História A Anaconda de Oh Sehun - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, Lu Han
Personagens Lu Han, Sehun
Tags Anaconda, Comedia, Exo, Hunhan, Lemon, Luhan, Pwp
Visualizações 636
Palavras 5.019
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oooooiiiii
HunHan passando na sua tela
Então, mas um presentinho pra minha marida
Te amo, Ice <333
Capa maravilhosa feita pela @jeonstan
Tô morrendo de vergonha mas vamos lá~

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fatigado. Era assim que o chinês de fios tingidos de loiro se encontrava. Cansado, dolorido, com sono e louco para chegar logo em sua casa, tomar um banho quente e se jogar na cama fofinha com lençóis cheirosos. A faculdade tomava conta de sua manhã inteira e o estágio de sua tarde. O chinês ficava cansado em demasia não só devido a fato de que passava o dia estudando e trabalhando, mas devido a distância de sua faculdade para sua casa. O loiro tinha de sair de casa as quatro da manhã e sempre chegava na mesma depois das oito da noite.

Eram quase nove da noite quando o jovem de fios claros chegou em casa, quase tropeçando em seus próprios pés devido ao sono e cansaço em demasia que tomavam conta de seu ser. Parou em frente a porta de seu apartamento, tirando sua mochila das costas afim de procurar as chaves. Geralmente, o loiro já voltava da parada do ônibus com as chaves em mãos, mas a sonolência estava tanta que nem sequer cogitou essa possibilidade. Sua mão direita vagava o interior da mochila em busca dos objetos de metal enquanto a esquerda segurava alça da mesma com certa dificuldade. O chinês irritou-se ao perceber que as chaves não estavam ali. Certamente, havia esquecido em casa mais uma vez e teria que chamar – ou seja, berrar – por seu colega de quarto que, devido ao silêncio no apartamento, estava dormindo ou com os fones de ouvido que o loiro tanto odiava por sempre deixá-lo surdo.

– Sehun! Abre a porta! – O chinês chamou por seu colega, com a voz largada devido ao cansaço e num volume não muito alto. Porém, não obteve resposta do mesmo. Respirou fundo, juntando ar o suficiente em seus pulmões para chamar com a voz mais alta em seguida. – Sehun!!! – Podia-se notar a irritação presente na voz do loiro. Sempre ocorria tudo do mesmo jeito e isto casava o jovem. Não poderia pôr toda a culpa no sono pesado ou na música alta que seu colega escutava. Também tinha sua parcela de culpa por esquecer sua cópia da chave do apartamento. Porém, as atitudes de Sehun o irritavam. Mais uma vez, não obteve resposta do que estava dentro do pequeno apartamento e isso o irritou ainda mais, tanto que começou a bater na porta de madeira com força, sem se preocupar se iria incomodar os que moravam nos outros apartamentos ao lado. – Sehun, caralho! Você ‘tá surdo? – O jovem de fios claros praticamente berrou, dando um soco forte que fez um estrondo alto quando seu punho fechado se chocou com a madeira da porta.

Logo a porta foi aberta, mostrando a imagem de um Oh Sehun descabelado com a camiseta amassada, os fones de ouvido pendurados no pescoço e uma expressão de medo e desespero.

– Oh, porra! Você quer me matar do coração? – O mais jovem de fios negros e pele pálida falou num tom irritadiço, com a mão direita que segurava seu celular sobre o peito. – Eu pensei que tivesse alguém arrombando o apartamento! – Passou uma das mãos pelos fios escuros, tentando arrumá-los um pouco.

– Você pegou no sno com os fones de ouvido de novo, não foi? – O loiro perguntou, olhando o jovem a sua frente de cima a baixo. Já sabia a resposta aquela pergunta pois conhecia bem seu colega, e o estado em que se encontrava deixava isso bem claro. O chinês odiava ainda mais quando isto acontecia, pois além de ter o sono pesado, a música torna quase impossível de acordar o moreno.

– Ah, me deixa em paz, LuHan. – O de fios negros revirou os olhos e abandonou a porta, indo em direção ao sofá de couro claro que havia no centro da pequena sala de estar. Jogou-se ali, colocando os pés sobre a mesinha de centro a frente do estofado e colocou os fones em seus ouvidos, procurando uma música qualquer em seu celular. 

O loiro balançou a cabeça negativamente e adentrou o apartamento, trancando a porta atrás de si. Foi até seu quarto e xingou-se internamente ao ver que havia deixado suas chaves em cima de sua cama justamente para lembrar-se de leva-la antes de sair. Odiava ser assim tão esquecido das coisas. Pegou as chaves e colocou dentro de sua mochila.

– Quero ver eu esquecer agora. – Disse para si mesmo, fechando o zíper de sua mochila. Então pegou sua toalha de veludo escura e saiu do quarto, indo em direção ao banheiro. Agora tomaria aquele banho quente e gostoso que seu corpo tanto ansiava para relaxar. Quando passou pela sala, seu colega já estava cochilando no sofá com os fones de ouvido mais uma vez. Soltou uma risada abafada e se dirigiu ao banheiro. Se despiu de sua roupa e entrou no box, ligando o chuveiro e deixando a água quente escorrer por seu corpo, relaxando cada músculo que anteriormente estava tenso. Sentiu um arrepio percorrer sua espinha ao sentir o contato da água quente em seus fios claros e em sua nuca. Baixou a cabeça e continuou alguns minutos apenas desfrutando da sensação deliciosa da água quente batendo contra sua nuca e costas enquanto escorria para o resto do corpo.

Depois de longos minutos no banho, LuHan desligou o chuveiro, enrolou sua toalha na cintura e saiu do banheiro. Sehun ainda se encontrava dormindo com os fones de ouvido no sofá. O loiro riu ao vê-lo com a boca aberta e o celular quase  caindo de suas mãos. Aproximou-se vagarosamente do mesmo, por trás do sofá e tirou os fones do ouvido do moreno, com cautela para não acordá-lo.

– Você não tem vergonha de ficar dormindo assim na sala? – Sussurrou rente ao ouvido do mais novo.

O de fios negros despertou assustado ao sentir o hálito quente  do outro próximo ao seu pescoço, sentindo um arrepio na nuca e quase deixou seu celular cair no chão devido ao nervosismo. Virou-se para trás, pronto para xingar o filho da mãe por assustá-lo assim mas sua voz travou ao se deparar com um LuHan apenas com a toalha enrolada na cintura e os fios loiros desgrenhados, pingando em seu tronco que ainda possuía algumas gotículas de água. Sentiu seu rosto queimar ao se pegar olhando  para o abdômen pouco definido porém perfeitamente bonito do loiro.

– E você, não cansa de andar nu pela casa? – Respondeu ao mais velho com uma pergunta, desviando o olhar para seu celular. Sempre se sentia desconfortável quando seu colega andava semi-nu pela casa e sempre se pegava observando seu corpo bem desenhado, mas nunca admitiria tal coisa para aquele filho da mãe que o vivia xingando e o julgando por não ouvir quando o chamava sendo que era ele quem esquecia as chaves em casa.

– Ninguém mandou você ficar me olhando quando passo de toalha. – O loiro respondeu, convencido. – Sei que sou bonito, não precisa ficar encarando. – Passou os dedos pelos fios molhados, com uma expressão convencida em seu rosto que fez o moreno revirar os olhos. LuHan achava interessante as reações de seu colega ao vê-lo desfilar pelo apartamento apenas de toalha ou sem camisa. Amava provocá-lo daquele jeito mas jamais admitiria em voz alta que o fazia propositalmente.

– Convencido do caralho. – Resmungou Sehun, levantando-se do sofá e indo em direção ao seu quarto. Bateu a porta com força ao entrar e se jogou em sua cama de solteiro que estava bagunçada desde que acordara. Colocou seus fones de ouvido novamente e escolheu a opção de reproduzir músicas aleatoriamente em seu aparelho.

O de fios claros soltou um riso de escárnio e entrou em seu quarto, procurando uma roupa qualquer para vestir-se e cair na cama. Vestiu apenas uma bermuda e jogou-se na cama. Seu corpo clamava por descanso e era isso o que daria ao mesmo. Seu corpo pesava e  suas pálpebras se fechavam lentamente, até apagou por completo.

Enquanto LuHan dormia tranquilamente em seu quarto, Oh Sehun estava inquieto em sua cama. Seus olhos nem sequer pregavam e uma sensação agonizante tomou conta de seu ser. Nem mesmo as músicas o estavam acalmando e isso era desesperador. Uma quentura tomou conta de seu corpo e este teve que se livrar rapidamente de suas peças de roupas, ficando apenas com sua boxer escura, então sentou-se na borda da cama. O moreno passava música por música, não conseguindo ouvir uma sequer. Até que começou um toque lhe era familiar. Esperou alguns segundos e quando a voz que acompanhava a melodia, reconheceu aquela batida. Levantou-se e começou a acompanhar com os pés aquele toque que não ouvia a algum tempo mas que era contagiante.

– By the way, what he say?
He can tell I ain’t missing no meals... – O de fios negros não conseguiu controlar e acabou cantando junto com a música, sem se aperceber que estava fazendo barulho demais.

No quarto ao lado, o mais velho começou a despertar de seu sono lentamente, incomodado com vozes altas e batidas irritantes no chão. Levantou da cama sobressaltado e foi discernindo o som que estava escutando aos poucos. Até que reconheceu. Era voz de Oh Sehun praticamente gritando uma música que ele não teve interesse em tentar descobrir qual era. Ninguém iria atrapalhar seu descanso tão esperado durante todo o dia. Saiu de seu quarto indo na direção da porta do quarto de seu colega, indignado com o barulho irritante que o mesmo fazia.

– Sehun! Para com essa merda de cantoria, eu quero dormir!!! – Gritou alto e com raiva, cruzando os braços a frente de seu tronco.

O moreno ouviu a reclamação vinda do lado de fora de seu quarto, mesmo estando com seus fones de ouvido. Porém pouco se importou em parar de cantar, em vez disso, cantou ainda mais alto apenas para provocar o loiro que bufava de raiva parado em frente sua porta.

– My anaconda don't! My anaconda don't! – Desta vez, o moreno praticamente berrou ao invés de cantar. Foi aí que LuHan reconheceu que música ele estava ouvindo e caiu no riso, sabendo exatamente como fazer o mais jovem parar de cantar aquilo. Sabia que o outro estava fazendo aquilo para irritá-lo e se era guerra que ele queria, guerra ele iria ter.

– Sehun, você não tem nem uma cobra chumbinho dentro de suas calças, quanto mais uma anaconda! – O loiro deixou aquela ofensa sair de seus lábios num tom alto o suficiente para que o mais jovem pudesse ouvir mesmo estando com os fones de ouvido. E parece que deu certo, pois a cantoria cessou. 

Uma raiva tomou conta do corpo de Sehun e este se controlou ao máximo para não sair daquele quarto naquele momento e dar um supetão naquele ser que ousou o insultar assim. Mas pensou melhor sobre o assunto e se LuHan queria provocações, ele iria ter exatamente isso.

– Vem aqui dentro e eu te mostro o tamanho da minha anaconda. – Respondeu o moreno, soltando um riso de escárnio após o dito. Achou ter calado o loiro pois se passaram alguns segundos sem que o mesmo não falasse nada.

– Não, obrigado. Não quero me decepcionar ao ver que nem chega a ser uma chumbinho. – Pesado. Até o próprio LuHan achara aquele comentário ofensivo demais e estava com medo da reação do outro ao ouvi-lo.

Certo, aquele era o cúmulo para Oh Sehun que jogou seu celular na cama e foi em direção a porta de seu quarto. O aparelho acabou por se desconectar dos fones de ouvido e começou a tocar a batida da música pelo auto-falante. O moreno abriu a porta rapidamente e encarou o seu colega com raiva. O mesmo deu um pulo para trás ao perceber o olhar do outro carregado de raiva sobre si. O de fios escuros segurou com brutalidade o pulso de LuHan e o puxou para dentro de seu quarto, o jogando contra a parede mais próxima, sendo esta ao lado da porta.

– Quem você acha que é para falar assim de mim? – O loiro pôde sentir o hálito de Sehun bem próximo ao seu rosto e isto o fez estremecer enquanto tinha seus pulsos segurados com firmeza pelo moreno. Sehun mantinha os dentes trincados, resultando numa expressão de raiva que o outro julgou deixá-lo ainda mais sexy. LuHan não conseguiu responder a pergunta simples que o outro havia feito. Estava perdido naquele olhar penetrante que este lhe lançava. As orbes escuras carregadas de ódio que o deixavam tão fodidamente gostoso que o loiro sentia um formigamento em seu baixo ventre a cada aperto que as mãos grandes e fortes de Sehun dava em seus pulsos e braços. Uma distância perigosamente excitante entre ambos os corpos e rostos. A respiração quente do moreno batendo contra sua boca que só fazia LuHan pensar em beijar aquela boca que só o irritava a cada palavra que pronunciava. Mas LuHan não poderia culpá-lo; amava deixar o outro irritado e assistir de perto suas reações de fúria. Então o de fios loiros fez o inimaginável para si; quebrou a distância mínima que havia entre seus lábios, assustando o moreno ao que chocou seus lábios com o do mesmo num beijo desesperado e sedento. Sehun assustou-se com a reação do outro e afrouxou o aperto que dava em seu pulso, dando um pequeno passo para atrás e desfazendo o ósculo.

– ‘Tá ficando louco? – O moreno perguntou, alterando sua voz enquanto encarava o mais velho, perplexo.

– Eu sei que você quer me beijar tanto quanto eu, Sehun! – Respondeu o loiro, puxando o maior pelos ombros e chocando ambos os lábios mais uma vez, dando início a um ósculo um tanto desajeitado já que o único esforçava-se para beijar era LuHan. Ao perceber que o maior apenas encarava-o, perplexo, o de fios claros desfez o beijo – se é que podia ser chamado assim aquele movimento desajeitado que LuHan fazia contra os lábios alheios. – Oh caralho, me beija! – Exclamou, num tom irritadiço.

– Calma, porra! Eu ainda ‘tô surpreso! – Retrucou o moreno, no mesmo tom de voz que o outro. 

– Puta merda, Sehun! Só me beija!!! – O loiro acabou por exaltar-se demais e praticamente berrou aquelas palavras que mostravam o quão desesperado estava para sentir os lábios alheios envolverem os seus.

– Tem certeza que é só o beijo que você quer? – Instantaneamente, um sorriso carregado de malícia brotou nos lábios finos de Oh Sehun, o que fez com que o loiro revirasse os olhos, ainda mais irritado.

– Desisto!!! - Proferiu, dando meia volta no quarto do moreno e se dirigindo a porta, com passos pesados. – Vai tomar no cu também! – Assim  que seus pés alcançaram a saída, sentiu os braços fortes do outro envolverem sua cintura e puxarem bruscamente contra o peitoral firme.

– Você quer que eu te beije, LuHan? – Sehun sussurrou contra o ouvido alheio, fazendo o que estava envolvo em seus braços sentir um arrepio percorrer sua espinha devido ao tom de voz extremamente sexy que o moreno usara. O mesmo apertou os braços contra o abdômen do loiro, fazendo seus corpos ficarem perigosamente colados. A voz de LuHan travou em sua garganta, que deu um devido ao nervosismo que estava pelo fato de Oh Sehun estar o agarrando por trás e apenas de boxer. – Responde. – Sua voz soara mais firme e autoritária, o que fez o de fios claros estremecer nos braços do outro.

– S-sim... – Respondeu o menor, com a voz falha e trêmula.

– Tsc. Tsc. – LuHan ouviu o moreno fazer um barulho com a sua língua, o que o fez estremecer ainda mais envolvo nos braços alheios. Podia jurar que Sehun havia percebido tal ato vindo de si e que estava com aquele sorriso de canto carregado de malícia que costumava mostrar ao ver o menor “ceder”. LuHan sentiu a respiração do outro ficar ainda mais pesada, talvez mais próxima. – Implore. – Sua voz ficara ainda mais rouca e sua respiração quente e pesada fazia o loiro arrepiar-se a cada toque invisível do hálito quente em seu pescoço e orelha.

– Você está louco se acha que vou fazer... – O mais baixo começou a proferir porém sua fala cessou ao sentir o atrás de si raspar os dentes sobre o lóbulo de sua orelha, numa provocação que fez seu corpo inteiro esquentar junto ao tremor que tomou conta do mesmo. – Me beija, Sehun... – Disse num volume baixo, com os olhos fechados em deleite ao misto de sensações que era ter o moreno o provocando impetuosamente.

– Eu não ouvi direito. – O mais novo agora descia sua cabeça um pouco, passando a raspar os dentes pela pele clara e sensível do pescoço de LuHan, deixando um leve rastro avermelhado por toda a extensão do mesmo ao que deslizava os dentes superiores com certa pressão na pele branquinha.

– Por favor... – O loiro maltratava seu lábio inferior com mordidas notavelmente fortes enquanto permanecia de olhos bem fechados.

– Já que insiste... – Oh soltou uma risada anasalada antes de virar o outro para si e atacar com voracidade os lábios alheios os capturando com os dentes e já deslizando sua língua para dentro da boca do loiro, que cedeu-o passagem prontamente, o deixando explorar cada canto de sua cavidade bucal com seu músculo ágil e quente. LuHan não ficou para trás; chupou a língua do moreno com vontade, arrancando um suspiro do mesmo, que fez certa pressão nos dígitos que repousavam sobre a cintura alheia. Quando o ar parecia ter abandonado ambos os corpos dos dois jovens ali, o maior quebrou o ósculo, mordendo o lábio inferior do de fios claros, puxando levemente a carne rosada para si.

LuHan mal teve tempo para recuperar-se da falta de ar que lhe sobrevinha e já teve seu pescoço maltratado mais uma vez pelo Oh. O mesmo deslizava a língua pela pele do pescoço alheio que já possuía uma coloração avermelhada devido ao maltrato recebido outrora. Sehun passou a chupar a tez do jovem, a tornando ainda mais escura que já estava e arrancando uma baixa lamúria sair por entre os lábios do menor. Este sentiu seu rosto queimar em excesso, porém não sabia dizer se era devido a excitação que o moreno extava lhe causando ou devido ao fato de que havia lembrado que o mesmo estava apenas com a boxer cobrindo seu corpo.

– Você me enlouquece quando desfila pelo apartamento sem camisa, sabia, LuHan? – Sussurrou contra a pele do loiro, o fazendo arrepiar-se por inteiro mais uma vez. O moreno deslizou as mãos pelo abdômen levemente definido de LuHan, arranhando de leve toda a extensão do mesmo até que chegasse na barra da bermuda do jovem. – Eu fico louco para te deixar cheio de marcas para então te ver desfilando cheio de marcas e saber que fui eu quem fiz elas... – Agora o de fios escuros dava alguns passos para trás, puxando o a sua frente pelo cós de sua peça de roupa, até que sentiu suas pernas chocar-se de leve com a cama. Então sentou-se sobre a mesma e encarou o a sua frente com um olhar sugestivo e sem soltar a barra de sua bermuda.

LuHan entendeu o que aquele olhar queria dizer e aproximou-se lentamente do maior, posicionando cada um de seus joelhos ao lado do corpo do moreno e sentando-se em seu colo. O maior deslizou as mãos pelas costas nuas do jovem, a marcando com suas unhas curtas enquanto fazia uma trilha invisível de beijos pelo peitoral e abdômen alheio, arrancando arfares baixos do loiro, mas que foram o suficiente para Sehun continuar com o que fazia, agora passando a deixar mordidas por toda a extensão do tronco do menor.

– Sehun... – O mais baixo deixou o nome do mais novo sair por entre seus lábios em meio a um longo suspiro. 

– Isso... Eu quero te ouvir... – Sehun agora distribuía leves chupões pelo tronco já maltratado do loiro, arrancando agora um gemido quase inaudível do mesmo, que apertava as pálpebras com força ao que sentiu a pele perto de seu umbigo ser bruscamente sugada pela boca rosada do mais novo. - Vamos, LuHan... Geme para mim. – Ditou autoritário, depositando um chupão próximo a barra da bermuda do outro.

– A-ah... – O mais velho segurou-se ao ombros alheios, soltando um gemido sofrido entre dentes e apertando com certa força a pele dos ombros largos de Sehun.

– Bem melhor. – O mais novo sorriu satisfeito e puxou o corpo do outro mais para si, roçando a bunda farta do mesmo roçar sobre sua notável ereção. – Olha o que faz comigo, LuHan. – Proferiu, apertando ainda mais o quadril alheio sobre sua ereção e soltando um grunhido de prazer ao sentir aquela fricção deliciosa para ambos os jovens. 

– Sehun... Oh... – LuHan passou a movimentar lentamente seu quadril, procurando por mais daquele contato que o fazia estremecer de corpo inteiro. Então o moreno impulsionou seu quadril para frente, como se estocasse fundo o loiro, mesmo ambos estando cobertos pela não tão grossa camada de roupas. O menor revirou os olhos ao sentir o outro praticamente o foder com roupas. – Oh céus... – LuHan agora entrelaçou as pernas a cintura do mais novo, quase subindo e descendo sobre o membro totalmente desperto do Oh, fazendo o mesmo perder a sanidade aos poucos em cada movimento que fazia sobre seu colo.

– Assim eu não vou me segurar... – Sussurrou Sehun, cravando suas unhas na cintura do loiro, arrancando-lhe um pequeno grito de surpresa. 

– Não quero que se segure. – Respondeu o LuHan, entre arfares sofridos que lhe escapavam da garganta, sentindo a única peça que cobria-lhe o corpo começar a ficar desconfortável devido a ereção roçando no tecido de sua bermuda. Sehun sentia sua sanidade se esvair a cada palavra que saíra pelos lábios levemente inchados e mais rosados que normalmente costumava ser. Então o loiro inclinou sua cabeça, aproximando-se do ouvido alheio. – Me fode... – Sussurrou rente ao ouvido do outro e mordeu-lhe o lóbulo da orelha em seguida.

– Ah, merda, LuHan... – Praguejou o de fios escuros, logo jogando o corpo esguio do menor sobre sua cama, e se posicionando entre suas pernas. Abriu o botão da peça de roupa que o loiro usava e a arrancou de seu corpo numa velocidade assustou o mais velho. – Ótimo dia para dormir sem cueca, não? – Proferiu com um sorriso torto marcando sua expressão de pura malícia ao ver que o outro não vestia nada por debaixo da peça que já havia sido jogada em algum canto do cômodo. Inclinou-se sobre o corpo do loiro, tomando seus lábios para mais um beijo de tirar o fôlego, literalmente. Os corpos perigosamente colados, fazendo ambas as ereções roçarem num atrito delicioso.

– Sehun... Tira... – Pediu o mais velho, numa súplica envergonhada para que Oh Sehun se livrasse daquela peça incômoda que ainda restava em seu corpo. O moreno levantou-se um pouco, logo livrando-se de sua boxer que já estava manchada pelo pré-gozo que escorria por seu membro teso. Ao vê-lo totalmente despido, os lábios do loiro formaram um perfeito “o” e sentiu sua boca salivar.

– Gosta do que vê? – Brincou o moreno, puxando o outro pelos braços e o fazendo sentar-se sobre a cama. LuHan estava estático; apenas deixou que seus desejos falassem mais alto e inclinou-se sobre o membro teso de Sehun, deslizando levemente a língua pela fenda, sentindo o gosto salgado do sêmen do moreno. Este apertou suas pálpebras ao sentir o contato molhado da língua alheia em sua glande já inchada. O loiro sorriu satisfeito e passou a deslizar seu músculo molhado por toda a extensão do pênis de Sehun. – Merda, LuHan... – O de fios negros arqueava as costas, deixando grunhidos desconexos escapar por entre seus lábios. 

O menor abrigou toda a extensão do membro alheio em sua cavidade bucal, passando a chupar lentamente e deslizar a língua pela fenda, chupando todo o pré-gozo que escorria por ali. Sentiu seu próprio membro latejar, clamando por atenção. Então levou a destra ao mesmo, começando uma masturbação lenta, apenas espalhando a pequena camada de sêmen por toda o membro teso, nas mesma velocidade que continuava a chupar o pênis de Sehun. Soltou um gemido que foi abafado pelo membro alheio, causando algumas vibrações no mesmo, o que fez Oh soltar um gemido rouco. Um meio sorriso brotou em seus lábios e passou a contrair as bochechas, chupando com força e fazendo o moreno tombar a cabeça para trás, extasiado com a sensação incrível que a boca de LuHan o estava proporcionando.

– Puta merda... – Deixava xingamentos saírem por seus lábios, misturando-se aos gemidos roucos e alto. Então levou as mãos os fios claros de LuHan, entrelaçando os dedos aos fios e puxando levemente seu couro cabeludo. Ao ouvir um estalo sair da boca do menor, puxou seus cabelos com certa força, o puxando para cima e depositando um selinho demorado em seus lábios, sentindo o próprio  gosto na boca deliciosa de LuHan. Após separar-se do leve roçar, o mais velho fitou o moreno, confuso. – Eu quero gozar dentro de você. – Disse Sehun como se lesse os pensamentos do jovem. O deitou novamente sobre a cama, ficando entre suas pernas e passou a deslizar um dígito pela entrada pulsante do mesmo.

– Esquece essa merda e me fode de uma vez. – Ditou em meio a um gemido manhoso. O moreno assentiu com a cabeça e posicionou-se entre as pernas alheias, fazendo com que sua glande roçasse na entrada do outro. Impulsionou levemente seu quadril para frente, fazendo com que apenas sua glande entrasse no menor. O loiro sentiu uma pontada de dor atingir seu interior, porém, a necessidade de sentir Sehun ir mais fundo o consumia por completo. Entrelaçou as pernas no quadril de Sehun, consequentemente fazendo com que seu membro teso o penetrasse mais fundo. - Ah, caralho... – Um ardor tomou conta de sua entrada apertada, o fazendo ficar imóvel durante alguns minutos. A saliva de LuHan deixada sobre o pênis do moreno outrora servia como o perfeito lubrificante, facilitando a entrada do mesmo mas não o impedindo de sentir dor. Sehun esperou alguns minutos, afim de certificar-se de que não machucaria o menor. Ao receber um olhar como um pedido mudo de que começasse a movimentar-se começou a fazê-lo, investindo seu quadril contra o de LuHan com movimentos lentos porém precisos. O ardor que LuHan sentia foi diminuindo gradativamente, e uma pontada de prazer tomou conta de seu interior, o fazendo soltar um gemido alto e arrastado.

– Seus gemidos são deliciosos, LuHan... – Deixou a frase anterior sair de seus lábios ao pé do ouvido do menor, o que apenas o incentivou a gemer ainda mais alto. – Caralho, LuHan... – O moreno gemeu em conjunto com o outro, ao que passava a aumentar o ritmo das estocadas e sentia seu membro ser cada vez mais esmagado pelo interior apertado e fodidamente gostoso do mais velho. Sehun retirou por completo do loiro, voltando numa estocada funda e certeira em sua próstata.

– S-sehun... Ahn... – Lu levou suas mãos ao lençol que cobria o móvel, apertando o tecido com tanta força que as pontas de seus dedos ficaram esbranquiçados enquanto gemia o mais alto que suas cordas vocais permitiam. De repente, uma batida pôde ser escutada vinda de cima.

– Façam menos barulho, estamos dormindo seus porra!!! – Uma voz masculina num tom irritadiço veio acompanhada de mais batidas contra o teto do apartamento dos jovens.

– Foda-se, eu estou provando da anaconda de Oh Sehun!!! – O loiro gritou de volta, usando o mesmo tom de voz que o homem de cima. Sehun soltou uma risada alta daquela situação, pendendo a cabeça sobre o peitoral do menor. – Para de rir, caralho! – Praguejou LuHan, contraindo propositalmente seu interior e arrancando um grunhido alto do Oh, que parara de rir agora. 

– Vamos melhorar isso. – Disse o moreno, levantando-se com o mais velho em seu colo e colocando-o sentando sobre o mesmo. – Rebola para mim. – Continuou, dando um tapa estalado na coxa direita do jovem, consequentemente deixando uma marca avermelhada na mesma. LuHan mordeu seu lábio inferior com força notável, sentindo aquele leve ardor em sua pele maltratada e passou a movimentar seu quadril lentamente, com movimentos circulares. – Caralho... – O maior tombou a cabeça para trás, deixando xingamentos se misturarem aos gemidos que escapavam de seus lábios.

– Só mais um pouco... Ah... – LuHan agora levantava-se, fazendo o pênis do moreno sair por completo de si e voltava a sentar-se vagarosamente, quicando sobre o falo do outro, atingindo aquele ponto sensível que o fazia urrar de prazer. Continuou repetindo aqueles movimentos, agora mais rápidos, fazendo ambos gemerem em conjunto e sentirem próximo o ápice. Ao notar o membro teso de LuHan, pingando pré-gozo e clamando por atenção, o moreno levou uma de suas mãos a mesmo, envolvendo seus dedos longos ali e apertando o polegar sobre a fenda. Tal ação resultou num gemido rouco e sofrido saindo dos lábios já maltratados devido as mordidas que o loiro dava no mesmo. – Sehun... Eu v-vou gozar... – Gemeu arrastado após a fala e contraiu o abdômen, apertando os dedos dos pés enquanto uma sensação de puro prazer tomava conta de seu corpo juntamente de uma expressão carregada de luxúria surgia em sua face suada e avermelhada. O moreno impulsionou seu quadril para frente, estocando o menor fundo e forte uma última vez enquanto movimentou rapidamente seus dedos ágeis sobre o falo do mesmo. Ambos atingiram o ápice juntos; Sehun desmanchando-se no interior do jovem e LuHan deixando seu sêmen escorrer livremente pela mão habilidosa do moreno.

O loiro deixou sua cabeça pender sobre o ombro do maior, tentando recuperar sua respiração descompassada e Sehun fez o mesmo, abrigando seu rosto na curvatura do pescoço alheio enquanto abraça sua cintura.

[...]

LuHan acabara de chegar de sua faculdade, cansado e esgotado assim como no dia anterior. Assim que chegou no corredor do andar em que ficava o apartamento que dividia com o moreno, pôde ouvir uma melodia um tanto conhecida para si vinda justamente de seu apartamento.

“My anaconda don’t want none
Unless you got buns, hon”

Soltou uma risada anasalada antes de abrir a porta com as chaves que não havia esquecido em casa desta vez, se deparando com Oh Sehun dançando no meio da pequena sala de estar. Ao notar a presença do loiro, o maior virou-se em sua direção e em seus lábios se formou um sorriso torto; aquele sorriso que LuHan sabia muito bem o que queria dizer.


Notas Finais


Vou me esconder debaixo do lençol~~
Juro que tô tentando melhorar nos lemons
Gente, deem muito amor a fanfic do meu filho sereio
Muito boa e merece atenção

https://spiritfanfics.com/historia/a-sad-life-8742236
Até a próxima <3


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