah! Espera, eu não sabia que iríamos ter um novo inquilino! Por que ninguém me contou? — o ruivo fez um muxoxo.

— Porque se nós falassemos pra você, iria ficar fazendo perguntas o dia todo. — disse Joshua, entrando em cena.

— É verdade. — o homem moreno concordou, fazendo Josh soltar uma risada.

— Enfim. Nick, conheça Norman — ele apontou para o homem moreno — e Mike, meu irmão mais novo. — ele apontou para o ruivo.

— Vocês não se parecem. Nem um pouco. — Nick pensou, em voz alta. — Ah, foi mal.

— Haha. Não tem problema. Mike puxou meu pai e eu… — Joshua foi interrompido por Mike.

— Alguma parte estranha da família, porque a mamãe é morena e você tem o cabelo castanho! — e gargalhou.

— Cale a boca, esquilo.

— E-Esquilo!? Eu não sou um esquilo. Eu por acasa tenho cara de esquilo!? Não! Não me chame assim. Seu alienado!

— Você ao menos sabe o significado dessa palavra?

— Você é o Nick? — Norman se aproximou do loiro, que só observava a situação.

— Sim. Nick Huron, prazer. — o rapaz fez uma reverência com a cabeça. Ele sempre fazia isso. Era uma das coisas que aprendera fazer com seu pai, quando ainda era uma criança.

— Norman Brooke. Espero que se dê bem com todos. — ele disse e apesar de não sorrir, seu tom de voz transmitia gentileza.

Nick foi obrigado a esperar, Joshua e Mike, terminarem sua discussão sem sentido antes de receber sua toalha. Após o banho, tentou se acomodar em seu novo quarto.

Ele dobrou e guardou suas roupas, organizou alguns livros em cima da mesa (essa a qual, ele mesmo, foi obrigado a limpar) e, finalmente, descansou.

Teoricamente, ele não tinha feito muita coisa. Mas, seus musculos gritavam por descanso.

Nick Huron soltou um suspiro ao se deitar na cama de solteiro, que rangeu um pouco. Aconchegou sua cabeça em seu travesseiro e fechou os olhos.

“Hm… Por que trazer um travesseiro velho e não toalhas?”, pensou, reabrindo os olhos. Notando, só naquele momento, o papel de parede brega que continha ali.

Era bonito, de qualquer forma. Brega, mas bonito. “Brega.”

Suas pálpebras pesaram e, Nick, foi tomado pelo sono.

[…]

Nick bocejou, antes de abrir os olhos e encarar o papel de parede brega. Sentou-se na cama e esfregou os olhos, notando um cobertor, que não estava ali antes. O quarto estava escuro e a casa silenciosa.

“Que horas são?”, pensou. Se levantou preguiçosamente da cama e tentou achar o interruptor de luz, afinal, a única fonte de luz, naquele momento, era a fraca iluminação da rua — a janela estava aberta.

Após chutar uma caixa, Nick Huron, alcançou o interruptor e acendeu a luz, fazendo um “click” ecoar pelo quarto. Seus olhos arderam, mas ele não se importou.

Pegou seu celular, que estava em cima da mesinha, e ligou-o. Havia deixado desligado, durante a viagem, pois não queria gastar a bateria. (O que não foi muito útil, no final das contas.)

O relógio marcava duas da manhã. Por um momento, Nick, se perguntou se ele dormira demais. Mas, ignorou aquilo quando seu estômago roncou.

Ah, sim. Não comia nada desde as onze da manhã. Desceu as escada, silenciosamente e entrou na cozinha. Lembrou-se das palavras de Joshua; “bolo de cenoura no micro-ondas.”

Abriu o micro e tirou uma pequena forma de lá.

Pensando bem, quanto tempo fazia que ele não comia bolo de cenoura? Talvez, anos. Nem sequer lembrava-se do gosto.

Colocou a forma em cima do balcão, que separava a sala de jantar, da cozinha e procurou a garrafa de café.

Depois, já com uma bela xícara de café e um pedaço de bolo de cenoura na mão, se sentou na mesa da sala de jantar e começou a comer, em total silêncio.

Nick gostava do silêncio, não fazia sua cabeça doer. Diferente de lugares barulhentos. O silêncio era… Agradável.

O rapaz continuaria naquele silêncio agradável caso não tivesse ouvido a porta da frente se abrir e fechar, vagarosamente.

Deixando o bolo de cenoura de lado, Nick, caminhou silenciosamente até a sala de estar, alcançando o interruptor e ligando a luz.

Tom Baker estava encolhido e encostado na porta, que dia de merda ele tivera. Estava cansado e levemente bêbado. Talvez, ele devesse parar de voltar para casa de madrugada.

Suspirou. Sua cabeça doía, seus olhos estavam inchados e ele não conseguia mais chorar. Se sentia vazio, sozinho.

Naquele momento, queria ir para cama e dormir eternamente. Sem se preocupar com seus problemas. Era seu único desejo.

Tom estava prestes a se levantar quando um “click” ecoou pela sala de estar e a luz foi acesa. Com a mão no interruptor, havia um rapaz. Loiro, meio baixinho e magricela.

— Hm… Oi. — ele disse.

— Oi. — Tom respondeu e fungou. — Você é um invasor?

— Não. Eu não. — Nick Huron teve uma leve sensação de déjà vu.² — Você é?

Tom negou com a cabeça.

— Você é o novo inquilino?

— Sim.

— Ah. Legal.

— É.

— O que está fazendo acordado a essa hora, novo inquilino?

— Comendo. — Nick respondeu, vagamente.

— Ah. Hm… Deixe eu me apresentar. Meu nome é Tom-

— Você estava chorando? — o rapaz interrompeu Tom, esse que foi pego de surpresa.

— Não. Por q-

— Por que estava chorando? — “Esse cara…” Qual era o problema dele? Ele fazia aquelas perguntas, mas não tinha expressão alguma. Não era como se estivesse preocupado.

Tom suspirou. Nick se sentou no sofá, abraçando os joelhos, curiosidade era um problema sério.

— Por que quer saber?

— Bom… Não tem motivo. Só curiosidade. — o rapaz apoiou o queixo no joelho. Seus dedos batiam em seu pé, no ritmo de uma música qualquer.

— Eu nem te conheço. — Nick encarou Tom por alguns segundos.

— Então eu voltar pro meu bolo de cenoura e meu café. — e voltou para cozinha.

— Também quero café. — e seguiu Nick.

O loiro se sentou na mesa e voltou a se deliciar com o lanche. Tom pegou uma xícara de café e se sentou na cadeira próxima ao rapaz.

— Oi. — o moreno disse.

— Choi. — Nick disse, de boca cheia.

— Por que está comendo bolo de cenoura as duas da manhã?

— Fome. — o rapaz disse, bebendo o restante do café.

— No meio da madrugada?

— Olha cara… Eu não como nada desde às onze da manhã.

Tom observou Nick se levantar e encher a xícara de café, novamente.

— Por que não comeu no jantar?

— Ah. Bom, eu estava dormindo. Assim, não era a intenção… Mas, eu apaguei e acordei só agora.

— Ah, saquei.

— E você?

— Eu o que?

— Por que estava chorando? — Nick encarou Tom, que fez o mesmo.

Os olhos dele são bonitos.”, o loiro pensou

— Como sabe que eu estava chorando? — o moreno perguntou e deitou a cabeça na mesa.

— Era meio óbvio. Olhos inchados, rosto vermelho, fungada e tal.

— É. Bem óbvio. Bom, eu tentei.

— Você é um péssimo ator.

— Obrigado.

No decorrer de sua vida, Nick Huron, aprendeu que quando uma pessoa foge de um assunto, significa que ela, realmente, não quer falar sobre.

Quando perguntava sobre sua mãe, para Cris, ele sempre inventava algo ou fugia do assunto e então, Nick, não perguntou mais.

Ele aprendeu que, as pessoas, não gostam de se lembrar de momentos felizes do passado. Que não gostam de dizer, em voz alta, o que estão sentindo e, principalmente, o que está acontecendo.

Talvez, aquela situação, se encaixasse ali. Ou, talvez, Tom, não quisesse partilhar sua vida pessoal com um estranho curioso.

O loiro mordeu mais um pedaço do bolo de cenoura.

— Foi mal, — ele começou — não queria ser intrometido. É que eu sou bem curioso.

— E eu estou bêbado. — disse o outro.

— Você está?

— Estou. Amanhã, eu, nem vou me lembrar o que você falou. — Nick murmurou um “legal.”, desinteressado. — Mas, nós ainda somos amigos. Melhores amigos pra sempre.

E riu, baixo.

— Nós somos?

— Sim.

— Um…

— Você não quer ser meu melhor-amigo-pra-sempre? — o moreno fez biquinho.

— Você vai me pagar?

— Ei! Não é assim que se faz um amigo! Apesar de ser um ótimo método.

— Não sei fazer amigos. Quando me deram o manual “como fazer amigos para o resto da vida”, eu joguei fora. Foi mal.

— Então… Você não têm amigos? — Nick crispou os lábios.

— Não é que eu não tenha... É só que, todos eles, vão embora. Sabe? Uma hora ou outra, eu acabo só. Ah, mas eu já tive uma namorada. — e soltou uma risada, baixa. “Patético.”

— Eu nunca tive uma namorada. — falou Tom, pensativo, deixando o loiro surpreso.

— Sério?

— Seríssimo. Mas, sabe… Mulheres são complicadas. Não sou homem o suficiente pra lidar com elas.

— Sabe de uma coisa?

— O que?

— Eu esqueci o seu nome. — Tom sorriu, com as palavras do loiro. Em toda sua vida, aquela estava sendo a conversa mais aleatória e divertida que já tivera.

— Eu também esqueci o seu.

— Tom Baker. Oi.

— Nick Huron. Oi. — Nick sorriu, o que era tudo aquilo? — Ei. Sabe de outra coisa?

— Não, o que? — apesar da aleatoriedade, e do fato de, Tom Baker, estar levemente bêbado e do outro fato de mal saberem seus nomes… Sentiam-se confortáveis.

— Nós estamos tomando café.

— Sim.

— No meio da madrugada.

— É…

— E eu dormi quase o dia inteiro.

— Vai conseguir dormir?

— Você vai?

Tom Baker sorriu, talvez, estivesse feliz, naquele momento. Nick Huron apenas terminou o pedaço de bolo de cenoura.

Talvez, aquela amizade repentina e estranha… Talvez, aquilo desse certo.


Notas Finais


Eu termino de formatar tudo amanhã. Jur0

jkkkkl

Espero que tenham curtido, deixem seu feedback. <3
Eu respondo todos.

Bom, até. o/

NEET¹: Na verdade, embora ela seja frequentemente usada em animes, NEET, não é uma palavra de origem Japonesa, e sim um gairaigo - 外来語 - da sigla Inglês Not in Education, Employment or Training, que traduz para o Português como "Não em Educação, Emprego ou Treinamento."

Déjà vu²: forma de ilusão da memória que leva o indivíduo a crer já ter visto (e já ter vivido) alguma coisa ou situação, nova para si; paramnésia.

liberdade aos aliens
explodam o mundo

~annE


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