História 7 sentidos - Capítulo 37


Escrita por: ~

Exibições 8
Palavras 1.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi gente!!
Me empolguei e to postando outro cap no mesmo dia!
Se preparem que essa ta pesadissimo hein....
Preparem os lenços.
Espero que gostem!!
Beijao e boa leitura!

Capítulo 37 - E agora?


Fanfic / Fanfiction 7 sentidos - Capítulo 37 - E agora?

Prov Liz

  Depois de escutar aquelas palavras da boca do Ian eu me sentia a pior pessoa do mundo. Cheguei em casa com a vontade de sair nunca mais.

  Minha avó claro que percebeu que eu estava mal, bateu na minha porta varias vezes, mas eu não queria escutar nem ver ninguém. Passei a noite chorando, e acredito que tenha sido por isso que minha avó não tenha conseguido dormir.

  No dia seguinte, tomei uma chuveirada, vesti qualquer coisa e continuei deitada na cama, meus planos eram ficar ali pra sempre. Peguei o livrinho que o Zac tinha feito porem não conseguir ler nem a primeira pagina. Eu estava nervosa, muito triste e acabada.

  Depois de ficar dois dias no quarto, sem comer e sem dormir, minha avó conseguiu me tirar de lá. Fez um almoço pra mim e me acalmou depois de eu ter contado tudo.

   Comecei a receber cartas estranhas, mensagens enigmáticas e anônimas. Eram escritas com letras recortadas de jornais e revistas, acredito eu que para não ser identificado.

  Eram mensagens que me faziam entender que era como um “preparo” de algo muito ruim que aconteceria. Eu achei estranho porem achei que alguém estivesse brincando comigo.

  Depois do que aconteceu comigo e com o Ian, eu mudei bastante. Mudei meus hábitos e meu interior. Não passava mais pela rua do Ian, estava mais calada e mais focada nos estudos. Comecei a ler vários livros e voltei a escrever.

  Na escola e na rua eu sorria para as pessoas, mas por dentro eu me sentia a pior pessoa do mundo. Eu amava muito o Ian, chegava a ser surreal, mas ele desistiu de mim, de nós. Não estou dizendo que foi errado da parte dele, até porque vacilei muitas vezes com ele, eu até entendo. Mas eu realmente não esperava.

  E pra completar, fuçando meu celular, achei centenas de fotos nossas e que eu tinha tirado dele. Li nossas mensagens antigas e meu coração nunca doeu tanto. Sentei na minha cama e chorei, apenas chorei passando as fotos e vendo as mensagens. Eu não tinha coragem de apagar.

  Acordei de madrugada e tinha uma mensagem de Zac com uma foto anexada.

“Só falta você aqui nesse paraíso!

É tão lindo amor...

Estou com saudades demais.

Te amo.

Seu Zac”

  Por um momento sorri com aquela mensagem. E sim, queria estar lá com ele. Eu queria ama-lo como ele merece, queria faze-lo feliz, mas eu não era a pessoa pra ele e ele não merecia ficar em um relaciomento que não é reciproco. Eu tinha que falar com ele, abrir o jogo.

 Eu andava passando muito mal ultimamente, dor de cabeça, enjoo, tontura... Até que na hora da janta, vomito no prato antes que eu pudesse comer.

-Liz minha filha, você tá bem? – Minha avó falou preocupada levantando e limpando minha boca com um guardanapo.

-Na verdade não... Tô assim a cinco dias já. – Eu disse prendendo o cabelo.

-Liz... Você tinha que ter me contado!

-Eu sei vó, mas pensei que fosse enxaqueca, sei lá...

-Vamos ao médico agora.

-Não é pra tanto.

-É sim e vamos agora mesmo.

  Fomos para o hospital e depois de um tempo de espera, fui atendida.

-Eai doutor, o que ela tem? – Minha avó perguntou nervosa.

-Senhorita Liz, parabéns. A senhorita vai ser mamãe! – Engulo seco e simplesmente fico sem acreditar.

-QUE? – Minha avó grita.

-Calma vó.

-Gravida de que menina?

-Do Zac...

-Fala pra esse menino voltar de viagem agora, vocês vão casar!

-Vó, deixa ele curtir a viagem e depois a gente pensa nisso.

  Fomos pra casa e eu não conseguia acreditar. Eu tinha 17 anos e estava esperando um filho do Zac. Era pra ser um motivo de felicidade, não que eu não estivesse feliz, mas eu planejei tanto esse momento e não saiu nada do jeito que eu esperava.

  Depois de 12 dias com o Zac no Caribe, cada vez eu ficava mais ansiosa e nervosa. Eu sabia que ele ficaria super feliz e faria de tudo pra ser um ótimo pai.

  Não pretendia contar pra ninguém agora, só depois que a gente se casasse. Tudo no seu tempo.

  Acordei, tomei uma ducha e desci enrolada numa toalha. Comi um cereal e depois coloquei uma roupa. A campainha toca e eu desço correndo já que minha avó costumava ir a feira aos sábados, talvez fosse ela precisa de ajuda com as coisas.

  Ao abrir a porta, vejo um homem alto, de terno, com a cara fechada e uma prancheta na mão.

-Bom dia, senhorita... Liz. – Ele checou meu nome da prancheta.

-Bom dia... O que o senhor deseja?

-A senhorita tem que ser forte nesse momento.

-O que aconteceu moço?

-Naquele carro ali está o corpo do Senhor Zac Efron. Ele foi encontrado morto no Caribe. A senhora precisa assinar esse documento. – Meu corpo gela no mesmo momento e parecia que naquele momento o mundo tudo tinha parado.

-Como assim?

-Ele está morto Senhorita.

-NÃO, NÃO É O ZAC. VOCES DEVEM TER CONFUNDIDO, NÃO PODE SER O MEU ZAC.  – Eu disse gritando com a mão na cabeça.

-Senhorita se acalme.

-VOCE VEM NA MINHA CASA PRA DIZER QUE MEU NAMORADO ESTÁ MORTO E VOCE QUER QUE EU FIQUE CALMA? – As lagrimas desciam em meu rosto tão rápido quando as batidas do meu coração. Me ajoelho ali e choro, choro e choro. Eu não conseguia acreditar.

-Senhorita, desculpa ser indelicado, mas eu preciso que assine o documento...

-Me dá essa merda. – Eu digo puxando a prancheta da mão dele que depois de assinado pega de volta, abre a porta malas do carro e coloca o caixão de Zac no jardim.

  Eu ando divagar ate o caixão e me ajoelho diante dele. Coloco minha cabeça em cima do caixão e só consigo chorar desesperadamente.

-E O NOSSO FILHO ZAC? E EU ZAC? PORQUE VOCE ME DEIXOU AGORA? – Eu repetia a mesma coisa dezenas de vezes até que minha avó chega e se depara com aquela cena.

-Minha filha, de quem é esse caixão?

-Do Zac... – Eu digo entre os soluços.

-Meu Deus do céu Liz... – Ela chega perto de mim com a boca entreaberta, se ajoelha do meu lado e abre os braços para que eu chorasse ali, e foi aonde eu chorei por minutos e minutos seguidos.

  Colocamos o caixão nos fundos e ela a todo momento tentava me acalmar mas eu não conseguia acreditar naquilo que estava acontecendo, só podia ser um pesadelo.

Prov Justin

  Tudo ocorreu como o planejado, depois de enviar mais de dez cartinhas para Liz, matei o Zac friamente sufocado e mandei o corpo para Manhattan.

  No mesmo dia pego o primeiro voo para Manhattan também para não levantar suspeitas e vou pensando em alguma historia triste para contar.

  E depois que eu soube que o Ian tinha terminado definitivamente com a Liz, tudo seria mais fácil, ainda mais agora com Zac Efron morto.

  Chegando a Manhattan fui direto para a casa de Liz que estava em prantos, desesperada, nunca tinha a visto assim. Mas arrependimento? Em momento nenhum...

-VOCE TAVA COM ELE, POR QUE DEIXOU ISSO ACONTECER? AONDE VOCE TAVA? OU SERÁ QUE FOI VOCE?

-Eu era o melhor amigo dele Liz, acha que eu seria capaz? – Disse com uma voz de choro.

-VOCE É CAPAZ DE TUDO JUSTIN. VOCE MATOU UMA MULHER GRAVIDA.

-Eu não matei a Miranda, quantas vezes eu vou ter que dizer?

-VOCE PODE FALAR QUANTAS VEZES VOCE QUISER, MAS NENHUMA DESSAS VEZES VAI FAZER COM QUE EU ACREDITE.

- Eu saí pra comer alguma coisa e quando eu voltei Zac estava afogado na banheira. E infelizmente na pia tinha alguns remédios que acredito eu, tenham ajudado no processo.

-Que remédios eram esses?

-Calmantes... Ele andava muito nervoso, mas acho que passou dos limites. Eu tô mal tanto quando você.

-Duvido Justin... – Ela chorava sem parar, andava de um lado pro outro com a mão na cabeça.

  No dia do enterro, a mãe fujona estava lá, provavelmente arrependida de ter deixado o filho sozinho. Ela chorava desesperadamente com os joelhos na terra.

  Era um dia frio e nublado o que dava mais clima pra aquele enterro. Liz apareceu lá com um buquê de flores, luvas, sapatos e vestido preto. Estava com uma cara péssima, não tinha forças nem pra andar.

  Liz foi uma das primeiras a jogar as rosas, logo depois, o caixão foi ficando cada vez mais distante. Depois de ser todo coberto por terra, Liz se ajoelhou do lado da lápide e chorou silenciosamente e colocou o buquê logo ao lado.

  Não cumprimentou a mãe de Zac e claro que imagino o motivo.

  Ela foi a ultima a sair do cemitério e ali estava eu, esperando ela para dar aquele apoio. Ela não foi muito simpática, porem aceitou um abraço meu, mesmo tendo sido rápido.

  Agora era oficial, faltava pouco para que a Liz fosse minha. Sem nenhum concorrente... O próximo passo seria me aproximar dela e conquista-la, o que não seria difícil, já que ela é submissa a mim.



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