História 6Some - Capítulo 31


Escrita por: ~ e ~KawaiiPrincess1

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 6some, Hopekook, Jikook, Jinhope, Jinkook, Jinmin, Namjin, Sugamon, Surubangtan, Taegi, Taejin, Taeyoonseok, Vhope, Vkook, Vkookmin, Vmon, Yoonjin, Yoonkook, Yoonmin, Yoonseok
Visualizações 72
Palavras 993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLOU!
Primeiramente, o capítulo foi escrito pela Kawaii kznsjsns
Eu só arrumei algumas coisinhas sz
Segundo, desculpe pela demora!

Capítulo 31 - Thirty-one Light Sea Green


Fanfic / Fanfiction 6Some - Capítulo 31 - Thirty-one Light Sea Green

Já faz algum tempo que estou aqui nessa maldita delegacia. Estou em um tipo de cela que é usada apenas para os "indivíduos" esperarem antes de ir para a prisão. Mas a culpa foi minha de ter bancado o bonzinho,  podia ter ido com os meninos, mas não, decidi fazer papel de bom moço e agora estou aqui nessa merda.

  O pior desse lugar é o policial, hoje era o dia dele de ficar aqui e de tantos policiais é justo ele que vem infernizar minha vida, desde quando eu me entreguei esse desgraçado me provoca como pode e eu tenho que me segurar pra não acabar fazendo algo que me deixe aqui por mais uns dias.

  Deitado na cama, numa cela separada exclusivamente pra mim, eu  brincava com uma bolinha a jogando até o teto, estou entediado e quero muito sair daqui.

  Começo a encarar o policial que estava sentado em sua mesa e de repente uma idéia surgiu em minha mente. Uma ideia suja suja, mas que tinha grandes chances de dar certo.

 Comecei a pensar em alguma forma de chamar sua atenção, optei por dançar. Sim dançar, eu sabia fazer aquilo.

 Me levantei de minha cama e comecei a cantarolar uma música qualquer e logo comecei a dançar, meus movimentos eram algo como sexy mas não vulgar, eu não queria ter que apelar pra esse ponto.

  Quando eu terminei minha dança eu percebi que o homem estava me olhando enquanto eu dançava, deu certo.

  O policial se levantou com um sorrisinho malicioso,- eu já havia me acostumado com aquilo já que o mesmo só sabia fazer aquilo desde quando cheguei aqui-  veio até a grade que nos separava e passou a me olhar como se eu fosse um pedaço de carne.

— Bom dia, princesa— Ele sorriu largo e continuou a me olhar. –

—Bom dia—Falei com uma voz manhosa e caminhei lentamente até a grade—Tudo bem? –

Peguei o pirulito que estava em sua boca e coloquei o mesmo em minha boca, sorrindo vitorioso ao notar sua reações devido ao barulhinho que estava fazendo com aquilo.

—Tá tudo bem sim, eu acho. — Seu tom de voz estava o entregando, ele estava completamente sem jeito diante de meus atos. –

—Não acho... Você parece meio tenso, sabe?— passei meus braços pelas grades e comecei a massagear seus ombros— Tem algo que eu possa fazer por você? –

 Fiquei ali massageando-o por uns minutos, aguardando sua resposta com um sorriso travesso. O policial soltou um gemido de frustração e tirou minhas mãos dali. E então sem mais delongas ele me empurrou e abriu a porta, entrando na cela. Só tinha nós dois ali e isso facilitava meu plano.

—Tem. Venha aqui— disse abrindo os botões de sua calça e se sentando em minha cama. — Vem aqui princesa. – Ele me chama com o dedo indicador enquanto abaixa sua cueca com a outra mão. –

—E o que é que eu posso fazer?
Tirei o pirulito lentamente de minha boca enquanto o encarava. Ele  mordia seu lábio inferior na tentativa de conter alguns gemidos, já que o mesmo havia começado a se masturbar.

Me abaixei em sua frente e peguei seu membro com uma mão, enquanto com a outra eu puxava os fios de sua nuca, deixando-me com uma visão maravilhosa. Deixei uma leve mordida em seu pescoço e me aproximei de seu ouvido.

—Era isso que eu tinha que fazer? — Ele assentiu. —E se eu decidisse fazer outra coisa?–Seu semblante passou de algo como prazeroso para confuso. Sorri e voltei a minha posição inicial, colocando seu membro em minha boca. –

Deixo uns beijos em sua glande e começo a chupar o resto, parando para vê-lo ou outra para dar beijos e lambidas em sua glande. Tento colocar seu membro todo em minha boca e começo a olhar para o policial, me deixando mais uma vez com uma visão maravilhosa, já que o mesmo estava apenas com uma blusa clara de manga longa, seu rosto estava começando a escorrer algumas gotas de suor fazendo com que seus cabelos se grudem na testa, seus olhos fechados e sua boca entreaberta, enquanto gemia meu nome.

Ele levou sua destra para meus cabelos e os puxou, fazendo com que ele dominasse meus movimentos. Ele estava indo rápido e eu quase engasgava com seu membro grosso batendo em minha garganta, mas fui me acostumando.

—Jin...–

—O que foi? – Tiro seu membro de minha boca e continuo a masturba-lo. –

—N-não pare. –

—Okay. _

Lembro do meu plano inicial e mesmo sem querer sorrio com malícia, querendo ou não aquele policial era um gostoso.
O deito na cama e fico por cima dele, sentado justamente em cima de seu membro ereto. Começo a rebolar, sentindo certo incômodo por eu ainda estar vestido. Me levanto, tiro minhas roupas e volto para seu colo, iniciando um beijo quente onde nossas línguas pareciam dançar harmoniosamente, encaixo seu membro em minha entrada e sinto suas mãos puxando minha cintura pra baixo, assim sentindo-o entrar em mim.

(...)

Ficamos bem cansados depois da quinta"rodada", neste exato momento é apenas oito da manhã, eu estou jogado em minha cama com um policial pelado dormindo ao meu lado. E como brinde, as chaves da porta estavam jogadas no chão, eu já havia me arrumado e estava pronto para a segunda parte do plano que era sair dessa merda
Posso dizer que de certa forma eu me aproveitei da situação, mas isso a gente releva.

Abro a porta lentamente e saio,trancando a porta com ele lá dentro e jogando a chave na lixeira. Pego meus pertences que estavam em cima da mesa e saio da delegacia, chamando um táxi e dando o endereço da casa dos meninos.

 Ao chegar lá, pago o motorista e desço do carro, a porta estava aberta então eu entrei, encontrando todos na sala, encarei cada um deles e logo um sorriso ladino brotou em meus lábios. Era como se eu tivesse ficado longe deles durante um ano ou até mais.

—Sentiram a minha falta? –



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