História A "Aberração" - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Mediadora, Infamous
Personagens Personagens Originais
Tags A Mediadora, Delsin, Drama, Fetch, Hentai, Infamous, Jesse, Morte, Obsessão, Personagens Originais, Psicopata, Romance, Suzannah, Tortura, Universo Alternativo
Visualizações 35
Palavras 1.785
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Corujas! >.< Desculpem-me não ter postado ontem de noite, é que eu fiquei lendo o sexto livro da coleção Assassin's Creed, espero que me entendam.

Espero que gostem! E boa leitura!

Capítulo 5 - Capítulo 5


Kellen on

 

         Quando acordei, estava completamente melhor que o dia anterior, dessa vez, não acordei com ele gritando no meu ouvido durante a madrugada, mas ele ficou me chacoalhando as 6 da manhã para que eu acordasse.

         Eu queria poder dormir mais...

Harley: Achei. Só não te acordei durante a madrugada, porque você é uma resmungona.

Eu: Nem vem me falar que você é cavalheiro, porque eu tenho certeza de que não é. Tem mais chances de ser um psicopata do que isso.

         Ele pareceu pensar, e depois de um tempo, assentiu com a cabeça. Ele me entregou o objeto, e vi que era uma corrente, com um vidro preso nela.

Eu: Qual é desse vidro?

Harley: Meu pai fez para mim, a corrente inteira. Ele usou seus poderes de condutor para isso.

         Esquece, eu achava que isso era uma lixo, mas parece que tem um valor sentimental nela.

Harley: Eu queria encontrá-la de qualquer maneira, eu pedi para que deixassem isso no meu corpo, mas não fizeram.

Eu: Quando eu sair da escola fazemos isso. Beleza?

Harley: Beleza, mas não quero atrapalhar sua matança.

Eu: Beleza, agora vaza daqui e cale a boca, meus pais podem ouvi-lo.

         Ele me obedeceu, e eu troquei de roupa correndo, fiz minhas higienes e fui tomar meu café, e fiz isso correndo também.

         Meus pais estavam descendo a escada quando eu estava saindo, nem me despedi e sai de casa. Fui até o meu carro e vazei.

Eu: Será que eu mato aula hoje?...

Harley: Prefere matar aula?

Eu: Claro, a escola é católica, é tudo chato naquela merda.

Harley: Eu estudei lá, eu não tinha amigos por conta do meu jeito, e eles tinham medo do meu pai. Só viravam meus amigos, quando estavam metidos em encrenca, pois sabiam que eu sabia surrar alguém.

         Sinceramente... Ele parece me entender perfeitamente bem... Mas mesmo assim, não quero ter amigos, prefiro ficar sozinha, e gastar meu tempo apenas comigo, e não ficar perdendo tempo com outras pessoas.

Harley: Ei... Por acaso...

Eu: Não me peça para ser sua amiga, eu prefiro ficar sozinha.

         Ele parecia realmente querer minha amizade, mas eu não ligo.

Harley: Bem... Sei um lugar onde você pode matar aula... Mas é um pouco fora da cidade, é em um farol.

Eu: Por que tem que ser lá?

Harley: Foi lá onde me mataram.

Eu: Você foi assassinado?

         Ele apenas assentiu, e depois virou o rosto.

Harley: Por isso não se deve confiar em ninguém, nem mesmo na própria mãe.

         Arregalei meus olhos, foi a sua própria mãe que o matou! Tá explicado porque ele quer ferrar com a vida dela!

         Dirigi até o farol, e fiquei vendo ele desesperado no momento.

Eu: Quer parar com isso? Eu nunca viajei no tempo, e tenho de me concentrar.

Harley: Desculpa.

         Ele desapareceu, e me deixou sozinha, comecei a me concentrar no objeto que estava em minhas mãos, quando vi, o cenário estava um pouco mudado, estava de noite, e ouvi alguém se aproximar, quando levantei a cabeça, foi uma mulher de cabelos rosa que estava parada em minha frente, me encarando. A reconheci na hora, era a mãe dele, se me lembro bem, seu nome é Fetch.

Fetch: Vaza daqui garota.

Eu: Você acha que pode mandar em mim? – Soltei um riso sarcástico, ela não sabe que não é párea para mim.

Fetch: Como é que é?

         Ouvi outro barulho no mato, e Harley apareceu, mas o Harley vivo.

Harley: Garota saia daqui, essa briga não é sua.

         Me levantei, e primeiramente, lancei Fetch para a puta que pariu, e isso assustou até mesmo Harley.

Eu: Você precisa vir comigo.

         Me aproximei dele e peguei sua mão, me concentrando para volta ao meu tempo. E quando notei, seu corpo caiu, e acabou me puxando para baixo. Cai em cima dele.

Eu: Seu corpo está aqui Harley, agora entre logo nele.

Harley: E como eu faço?

Eu: Sei lá, se vira.

         No final, era só ele se aproximar de seu próprio corpo e tocá-lo, e ele foi automaticamente para dentro de seu corpo.

Harley: Isso incomoda e muito.

Eu: O que?

Harley: Nada de mais... Só o peso do corpo.

Eu: Vou te deixar na cidade, depois você se vira para ir para sua casa.

Harley: Pode acontecer algo comigo?

Eu: Do tipo virar um deslocador? Sim. Meu pai virou um depois que voltou a vida.

         Ele fez uma careta e se levantou, e me seguiu até o carro, se sentando no banco ao meu lado.

         Dirigi até uma parte onde havia visto sua mãe, e o deixei ali, logo depois vazando.

         Vish, agora que me toquei... Esqueci de entregar a corrente para ele... No fim, terei de encontrá-lo novamente...

         Não sei onde posso ir... O tempo de aula ainda não se esgotou... Droga... Não tenho nada para fazer!

         Estacionei meu carro em uma área bem movimentada, e comecei a criar um terremoto com o meu poder de concreto, e depois, fiquei me divertindo com as expressões de medo das pessoas ali. Um prédio acabou desabando em cima de certas pessoas, mas não me importei.

         Senti uma mão em meu ombro, e me virei rapidamente para ver quem era, e dei de cara com o próprio Delsin Rowe e a vaca de sua mulher.

Delsin: Acho melhor você parar com isso.

Eu: Será que devo parar?... – perguntei para mim mesma.

Delsin: Se não parar, vai parar a força.

          Ele estava me ameaçando, mas eu não tenho medo dele. E muito menos de sua esposa.

Eu: Que tal você ir conversar com a sua esposa sobre o seu filho, e me deixar em paz? Eu acho que essa é a melhor ideia que já dei em toda a minha vida.

Fetch: Não ouse falar de nosso filho.

Eu: Só to falando que eu o acho legal, apesar da mãe ser uma vaca e tê-lo matado no farol. Eu estava lá naquele dia.

         Eu vi ela arregalando os olhos, e Delsin olhou para ela.

Delsin: Fetch, como assim?

Fetch: Não sei do que ela está falando.

Eu: Não se preocupe Delsin, você vai poder falar com Harley daqui a pouco, é só questão de tempo para ele os encontrar.

         Fiz um feixe de neon, apenas espero que ele entenda o que eu quis dizer, mas se não entender... Tudo bem, eu o mandei não me procurar de qualquer maneira.

Delsin: Agora pare o terremoto.

Eu: Não quero, esses gritos de agonia e medo são músicas para os meus ouvidos.

Harley: Parece com isso Kellen.

         Tá legal, tenho mais medo dele do que do pai. Parei na hora.

Harley: Olha só, é para isso que você fez um feixe de neon?

Eu: Sim, e eu não esperava que você seguisse. Pois falei para você não me procurar mais.

Harley: Vai ser fácil encontrá-la, com esses seus surtos ai.

Eu: Não são surtos, são diversões.

Harley: Que seja.

         Ele foi até Fetch, que estava de olhos arregalados, e Delsin estava sentimental de mais.

         Ele fez uma espada com vídeo assim como eu, mas é tipo “espada” na verdade, está mais para uma garra demoníaca, mas vou continuar falando espada.

Harley: Espero que não se importe de ver ela morrer pai... Mas ela não é mais minha mãe, desde o dia em que me matou.

Delsin: Como você está vivo?...

Harley: Não posso revelar o segredo de alguém, que se esconde de todos.

Naquele momento, vazei dali, mas evitei em passar perto do hospital, pois tem uma pessoa, que eu acho que não ficará muito feliz por me ver matando aula, mas depois do momento, em que percebi que eles não estariam mais em casa, eu fui para lá.

         Normalmente, quando saio da escola, eu posso chegar antes deles, então, posso dar a desculpa que vim sem desviar o caminho.

         E foi ai que decidi vazar de vez, não sei o que aconteceu depois. Apenas fiquei dirigindo sem rumo pela cidade, mas mantendo distância do hospital, porque

         Fui para o meu quarto, e peguei meu notebook, liguei, e a primeira coisa que fiz, foi abrir a internet, e já tinha notícias do terremoto que causei.

         Abri no Super Animes, estava afim que assistir alguma coisa e coloquei Boku no hero academia. O anime estava legal, até um certo alguém decidir invadir meu quarto pela janela. E adivinha? Era Harley.

Eu: Mandei não me procurar.

Harley: E eu sou obrigado a te obedecer?

Eu: Olha, já te fiz um favor, agora me deixa em paz. Já basta os fantasmas que devo ignorar.

Harley: Não vou desistir enquanto você não virar a minha amiga.

Eu: Não! Agora vaza!

         Ele se aproximou de mim, e eu coloquei meus fones de ouvido, e continuei assistindo, tentando ignorar sua presença ali. Mas ele começou a mexer em tudo.

         Dei pause e segurei o seu pulso, quando ia começar a abrir meu guarda-roupa.

Eu: Nem pense.

Harley: Por quê?

Eu: Porque é meu.

Harley: Isso não foi uma resposta boa.

Eu: Por que você simplesmente não me deixa em paz?

Harley: Já disse que apenas quero a sua amizade, e eu irei voltar a frequentar a Missão.

Eu: E daí?

Harley: Pelo menos não teremos de ficar sozinhos, e eu sei do seu segredo, a não ser... Que você queira que eu espalhe para todo mundo.

Eu: Você já fez essa ameaça. E eu não tenho medo, pode contar, mas saiba que estará apenas cavando sua própria cova.

         Não sei quando, mas quando percebi, quem estava segurando meus pulsos, era ele.

Harley: Mas deveria ter medo... Pelo menos de mim.

         Ele abriu um sorriso psicótico, e isso realmente me assustou um pouco. Ele puxou meu pulsos, me fazendo me aproximar dele, fui usar o concreto, mas ele pareceu ter bloqueado o meu ataque.

Harley: Isso não vai funcionar comigo.

         Harley me beijou, eu fiquei confusa quando ele fez isso, não sabia nem mesmo o que estava fazendo ali mais. Mas me senti bem com isso... Não sei o que senti, mas foi muito bom...

         Eu fiquei estática depois que ele separou nossos lábios, não sabia o que dizer, nem o que fazer. Isso acabou fazendo ele soltar uma risada, que me fez ficar com raiva.

         Meu braço se cobriu com concreto, ele já havia me soltado, e tudo o que eu fiz, foi depositar um soco no meio da sua cara.

Eu: Sai daqui!

         Ele deu de ombros e quando ia sair falou.

Harley: Oyasumi, chīsana ōjo.

         Ele pulou a janela rindo, e eu sei perfeitamente bem o que ele disse “Boa noite pequena princesa”. Ai que raiva! É amanhã que eu mato aula também!

         Desliguei o notebook, até mesmo perdi a vontade de assistir. Dormi direto, feito pedra.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! E até o próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...