História 7 sentidos - Capítulo 36


Escrita por: ~

Exibições 3
Palavras 1.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi gente!!
Voltei e espere que gostem desse cap!!
Vou admitir que chorei fazendo-o e espero que chorei tambem rs. Brincs, só espero que sintam tanto quanto eu senti.
Um beijao e boa leitura!

Capítulo 36 - Could've had it all


Fanfic / Fanfiction 7 sentidos - Capítulo 36 - Could've had it all

CAP 37

Prov Liz

  Ultimamente eu só conseguia pensar em como eu era idiota e fraca quando o assunto se tratava do Justin. Eu tinha traído dois homens que eu gostava por causa dele, eu não aguentava mais. Aquela vez tinha sido a ultima.

  Ao sair da escola, decidi passar na lanchonete e comprar um sorvete, era um dia infernal de quente. Depois de comprar meu sorvete, sentei em uma das mesas que havia do lado de fora do estabelecimento e depois de alguns minutos vi o carro de Ian passar pela rua.

  Impulsivamente dei um sorriso e levantei correndo em direção ao carro. Corri umas duas quadras tentando alcança-lo até que ele parou em frente a uma linda casa. Parei de correr e esperei Ian sair do carro, porem avistei uma menina no máximo 17 anos, cabelos ruivos, pele branca e linda por sinal, entrando nele.

  No inicio eu não entendi, mas logo depois liguei os pontos. Ele provavelmente estaria saindo com aquela moça, tendo algo ou sei lá. Fiquei triste sim, não vou negar. Ao ver o carro dele se distanciando com outra mulher dentro, uma lagrima escorreu pelo meu rosto, abaixei a cabeça, dei meia volta e fui embora.

  Cheguei à casa de Zac e fiz minhas malas, queria voltar pra casa e pensar sobre minha vida, estava sendo uma época puxada pra mim. Antes de ir, deixei um bilhete pra Zac dizendo que estaria na casa da minha avó se ele precisasse de algo.

  Cheguei em casa e minha avó estava no sofá, quando me viu abriu um sorriso e abriu os braços. Eu ainda estava me acostumando com a ideia dela ser tão carinhosa comigo.

   Depois de comer um bolo de chocolate, subi pro meu quarto e deitei na minha cama, peguei meu celular e fui direto para minha conversa com o Ian. Eu não tinha digerido aquela moça no carro dele, nunca mais nos falamos, será que ele já tinha me esquecido? Ele tinha parado de me amar? Eu só queria estar do lado dele naquele momento, mas eu não entendia, porque eu estava com o Zac e eu o amava, eu o amava né?

Prov Justin

  Meu plano estava cada vez mais chegando ao ponto de dar certo, Liz tinha saído de casa e Zac agora estava sozinho, eu poderia atacar a qualquer momento.

  Fui visita-lo e ele parecia estar cansado. Fez alguma coisa pra gente comer e ficamos a tarde conversando, jogando vídeo game e bebendo. Eu estava me apegando a ele porque ele tinha sido em toda minha vida meu único amigo, e isso era mais um motivo para eu querer mata-lo logo, não posso me apegar à vítima, não quero sofrer igual sofri com a morte da Miranda...

  Passei uma semana na casa de Zac, era a semana de folga dele. Saímos, fomos ao parque, shopping, tomamos um café na melhor confeitaria de Manhattan, ajudei eles com as contas da casa e até dei um pouco de dinheiro.

   Decidi convida-lo para viajar pro Caribe e ele aceitou. Arrumamos nossas malas e passaportes, estava tudo pronto. No dia da viagem, Liz foi à casa dele para se despedir, linda como sempre.

   Tinha tudo para ser uma viagem maravilhosa.

Prov Zac

  Depois que Liz tinha voltado pra sua casa eu estava bem sozinho e bem na merda. Mas graças ao Justin não fiquei sozinho por muito tempo, ele decidiu passar uma semana la em casa.

  Me divertir bastante com ele, saímos para vários lugares e eu ate por um momento esqueci dos meus problemas e as feridas não doíam tanto.

  Como costume, todas as noites ligava pra Liz, já que agora a gente não estava se vendo tanto. Conversávamos por trinta minutos uma hora e quando eu desligava, já sentia saudades.

  Em uma tarde de domingo, depois de almoçar a pizza do dia anterior, Justin me ofereceu uma proposta: viajar com ele para o Caribe. Pensei e repensei varias vezes e porque não? Aceitei.

  Passei uma mensagem pra Liz dizendo que íamos viajar já no dia seguinte, e no dia seguinte lá estava ela, bem cedo.

  Comprei flores e chocolate, também escrevi um mini livrinho para que ela lesse sempre que ficasse com saudade. Parecia que eu ia passar um ano no Caribe, mas eram só 15 dias.

  Ela como sempre, chorou ao se despedir e me deu uma de suas pulseiras coloridas. E depois transamos antes que eu fosse para o aeroporto.

  Eu não estava acreditando ate entrar no avião, eu nunca tinha saído de Manhattan, era tudo novo pra mim. Eu estava adorando essa ideia de viajar pro Caribe e claro que seria muito bom pra mim depois de tudo que eu passei.

Prov Liz

  Depois de me despedir do Zac, fui andando pra casa e passei pela rua da casa do Ian. Ao passar pela porta, parei em frente e fiquei olhando e lembrando de tudo que eu já tinha vivido ali dentro e por um momento uma lagrima caiu.

  Dei as costas e fui caminhando ate que escuto uma voz me chamar, e eu conhecia aquela voz.

-Liz... – Viro rapidamente e vejo Ian, parado na porta, com os cabelos bagunçados e um sorriso tímido.

-Ian... – Eu digo com tentando disfarçar minha cara de choro.

-Quer entrar?

-Aham. – Ele fez gesto para dentro da casa, passo por ele e dou um beijo na bochecha dele, ele sorrir.

  Entro e está tudo do mesmo jeitinho. O mesmo cheiro, a mesma desorganização, exatamente igual. Sento no sofá e ele me oferece uma lista de coisas, mas digo que estou bem, logo depois ele senta do meu lado.

-Tá tudo bem com você?

-Tá sim, e com você?

-Tô bem...

-Era de se esperar... – Eu falo cruzando as pernas.

-Como assim?

-Uê, namorada nova né.

-Que? Tá louca Liz? – Ele diz com um sorriso no rosto.

-E aquela moça entrando no seu carro?

-Ah, a Georgia...

-Hum... O nome da princesa é Georgia...

-Para com isso... Eu tentei com ela sim, mas não fluiu sabe? – Eu olhei dentro de seus olhos e por um momento meu coração ardeu e eu queria sair pulando pela sala.

-Não fluiu por quê?

-Porque ela não era você. – E o silencio correu por toda a casa. Ele olhava para o chão e eu o encarava sem saber o que dizer. Coloquei uma mecha do meu cabelo para trás do meu cabelo e senti minha bochecha queimar.  

-Seu silencio é ensurdecedor. – Ele diz me encarando aqueles olhos maravilhosos. – Tudo bem, eu entendi. Você tá com o Zac agora e eu respeito, foi mal... – Ele levantou, pegou uma garrafa de vinho e bebeu no gargalo mesmo e foi para o escritório. Levantei e fui para o escritório, eu sabia que só podia entrar lá se ele convidasse, mas entrei mesmo assim.

-Ian.

-Você sabe que só pode entrar se eu... – E antes que ele terminasse a frase eu disse:

-Para Ian! Para com isso...

-Para você Liz! Porque você parou em frente a minha casa? Porque você sempre tá em todos os lugares, porque eu procuro você em todas as mulheres que eu beijo?  Porque você não vai pra seu mundinho com o Zac e some? Qual é o prazer de entrar na minha casa SEMPRE e não dizer nada?

-Ian...

-Não, não fala nada. Vai embora. – E no meio daquelas palavras sinto meu coração quebrando em milhares de pedacinhos e antes que eu pudesse segurar, lagrimas escorriam em meu rosto.

-Que??? Você quer que eu vá embora?

-Você o escolheu não foi? Foi você que foi embora sem nem me dar uma explicação. Um dia eu vou superar você Liz e quando isso acontecer pode ter certeza que vai doer sim, mas não vai doer mais do que dói não te ter e não entender porque você foi. – Ele diz em meio a lagrimas e goles de vinho e eu choro sem conseguir me controlar.

-Ian... – Eu digo pausadamente quase sem forças. – Se eu for embora, eu nunca mais vou olhar na sua cara. É isso que você quer? – Ele olha pra mim, coloca a garrafa de vinho na mesa e respira fundo em meio a lagrimas.

-É isso que eu quero.  – Todos meus sentidos paralisam naquele momento, eu não conseguia acreditar. Eu saio correndo aos prantos e o único som naquela casa eram os meus soluços.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...