História A Agente e o Assassino - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Bethany Days, Eric Tereny, Originais, Policial, Romance, Romance Policial, Tortura
Exibições 29
Palavras 1.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ola pessoas, aqui esta um novo capitulo dessa minha fic, espero que gostem. \o/\o/\o/\o/

Capítulo 3 - Bebedeira Noturna


Após um dia cheio, a minha única, melhor opção era ir algum bar ou boate, já que nunca fui de relacionar, a primeira ideia que vem em minha cabeça e ir para Rubi, uma boate que e muito famosa e cheia, e também pelo fato que já fiz uns serviços para um dos donos, a boate já pode ser considerada uma das minhas casas, conheço e tenho amizade com todos que trabalham lá. Entro no carro e vou direto para lá.

Chegando lá, estaciono meu carro na garagem do prédio, e vou direto ao cara que estava na porta, por sorte quem estava lá era o Louis, um cara que já ajudei a um tempo atrás.

-Louis?

-Eric seu mala, quanto tempo em?

-5 Dias, só porque você não estava aqui, não quer dizer que eu não vim.

-Tá, mas veio para caçar ou para beber?

-Beber né, só quero aproveitar, porque vou ter que ficar um tempo sem vir para minha segunda casa.

-Quanto tempo? E desde quando aqui e sua segunda casa?

-Não tenho ideia, e também, não conheço lugar melhor que esse.

-E verdade, mas então, vai entrar ou não?

-Claro.

-Ah, só mais uma coisa, vi uma mulher entrar, meu deus, acho que é modelo, muito gata.

-Como era ela?

-Única coisa que vi, é que ela tem um cabelo preto grande e está de vestido azul escuro.

-Beleza, se der eu procuro ela.

Ele acena positivamente, e entro para dentro da boate. Muitas luzes e música eletrônica, mesmo com todas as atrações, o bar era meu local preferido, quem estava de barman hoje era um cara que não conhecia muito bem, acho que era novato, mas sento na cadeira e o chamo.

-Ou, uma dose de whisky por favor.

 -Com ou sem gelo?

-Com.

-É para já.

Ele me entrega o copo e vai colocando o whisky.

-Você e novo aqui?

-Sou sim, comecei ontem.

-Por isso que não te conheci.

Viro o copo

-Qual é o seu nome? E outra dose também.

-Chris. – Ele enche meu copo novamente.

-Sou Eric, você sabe onde está o Carvalho?

-Sr. Carvalho deve estar em seu escritório, você o conhece?

-Conheço sim, somos amigos a tempos.

-Ah sim.

Alguém chama Chris

-Só um segundo, vou atender aquela mulher e já volto.

-Beleza.

Bebo tudo de uma vez, e aviso para Chris que já vou e ele acena para mim. Desço da cadeira e vou em direção a uma porta que leva ao escritório do Carvalho.

-Toc-Toc-Toc-Toc

-Pode entrar.

-Carvalho?

-Eric, entra aí. Iai? Como estão as coisas e os negócios?

-Vão tudo bem, vim visitar novamente a minha boate preferida.

-Se está falando assim e porque tem algo estranho. O que aconteceu?

-Calma, e porque vou sumir um pouco, estou em um trabalho que vai me envolver muito.

-Pelo visto, mais um assassinato.

-Sim, mas pelo menos vão pagar muito bem.

-Ok, mas por quanto tempo mais ou menos?

-5 Messes.

-Isso é muito tempo.

-Mas a recompensa e alta e também tem o fato que o meu gasto vai ser bem menor.

-Compensa então. Mas sempre que achar uma brecha, venha aqui e me dê notícias suas.

-Com certeza.

-Mas agora vá se divertir, e aproveite a noite, Louis me disse que tem uma gatinha aqui dentro, eu ia procurar ela, mas estou com algumas coisas para resolver.

-Ele me falou, cabelo preto e vestido azul escuro. Mas hoje eu quero mais é beber.

-Vá então e aproveite.

-Ok.

Saio da sala, e volto para o bar, só que o banco que eu estava, agora está ocupado, então sento em outro banco mais para o canto, e me deparo com Chris.

-Encontrou o senhor Carvalho?

-Encontrei sim.

-Outra dose de whisky?

-Não, quero vodca, batida com limão.

-E para agora.

-Barman! – Fala uma mulher ao meu lado. – Quero o mesmo que ele.

Observo e vejo que essa era a mulher que tinham falado, grandes cabelos negros, vestido azul, não tinham me falado, mas ela era muito branca, muito mesmo.

-Corajosa você. – Falo para a mulher

-E só uma vodca, não mata ninguém. – Comenta a mulher.

-Sei, qual seu nome?

-Bethany, mas pode me chamar de Beth. E o seu?

-Eric. Então Beth, o que faz pedindo vodca em uma noite de domingo?

-Quero aproveitar, vai demorar a próxima oportunidade de vir aqui e também falaram que essa e uma das melhores boates de Nova York.

-Com certeza, essa e a melhor.

-Aqui estão as suas batidas. – Chris entrega o copo para nós.

-É impressão minha, ou sua testa está sangrado?

-Ah, foi só um arranhão. – Ela passa a mão por cima do arranhado. – Bom, já que está aqui, beba comigo.

-Será uma honra.

Nós dois viramos os copos.

-Chris, mais dois copos. – Falo para Chris.

-Pode deixar. – Fala Chris

-Sabe Beth, você e muito bonita sabe.

-Obrigada. Você e ruivo ou loiro? Estou em dúvida. – Pergunta Beth.

-E ruivo mesmo.

-Posso te chamar de ruivo?

-Claro.

-Aqui está. – Chris coloca os copos em nossa frente.

-Um brinde. – Levanto o copo.

Ela também levanta o copo.

-Um brinde...

.

.

.

Foi a última coisa que me lembro de ontem à noite.

Levanto da cama, nem sei como vim parar aqui. Minha cabeça está explodindo, ela nunca doeu tanto, devo ter bebido para caralho. Olho no despertador e vejo que são 11 horas da manhã, ainda bem que o começo do trabalho é somente as 15 horas, vai dar tempo para tomar um bom banho para melhorar essa ressaca.

Pego a toalha e ligo a torneira da banheira, vou em direção a cozinha, ligo a cafeteira, pego o café e vou para o banheiro. Entro na banheira. Estava tão bom que acabei pegando no sono.

.

.

.

Ding Dong- Ding Dong- Ding Dong.

Acordo de repente, com o som da campainha, olho no relógio, são 14 horas, já imagino quem seja. Me enrolo na toalha e vou até porta.

-Eric, até agora você não se arrumou, porra cara aí você me ferra.

-Desculpa, eu acabei dormindo.

E então percebi que minha cabeça não doía mais.

-Desculpa e o caralho, se você chegar atrasado no primeiro dia, pode ser demitido e aí vai ficar tudo mais difícil.

-A culpa não é minha Jerry.

-Então fui eu que dormi na banheira e quase perdi o horário?

-Chega cara, já entendi, vou trocar de roupa.

-Coloque o terno.

-Como assim?

-Esqueceu foi?

-Deixa para lá.

Entro para o meu quarto e me troco de roupa bem rápido. Pego tudo que preciso arma, faca, e outros acessórios.

-Finalmente. Achei que tinha morrido lá dentro.

-Não exagera, vamos logo.

.

.

.

-E esse o prédio? – Pergunto descendo do carro

-E sim. Quase chegamos atrasados. Você entra sozinho.

-Ok, me deseje sorte.

-Com certeza.

Tom reuniria todos no 29° andar do prédio, na única porta do andar não havia ninguém, imagino que aquela seja a entrada, entro e me deparo com Tom. Meu sangue ferveu, minha vontade era de atirar tanto nele, até que ele virasse uma peneira, mas lembrei da missão e de Ruan.

-Para um motorista, foi o último a chegar, espero que não seja assim dirigindo. – Fala Tom.

-Me desculpe Sr. Rider, isso não irá acontecer novamente.

-Assim espero, bom acredito que não terei que explicar sua função.

Aceno positivamente para ele.

-Ok então. Ah, qual é mesmo seu nome? – Pergunta Tom.

-Eric Tereny.

O cara que vai te matar.

.

.

.

Continua...


Notas Finais


Obrigada por lerem, espero que tenham gostado do capitulo, deem sua opinião nós comentários.
Kissus de Maracujá(To precisando).


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