História 9 meses para aprender a amar-te! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Tags 2won, Changki, Changkyun, Jookyun, Kihyun, Showhyuk
Exibições 289
Palavras 2.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, tudo bem?
Confesso que estou um tanto quanto nervosa, por ser minha primeira fanfic do universo ABO e da categoria Monsta.
Mas realmente espero que vocês gostem dela sz

Capítulo 1 - Inesquecível


Seus atos eram todos robotizados e automáticos, mal poderia falar algo ou prestar sua total atenção em qualquer tarefa que realizasse. Cambaleava para os lados e as vezes esbarrava em algo, praguejando em tom baixo consequentemente. Não estava de forma alguma, habituado a acordar cedo. Pois morando sozinho e sendo totalmente independente, estabelecia o seu próprio horário de dormir e acordar.  Então sua frustração ao escutar seu celular tocando em um som tão alto que feria seus tímpanos, tão cedo, foi gigantesca. Por pouco não pegou o mesmo e jogou no chão, porém não poderia ficar gastando dinheiro desse jeito.

Descia a escada de sua casa lentamente, em passos hesitantes e nem um pouco firme.

Por qual motivo mesmo, estava tendo que levantar-se naquela hora? Ah, sim. Seus pais haviam ligado de repente e falaram que, deveria ir para sua antiga casa imediatamente.

Tinha um rápido pressentimento que algo ruim aconteceria, pois era bastante incomum, seus pais ligarem para si. Eram brigados ou algo do gênero. Não compactuavam com aquele clichê repetitivo de família feliz. Era cada um, em seu canto e vivendo sua vida. Além do mais, tiveram umas certas desavenças intensas.

 

 

 

 – Chang... venha rápido, por favor. – A súplica arrastada fez seus pelos arrepiarem, em um mal presságio, diante as palavras de sua mãe.

 

 

 

Por isso não foram necessários mais que vinte e sete minutos, para se encontrar na estrada. Dentro do seu carro esportivo, escutando pela milionésima vez Gone, Gone, Gone. Meio que aquela música por vários motivos bem óbvios, havia virado sua melodia favorita, seu hino. 

 

 

- xXx –

 

 

Desceu do carro ligeiramente e sem muito cuidado, fechou a porta com força. Fazendo toda vizinhança escutar aquele estrondo – literalmente.

Em passos firmes, dirigiu-se para aquela casa ou melhor dizendo, mansão.

Havia uma generosa piscina em frente da residência, a área da frente era maior que seu apartamento inteiro. Toda aquela arquitetura moderna e vários objetos decorativos, dando uma beleza extraordinária para aquele local.

Porra, até as árvores que cercavam a casa eram exuberantes.

 

Im Changkyun havia nascido em berço de ouro e nunca teve que enfrentar os obstáculos da vida, que muitos de seus companheiros passavam. Sua família era de uma linhagem muito reconhecida e respeitada por aquelas redondezas, seu sobrenome reverberava de uma forma surpreendente por onde passava. Os olhares sempre sobre sua pessoa e expectativas também. Todos da sua classe – que era muito alta -, esperava dele um futuro promissor.

Se o mesmo, gostava disso? De forma alguma.

Odiava chamar atenção de terceiros, era individualista ao extremo e não gostava de paparicos. Certo que antigamente, era uma pessoa aparentemente fria, porém intimamente muito gentil e descontraído. Contudo, depois que ele foi embora, nunca mais foi a mesma pessoa. Sem mais sorrisos, brincadeiras ou até mesmo, força de vontade para viver. Sentia-se sufocado, perdido e com um ódio muito grande da vida.

 

 

 

- Meu querido!

 

 

 

Sua mãe exclamou em frente de casa, correndo para abraçá-lo – lê-se, sufocá-lo. Tendo que percorrer um caminho significativo, das portas luxuosas, arrodeando a piscina e finalmente chegando até ele.

Não evitou aquele sentimento de surpresa tomar conta de si, tanto que nem revidou aquele abraço. Apenas permitiu sentir os braços da mesma, cercando-lhe. Seus instintos aguçados sentiram os batimentos cardíacos rápidos e aquele cheiro de apreensão pelo ar, confirmando todas suas dúvidas. Tinha sido chamado por um motivo nem tão agradável e por isso, todo aquele mimo. Até pensou em algumas possibilidades, do que poderia ser.

 

Mas ele estava bem enganado. 

 

 

 

- Faz tanto tempo que não lhe vejo, meu filho. – Aquela mulher continuou falando, enquanto arrastava-lhe para dentro da casa. – Sabe, a casa ficou tão vazia desde que meu caçula saiu daqui. Sinto falta das suas risadas, das piadas que contavas na hora do almoço; aquelas que faziam até as empregadas rirem!

 

 

 

Continuou escutando e absorvendo aquelas palavras, em total silêncio. Sabia que as palavras de sua mãe eram sinceras, porém depois do que a mesma fizera consigo antigamente.... Nunca perdoar-lhe-ia. Tanto que não pensou duas vezes, quando pegou suas coisas e mudou-se para o apartamento que vivia agora.

Olhar para ela, fazia uma dor aguda surgir em seu peito e odiava aquilo. Se pudesse, nunca mais em toda sua existência, encontrá-la-ia novamente. Porém, não poderia agir assim, pois vivia em um mundo onde tinha que “respeitar” seus pais influentes. Independentemente de qualquer coisa.

Quando se deu conta, já estava naquela cozinha gigantesca e excessivamente branca. Que tinha uma aparência, de tirar o ar.

 

 

 

- Changkyun! – Uma das empregadas que trabalhava lá desde antes de seu nascimento, exclamou surpresa.

 

 

 

Ela teve um tratamento totalmente diferente. Com direito à um sorriso amarelo – era o máximo que Changkyun conseguia e a mesma tinha noção disto -, até um abraço quente.

Algo que despertava certo ciúme na dona daquela casa, que observava aquela cena sentindo-se desgostosa. Sabia muito bem, que demoraria anos ou até mesmo vidas, para seu filho lhe perdoar. De forma alguma arrependia-se do que havia feito, seu orgulho impedia de sentir qualquer dor, arrependimento.

 

 

 

- Bom, agora que você já matou a saudade, me acompanhe. – A mãe de Changkyun ditou firme, saindo da cozinha.

 

 

 

Seguiu-a com total impaciência.

Qual é?

Ela não poderia simplesmente falar o que queria e permiti-lhe livrar-se daquele mal pressentimento? Aquilo estava matando-o por dentro.

 

Os olhos castanhos escuros do alfa, percorria cada cantinho daquela casa. As fotografias espalhadas nos porta-retratos pela casa, mostrando uma época boa de sua vida. Onde tudo que fazia era brincar com seu primo e irmãos, correr pelos corredores longos e ficar fazendo companhia as empregadas – as verdadeiras mulheres, que o criaram.

Aquele lugar era repleto de lembranças e na maioria das vezes, eram recordações doces. Que fazia uma certa nostalgia atingir-lhe e levava-se por completo.

Era tão cruel que todos os seus sonhos juvenis e perspectiva de vida, quando possuía ao ser criança, mudou. Não era mais aquele garotinho energético e as vezes carrancudo, que grudava em todos. Havia crescido e virado um adulto amargurado com a vida, além de ter inúmeras cicatrizes.

 

Havia tornado-se tudo aquilo que antes abominava.

 

Quando chegou na sala e deparou-se com seu pai, surpreendeu-se.

 

Fazia quanto tempo, que não avistava o mesmo?

 

 

 

- Não vai me cumprimentar? – O homem indagou com aquele seu costumeiro tom sério, a qual Changkyun já estava acostumado.

 

 

- Desculpe-me. – Falou em deboche e curvou-se teatralmente, ouvindo bufos estressantes. – Podem me falar, por qual motivo me chamaram? – Indagou recompondo-se.

 

 

 

De repente o clima ficou pesado demais. Sua mãe ficou tensa e com a respiração irregular, colocando-se ao lado de seu pai.

 

 

 

- Sente-se.

 

 

 

Por mais que odiasse receber ordens daquele homem, depois de tudo, acatou-o. Pois estava afim, de acabar com tudo aquilo. Resolver o assunto pendente e voltar para seu apartamento. Seu aconchego. Sentou-se naquele sofá fofo e suas costas agradeceram por isso, afundou-se nele por completo. Sem perder é claro, o olhar intenso que mantinha sobre seus progenitores.

 

 

 

- Acho que não é necessário eu falar, que temos um papel muito importante na sociedade. Certo? – O homem indagou inflando-se e o alfa mais novo, revirou seus olhos. – As pessoas espelham-se em nós, em nossa linhagem tão pura e forte. Somos modelos para a sociedade, Changkyun...

 

 

- Realmente, isso tudo é muito desnecessário. – Interrompeu seu pai, que lançou lhe um olhar mortal. – Aonde queres chegar, com esse blábláblá?

 

 

- Eu quero chegar no ponto, onde todos seus irmãos já estão formando família. – Bingo, finalmente o assunto principal. – Enquanto estais em um apartamentozinho medíocre, que não é digno de um herdeiro meu. Provavelmente comendo besteiras e gastando seu tempo com coisas inúteis. – O ódio estava começando a aparecer, em seu tom de voz.

 

 

 

Changkyun surpreendeu-se, pensando que o assunto em pauta seria outro.

 

 

 

- Já estou farto de ter que aturar perguntas como: Quando é que seu filho vai casar? Ele já encontrou seu/sua ômega? – Trincou seus dentes e cerrou os punhos. - Olha aqui garoto, você não vai me desonrar! Vais dar continuidade o mais rápido possível para nosso clã, querendo ou não.

 

 

- Não quero me casar. – Changkyun respondeu calmamente, para estressar ainda mais seu pai.

 

 

- Ah, claro. Você vai esperar o Jooheon voltar e casarás, somente com ele? Oh, esqueci! Não tem como.

 

 

 

Foi então que o caos começou

Aquele simples comentário carregado de sarcasmo e humor negro, fez Changkyun dar um sobressalto do sofá e colocar-se em posição de guerra. Seus olhos logo assumiram aquela coloração vermelha e sua mente escureceu-se, de tamanho ódio.

 

 

 

- xXx –

 

 

 

Amor

Para muitos é uma palavra tão complexa e que transborda a intensidade, de um dos maiores sentimentos. Afinal, quem nunca idealizou sua vida perfeita ao lado da pessoa amada? Sempre foi pregado, que nossa meta, maior objetivo é encontrar o amor da nossa vida. Pois sem essa pessoa, nunca poderíamos ser felizes ou totalmente completos.

Desde pequeno, Changkyun escutou essa palavra e um monte de maravilhas cercando-a. Mas nunca conseguiu compreendê-las, de fato. Como alguém poderia amar mais alguém, do que si próprio? Como alguém poderia morrer por outra pessoa ou sentir borboletas na barriga? Para ele tudo aquilo eram meia dúzia de baboseiras inventadas e recusava-se a sequer pensar, em viver tais coisas.

 

E achou isso até conhecer Jooheon, o alfa de cabelos vermelhos como seus olhos.

 

O mesmo era calmo como uma brisa refrescante em dias calorosos e seu sorriso tão doce, como um algodão, daqueles que derretem em sua boca. Seus gestos eram tão gentis, que parecia até não ser real. Sua aparência era marcante e sua personalidade? Oh, tão encantadora. Era lindo por dentro e por fora. Acabava por completo, aquele esteriótipo ridículo de que todos alfas eram grosseiros ou insensíveis, desprovidos educação. 

Conheceram-se assim, como quem não quer nada. 

Num dia chuvoso onde Changkyun havia esquecido seu guarda-chuva e esperava em pé, na frente do seu antigo colégio, aquele segundo dilúvio cessar. Quando aquele desconhecido consideravelmente maior que si, emprestou o seu. Ofereceu junto com aquele guarda-chuva azul celeste, um sorriso arrebatador que fez algo brotar dentro de si e quebrar todas aquelas paredes invisíveis do seu coração;

 

 

 

- Podes me chamar de Jooheon, sem o Hyung. – O ruivo comentou divertido, enquanto dividia aquele banco de praça e seu sorvete granulado com Changkyun. – Acho que já somos íntimos suficientes. Não acha?

 

 

 

Ambos tinham suas diferenças nem tão gritantes assim e gostavam da companhia, um do outro. Eram diálogos jogados foras, passeios e comidas compartilhadas. Além de segredos contados em meio sussurros, demonstrando que ambos se confiavam. Daria uma incrível amizade, se não existisse um sentimento tão intenso no meio.

Qual é o nome mesmo dele? Aquele que Changkyun não compreendia...

Ah, sim.

O Amor!

Eles não precisavam de palavras ou declarações, para saberem o que sentiam. Um sentimento não vai deixar de existir, só porque não foi verbalizado. Certo? Até porque era inegável toda aquela química existente, os olhares intensos, toques discretos ou até mesmo, a brutalidade.

Esta que apareceu após uns dois copos de Whisky, quando Jooheon jogou-lhe na parede de seu quarto e sussurrou, que não se importava. Não se importava com o fato de ambos serem alfas, não se importava com o fato de que foderia tão forte Changkyun e não importar-se-ia também com suas súplicas. Já que a única coisa derradeiramente importante naquele momento, era satisfazerem aquele desejo da carne. Ou como Jooheon mesmo disse:

 

 

 

A única necessidade tão intensa que minha alma teve, em toda minha humilde existência.

 

 

 

Jooheon era capaz de levá-lo aos céus com seus toques e deixar-lhe com um calor dos infernos. Adorava cada pedacinho dele, todas suas particularidades, qualidades e defeitos – estes que em sua opinião, eram quase inexistentes.

Com ele teve todas aquelas malditas borboletas, que se reviravam em seu estômago toda vez que iam se encontrar, devido aquele nervosismo bobo. Típico de um adolescente apaixonado. Amou-lhe mais do que si mesmo, sem dúvidas. Entregando-se de corpo e dando sua alma, que já havia virado propriedade do ruivo há muito tempo. E claro, morreria por ele.

 

Infelizmente, aconteceu o contrário.

 

O relacionamento dos dois alfas, já durava três anos. Eram vários encontros escondidos, ligações secretas e beijos roubados, quando ninguém olhava. Amavam o jeito que as coisas estavam indo e não mudariam nada.

Changkyun esquecia-se completamente de toda aquela riqueza que o cercava sempre, quando se entregava para aquela simplicidade que Jooheon possuía. Ele era seu porto seguro e todos aqueles clichês – que concordava agora -, que deveriam ser vividos.

 

Contudo, tudo que é bom dura pouco

 

De algum jeito, a mãe de Changkyun descobriu seu relacionamento e fez a pior coisa, que poderia ter feito.

Contou para seu marido.

 

O pai de Changkyun era alguém extremamente frio e arrogante, que se importava apenas com sua imagem. Adorava ser bajulado por todos e ter todo um império em sua mão. Vivia para os holofotes, sua necessidade de ser um rei deixava-o louco. Queria poder e tinha-o. Assim como um alto status na sociedade. Na hierarquia dos alfas, estava no topo e orgulhava-se imensamente disso. Então quando soube desse relacionamento totalmente abominável aos seus olhos e da sociedade, não pensou duas vezes antes de fazer tudo para acabar com aquilo.

Sem pensar duas vezes – ou sequer pensar em Changkyun, seu filho -, mandou seus serviçais matar Jooheon e teve seu coração inundado de alegria, quando soube que haviam feito o que foi mandado.

Sem arrependimento ou consciência pesada, continuou com sua vida. E também continuou com sua imagem bem construída intacta e para ele, isso era a coisa mais importante de sua vida. O resto era apenas resto.

 

 

 

- xXx –

 

 

 

A mãe de Changkyun estava tremendo de tanto medo, pois nunca tinha visto seu filho assim. Seus olhos demonstravam que estava fora de si e mataria qualquer um, sem importar-se se era seu familiar ou não. Era um ódio imenso, que crescia em seu peito.

Colocou-se no meio dos dois homens de sua vida, para evitar que o pior acontecesse.

O alfa mais velho estava orgulhoso de ver seu filho assim, totalmente másculo. Como deveria ser. Tão forte quanto qualquer um de sua linhagem. Sorria debochadamente e com um certo sadismo.

 

 

- Nunca mais ouse, proferir o nome dele. - Changkyun falou com sua voz mais grossa e rouca, do que de costume.

 

 

Acalmou-se gradualmente, quando escutou um “tudo bem” de seu pai. Estava em um tom sarcástico, porém sério ao mesmo tempo.

Sentia um nó em sua garganta. Queria chorar desesperadamente, só por lembrar de Jooheon ou matar seu pai, de uma vez por todas. Não pudera fazer nada na época e nem podia, ainda. Era totalmente contra as regras, filhos se voltarem contra seus pais e tudo que aquele nojento fazia, por mais desprezível que fosse, aos olhos de todos estava completamente correto.

 

 

- Me dê um bom motivo, para casar com alguém que não seja a pessoa que mais amei. – Changkyun pediu, enquanto respirava ofegante, recuperando-se de toda aquela situação.

 

 

Seu lobo interior queria avançar naquele homem que estava em sua frente e isso só piorou, depois daquele sorrisinho de canto.

 

 

- Vou lhe dar o melhor dos motivos.

 

 

Changkyun franziu o cenho, sem entender o verdadeiro significado das palavras do seu pai.

Porém não foi suficiente mais que segundos, para entender tudo e seus olhos esbugalharem-se. Sua boca entreabrir-se.

Oh céus, como seu corpo suava frio. Era capaz de ter um ataque cardíaco naquela hora e assim, prevenir tudo que viria. Além de encontrar com seu grande amor; Jooheon.

 

 

Aquele corpo pequeno e esguio entrou no seu campo de visão, sendo trazido pela empregada. Vestia uma blusa fina esverdeada e uma calça jeans qualquer, enquanto entrelaçava suas mãos em frente de seu corpo.

Era impossível não conhecer aquele olhar delineado e os cabelos castanhos sedosos jogados para trás, sem falar daqueles lábios avermelhados que formava um sorriso falso agora. Ou até mesmo, a pele pálida e aparentemente tão macia.

 

 

- Você vai casar-se com alguém, sem pensar duas vezes porquê... – Seu pai falou e de tamanho choque, as palavras demoravam para chegar até si.

 

 

Era impossível não lembrar do ômega a qual passou uma semana inteirinha com ele, mês passado. Simplesmente satisfazendo-se e passando seu cio em deleite, além de estar totalmente chapado. Para que enquanto o fodesse com força, não lembrasse daqueles olhos e cabelos vermelhos. O boneco de luxo – mais famoso e solicitado das redondezas -, que havia pagado, para algo totalmente casual e sem valor algum.

 

 

- Ele está esperando um filho seu. – Seu pai falou com uma alegria desconhecida em sua voz, puxando aquele pequeno corpo para perto de si. – Esse é um bom motivo para você, filhinho?

 

Engoliu seco, sem nada conseguir falar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Era impossível não se lembrar de Yoo Kihyun.


Notas Finais


A ideia de fazer essa fanfic já me atormentava, há um certo tempo e eu sabia, que só conseguiria sossegar quando finalmente fizesse-a e postasse a mesma.

Eu nunca vi nenhuma fanfic ABO retratando um relacionamento entre alfas e imaginei, Jookyun desta forma. Um amor proibido, um romance que nunca iria dar certo. "Ah, mas a fic iria ser Jookyun?" Não, gente; sempre pensei no meu precioso otp Changki. A relação entre ambos serviu para dar uma certa profundidade e mostrar, porque Changkyun virou alguém tão diferente do que era antes.

Não esperem uma relação muito amigável - de primeira -, entre Changkyun e Kihyun. Isso vai ser desenvolvido com o tempo, aos poucos, com muita - muita muita - paciência.

Acho que quis fazer essa fanfic, com o seguinte pensamento: Duas pessoas com passados tristes e cicatrizes profundas.

Bom, não vou falar mais por causa de spoilers u.u E espero que vocês tenham gostado sz
Meu tt: https://twitter.com/favkihyun


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