História A aposta - Shawmila - Capítulo 41


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Shawn Mendes
Tags Camila Cabello, Fifth Harmony, Shamila, Shawmila, Shawn Mendes
Visualizações 369
Palavras 3.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Quem é vivo sempre aparece.
Gente, vcs devem perceber que eu ando dando uma acelerado, ok? Acontece que nem eu aguento mais ver meu casal separado. MENTIRA
verdade
Mas enfim... É que ainda tem muita coisa pra rolar e eu odeio ficar enrolando.
Boa leitura!
Cap ta levssss

Capítulo 41 - O Resultado.


Fanfic / Fanfiction A aposta - Shawmila - Capítulo 41 - O Resultado.

 

Alguns dias depois.

 

POV. Shawn.

 

     Tempos depois lá estava eu, sentado na minha bancada terminando de tomar o meu café da manhã que consistia em algumas torradas e um café de máquina que eu tinha abandonada por lá. Só poderia tomar os remédios quando já estivesse de estômago cheio. Estava apenas esperando por Alice para que pudéssemos ir ao médico retirar os pontos já secos.

     Mailou, maior agora e precisando urgentemente de um belo trato, estava tomando sua ração enquanto olhava pra mim de vez em quando com aqueles olhões pidões.

- Você quer, amigão?

     Perguntei e o vi abanar o rabo de forma alegre. Ele era minha companhia na maioria das vezes, assim como Alice, mas exatamente nos últimos dias ele tornou-se minha principal companhia. Sorri jogando uma das torradas em sua direção e ele a abocanhou enquanto ainda estava pelo ar.

     No mesmo instante a porta foi aberta e uma Alice sorridente com um rabo de cavalo entrou. Ela estava diferente dos outros dias em que parecia uma gótica das trevas. Trajava jeans claros e por incrível que pareça estava usando uma blusinha de renda, mas a maquiagem escura... essa jamais ela iria abandonar.

- Que bom que já está acordado, pequeno Hulk.

- Do cara de panda eu entendi, mas por que do pequeno Hulk?

     Ela se referiu a mim nos primeiros dias como “cara de panda” por conta dos roxos no meu corpo, mas, principalmente na mancha escura que prevalecia sob os meus olhos. Em um deles um pouco mais claro, mas o outro havia alcançado um tom incrivelmente escuro.

- Tá verde!

- O que? – Perguntei e ela se aproximou fazendo o carinho no meu filhote antes de sentar e roubar também algumas torradas. Apontou para o meu olho direito. Não exatamente o olho, sendo mais para o lado da têmpora. – Ah, isso...

     Quando você apanha de primeira existe apenas uma vermelhidão, as vezes não existe nada. No dia seguinte a coloração começa a mudar e quando você menos imagina está um roxo enorme, quase preto. Os dias passam e aquele hematoma começa a clarear tornando-se um pouco esverdeado ou amarelado. No meu caso, como já havia se passado um bom tempo, ele estava esverdeado.

- Quer que eu passe uma maquiagem aí? Pra dar uma disfarçada...

- O quê? Sai fora, Alice. Quer brincar de boneca faz uma filha! Ou um filho. – Ela riu do meu pavor.

- Okay. Deixa eu ver esses ferimentos aí. – Se aproximou e olhou os lugares aparentes antes machucados, ralados que agora já estavam normais, ou quase normais e então levantou um pouco minha camisa para que pudesse ver o ferimento na minha barriga, com os pontos.

     Como já estava praticamente seco recebi recomendações para que limpasse, mas não tampasse. Para que pudesse arejar e assim secasse mais rápido. Foi o que fiz e o resultado estava ali. Alice deu um sorriso de lado abaixando a camisa novamente.

- E então? – Perguntei.

- Eu não sou médica, mas parece que está sequinho e sarado já. Podemos ir?

- Uhum. – Assenti enquanto dava o ultimo gole no café. Deixaria as coisas ali e limparia depois.

 

[...]

 

- Então é isso, Sr. Mendes. – O homem ajeito os óculos sobre o rosto. – O ferimento está fechado e seco. Por fora. – Frisou. – Isso não significa que você deve fazer estripulias.

- Do tipo?

- Físicas. Nada de peso, pelo menos por enquanto. Vejo que seus ferimentos já estão todos praticamente curados. Sente alguma dor interna, algo assim? – Neguei. – Ótimo. Vou apenas lhe passar essa cartela de medicamentos, pra gente completar nosso cronograma. Alguma dúvida?

- Posso dirigir? Voltar a trabalhar normalmente?

- Olha... Eu diria que não, mas você realmente parece bem. Se for algo que não vai te causar estresse, nem aborrecimento... A única coisa que não pode fazer é exercício físico, algo que vá exigir demais do seu corpo. Vale ressaltar que por dentro esse ferimento ainda não está cem por cento.

- Okay, obrigado Dr.

- Minha secretária vai entrar em contato com você para que possamos marcar uma próxima consulta.

     Apertei uma das mãos do homem me despedindo e Alice levantou do outro lado da sala, eu sequer tinha lembrado que ela estava ali dentro comigo. Todas as vezes que eu tive que ir ao consultório médico ou ao hospital (o segundo era onde estávamos) ela estava junto.

- Nada de estripulias.

- Nem se eu quisesse eu poderia, Ali.

     Fomos andando normalmente, já a caminho da saída. Faltando mais ou menos uns cinco metros para que chegássemos à recepção, para poder sairmos, vi uma morena sair de uma porta branca, juntamente com uma baixinha loira. Eu conhecia a baixinha loira. Aquele rosto não me era desconhecido.

     Mesmo sem ver por muito tempo, aproximei-me, eu teria que passar por ali de qualquer jeito. A baixinha olhou pra mim, assim como Alice quando parei do nada. A loirinha baixinha, sem ser Alice, estava despedindo da mulher morena.

- Ally? – Perguntei, um pouco duvidoso.

- Olá. – Ela sorriu simpática e a outra mulher me olhou de cima a baixo.

- Sou eu, Shawn. Shawn Mendes.

- Ah, ei Shawn, quanto tempo! – Sorriu ainda mais e se aproximou me dando um abraço apertado. Devido a tamanha diferença de altura ela me apertou no local dolorido, cujo eu havia tirado os pontos. – Perdão, te machuquei?

- Está tudo bem.

- Acho que você não estaria por aqui se tivesse tudo bem... – Ela disse daquela maneira risonha. – Mas tudo ok. Como anda a vida? Tanto tempo que não te vejo. E não vejo o pessoal.

- Bem, na medida do possível. Eu realmente não tenho contato com mais ninguém da nossa época. Ah, Ally essa é a Alice. Alice, essa é a Ally.

- Prazer, Ally.

- Na verdade é Allyson. – Shawn sussurrou, mas Alice não ligou muito. Ally apenas sorriu cumprimentando sorridente a garota.

- Mas pode me chamar de Ally. Parabéns, vocês fazem um lindo casal.

     Shawn riu e Alice ruborizou um pouco, porque ela não conhecia Ally. Não era a primeira vez que alguem os confundia como se fossem namorados ou algo do tipo.

- Am, não... – Alice sorriu nervosa. – Nós somos apenas amigos.

- Melhores amigos! – Sentenciei.

- Ah... – Ally ficou sem graça. – Me desculpem pela inconveniência... Não faço propositalmente!

- Tudo bem Ally, acontece...

- Alice, foi um prazer conhecer você e Shawn, foi muito bom ver você de novo depois de tanto tempo. Fico feliz que esteja... assim. – Sacodiu as mãos. – Mas eu infelizmente preciso ir. Tenho uma consulta agora, me desculpem de novo.

- Foi bom te ver também. Tchau.

 

POV. Narrador

 

     Camila acordou antes de seu horário habitual. Na verdade ela sequer havia conseguido dormir direito, pois seus pensamentos estavam ocupados com muitas coisas. Ela pensava em tudo e nada ao mesmo tempo. De repente certa nostalgia e curiosidade tocou-lhe o interior e quando ela menos percebeu já estava a caminho do hospital. Pra quê? Nem ela sabia.

“O que você está fazendo?”

     Era a questão que martelava em sua cabeça, mas seu corpo apenas seguia suas próprias vontades ignorando completamente seu cérebro.

     Entrou e olhou para os lados, procurando um rosto conhecido em algum canto, procurando-o. Mas não obteve respostas. Se deu conta da besteira que estava fazendo e um momento de lucidez fez com que suas pernas começassem a caminhar novamente para fora dali.

     Pretendia sair sem que ninguém visse, por isso seus passos eram apressados e seus olhos apenas se focaram na porta de vidro com a placa “saída” em cima. Esbarrou fortemente em alguém fazendo com que os papéis da mulher de branco caíssem para todos os lados.

- Me desculpa. – Ela se abaixou rapidamente para ajudar, junto com a mulher.

- Camila? – Levantou os olhos reconhecendo a médica.

- Allyson...

     Ally tinha mudado, claramente. Seus cabelos agora pareciam mais claros, um tom mais firme de loiro e seu corpo também parecia ter mais forma, apesar do jaleco branco quase escondê-la por completo.

     Ally sorriu largamente. Apesar de não serem melhores amigas, como Camila era com Dinah, ela nutria um sentimento de carinho enorme pela latina, tanto que, quando a bomba explodiu (sobre a diabólica aposta) ela tentou fazer contato com a garota assim que possível, mas como todos, só soube quando Camila já estava fora do país.

- Ei, você está diferente. Está muito bonita e... diferente.– Não quis ser inconveniente. Longe dela!

     Camila levantou-se segurando os papeis em mãos e prontamente entregando para ela, que pegou ainda sorridente e agora pode dar uma olhada geral na latina. Camila já era bonita na percepção de Allyson, mas à aquela altura do campeonato ela estava magnífica. Mesmo com aquelas olheiras quase imperceptíveis. Quase.

- Você também.

- O que faz por aqui? Precisa de ajuda? – Perguntou levemente preocupada.

- Não, eu estou bem! Apenas consulta de rotina.

- Ah, entendo. – Olhou para os lados.

     Ally, cinco minutos atrás, havia acabado de ter um encontro com Shawn Mendes, quem destruiu o coração de Camila quando eram adolescente, mas isso não era novidade. Não mais. O que aconteceria caso eles se esbarrassem após um longo tempo? A verdade é que ela estava acreditando que haveria um conflito, então toda preocupação era pouca naquela altura do campeonato.

- Bem, eu preciso ir. – Camila disse recobrando os sentidos. Havia até esquecido o real motivo de ter ido parar ali.

- Foi bom te ver também. – Camila franziu o cenho. Também? O que aquilo significava?

     A menor coçou a garganta percebendo a leve burrada que havia feito, mas não recebeu perguntas. Camila as guardou em um lugar seguro dentro de si mesma.

- É, nos vemos por aí. – Despediu-se saindo como um flash.

 

     Deixou o carro em casa. Ela não gostava muito de dirigir e queria distancia naquele momento, por isso a opção mais sensata havia sido o taxi, mas ela não pode deixar de notar na mercedes benz que acabava de estacionar rapidamente do outro lado da rua. Uma mulher com cabelos pretos e ondulados entrou e o veículo saiu rapidamente.

     Não pôde ver quem estava dirigindo, pois o vidro era escuro demais, porém o carro realmente parecia ser muito conhecido. Não que não houvesse outras mercedes rodando pelas ruas de Nova Iorque, mas sim porque nem todas as mercedes tinham aquele micro adesivo em sua traseira.

 

[...]

 

     A noite caía em na Big Apple, assim como sua temperatura. Mas a cidade que não para estava mais acordada do que nunca.

     Naquele momento o envelope lacrado jazia em cima da mesa de madeira rustica. Aquele exame definiria a vida de muitos envolvidos. Já havia definido, porque Selena tinha se comprometido o suficiente para que dois exames fossem feitos em lugares diferentes para não haver ser uma margem de erro.

- Não vai abrir? – Perguntou branda.

     Justin estava já há alguns minutos encarando o papel branco, porque ele tinha medo do que poderia vir a seguir. E se desse positivo? E se desse negativo? Sua cabeça estava a mil por hora. Muitos documentos para resolver, problemas acumulando-se e agora aquela bomba estava em suas mãos em fase final de detonação.

     Depois que seu relacionamento com Camila tomara proporções diferentes, no caso dela aceitar o noivado e consequentemente dividir sua vida com ele tornando-se futuramente sua esposa, ele já havia pensando e planejado em livrar-se de Selena Gomez. Não que ela não fosse boa, porque na percepção dele era. E muito.

     Mas ele não precisaria mais daquilo. Não que ele se sentisse mal, porque a ultima coisa no mundo que ele se sentia era mal. Ele apenas queria seguir sua vida com Camila e ter filhos com ela.

- Hora da verdade. – Suspirou levando os dedos trêmulos ao envelope.

     Estava afobado e devido à pressa não preocupou-se em abrir com cuidado. Seus dedos grossos já saíram rasgando o papel e ele começou a ler. Na verdade ele estava apenas passando os olhos por toda a pagina enrolando para que chegasse ao final: o resultado.

 

Positivo.

 

     Tremeu e se arrepiou inteiro. Da cabeça aos pés. Dos pés à cabeça. Olhou para ela completamente perdido e por mais que quisesse gritar, rasgar aquele papel e imaginar que aquilo não passava de uma mera ilusão... ele não poderia fazer isso.

- Então? – Ela perguntou.

     Se fez, na verdade. Ela já sabia do resultado desde o começo. Na verdade já sabia antes mesmo de ter uma ideia.

     Percebeu Justin escorregar por entre seus dedos, e por mais que as coisas entre deles não fosse da maneira certa... Era deles. Ela o amava mesmo sabendo que ele estava “destinado” e comprometido à outra mulher, o que não significava que ela teria de deixá-lo.

     Não era vingativa, muito menos uma mulher de má fé. Mas foi ele que resolveu pular em seus lençóis e não guarda-se dentro de suas calças. O que ela fez? Recebeu ele de braços abertos. E outras coisas também.

- Positivo. – Foi objetivo.

E agora? O que ele faria?

     Caso Camila descobrisse aquilo ela terminaria na primeira oportunidade, e ele não queria aquilo. Ele não suportaria ser abandonado por ela. Ele a amava mais do que tudo e qualquer coisa. Faria qualquer coisa para protege-la e, principalmente, para tê-la.

- O que faremos? – A mulher perguntou. – Eu não vou abortar!

      Imaginou que ele mandaria abortar. Seria bem o feitio dele fazer isso, só que Justin, por mais que amasse Camila, sentia algo forte pela outra. Mas teria de por um fim naquilo. As coisas já estavam saindo dos eixos e poderiam dar errado à qualquer momento.

- Você vai voltar pro hotel e arrumar as suas malas. – Trincou o maxilar.

- Arrumar minhas malas? Pra quê?

     Justin rasgou o papel em pedaços minúsculos e preocupou-se em jogar dentro da lixa de uma maneira que ninguém achasse. Levantou-se e pôs de pé para a enorme parede de vidro. Visualizando a paisagem das luzes acesas, ele disse.

- Ainda amanhã você vai pegar um voo para Londres. Não pedirei que aborte, afinal de contas essa criança não tem culpa do que fizemos.

- Justin...

- Vou mandar uma quantia por mês. Será mais do que o suficiente para que vocês dois possam viver bem, eu espero. – Virou-se para ela. Os olhos brilhando em fogo. Seria ódio? – Eu quero você e essa criança o mais longe possível daqui, Selena.

- Eu não...

- Não estou perguntando se você quer ir. Meu motorista irá leva-la até o aeroporto assim que amanhecer, não se preocupe com as passagens. Me encarregarei disso.

- Mas...

- Pode ir! Farei contato em breve.

     Selena engoliu uma pedra naquele momento. Sentindo raiva até a altura do pescoço, porque ela sabia que Justin jamais, jamais, poderia sequer pensar em algum momento manda-la para longe dele. Ele não podia fazer aquilo e ele não iria fazer aquilo.

     Não ia discutir, brigar, arrumar confusão ou então arrumar um inimigo. Ele queria ela longe? Ela iria se afastar. Pelo menos era o que ele achava.

 

 

POV. Camila

 

     Eu terminava de jogar as almofadas em cima do sofá quando Justin passou pela porta carregando uma mala.

     Já estávamos em nosso apartamento. Mudar não foi difícil e muito menos trabalhoso. Algumas (muitas) coisas o dinheiro compra, como por exemplo, alguém para organizar toda uma arrumação em um apartamento enorme que eu, com toda a certeza, ficaria irritadíssima em arrumar.

     Se eu não tivesse uma clinica para cuidar certamente faria aquilo sorrindo e de olhos vendados, mas não era o caso. Naquele mesmo dia havia sido mais tarde do que o costume. Estava morta de cansaço e uma dor de cabeça chata começava a me incomodar.

- Oi, amor.

- Oi, amor. – Ele passou por mim dando-me um beijo no rosto. Sua barba começa a crescer, o que me incomodava um pouquinho. Espetava. – Não é por nada não, mas você precisa cortar o cabelo.

- Vou cortar, só estou sem tempo.

     Nos últimos dias ele realmente parecia incrivelmente sem tempo. Sem tempo pra nada, na verdade. Chegava mais tarde e às vezes saia mais cedo. Eu estranhei no começo, mas ele havia me explicado que devido à nossa mudança e com a empresa em fase inicia, pelo menos naquele polo, ela precisaria de um pouco mais de atenção.

- Você é o presidente, Justin.

- Exatamente por isso eu estou sem tempo. – Sumiu pelo corredor, mas voltou alguns minutos depois já sem camisa e com uma toalha jogada nos ombros. – Já jantou? – Neguei. – Então me espera que eu vou tomar um banho.

- Okay.

     Sorri e ele jogou um beijo antes de sair à caminho do banheiro. Liguei a televisão e me joguei no sofá procurando qualquer coisa que distraísse minha mente, só que o barulho do meu celular me chamou a minha atenção.

 

Número desconhecido: Podemos almoçar amanhã? Acredito que vá gostar de saber porque seu noivo anda chegando tarde e cansado em casa.

     Franzi o cenho. Que merda era aquela? Piadinha à aquela hora da noite? Eu realmente estava sem paciência.

Quem é?

     Não demorou muito pare a resposta vir.

Número desconhecido: Podemos ou não, Camila Cabello? Não sou um maníaco, prometo. Se quiser podemos ir à um lugar público. Até prefiro.

     Curiosidade me corroía e o medo fazia com que os pelos do meu corpo se arrepiassem por inteiro. Justin estava me escondendo algo? Não era do feitio dele.

Como conseguiu meu número?

Número desconhecido: Amanhã no Delux às 13:00 hr. Vou entender isso como um sim. Caso apareça terá todas as respostas que quiser. Tenha uma boa noite.

     Suspirei lendo e relendo a mensagem mais vezes do que gostaria. Seria incapaz dele esconder algo de mim. Ele era tão transparente e estávamos noivos. Ele dividia tudo comigo, não era? Apaguei as mensagens e desliguei o celular sem a mínima vontade de ser incomodada de novo.

 

POV. Narrador.

 

     Olhos na televisão, mas o pensamento em outro lugar muito distante. Assim como nas noites anteriores. Nas horas, nos minutos e nos segundos.

     Camila disse mentalmente trezentas vezes em sua cabeça que não iria perder tempo com aquilo, porque não tinha nada para ser descoberto e muito menos para ser perguntado. Se ela quisesse saber de algo perguntaria diretamente à ele, não é?!

 


Notas Finais


O cap foi mais encheção de linguiça, eu sei. Me desculpem.
Eu particularmente não gostei muito e postei pra não deixar vocês na seca. Foi necessário esse cap também, por mais sem graça que tenha sido.
Ludmilla mandou avisar que é no próximo!
Beijão!


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