História 760 days in the hell. - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Exibições 6
Palavras 1.946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá galerinha que lê a minha fic, tudo bom com vocês? Espero que sim. Então como eu ganhei mais um seguidor, estou postando mais um capítulo e dessa vez é dedicado a ela. Espero que ela goste, e o próximo já tô escrevendo.
Capítulo dedicado a: @delesporte

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction 760 days in the hell. - Capítulo 5 - Capítulo 5

08.06.2014 - 23:43pm

Eu estava na casa do Romeo a tarde inteira e dormiria aqui porque ele não tinha ido pro quartel mas no dia seguinte ele teria que ir. Se tem uma coisa que o Romeo ama mais que tudo na vida é o celular dele e ele escondia a sete chaves de mim, eu não sabia o que ele tinha no celular e eu não podia fazer o mesmo com ele porque como ele diz "mulher dele tem que ser honesta e não pode esconder nada" ele sabia a senha do meu celular. Estávamos deitados na cama dele quando eu vi uma coisa que não me lembro agora o que era mais sei que no momento fiquei com raiva, mas ele não é bobo nem nada conseguiu contornar e o centro das atenções caiu pra mim. Ele conseguiu pegar meu telefone e eu não queria que ele visse, não tinha nada demais só que era falta de privacidade até porque ele não me deixava ver o dele porque eu teria que fazer o mesmo? Começamos a "brigar".

⁃ Me devolve meu celular! - disse autoritária mas sem gritar

⁃ Não vou te devolver até eu ver o que tem nele! Se você não tem nada pra esconder não tem porque não deixar eu ver! – disse como se estivesse certo

⁃ Nada disso, direitos iguais! Vai me deixar ver o seu? Não então me devolve o meu telefone - disse e tentei tomar da mão dele que fazia força

⁃ Já disse que não vou te devolver Yumi, para de ficar tentando pegar! – disse levantando o telefone, como ele era mais alto então ficou difícil para pegar

⁃ Me dá cara, você não tem o direito! - disse quase chorando

⁃ Você quer essa merda? Então toma, mas vai embora da minha casa agora! - disse rude e me empurrando porta a fora

⁃ Precisa disso? - olhei incrédula

⁃ Vai me deixar ver o telefone? - disse e pegou o telefone da minha mão e começou a mexer e ele viu uma conversa com uma amiga em que eu dizia que um garoto era bonito - mas quando eu disse isso ele tinha terminado comigo, tinha dito que precisávamos dar um tempo e no dia seguinte o status do seu whatsapp era "Índia ❤", se ele já tinha escolhido o caminho dele eu não iria chorar como faço todas as vezes - sai da minha casa agora! - ele gritava e me empurrava

⁃ O que você viu aí? - perguntei

⁃ Saí da minha casa, eu vou ver o teu telefone todo mas pelo que eu já vi aqui você é uma piranha Yumi - disse me empurrando pelo braço e fechou a porta logo atrás de mim.

Não tive escolha se não ir pra casa, cheguei em casa chorando e peguei o telefone do meu irmão e comecei a mandar mensagens pra ele, na verdade pro meu telefone mas ele mandou uma primeiro que já me destruiu.

“Cara, eu não quero olhar na sua cara, você é muito puta mesmo! Já estava marcando com outro cara”

“Eu não sou puta coisa nenhuma, se tem uma coisa que eu não sou é isso! Eu nem cheguei a conhecer esse menino, nós só conversávamos e isso só aconteceu porque você disse que precisávamos de um tempo e no dia seguinte tinha o nome de outra no seu status.”

“Foda-se não me interessa eu sou homem posso fazer o que quiser ao contrário de você, qual era a sua? Ficar quietinha dentro de casa sem fazer nada, você sabia que eu ia voltar pra você! Mas aí você caga no pau! PIRANHA”

 “Não fala desse jeito comigo, eu não sou piranha e muito menos tenho bola de cristal. Se você quisesse mesmo que eu não tivesse feito nada não teria terminado!”

“Chega, não quero mais saber de nada, estou com nojo de você! Não quero olhar na sua cara, some da minha vida! E amanhã você vem aqui em casa pegar a porra desse celular. Tudo que eu não queria era pegar nojo de você, mas agora não quero olhar na tua cara”

“Não fala isso por favor, eu te amo” – escrevi com as lágrimas rolando

“Ama porra nenhuma, você é uma piranha! Já viu piranha amar alguém?”

“Amo sim, não duvide disso”

“Não quero mais ouvir nada que venha de você, e se continuar falando não vou te responder! Valeu, fui! Fica com teus machos aí!”

Eu ainda mandei mais algumas mensagens mas sem efeito pois ele não respondeu, eu passei o resto da madrugada chorando. Aquelas palavras me feriram profundamente. Na manhã seguinte meu irmão veio me chamar pra conversar

⁃ Yumi, eu vi a sua conversa com o Romeo e cara você se humilhou demais, para com isso. Eu te disse como ele é, eu conheço ele e não é de hoje.

⁃ Eu sei, não vou fazer mais isso. O que tínhamos acabou!

⁃ Espero mesmo, se valoriza cara! Só isso que eu te peço.

Terminei a conversa com meu irmão e desci para fazer a minha higiene e meu pai me viu com os olhos inchados - consequência da madrugada chorando - e perguntou o que tinha sido, eu expliquei que tinha brigado com o Romeo e disse que não queria falar sobre aquele assunto com mais ninguém porque aquilo havia morrido. Então esperei mais um tempo e fui até a casa da Diane pegar meu celular, ela estava embaixo costurando então fui até ela.

⁃ Diane, o Romeo deixou meu celular com você? - perguntei

⁃ Sim Yumi, vou buscar! Mas o que houve? - perguntou receosa

⁃ Ah, ele viu uma conversa minha com a Li e começou a me xingar de piranha e tudo quanto foi nome - nessa hora comecei a chorar só de lembrar tudo que ele falou

⁃ Me desculpa pelo comportamento do meu filho, eu não o eduquei assim. Mas sabe como ele é explosivo quando está com raiva – disse tentando me acalmar

⁃ Tudo bem Diane, eu sei que a culpa não é sua! Ninguém pode prever o caminho que os filhos seguirão. Só pega meu celular por favor! – disse querendo voltar pra casa

⁃ Já venho, espera aí - disse e subiu as escadas, em alguns minutos ela veio com meu telefone nas mãos - Espero que fique tudo bem entre vocês - disse sorrindo

⁃ Acho que agora acabou pra sempre! - disse secando as lágrimas e segui pra minha casa

...

Haviam se passado dois dias em que eu não falava com o Romeo e àquela altura também não tinha vontade, estava chateada mas o amor que sentia por ele ainda estava presente em cada célula do meu corpo. E isso com certeza demoraria pra ir embora. Era noite e estava no banheiro me preparando pra tomar banho, ouvindo minhas músicas que gosto tanto de escutar quando de repente a música para de ser reproduzida e entra o toque do telefone e no visor aparecia "Romeo", gelei. O que ele queria comigo depois de tudo que tinha me dito? Demorei alguns segundos pra atender tentando raciocinar se deveria ou não fazer isso. Então eu atendi a ligação.

⁃ Alô? - disse com a voz meia estremecida

⁃ Eu nem deveria ter ligar, mas você é demais garota que até bolado contigo eu sinto sua falta - disse e eu não tive como conter o riso que saiu espontâneo depois de ouvir tais palavras

⁃ Hã? Tá falando sério? É o mesmo Romeo que há dois dias atrás me xingou das piores coisas possíveis? - disse não acreditando que aquilo podia estar acontecendo e ser verdade

⁃ Sim, sou eu! Quero conversar com você! Pode vir aqui em casa? – disse esperançoso

⁃ Ah, acho que sim - disse sabendo que aquilo só podia ser pegadinha

⁃ Daqui a pouco vem aqui, estou te esperando no meu quarto! - disse e desligou

Terminei meu banho, me arrumei e fui em direção a casa dele, cheguei lá e entrei no quarto dele que ficava perto da porta.

⁃ O que você quer falar comigo? - perguntei direta

⁃ Vem cá, senta aqui na cama - disse e bateu na mesma, sentei meia desconfiada mas sentei

⁃ Fala logo Romeo, tenho que ir embora - disse ríspida

⁃ Calma, você não vai embora hoje! Vai dormir comigo - disse com um sorriso sacana

⁃ Duvido, fala logo! - disse sem paciência

⁃ Já vou te falar - disse e beijou meu pescoço, me esquivei

⁃ Você não vai falar nada né?! Foi só um pretexto pra eu vir aqui e como boba cai! Tô indo embora - disse me encaminhando em direção a porta mas ele segurou meu braço

⁃ Espera, não está com saudade do seu amor? - disse e pegou a minha mão e encostou no seu membro já duro, saudade eu estava e muito mas não ia dar esse gostinho pra ele, quando estávamos de bem transávamos quase todos os dias.

⁃ Não, agora ele é meu amor? Engraçado que o dono dele disse que tinha nojo de mim e agora estou encostando nele - disse sarcática

⁃ Já passou, esquece isso! Foi um momento de raiva - disse e pegou na minha mão de novo

⁃ Quem bate esquece, quem apanha sempre vai lembrar e tudo que me disse vai demorar um bom tempo pra passar, isso se passar algum dia. - disse, incrível como ele não pede desculpas

⁃ Esquece, vem aqui! - disse me puxando pra si e me beijando, me agarrou e passou as mãos em meu corpo apertando a minha bunda com força, soltei um gemidinho entre o beijo - Sabia que estava com saudades tanto quanto eu - e continuou, só que dessa vez passou a acariciar a minha intimidade por cima da calcinha. Ficou atrás de mim e ainda acariciando a minha intimidade só que dessa vez ele beijava meu pescoço, com as mãos ele abaixou o meu short e de quebra a minha calcinha, me levou até a cama e me colocou de quatro, deu algumas mordidas na minha bunda antes de penetrar. Ele penetrou tão forte que senti meu útero latejar, quase gritei! Começou a estocar com rapidez e com  a mesma velocidade em que ele fazia isso mordia meu pescoço. Trocamos a posição e coloquei ele sentado no sofá que tinha no quarto dele, subi em cima dele e comecei a rebolar, rebolei bastante e ele já estava ficando louco, intercalei com algumas quicadas - só que não podia fazer barulhos audíveis pois o quarto da irmã mais nova dele era do lado e a mãe dele dormia junto - continuamos por mais alguns minutos assim e ele me colocou deitada na cama e me chupou como nunca tinha chupado em todo nosso "relacionamento", eu já estava muito molhada e com muito tesão ⁃ Enfia por favor, eu estou com muito tesão preciso gozar! - disse quase sem voz ele assentiu e assim fez, mais algumas estocadas fortes e gozamos, mais gozamos juntos parece que foi sincronizado! Essa foi uma das melhores transas que tive com ele. Fui ao banheiro me limpar, me vesti, me despedi dele e fui pra casa. Já estava muito tarde, e eu torcendo pra que meu pai não me acordasse e me perguntasse onde eu estava, mas hoje não era meu dia de sorte! Ele já imaginava onde eu estava, mas queria ter certeza pra brigar comigo, não respondi! Fingi que não escutei e fui dormir. A noite tinha sido muito boa pra terminar em discussão com o meu pai. Agora dormiria igual um anjinho!


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Talvez amanhã eu escreva um capítulo, mas não vou postar pois estarei na casa do meu namorado. Até quinta! Beijos de glitter.


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