História A Agente e o Assassino - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Bethany Days, Eric Tereny, Originais, Policial, Romance, Romance Policial, Tortura
Exibições 31
Palavras 1.085
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ola pessoas, demorei um pouco para postar esse cap, pq o negocio aqui tá corrido, espero que gostem.

Capítulo 4 - Sermão de "pai"


São 10:00 da manhã e ainda estou ouvindo sermões de Gray desde a hora que acordei, ainda bem que eu bem lembrei de tomar remédio, senão teria que escutar seus sermões com dores de cabeça. Por que ele ficava remoendo na minha cabeça sobre minha “mãe”, minha infância e dores do passado, se ele quis que eu ficasse mal, conseguiu.

-Aí, recebo a ligação de um colega de te viu bêbada, dentro de uma boate com outro cara. Você pelo menos lembra o nome dele? Sabia que isso poderia chegar aos olhos de Michael? Você teve alguma relação sexual com esse cara sem preservativo? Você lembrou que no dia seguinte, teria uma missão importante, onde a vida de uma pessoa está em jogo? E... – Fala Gray.

-Chega! Para de fazer um monte de perguntas de uma só vez! – Falo alto.

-Ok então.

Ele fecha a cara.

-Você lembra o nome dele?

-Eric alguma coisa.

- Sabia que isso poderia chegar aos olhos de Michael?

-Sabia.

-Teve relação com ele sem preservativo?

-Não.

-Você lembrou que no dia seguinte, teria uma missão importante, onde a vida de uma pessoa está em jogo?

-Não.

-Como assim não?

-Não, eu queria tirar um descanso, quanto tempo não saio, eu tenho 27 anos, ainda sou nova, queria esquecer que amanhã o negócio ia ser pesado e relaxar um pouco.

-Você aceitou a missão, e a vida de uma pessoa que está em risco.

-Pessoa? Aquilo deve ser alguém que faz tudo pelo dinheiro...  Estou mentindo?

-...

-Vou tomar banho.

Saio e vou em direção ao banheiro, dei uma olhada para Gray e ele estava parado olhando para o chão, deve estar refletindo sobre o que eu falei.

Chego no banheiro, entro debaixo do chuveiro me molho e me ensaboo-me, tentando relembrar mais coisas da noite passada, mas não tenho sucesso, lembro-me só dos primeiros dois copos. Mas me lembrava com detalhes do ruivo, era alto, acho que deve ser alemão, deve ter a minha idade ou mais, seria bom revê-lo novamente, porque ele era realmente muito bonito, bota bonito nisso, um sorriso que meu deus, estava de jaqueta preta, humm.

-Paf-Paf-Paf- Desliga esse chuveiro porra, você está aí faz meia hora. – Fala Gray batendo na porta.

-To saindo.

Saio do chuveiro, me enrolo na toalha e saio.

-Estava achando que tinha passado mal.

-Estou bem.

-Beth. Você realmente quer fazer isso? Se não quiser, eu posso falar com o Michael e aí...

-Eu vou fazer isso e vou fazer direito, não vou desistir agora.

-Seu blazer está encima da cama. Tente não ficar tão sexy naquela roupa.

Dou uma risadinha.

-Não se preocupe. – Beijo sua bochecha. – Pretendo voltar inteira.

Gray ri e sai do quarto, vejo blazer na cama, era preto, com algumas linhas um pouco mais claras, tudo foi escolhido por Tom, desde a roupa a os quartos no prédio. Não acredito que terei que morar junto com ele e com os outros funcionários.

Me visto, desço para a cozinha. Pego uma maça, e vou ao quarto do Gray.

-Estou indo já.

-Já? Ainda faltam duas horas.

-Quero chegar um pouco mais cedo, para garantir.

-Ok, e esse machucado aí na sua testa?

-Que machucado?

-Olha no espelho.

-Isso aqui foi de ontem, eu encostei a cabeça, quanto estava passando por baixo de uma cerca.

-Pera aí. Você não foi na casa daquela maluca de novo não?

-Foi só uma olhada rápida, para ver se estava tudo certo.

-Não, esqueça aquela casa, ela só te trouxe sofrimento.

-Mas mesmo assim, onde eu cresci, e também e a casa da minha mãe.

-Não chame aquele monstro de mãe!!! – Disse Gray gritando. – Não admito que você chame aquela psicopata de mãe!!! Se ela não pode engravidar era problema dela, mas não deveria ter feito o que fez com uma criança. Não podia... – Disse Gray chorando.

-Eu sei...

Lagrimas desceram pelo meu rosto.

.

-Eu vou colocar um band-baid aqui, e já vou.

-Boa sorte. – Disse Gray.

Fecho a porta e vou para meu carro.

.

.

.

-Até agora ele não chegou, agora já são 15:14. Não admito atrasos, ainda mais para uma função importante como a dele. – Disse Tom irritado.

-Garanto que ele chegara logo Sr. Rider.

-Por favor, vou pedir novamente, me chame de Tom, não precisa dessa formalidade toda.

-Desculpe... Tom.

-Assim está melhor. Não acha melhor ligar para ele?

-Sr... Tom, se ele estiver dirigindo, oque é provável, a ligação só o atrapalhara mais a sua chegada.

-Bem pensado. Vamos esper...

Alguém abre a porta, era, não... Aquele e o Eric? Será?

-Para um motorista, foi o último a chegar, espero que não seja assim dirigindo. – Fala Tom.

-Me desculpe Sr. Rider, isso não irá acontecer novamente.

-Assim espero, bom acredito que não terei que explicar sua função.

-Ok então. Ah, qual é mesmo seu nome? – Pergunta Tom.

-Eric Tereny.

É ele mesmo, ruivo, alto e gostos... Epa, o que eu to pensando. Sinto minhas bochechas esquentarem, e viro para trás.

-Bom Eric, essa e a turma de funcionários que trabalharam comigo, e essa e a minha segurança pessoal, Bethany.

Viro e me deparo com ele aparentando estar assustado. Me aproximo, ergo a mão.

-Prazer, Bethany Days.

-Eric Tereny.

-Vocês dois já podem vir comigo, começo meu trabalho hoje.

Saímos da sala e entramos no elevador

-Bom, já começando hoje preciso ir a esses lugares. – Diz Tom entregando uma folha para Eric. – Ai estão o horário que devemos chegar e sair. Hoje Bethany, você terá que me acompanhar em todas as reuniões.

-Sim, claro.

O elevador chega e vamos para a garagem. No carro, Tom se senta no banco de trás, e como ele não vou sentada ao lado daquele safado, sento no banco do passageiro ao lado de Eric, tinha vontade de perguntar se ele se lembrava de alguma coisa da noite passada, mas desisto.

Nunca me senti tão ruim, nas reuniões, parecia que eu era a pauta do dia, olhares maliciosos, piscadas, entre outros, recebi até um numero de um cara que era secretário, depois que sai de seu campo de visão, picotei o papel em vários pedaço e joguei fora.

Chego no meu novo quarto, e vejo que era um quarto simples, uma cama de casal, não sei porque diabos, uma mesinha, um pequeno guarda-roupa, e um banheiro. Para mim aquilo já estava ótimo, dando para dormir. Queria ter falado com Eric, mas não conseguiu um segundo de paz, amanhã se houver uma brecha, eu irei falar com ele.

.

.

.

Continua...

 


Notas Finais


Obrigada por lerem, coloquem suas opiniões nos comentários.
Kissus de Farinha.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...