História 6 Meses na França - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Ambre, Castiel, Kentin, Nathaniel, Violette
Tags Amor, Amor Doce, Castiel, Dúvida, Intercâmbio, Traição, Triângulo Amoroso, Valores
Exibições 112
Palavras 2.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal, como estão? Domingo, calor, nada para fazer, o que acontece? Capítulo novo haha Estava aqui de bobeira e sentei para escrever o capítulo, eis que aqui está.
Bom, acho que a história não irá muito mais longe, amores, ou seja estamos nos aproximando do fim. Não sei quanto capítulos irão render ainda, alguns... mas a história vai se direcionar para o final. E aí, começaremos a da Violette e do Nathaniel, se tudo der certo e nada der errado, espero que vocês acompanhem também *o* rs

Então, vamos lá. Espero que gostem. Boa leitura ;*

Capítulo 32 - Trinta e Dois


P.O.V. Castiel

Eu estava deitado na cama, com um braço em baixo da cabeça, meus olhos fitando o teto, um lençol que me cobria até a cintura, enquanto Mirela dormia ao meu lado, virada para o lado oposto, sua respiração lenta embalando meus malditos pensamentos sobre o que ocorrera na noite passada. Afinal de contas, em que merde eu havia me transformado? 

A pessoa que estava deitada naquela cama, non era o Castiel. Eu sempre me gabei por ser um fodido que não ligava para nada e agora olha bem para mim. Dando show porque um filho da puta de um bêbado estava correndo atrás da ma femme. Quando com a Ambre eu agiria assim? Nunca. Simplesmente porque eu non sou o cara que corre atrás, que tem ciúmes, que fica igual a um maldito obsessivo. 

Olho de relance para a Mirela e ela ainda se encontra na mesma posição. Suas costas nuas me convidam ao toque, mas prefiro deixar essa vontade para outra hora. Não quero que ela acorde, não quero que haja uma possível conversa sobre ontem, não quero principalmente que ela vá embora. Putain, olha aí o monstro que vem crescendo dentro de mim, de novo. 

Mirela mexe comigo, me tira do eixo, arrebenta com a minha sanidade, me faz cometer coisas que, caralho, eu me arrependo demais. Ontem quase ferrei com tudo, quase deixei que ela fosse embora de novo e aí estaríamos acabados, certo? A sorte foi que consegui pensar rápido e cair na real de que eu não posso estar sem ela, o que temos não tem que acabar, non pode acabar. 

Senti meu peito subir e descer em uma respiração funda e ruidosa, de modo involuntário. Voltei a olhar à Mirela que agora tinha se acomodado de frente para mim, com as mãos unidas embaixo da cabeça... si belle. 

E de repente me lembrei que não faltava muito para que eu tivesse que voltar para a France e o emprego e toda aquela porcaria que estava me esperando. Como vai ser? A gente poderia continuar em um relacionamento à distância, mas porra, é muito longe. Cada vez que um de nós quisesse visitar o outro, teríamos de viajar 11 horas em uma droga de um avião, ou seja, não é uma viagem que se possa fazer todo dia. E tenho que admitir, mesmo que essa constatação não me agrade nem um pouco, eu non sei se consigo ficar sem vê-la todos os dias. 

Ouvi Mirela se mexer ao meu lado e quando a fitei, seus olhos me encaravam com um sorriso preguiçoso. Era isso, era essa porra que eu queria para ma vie, acordar todos os dias com essa femme me olhando e sorrindo assim. Estou parecendo um maldito de um repetitivo, no entanto, é como venho me sentindo cada dia mais. 

— Bonjour, mon ange. — Me virei para encará-la e lhe dei um selinho delicado nos lábios. Oui, eu estava até sendo delicado. 

 Bonjour, mon amour. — Seu sorriso se alargou ainda mais. — Sabe o que eu estava pensando? — Seu olhar se tornou divertido. 

— Mal acordou e já está com ideias nessa cabeça? 

— Claro. Mas tenho que admitir que talvez eu estivesse pensando isso a um pouco mais de tempo. — Pelo papo já sabia que viria algo além das minhas possibilidades, como sempre. 

— Vai, fala, qual será a complicação dessa vez? 

— Por que você acha que será uma complicação? — Ela falou de forma irônica e se levantou, puxando o lençol consigo para cobrir seus seios. Eu preferia que eles ficassem à mostra, mesmo que a conversa se tornasse inviável dessa forma, enfim... 

 Parlez bientôt, Mirela. — Levantei a cabeça para poder olhar-lhe nos olhos. 

— Ok. Eu estava pensando que hoje poderíamos passar o dia todo juntos. — A ideia nem era das piores. Eu me cheguei perto dela e a abracei pela cintura, pondo minha cabeça em sua barriga. 

— Acho ótimo, nós podíamos... —  E antes que eu terminasse, lá veio. 

— Lá em casa, com mes parents. — Silêncio foi o que se ouviu. O grande e ensurdecedor barulho do silêncio.  

Cerrei meus olhos tentando entender se era aquilo mesmo que tinha ouvido e me sentei na cama para ficar na mesma direção da Mirela. Ela me encarava com esperança, a espera de uma resposta. 

— Castiel? 

— É sério? — Franzi o cenho.  

Porra, eu non sabia se estava preparado para conhecer os pais dela, zut. Aí era... demais. Não sou o tipo de material para se ter como namorado, muito menos apresentado aos pais. Estava nervoso só de pensar nessa merde. Os pais dela, claramente não gostariam de mim, enfer

— É que meus pais queriam conhecer o cara com quem eu venho saindo, mas... droga. Deixa. Eu não deveria ter dito nada disso. — Seus olhos decepcionados cortaram meu coração. Mirela se levantou da cama, carregando o lençol consigo, enrolando sua nudez e expondo a minha. 

Eu não queria que ela ficasse chateada, na verdade, acho que nem tinha uma opinião formada sobre aquilo, o que há? Eram oito horas da manhã, em um fuso horário que não era o meu – nunca iria me acostumar –, depois de uma bendita noite regada a sexo... non era algo que eu pudesse assimilar tão facilmente. Me levantei e fui atrás dela, que já estava entrando no banheiro. 

— Espera, mas eu não disse nada, ainda. 

— Nem precisa, né Castiel? Olha essa sua cara aí. 

— Ah... não é isso, mon ange... é que... — Gaguejei. Merda, eu gaguejei? 

— Uhum. Já entendi. Agora saia, quero tomar um banho. — Ela me forçou um sorriso e se escorou na porta, pronta para fechá-la quando eu virasse as costas. 

Já conhecia bastante da Mirela, para saber que aquela expressão estava mais para um ataque homicida do que qualquer coisa um pouco mais simpática. 

— Eu vou. Je veux aller. Vou conhecer seus pais. — E saiu assim, leve, escorregadio, como se fosse realmente um desejo que vinha de mim. 

— Não precisa ir forçado, já entendi que você não quer. — Mirela agora estava com a cara fechada e droga, com muita razão. 

— Não estou indo forçado, estou indo por nós. Desculpa, mas é que fui pego de surpresa, só isso. Provavelmente seus pais vão me odiar, eu sou o cara que tirou a filhinha deles do bom caminho, mas tudo bem, se é importante para nós, eu estarei lá. — Mirela me olhou por alguns segundos, me analisando com certeza, e depois abriu um largo sorriso. Meu sorriso. 

Seus braços envolveram meu pescoço e ela me beijou decididamente, sua mão entrando pelos meus cabelos e puxando-os com força na raiz. Droga, a femme ainda me deixaria louco com todas essas coisas que faz, fala e me leva a fazer. Seus dentes cravaram em meu lábio inferior puxando-o. 

— Merci por isso. — Nossos rostos estavam a centímetros de distância, meus olhos só conseguiam encarar sua boca vermelha e inchada, devido ao beijo. 

— Não me agradeça por isso. — Sussurrei, minha voz já estava rouca, meu corpo já havia esquentado a muito tempo. 

— Sabe o que precisamos resolver agora? — Franzi o cenho com a mudança brusca de assunto. 

— Comment? — Mirela apontou seu dedo indicador para baixo, me fazendo perceber que meu amigo estava mais do que desperto. Uma gargalhada escapou de minha boca, com a falta de auto controle que eu tinha com meu corpo, perto dela. 

Arranquei seu lençol e a levei para debaixo do chuveiro. 

— Deixa que eu te dou banho. — Os lábios da Mirela sugaram o meu e o resto todo mundo já sabe. 

 

P.O.V. Mirela

— Est calme, tá legal, eles vão te adorar. — Estávamos no elevador do meu prédio. Eu sorri confiante para o Castiel, enquanto segurava sua mão que estava suando. 

Havia ligado para minha mãe, avisando que levaria o Castiel comigo para que enfim ela pudesse conhecê-lo. Mas antes de chegar aqui, passei na casa do Alexy para pegar minha bolsa que tinha deixado para trás, no bar, ontem. Esperei que assim o Castiel parasse de parecer que estava indo para a forca, mas obviamente não tinha funcionado. 

— Como vou falar com eles se pouco sei de portugais, Mirela? — Seus resmungos já estavam mesmo me irritando. 

— Meu pai é francês, ele fala francês. Acho que já disse isso, mon amour. E minha mãe arranha alguma coisa também, então relaxa caramba. — As portas do elevador se abriram e eu soltei a mão do Castiel para buscar minhas chaves dentro da bolsa. 

— Relaxar? Como explicar para o seu pai que você está comigo e com a mesma roupa de ontem? — Ele me lançou um sorriso sacana e sim. Eu já havia pensado nisso. 

Na verdade, eu nem sabia ao certo se meus pais gostariam do Castiel, devido a toda aquela história com o Kentin. Minha mãe talvez fosse a que iria ceder mais rapidamente, no entanto meu pai tem sempre essa coisa de querer ser o protetor, o homem da casa e essa palhaçada sem fim. Chegar em casa, com a roupa da noite passada, com certeza não era um ponto a favor do meu companheiro, mas era o que tínhamos para hoje. 

— Simplesmente não vamos dizer rien, não é como se eles não soubesse o que a gente faz, chérie

Abri a porta e ele se calou na mesma hora, posicionando sua mão na base de minha coluna, entrando em minha casa, logo atrás de mim. Pelo som da televisão, identifiquei que meu pai estava sentado na sala, assistindo a um programa de esporte qualquer. Deixei as chaves em cima da mesa que ficava ao lado da porta. 

— Mãe, pai. — Chamei, segurando a mão do Castiel e puxando-o junto comigo, enquanto seguia o cheiro da comida da minha mãe. 

Antes que eu pudesse chegar até a cozinha, minha mãe apareceu, sorrindo, com um pano de prato pendurado nos ombros. 

— Oi filha. — Ela veio me abraçar. E com certeza estava olhando para o Castiel por cima dos meus ombros. 

— Você, salut. — Minha mãe falou e estendeu a mão para ele, ao passo que meu pai surgiu no local, me lançando um olhar de cima a baixo, como quem constata o obvio, que eu havia dormido com o ruivo que estava ao meu lado. 

— Pai, mãe... esse é o Castiel. 

— Oi, senhores. — Ele falou com seu português e sotaque que eram uma gracinha, eu o fitei e lhe lancei um sorriso. 

— Oi, rapaz. — Meu pai foi curto, tentando impor algum tipo de respeito naquele lugar, olhando o Castiel por cima de seus óculos. — Então esse é o célèbre Castiel? 

— Oui. Bom, vou deixar vocês conversarem um pouco, tudo bem? — Olhei para o Castiel que arregalou levemente seus olhos em minha direção, como quem clamava com desespero para que eu não fizesse aquilo e eu ri. O que de tão ruim poderia acontecer? Se eu ficasse ali com aquela roupa é que a coisa não iria caminhar para um lugar muito bom. — Vou me trocar e já volto, chérie. — Selei meus lábios levemente aos dele e saí. 

Depois que fechei a porta do meu quarto não pude ouvir mais nada. Procurei alguma coisa em meu guarda-roupa que fosse apropriada para o momento e pela primeira vez me senti nervosa com aquela situação. Quando eu havia dito que queria que ele viesse aqui e vi em seus olhos toda aquela recusa, confesso que me senti frustrada, pois ficara nítido para mim que ele não queria nada comigo. Que quando ele fosse embora, as coisas acabariam. No entanto vê-lo voltar atrás,  voltar a si, vamos dizer assim, eu me animei. Tinha uma luz no fim do túnel, certo? Ele gostava de mim no fim das contas, ele me queria por perto, queria que meus pais o conhecesse, queria fazer parte da minha vida. Não que ele vir da França para cá não tenha significado algo, sim, significou muitíssimo, mas saber que estávamos evoluindo ainda mais, me alegrava. 

Vesti uma saia longa florida, com uma regata branca e voltei para a sala. A cena não poderia ter me surpreendido mais. Minha mãe havia voltado para a cozinha a fim de terminar o almoço e meu pai e o Castiel estava juntos, sentados na sala, cada qual com uma taça de vinho, assistindo a um programa que falava sobre a Champions League. A julgar pela conversa, vi que descobriram torcer para o mesmo time, Paris Saint-Germain, isso para o meu pai, claro, depois do seu sofrido Vasco da Gama. Sorri com a coisa toda, quando Castiel me notou no canto da sala, acenou para mim com a taça e meu pai deu de ombros, como quem diz "dá para o gasto".  

Saí deixando os dois e fui em direção à cozinha, feliz por estarem se dando bem. Minha mãe cozinhava uma feijoada, porque disse que o Castiel deveria experimentar o Brasil em sua essência. 

— Sabe? Até que ele não é tão mal. — Ela falou falseando a voz e eu ri. 

— Mãe. — Dei um tapinha de leve em seu braço. 

—  Mentira, ele é bonitão, querida e parece ser um bom rapaz também. 

— Fico feliz que tenham gostado dele. 

— Seu pai achou um coitado para falar todas aquelas baboseiras sobre futebol. — Eu ri. 

— Mas pela cara do Castiel, ele parece estar gostando. — Minha mãe deu ombros. 

— Venha me ajudar, corte aquela couve para mim, já está lavanda.  

— Tudo bem. — Lavei minhas mãos, sentei na bancada da cozinha e fui cortar a tal da couve. 

O almoço seguiu na mais perfeita ordem. Meu pai realmente estava empolgado com o Castiel e todo aquele papo de futebol, ainda mais porque tinham afinidade pelo mesmo time. Eu e minha mãe tivemos de nos intrometer inclusive, para que eles não ficassem apenas divagando sobre isso. 

Nunca pensei que seria tão tranquilo, achei que haveria um certo atrito inicialmente, sabe? Depois de tudo o que eu tinha feito para o amiguinho da família e o fato do Castiel representar a traição, no fim das contas. Só que não. As coisas não poderiam estar mais certas. 

Obviamente as perguntas sobre "quais suas intenções com minha filha?" Foram pronunciadas, no entanto eu fiz o favor de cortar, na hora. Porque nem sabíamos o que tínhamos, como  eles queriam saber algo sobre intenções? Preferi não deixar o Castiel em maus lençóis e ele me pareceu agradecido por isso. 

Quando já estava quase escurecendo, ele decidiu que iria embora, com a promessa ao meu pai de que voltaria. Desci até o térreo com o Castiel e estávamos na calçada em frente ao prédio nos despedindo. A noite estava fresca, a brisa que vinha da praia era sempre maravilhosa. Pessoas caminhavam do outro lado da rua, no calçadão, e nós nos fitávamos, como se tivéssemos descoberto algo novo entre os dois. Mesmo que eu não saiba exatamente o que seja. 

— Bem que você poderia ir para o hostel comigo. — Castiel envolvia minha cintura em suas mãos, enquanto eu descansava meus braços em seus ombros. 

— Acho que já demos bastante material para os meus pais imaginarem por hoje, não acha? — Eu ri. Já bastou meus pais entenderem de fato que dormimos juntos na noite passada, não precisavam imaginar a cena na noite seguinte também. Castiel bufou de forma divertida. 

— Tudo bem vai... — Ele riu. — Falando nos seus pais, até que non foi muito ruim. Conquistei o sogrão. — Ele ainda ria e eu sentia meu coração bater como um louco dentro do peito. Sogrão? Por que? Tínhamos algo? 

— Sogrão? — Perguntei apreensiva e esperançosa ao mesmo tempo, mordendo o lábio inferior, ansiosa pela resposta certa. 

— Ué, não é isso que o pai da minha petite amie é meu? Meu sogro? — Ai meu Deus. Sério? Namorada? Sabe quanto tempo esperei para ser a namorada.  

— Você acaba com meu coração, sério. — O puxei mais para perto, tapando seu sorriso com meu mais empolgado beijo. Seus braços deram voltas em minha cintura, trazendo meu corpo para tão próximo quanto possível dele. — Adoro essa coisa de ser sua namorada. — Sorri, puxando seu lábio inferior com os dentes. 

— Adoro ser seu namorado. —  Estávamos entretidos, apreciando um ao outro, quando uma vozinha mansa cortou o clima. 

— Mirela... — Eu e o Castiel nos viramos ao mesmo tempo para ver e era Ester, parada a alguns metros de nós. 

— Ester... — Falei com um pequeno sorriso, abraçando Castiel com apenas um braço, para poder me virar em sua direção. 

— Castiel. — Ela acenou e ele fez o mesmo de volta. — Podemos conversar, Mi? 

— Ah, claro. — Eu sabia que ela iria querer conversar sobre o fato dela estar de quatro pelo Kentin. Mas não era algo que eu ligasse muito, na verdade. — Chérie, vou falar com a Ester, depois a gente se vê, certo? Ligo para você ainda hoje. — Falei, me virando para o Castiel. 

— Tudo bem. Vou esperar sua ligação. — Ele selou nossos lábios rapidamente, se despediu da Ester e saiu. 

—  Vamos subir? — Tentei ser o mais simpática possível para que Ester visse que não tinha nada de errado na situação. Ela assentiu e nós fomos em direção ao interior do prédio. 

 

Glossário:


Si belle - tão linda
Parlez bientôt - Fala logo
Je veux aller - Eu quero ir
Est calme - Fica calmo
Portugais - Português
Célèbre - Famoso
 


Notas Finais


Até que passar pelos pais foi molezinha né? haha Beijos e me contem o que acharam do capítulo ;*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...