História A Aluna Nova ➖ Kim Namjoon - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Colegial, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Rap Monster, Romance, Suga
Exibições 44
Palavras 1.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada pelos favoritos :3

Capítulo 8 - Um Novo Lar


Fanfic / Fanfiction A Aluna Nova ➖ Kim Namjoon - Capítulo 8 - Um Novo Lar

Desembarquei em no Aeroporto de Guarulhos. Assim que desci meu pai correu para o abraço. Ele me apertou bem forte, eu retribui. Ele estava chorando.

- Pai... O quê houve?

- Filha... - ele disse limpando as lágrimas dos olhos - Faz tanto tempo. Que saudades! Você... Você está muito diferente.

- Pai, foi só um ano e dois meses. Eu não mud...

- Olha só - ele me interrompeu - Quem diria que você está tão crescida! Arranjou até um namorado...

- Pai, eu...

- Vamos, filha. Vamos para casa.

Ele me conduziu até o táxi. Seus olhinhos puxados, iguais aos meus, diminuíam mais ainda ao sorrir e ao chorar.

- Filha! E então? Como é o tal Namjoon?

- Ah, pai... Ele é perfeito. Romântico, otimista, engraçado, desastrado...

- Mas então ele não é perfeito. 

- Não, não, pai. Ele é perfeito. Com certeza! E da maneira dele.

- Bom saber que você gosta mesmo dele. Ah, e amanhã é seu aniversário! Já até comprei o presente...

- Pai, não precisava.

- Precisava, sim! E veja só - ele apontou pela janela - Chegamos. 

- Pai, essa não é nossa casa. 

- AGORA É. - disse animado

- Oh... - admirei a nova casa... Digo, casarão - É enorme!

- Verdade... E tenho que te mostrar uma coisa! Aliás, alguém!

Ele puxou minha mão. Eu estranhei muito o fato de meu pai tagarelar, ele só fazia isso quando ficava nervoso! E muito.

Quando ele me conduziu até a enorme sala de estar, vi parada uma mulher e uma garota de no mínimo 15 anos. Toda vestida de preto, com uma camiseta do Slipknot, parecia ter saído de um filme escolar americano.

- Oi, querida! - ela disse feliz. Ela não me parecia muito velha, pelo contrário. Era loira, tinha olhos azuis - Eu sou sua madrasta, Cristina.

Eu olhei para meu pai. Franzi a testa, tentando segurar o choro.

- Tenho certeza de que nos daremos muito bem! Esta é Nathalia. Dê 'oi' para ela, Nathalia. - a menina se virou e se jogou no sofá. Passou a mão pelo alargador, ajeitou a touca e foi mexer em seu IPhone - Nathy!

Ela ignorou. A mãe dela insistiu mais, até que Nathalia soltou um baixo:

- Oi.

Suspirei.

- Okay, oi, Cristina, oi... Nathalia. - disse, e saí. Encarei furiosamente meu pai, e disse:

- Onde fica meu quarto?

- Andar de cima, último do corredor.

- Obrigada. Por favor, não precisa me auxiliar em nada. - disse, ergui a mala e subi.

No andar de cima, encontrei meu enorme quarto. A cama já estava ajeitada, com lençóis brancos. Eu apenas joguei a mala por cima da cama e suspirei. Olhei para o lado e notei uma varanda. Ótimo! Pegar um ar. 

Saí, fui até a sacada/varanda/deck. Respirei fundo e voltei para o lado de dentro.

Lembrei que tinha combinado com Kookie que assim que chegasse iria conversar com ele via Skype.

Yno Manaka On

- Hey, Kookie! Tudo bem? 

- Óbvio que não, sua trouxa.

Sorri e disse:

- Como estão? 

- Bem, Naka. Bem. Mas... Conta! O quê tem aí? As novidades?

- As piores possíveis. Meu pai me arranjou uma madrasta. E uma irmã revoltadinha.

- Ai, não. Credo. Mas ela é legal, digo, a sua madrasta?

- Sei não. Mal falei com ela. Mas ela parece ser uma patricinha.

- Pior tipo.

Sorri e perguntei:

- Alguém está aí? Yoongi, Namjoon, Hyuna, Hobi...

- Oh, sim. O Hobi hyung está aqui, na ativa convencendo Hyuna de que você está bem, e que passará bem.

- Posso falar com ele?

- Claro. - ele disse, olhou para o lado e gritou: - HOBI! HOSEOKÃO?!

- Eu?

- É, você. Naka está aqui.

- Ah. - se aproximou - Oii, Naka! Como vão as coisas?

- Mais ou menos, e aí?

- Tirando o fato da Hyuna quase ter cometido suicídio, está tudo bem categoricamente tranquilo.

- Hahah. E Namjoon?

- Ninguém viu ele desde que você partiu. Ele foi para seu apartamento, e ficou lá até agora. 

- Hum... Que estranho. Poderia me fazer um favor, hyung?

- Claro, Naka. O quê?

- Você poderia, assim que possível, visitar o Namjoon? 

- Ah, isso? Claro!

- Muito obrigada! Fala para ele que eu mandei um beijo e mandei ele tomar no cu por ficar de viadagem?

- Essa última parte vai ficar por considerar, mas a primeira, claro.

- Muito obrigada, hyung!

- Não foi nada, pequena! - Hobi saiu e Kookie tomou seu lugar.

- Então, até logo.

- Até logo, cuzão!

- Também te amo, viada!

Yno Manaka OFF

Eu suspirei, deitei na cama e pensei um pouco no passado. Fiquei lá por vinte minutos, à toa, até que ouvi três batidas na porta. 

- Entra! - gritei

- Filha... - ele suspirou, calmo - Temos que conversar. Sobre tudo o que vai ocorrer daqui para frente.

- Sim, pai. Eu deixei meus amigos, meu amor, minhas aventuras, tudo lá na Coréia, e agora eu estou sem rumo. Nem sequer a faculdade terminei de fazer.

- Filha! A nossa empresa, mesmo na crise, cresceu drasticamente! Eu consegui mais dinheiro, e agora não quero me separar de você! Você não precisa mais ser bolsista e morar em um apartamento minúsculo.

- Mas, pai, eu fui para a Coreia para manter o tradicional estudo na nossa família!  Isso não tem valor?

- Ah, Naka, já passamos dessa fase, não? Mesmo eu tendo origens coreanas quem inventou isso foi sua mãe, que queria manter essa besteira de conexão com nossos ancestrais. 

- Isso foi importante para mim! A minha mãe, ela...

- A sua mãe não está mais aqui.

Aquelas palavras caíram feito chumbo em minhas costas. Eu comecei a chorar.

- Ah, droga... - meu pai falou consigo - Você entendeu mal, meu bem.

- O quê eu entendi é que minha mãe não está aqui, ela não influenciará em nada na minha vida, porque ela não est...

- NAKA! Você... Eu só queria dizer que eu quero aproveitar um pouco junto à minha família! Você, eu, a Cristina, a Nathalia...

- Elas não são minha família!

- Uma hora você vai aceitar, filha.

- Pai... - disse calmamente - Me deixa sozinha?

- Mas filha...

- Por favor.

Ele assentiu e se retirou.

Eu me joguei na cama e fiquei à toa pensando até que ouvi novamente alguém bater na porta. Eu fiquei em silêncio. As batidas foram ficando mais intensas, o barulho parecia martelar na minha cabeça.

TOC TOC TOC TOC TOC TOC TOC TOC

Aquilo adentrou minha cabeça, que já estava cheia.

- Argh! Entra logo! - gritei.

 Era a menina revoltadinha. A tal Nathalia entrou, arqueou as sobrancelhas e apenas falou:

- Temos que ter uma conversa.

- O quê é? - falei 

- Bom. Eu não quero que minha mãe fique com seu pai. E você? Quer mesmo? 

- Óbvio que não. Para mim eles deviam se separar logo.

- Então, cara irmã mais velha, temos algo em comum. E eu tenho um plano.

Levantei uma sobrancelha, sorri e falei:

- Pode me chamar de Unnie. - Sorri e completei : - Minha maknae. Por enquanto! 

Estendi o dedinho para fazer uma promessa. Ela cruzou seu mindinho e fizemos um pacto.

- E então? Qual o plano, maknae?







Notas Finais


Miane pelos capítulos muito curtos que fiz, eu realmente não tive muitas ideias... Mas eu já pensei em algumas coisas...
Amo vocês e obrigada pelos favoritos😄❤


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