História 6 Meses na França - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Ambre, Castiel, Kentin, Nathaniel, Violette
Tags Amor, Amor Doce, Castiel, Dúvida, Intercâmbio, Traição, Triângulo Amoroso, Valores
Exibições 108
Palavras 2.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente linda do meu coração. Boa noite! Quase não apareço hoje, mas terminei de escrever o capítulo agorinha. Tá cheio de babado, confusão e gritaria kkk espero que gostem e que não fiquem decepcionados com a espectativa que criaram. Me esforcei bastante*-*

Não sei se dará para responder os comentários ainda hoje, mas vou tentar.

Beijos e boa leitura!

Capítulo 31 - Trinta e Um


— Kentin, querido. Não sabíamos que estava aqui. — Alexy o cumprimentou de seu jeito espevitado. 

Eu olhei de relance para o Kentin e vi que encarava de forma nada amigável o Castiel, o Castiel também percebeu, visto que não arredou o olhar em momento algum. Aquela situação me deixou tensa, mas eu tentei fingir que nada estava acontecendo, continuei a beber minha cerveja  e ignorar a presença do Kentin como vinha fazendo com perfeição nos últimos tempos. No entanto, ignorado era algo que ele não queria ser naquele momento. 

— Claro que não sabia, não fui convidado. — Ele lançou um olhar rápido ao Alexy e voltou a se concentrar no homem que estava ao meu lado. Sua voz carregada de escárnio, algo tão palpável que até o Castiel percebeu, mesmo não entendendo nada do que ele dizia. 

— Kentin, se quiser posso te levar para casa. — Ester falou, segurando um de seus braços. 

— Eu não vou a lugar algum. — Kentin respondeu alto, visivelmente alterado. — Vou me sentar aqui, com os meus amigos. — E sentou-se ao lado da Rosalya, espremendo todo mundo que estava no banco naquele banco. Coincidentemente ou não, o local o deixava de frente para mim e o Castiel. 

Ce qu'il veut? — Castiel perguntou, chegando sua boca próxima ao meu ouvido. 

— Nada que tenha a ver conosco, chérie. — Dei de ombros, não querendo pôr mais lenha na fogueira. Até porque apesar de indelicado, ele não estava fazendo nada contra nós. 

Castiel riu para mim, nitidamente desacreditando do que eu acabara de dizer. Os fatos estavam tão evidentes ali, Kentin não armaria nenhum circo se não fosse justamente por causa de nós dois. 

— Mas ninguém vai me apresentar o cara? Castiel, não é? — O ruivo tornou a encará-lo, quando ouviu seu nome. — Salut! Também arranho um pouco do francês. — Ele riu preguiçosamente, sua voz parecia estar cada vez mais arrastada. 

Aquela situação estava me irritando. Primeiro, por que cargas d'água ele estava bêbado daquele jeito? Segundo, por que estava se empenhando em deixar o clima tão denso, a ponto de que se quiséssemos poderíamos cortar com uma faca. Todos na mesa estavam calados, olhando e esperando a hora que aquilo tudo iria desandar. E visto meu sangue que fervia, quem faria a coisa explodir seria eu, já, já. 

— Castiel, esse é o Kentin. — Fiz a apresentação, forçando um sorriso na direção do odioso ex. 

Muito prazer. — Castiel se empenhou no português e estendeu a mão sobre a mesa para que o Ken apertasse, cortês, mas adivinhem? O idiota olhou e lhe lançou um sorriso irônico. 

— Prazer seria se você não tivesse roubado minha namorada. 

— Kentin... — Ester e Alexy disseram em uníssono e o Castiel ficou tentando entender o que ele respondera, recolhendo sua mão. 

— Quer sabe? Chega! — Bati na mesa e me levantei, sob o olhar atento do Castiel que tentou me acompanhar mais eu o impedi. — Espere um pouco, mon amour. — Falei em sua direção e depois me concentrei no Kentin. — Seu problema é comigo, certo? — Ele fez uma cara fingindo estar ofendido e aquilo só fez minha raiva crescer. — Eu achei que já tínhamos resolvido, mas se não, vamos fazê-lo. Levanta. Quero falar com você. Ninguém mais precisa passar por essa merda que não sejamos nós dois. — Ele deu um sorriso debochado de canto e levantou cambaleando. 

— Sim senhora. — Bateu continência em minha direção e saiu da mesa. 

Castiel me puxou pelo braço e me fitou furioso. 

— Que ferez-vous? 

— Vou levá-lo para maison. 

— E vai me deixar aqui? Que porra é essa? — Ele falou entre os dentes.  

Ouvi o Kentin falar ao fundo algo sobre "o casal está em crise" e bufei. 

— Me espere aqui, oui? Eu já volto. — Selei meus lábios ao dele me virei para sair mas ele me puxou de volta. 

— Se você quiser, eu quebro a cara dele, mon ange, non quero te ver indo a parte alguma com esse doente. 

Non quero que ninguém quebre a cara de ninguém, aqui. E ele non é doente. — Resmunguei querendo sair para terminar logo com isso, apesar do Castiel estar incrivelmente dificultando as coisas. Eu queria ajeitar tudo para o nosso bem, merda. Ele não estava vendo isso? 

— Tá defendendo ele? 

— Eu já volto. — Saí sem esperar por mais e peguei o Kentin pelo braço, arrastando-o até o estacionamento. 

Ninguém na mesa disse um ai, além dos protestos do Castiel. Todos sabiam que a única que poderia acabar com o draminha era eu, menos a Ester que veio correndo atrás de nós 

— Mirela!  

— Agora não, Ester. 

— Eu levo ele para você, não precisa deixar o Castiel de lado. — Kentin bufou quando ouviu o nome do cara e eu me virei para ela. 

— Qual parte do agora não, você não entendeu? Eu não vou roubar nem matar o amor da sua vida, isso é a última coisa que eu quero. — Vi a cara da minha amiga ir ao chão e voltar, mas ela estava me irritando em uma situação onde eu já estava irritada.  

Kentin poderia ter se dado conta de alguma coisa, se não estivesse fodido demais para isso. Sua única reação foi uma cara de confusão, fitando entre mim e a Ester a todo segundo. 

— Mirela, eu... 

— Eu já sei, depois a gente conversa. — Abri a porta do carro e empurrei o Kentin lá dentro. — Vai, entra. —Contornei o veículo e me posicionei ao lado do motorista, dando partida e saindo do estacionamento. 

— Deixou seu namoradinho sozinho? — Ele riu enquanto se ajeitava no carona. 

— Cala a boca. Você... cala-a-sua-boca.  — Minha fala saiu dura e vi seus olhos surpresos sobre mim. 

— Calma... — Kentin resmungou. 

— Calma? Calma? Tá... você acha mesmo que eu mereço estar passando por esse tipo de situação Kentin? Sério? Que nós merecemos? Eu sei que ferrei com tudo, ok? — Falei enquanto parava em um sinal vermelho. — Mas não tenho que pagar por isso pelo resto da vida e muito menos o Castiel. — Tornei a dar partida no carro. Vi seus ombros se encolherem e seus olhos pareciam estar voltando a realidade. — Ele nem o conhece, ele não tinha compromisso nenhum com você, então por favor, não queira fazê-lo passar por ridículo, quando seu problema é comigo. A propósito o único ridículo dessa história é você. 

— Claro, o corno. — Ele levantou as mãos para o alto. 

—  Não! O bêbado. — Dei seta e entrei na rua de seu prédio. — O sem noção, o chato, o cara que não segue em frente. E mesmo que não siga, não precisa ficar por aí, fingindo estar no fundo do poço, como se nunca mais pudesse sair dele. Cara, sério? Onde está o cara gentil, legal, educado que eu namorei e conheci por tanto tempo. E não diga que você esta assim por culpa minha, não ouse dizer. — Estacionei em frente ao seu prédio. 

— Se você acha que eu vou ficar rindo para vocês dois, está muito enganada. Mas me conta, como vai fazer quando ele for embora? — Seu sorriso debochado tentou sair novamente, porém ao fitar meu rosto nada simpático, agora o encarando com toda a força que eu podia, ele parou no meio do caminho. 

— Não venha com gracinhas, Kentin. Pelo seu bem. Não estou pedindo para você rir para ninguém. Na verdade ando pouco me preocupando com o que você pensa ou faz da porra da sua vida, até o momento que isso começa a interferir na minha vida. Ainda está achando que está certo? Porque se sim, você está com sérios problemas. E sobre o Castiel ir embora ou não, não é da sua conta. A porra da minha vida não é mais da sua conta. — Gritei essa última frase respirando fundo em seguida.  Ele me encarava com os olhos brilhando, a cara era de quem iria chorar a qualquer momento, mas se tinha uma coisa que eu sabia sobre o Kentin, era que ele era bem orgulhoso, então chorar estava definitivamente fora dos planos. 

— Fique tranquila, não vai saber mais de mim. — Ele fez menção de abrir a porta e eu segurei seu braço fazendo-o voltar. 

— Eu te peço desculpas de novo por ter sido uma cretina com você, só que eu não vou ficar me desculpando para sempre, Kentin. Abra seus belos olhos verdes e olhe ao redor, tem gente querendo ser sua por aí, basta você sair da sua própria bunda e seguir em frente. Eu não quero ter que ser exposta a momentos constrangedores como o de hoje novamente, não quero. E também não quero que sejamos inimigos... — Ele me interrompeu. 

— Mas também não diga que temos que ser amigos. — Seus olhos fitaram o espaço do banco que havia entre suas pernas. 

— Que não sejamos. Porém inimiga não é algo que eu queira ser de você. Nos conhecemos a vida toda, droga. Não deveríamos estar nos magoando desse jeito. — Kentin me olhou e soltou uma lufada de ar, pesadamente. Sem dizer nada abriu a porta e quando estava do lado de fora do carro voltou seu rosto para o interior do veículo. 

— Valeu pela carona. — Bateu a porta, virou as costas e foi embora. 

Sério? 

Será que ele tinha ouvido alguma coisa do que eu dissera? Eu errei, mas não tenho que ficar pagando por essa merda a vida toda. Essas coisas acontecem com todo mundo e o que está feito, está feito. Não adianta mais ninguém se espernear porque a coisa não vai voltar a ser como era antes, na verdade tudo isso só faz ser pior ainda. 

Arranquei novamente com o carro, no intuito de ir para o bar, mas meu telefone tocou no caminho. 

— Gata, se já tiver terminado o rolo com o Ken, sugiro que vá até o hostel, porque seu boy pegou um táxi e se mandou. — A voz do Alexy me alertou do outro lado da linha. 

— Droga. Tudo bem. Obrigada por avisar. — Por algum motivo aquilo não estava me soando bem. 

Minutos depois eu estava batendo na porta do quarto do Castiel. Bati uma, duas, três e comecei a achar que ele não estava por ali. Quando ergui meu punho para bater novamente a porta destrancou. 

— O que quer? — Castiel estava com uma carranca horrível e eu deixei meus ombros caírem em sinal de cansaço. Eu não teria de lidar com isso, teria? 

— Posso entrar? — Ele virou as costas e saiu da porta sem dizer nada. Entrei. — Por que non esperou no bar? — Minha voz saiu exausta. Não queria ter que discutir de novo. Não queria ter problemas com o Castiel, não agora que estávamos tão bem. 

— E esperar você se resolver com son petit ami? 

— Ai, não.  S'il vous plaît, Castiel. — Minha fala saiu como um grito. 

— Vai para casa Mirela. Quero dormir. — Soltei uma risada seca. 

Os poucos homens que passaram pela droga da minha vida, resolveram ferrar com a minha cabeça em uma mesma noite. E olha o que eu estava ouvindo do Castiel. O Castiel. O cara que me largou sozinha várias vezes por causa da vadia da Ambre. 

— É assim? O primeiro problema e você me manda ir para a casa? — Cheguei perto dele e segurei seu braço, tendo-o arrancado de minha mão. Não me contive e explodi. De novo. 

— Foda-se! Non quer? Tudo bem. Eu vou embora. Mas isso tudo aqui não é justo comigo, tá legal? Eu estava dando um fim ao que quer que o Kentin achou que nós tínhamos, mas se você quer ser o babaca da vez, disponha. Só non se esqueça que você já me expulsou da sua casa, de madrugada por causa da Ambre. E eu, a única coisa que fiz, foi pedir que você esperasse junto dos meus amigos enquanto eu ia resolver as nossas vidas, coisa que você nunca fez com a Ambre, resolver.  

Diante o meu discurso, Castiel me observou sério, com as mãos nos bolsos e sua expressão de nada. Não sabia o que se passava naquela cabeça, seu olhar era frio e ele parecia não se importar com nada do que eu estava dizendo.  

Senti meus olhos arderem e sabia que a lágrimas viriam de forma que eu não poderia controlar e antes que isso acontecesse eu me virei e fui em direção a porta, sem aquele homem dizer uma palavra que me fizesse ficar. Quando girei a maçaneta e abri a porta, senti suas mãos na minha cintura, me puxarem contra o seu corpo. 

Minhas lágrimas desceram e eu soltei um suspiro de alívio. Um soluço escapou de minha garganta e Castiel empurrou a porta com o pé, tornando a fechá-la. Sua mão pressionou nossos corpos ainda mais um contra o outro e sua respiração em meu pescoço me fez arrepiar. 

— Pardon. — Ele sussurrou enquanto eu sentia meu corpo tremer com o choro. — Pardon, pardon, pardon. Eu sou um bastardo idiota, mas non posso imaginar você perto de outra pessoa que não seja eu, Mirela. — Ele me virou em sua direção e pressionou meu corpo contra a parede. 

Sua boca quente roçou em meu pescoço e depois devorou minha pele fina. Meus soluço confundiam-se com os gemidos que escapavam de minha garganta e ele cada vez mais aprofundava o beijo, com mordidas e chupadas que com certeza deixariam marcas. Suas mãos correram pelas laterais do meu corpo e eu senti minha pele se arrepiar por inteira. 

— Shhhh, ne pleure plas. Eu sou um maldito por te fazer chorar. — Agarrei seu cabelo. 

— Você é mesmo. — Minha voz saiu estrangulada, mas depois um sorriso acompanhou a frase o que fez com que ele risse também. 

— Eu estou louco de ciúmes, mon ange. Só de pensar que um dia aquele imbecil teve direito a tudo isso que é meu. — Castiel se afastou por um instante e fitou todo o meu corpo. Seus olhos estavam escurecidos e o desejo que nos rodeava era palpável. 

Eu deveria estar uma bagunça, com a cara inchada e os cabelos desgrenhados, no entanto, ele me fitava com tanta devoção que eu estava me achando a mais sexy das mulheres. 

— Só que eu sou sua, mon amour. Nunca mais existirá outra pessoa. —Passei minha mão pelo seu peito, sobre a camisa e senti o tecido molhado de suor.  

— Diz que me ama. — Sua voz saiu como uma ordem. 

 Je t'aime. — Sorri, mordendo o lábio inferior, presa contra a parede entre seus dois braços. 

Castiel roçou seus lábios nos meus e com a distância de um fio de cabelo entre nossos rostos, voltou a sussurrar. 

— Diz de novo. — Um sorriso se espalhou por seu rosto. 

— Je t'aime. — Repeti e passei minhas mãos sobre seus cabelos, puxando-os. 

— Você é minha, porra.  

Castiel pôs suas mãos na minha bunda, apertando-a com força, enquanto devorava meus lábios com intensidade. Senti o baque das minhas costas contra a parede quando ele me empurrou, ao mesmo tempo em que enlacei minhas pernas contra sua cintura. Ele foi descendo seus dedos habilidosos e em um puxão rápido, vi minha calcinha ser rasgada. Gemi com a força do tecido contra minha pele. 

— Castiel...  

Ele tornou a me beijar, sua língua invadindo minha boca com força, seus dentes cravando em meus lábios até o ponto onde senti o gosto metalizado do sangue. Parecia que ele estava querendo me punir, suas investidas eram fortes, mas aquilo estranhamente era bom. 

— Eu non vou deixar, aquele babaca encostar em mais nada do que é meu. — Ele me segurava firmemente, agora me fitando nos olhos. Uma de suas mãos escorregou para o meu ponto sensível e eu gemi como nunca. 

A tensão sexual estava demais, meu corpo a qualquer toque ou palavra iria a lua e voltaria em segundos. Nunca tínhamos estado tão conectados e tão necessitados um do outro como agora. Então era assim que era fazer sexo? Por que aquilo não era amor. Era sexo! Sexo duro, com vontade, com raiva, com tesão transbordando. 

Em poucos minutos Castiel havia me tomado para si, na mesma intensidade, repetindo a cada instante que eu era dele e que ninguém mais chegaria perto de mim. A cada tentativa de marcar território, a cada discurso de posse eu ficava ainda mais excitada até enfim chegarmos ao nosso momento. Arfando, cansados, suados... se eu não estivesse em seu colo cairia de joelhos no chão. Fiquei me perguntando como ele conseguiu segurar o peso de nós dois. 

Escondi meu rosto na curva de seu pescoço. Castiel mordeu o lóbulo de minha orelha. 

— Eu te amo, mon ange. — As palavras fizeram um sorriso se espalhar por meus lábios e fez com que eu apertasse meus braços ao redor de seu pescoço ainda mais. 

Comigo em seu colo, com nossos corpos unido, ele terminou de tirar suas calças com habilidade. Eu sorri. Castiel nos levou até a cama e lá, começou a nos despir, agora carinhosamente e por inteiro. E então, fizemos amor, lentamente, até adormecermos. 

  

Glossário:

 

ce qu'il veut? - O que ele quer? 

Que ferez-vous? - O que você vai fazer? 

son petit ami - seu namorado 

pardon - Perdão 

ne pleure pas - Não chore 


Notas Finais


E aí em? E essa ceninha dos dois no final, gostaram? A vontade de escrever um hentai daqueles foi grande, mas me contive haha Deixem seus comentários, gosto de saber o que estão pensando, não sumam!
Beijos ;*


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