História A Ancora! (Derek Hale) - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Tags Anne Della Costa, Derek Hale, Stiles Stilinsky, Tyler Hoechlin, Tyler Posey
Visualizações 274
Palavras 2.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


enjoy it ;)

Capítulo 21 - Dreams and new feelings


Não muito tempo depois de entrarmos de volta na casa, minha mãe chegou com sacolas nos braços e um sorriso cansado, mas animado, aparentemente ela e Derek haviam conversado muito e ela havia descoberto seus dotes culinários.

- Como vocês conversaram tanto assim, vocês só tiveram algumas horas juntos. – Perguntei tomando meu lugar no balcão junto de um copo de suco que me entregaram, Derek e minha mãe do outro lado do balcão retirando as coisas das sacolas.

- Você costuma se distrair facilmente quando o assunto não lhe interessa. – Minha mãe comentou se virando para geladeira tirando alguns ingredientes que usariam.

- O que? Isso é mentira, eu sempre ouço sobre comida.

- Na verdade, você se preocupa mais em comer. – Minha mãe respondeu, me deixando de boca aberta. Derek riu baixo começando a cortar alguns legumes, o mirei com os olhos semi cerrados.

- Isso pode estar correto, mas eu não vou confirmar ou negar. – Eu disse por fim. Os dois deram uma risada e o assunto ficou por ai, logo começaram a cozinhar e conversar, e eu a me distrair com a minha mente muito criativa a imaginar uma vida inteira com o homem que cozinhava algo muito delicioso, já que o cheiro estava maravilhoso.

Talvez fossem os ferômonios, que segundo Lydia, mesmo não sendo um animal, ou ser parte animal, poderia sentir. Não é algo tão perceptível, só o fato de entrar em contato com os sensores, o cérebro é ativado. Ela diz que isso não tem um embasamento cientifico em humanos, mas ela não duvida que seja verdade.

E agora eu assistia Derek com toda uma nova perspectiva, como cores vivas na primavera, me fazia sentir...eufórica, talvez essa era a palavra que eu procurava, meu corpo inteiro formigava, e um calor se espalhava pelo meu corpo quando ele me tocava. Tudo nele me despertava um tipo de curiosidade, sua aura brilhava, como se ele fosse um anjo.

Seus olhos verdes, seu rosto e sua estrutura óssea magnífica, e sua barba que lhe dava um toque mais masculino, então tinha seus cabelos negros como a noite, e eu podia me imaginar passando as mãos por entre os fios de seus cabelos. E ainda tinha seu corpo de Adonis, perfeitamente esculpido e dourado, e eu me sentia quente a cada pensamento.

- Anne, é melhor fechar a boca, você está babando. – Minha mãe me chamou a atenção, me fazendo acordar do pequeno transe, Derek me olhava com uma tolha nas mãos e um sorriso travesso claramente divertido com a situação. Senti meu rosto corar, mas não conseguia desviar o olhar de sua figura, só ouvi minha mãe rir, em silêncio balançar a cabeça murmurando algo sobre casais apaixonados.

Ele era como o capitão América, mas numa versão mais latinizada e com aspectos de bad boy, todo musculoso com sua careta permanente de mau humor, o que na minha opinião deixava tudo muito mais interessante e começava a me afetar, de varias formas.

- Uau! - murmurei de cenho franzido, pensativa, e jurei ter visto Derek corar por alguns segundos e se virar para mexer na panela. Ele cora, isso é uma coisa nova.

Depois do meu comentário involuntário bem constrangedor, o que eu culpo Stiles pela mania de deixar minha boca ir mais rápido que meu cérebro fiquei quietinha, somente observando, prestando mais atenção do que o necessário em Derek, mas isso parecia impossível não fazer.

.....

- Você, com certeza, vai vir mais vezes cozinhar! – Minha mãe exclamou, com um olhar maravilhado e um prato vazio a sua frente. Eu não estava muito atrás, minha mãe não era uma má cozinheira, muito menos eu, nos conseguíamos nos virar muito bem. Mas isso aqui estava uma coisa de outro mundo.

Derek tinha a cara de alguém envergonhado sendo prestigiado, e era uma coisa fofa. Ele conseguia essa transgressão de sexy para fofo em segundos. Enlouquecedor.

Eu continuava quieta, comendo, me deliciando a cada garfada, olhos atentos e observadores, ele agradecia dizendo que isso não era nada demais, e que ele iria adorar cozinhar mais vezes, era um de seus hobbies, e se eu já não estava totalmente alucinada com ele, agora as coisas tinham se elevado para um nível desconhecido para mim.

Logo fui despachada para fora da cozinha, por estar com, segundo, palavras da minha mãe, “babando demais com olhos de coração para Derek, e isso o deixava desconfortável”. Huh, como se fosse minha culpa. Então me dirigi ao meu quarto, tomei uma ducha, colocando as roupas mais confortáveis e reparei que meu quarto ainda estava meio bagunçado, mas eu não tinha forças para o arrumar, então ignorei, liguei meu computador e a tv colocando em algum canal, simplesmente pelo barulho e comecei a navegar pela internet enquanto tentava fazer as lições, mas sempre acabava me distraindo, simplesmente não tinha ânimo para fazer.

O barulho de alguém batendo na porta, me fez despertar do jogo de encaração que eu tinha com a lista de exercícios de álgebra que eu tinha. Desviei meu olhar da folha surpresa e lá estava ele, em toda sua gloria, ele parecia tão confortável, isso era uma das coisas perceptíveis que havia mudado sobre ele, ele não parecia tão infeliz com tudo.

- O que a folha fez? – Ele perguntou adentrando o quarto, o reconhecendo muito bem, se sentando no pé da cama. Bufei.

- Ela em particular não fez nada, mas o conteúdo nela, mata adolescentes todo dia.

Resmunguei, voltando a encarar a folha. Eu não era uma má estudante, na realidade eu ia muito bem, mantinha minhas notas, participava de eventos escolares, eu sobrevivia acima da média. Mas eu não encontrava a mínima vontade para fazer aquilo, era como se eu nunca tivesse visto aqueles números na minha frente.

- Eu definitivamente não vou me dar o trabalho de resolver isso. – Falei por fim, pegando tudo de cima da cama e guardando nos fichários colocando de volta na mochila. Derek somente riu e se levantou.

- É melhor eu ir.

- Hã? Porque? – Perguntei parada o olhando confusa.

- Você, tem aula amanhã, precisa descansar. – Ele respondeu, dando de ombros.

- Oh, eu pensei que você fosse ficar. – Murmurei com um fio de voz, era estranho não o ter por perto. Derek sorriu minimamente, mas era genuíno confortante, e se aproximou, ficando cara a cara comigo. Ele era alto, tinha que levantar a cabeça para o olhar no rosto.

- Eu volto amanhã, depois da escola, vou te levar para um lugar. – Ele dizia, olhando diretamente em meus olhos, calafrios percorriam meu corpo, eu me sentia nervosa e ansiosa, assenti com a cabeça concordando com o que fora dito, e o sorriso charmoso voltou ao seu rosto que se aproximava do meu, e em segundos seus lábios estavam nos meus quentes e macios, e uma de suas mãos em meu rosto, me puxando para mais perto e tão rápido quanto se aproximaram eles sumiram.

- Boa noite, Ann, durma bem.

Essas foram suas últimas palavras antes de eu o assistir sair do quarto e então o barulho da porta da frente se fechando e o barulho do carro saindo da frente da casa.

- Oh, você pode ter certeza que eu vou dormir muito bem.

Murmurei finalmente conseguindo me mover, eu me sentia quente, meu rosto e corpo, e tinha um sorriso besta preso ao rosto, minha mãe logo veio me dar boa noite, mas eu ainda estava em choque, até o momento em que adormeci ainda não acreditava que aquilo mesmo que mínimo havia acontecido.

Acordei na manhã seguinte com um sobressalto e a lembrança de um sonho bagunçado que tinha deixado resquícios em meu corpo, eu suava, as batidas do meu coração ressoavam por todo meu corpo. Quanto eu mais tentava lembrar do sonho, mais tudo se bagunçava, a única certeza que eu tinha era que Derek era a principal razão do sonho.

Apesar do sonho estranho, eu tinha ânimo para aguentar mais um dia de aula, me sentia renovada mesmo com a lição não feita. Depois de pronta peguei minha mochila e desci, minha mãe tomava seu café.

- Bom dia. - Me sentei ao seu lado a cumprimentando.

- Bom dia. – Ela me respondeu sorrindo, levando sua caneca com café fumegante até sua boca, enquanto eu puxava para mim em um prato as panquecas que ela havia feito a não muito tempo, eu comia tranquilamente com tempo de sobra já que Stiles que passaria para me buscar, e sentia o olhar da minha mãe.

- Mãe, porque você está me olhando desse jeito?

Eu tinha o cenho levemente franzido, a encarando, enquanto ainda comia, ela sorriu, e eu continuava confusa, até onde lembrava não havia feito nada que pudesse me comprometer.

- Eu só estou pensando, todas as noites em que você ia dormir na casa da Lydia ou da Allison, você não estava realmente lá, não é?

Sorri amarelo, me sentindo levemente culpada.

- Não, na maioria das vezes não estava, mas para você não se sentir uma péssima mãe por não ter reparado antes, Tio John sabia e o pai da Ali é um caçador então eles geralmente sabiam onde nos estávamos.

Ela bufou, dando mais um gole na bebida quente e revirou os olhos.

- Isso não é muito mais confortante, mas obrigada.

Ri dando a última mordida, logo quando uma buzina soou do lado de fora da casa e eu sabia que era minha carona. Coloquei o que tinha usado na pia.

- Mãe, você não é uma péssima mãe, você é a melhor mãe do mundo, mas eu sou uma adolescente, meu papel é conseguir fazer coisas pelas suas costas. Tenha um ótimo dia no trabalho.

Me despedi dela dando um beijo em sua bochecha, peguei minhas coisas e sai de casa Stiles estava parado em frente à casa o motor característico do Roscoe ressoando pela vizinhança, Stiles estava distraído olhando para seu celular com um sorriso bobo no rosto e eu tinha certeza de que o que for que ele tinha lido Lydia que tinha mandado. Como sempre a porta do passageiro estava trancada, tentei a abrir esperando que ele fosse acordar do seu transe, mas isso não aconteceu. Por um momento pensei em o assustar, mas nosso horário era curto.

- Stiles, você vai abrir a porta, ou ficar babando no celular?

-AAH Deus! Qual o seu problema? - Stiles gritou no processo, jogando seu celular para o alto que acabou caindo perto dos pedais. Revirei os olhos puxando a maçaneta já destrancada e entrei.

-Você é tão dramático, - revirei os olhos puxando o cinto de segurança.- eu só falei em um tom razoável e além do mais, tinha puxado a maçaneta duas vezes, esperando que você percebesse, o que claramente não aconteceu.

Já estávamos no meio do caminho para a escola, já que a distância não era tão longe, e Stiles vire e mexe desviava seu olhar para mim. O que começava a me deixar inquieta.

- Stiles, para de olhar pra mim e presta atenção na r- FAROL VERMELHO!

Gritei me segurando no painel e o carro parou abruptamente e eu olhei para o garoto ao meu lado com um olhar matador, Stiles sorriu do seu jeito culpado e se arrumou no banco. 

-Fala logo. - Falei, me arrumando também e ele voltou a dirigir quando o farol ficou verde novamente, era um milagre ele não ter sofrido nenhum acidente até hoje.

-Só estou vendo se você esta inteira como eu deixei quando sai ontem, Lydia disse coisas que eu prefiro não ter pensando minha priminha fazendo.

- Oh Deus, não! Nós definitivamente não vamos ter essa conversa-Graças a Deus a escola!

Stiles estacionou perto da entrada e eu sai do carro o mais rápido que minhas pernas conseguiam, mas não pude evitar ouvir Stiles gritando, que segurança era muito importante e eu sentia que minhas orelhas sangravam.

Eu estava parada em frente ao meu armário, guardando os livros e pegando o livro de História para a última aula do dia, quando a porta do meu armário fechou e vi uma mão muito bem feita pintada de vermelho.

-Minha mão podia estar lá dentro.  

- Ainda bem que não estava.

Lydia retrucou me puxando pelo braço e o interlaçando com o dela, e começamos a andar em direção a sala.

- Então, algo para contar? - Ela perguntou sorrindo para frente, franzi o cenho a olhando de lado.

- Ahm, não? – Ela virou abruptamente.

- Como não? Nada aconteceu depois que saímos? – Lydia parecia mais frustrada do que eu.

- Se você quer saber se eu pulei nele como uma ninfomaníaca em um surto de abstinência, não isso não aconteceu.

Lydia bufou e revirou os olhos, a sala estava quase cheia, ela sentou em seu lugar logo a minha frente.

- Não, eu não esperava isso, talvez Stiles esperasse isso, mas eu não, só esperava alguma coisa mais emocionante do que conversa.

- Ele me deu um selinho quando estava indo embora, feliz?

Sussurrei para ela assim que o professor entrou na sala, ela ficou boquiaberta e eu sorri voltando minha atenção para o professor que começava a falar. A aula se passou rápido, e eu sabia como Lydia estava inquieta, doida para saber mais detalhes, e exatamente quando o Senhor Ranger nos liberou ela se virou.

- Só isso?

Ela perguntou inconformada e surpresa. Revirei os olhos achando tudo aquilo engraçado terminando de colocar minhas coisas na mochila. Ela tinha um olhar confuso e inquisitório.

- O que você queria?

Ela fez um barulho, vindo logo atrás de mim.

- Eu tinha muitas expectativas, eu não acho eu você gostaria que eu as colocasse em palavras.

-Eu tive um sonho muito estranho, mas não lembro dele para formar alguma coisa que traga sua felicidade.

- Eu sabia que não dava pra ter sido só aquilo, vocês tem uma conexão muito além do normal pra não sofrerem consequências.  – Ela murmurava com uma careta pensativa.

Eu a olhava de cenho franzido fechando meu armário.

- O que você está dizendo? – Perguntei. Ela olhou para mim sorrindo plastificado.

- Nada, só algumas teorias. – Deu de ombros andando na minha frente, me deixando desconfiada de sua mente cientifica doida, que junta de Stiles resultava em uma grande tragédia.

 

 

 

- Seu Romeu chegou!

Passei pela porta vendo o Camaro estacionado em frente a escada, Derek do lado de fora encostado casualmente com seus óculos escuros, e senti um arrepio no corpo e meu coração simplesmente esquecer como bater.

- Por favor não desamei na frente do colégio, pelo menos espere para cair nos braços dele! Não, que ele não chegaria aqui a tempo, eu acho que ele está te monitorando, coisa de lobo, talvez?

Era como se ela conversasse comigo e sozinha ao mesmo tempo, Derek riu, com certeza a ouvindo.

- De qualquer maneira, bom passeio, ou sabe se lá o que vão fazer, só se lembre segurança em primeiro lugar, tenho 99% de certeza que você ficaria grávida no primeiro descuido, o Lobo precisa procriar sua alcateia.

OH. MEU. DEUS. 


Notas Finais


GALERAA!! Odeio toda vez que posto pedir desculpas, mas foi um mês bem doido, fiquei seu notebook (graças ao bom Deus ele voltou a vida, masainda da seus problemas nas nada que não resolva), fui viajar, as aulas voltaram que eu nem vi, já tenho coisa pra entregar livro pra ler ~chorando, enquanto sorrio~ MAS cá estou eu!! E se o universo colaborar no fim da semana q vem com capitulo novo e... HOT? Será?? FIQUEM ESPERTOS!
Muito obrigado por terem paciência, de verdade!
PS.: fiquem tranquilexx amores nao vou abandonar kkk só demoro um pouco mas sempre posto.
xx- L


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