História A Aposta - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Bella Swan, Edward Cullen
Tags Comedia, Drama, Romance
Exibições 125
Palavras 1.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá! Como vocês estão?!
Boa Leitura!

Capítulo 9 - 1 Temporada: Fugitivos.


Fanfic / Fanfiction A Aposta - Capítulo 9 - 1 Temporada: Fugitivos.

No capítulo Anterior.

Vou na ponta dos pés como Edward faz, pego as chaves, e assim que estou prestes a sair...

Por Bella.

Tropeço por um raio de maldito azar que eu tenho e caio ao lado de Esme, e para piorar a situação, Esme por sua vez agarra a minha cintura, de maneira até mesmo possessiva e murmura:

—Caslisle.- Provavelmente ela estava sonhando, o que era até bom ver o quanto ela é apaixonada por seu marido, mas subitamente me lembro em que situação eu me encontro, e era uma situação nada cômica e sim trágica, o que é uma pena, pois eu iria adorar contar isso para Carlisle. 

Eu até tento me afastar, mas ela agarra minha cintura com mais força do que antes e ainda de forma possessiva. 

—Merda Isabella!— Sussurra Edward com raiva.

Merda Isabella?! 

Ah que babaca! A culpa não é minha e sim da porra desse meu azar que me persegue desde o momento que eu nasci, então ele que não me venha culpar por isso. 

— Vai a merda e vê se para de reclamar e me ajuda a sair daqui caralho. - Eu sussurrei com raiva. 

Edward arregala os olhos com a minha fala, porém logo agi com um sorriso sacana, eu podia jurar que ele iria me zoar, mas não fez nada. 

Ele somente anda até mim, e fica me olhando e tentando achar um jeito de me tirar de lá.

Enquanto Esme continua sussurrando o nome de Carlisle.

Por Edward.

Isabella caiu -pra variar— em cima da minha mãe, e eu precisava ajuda-lá a sair de lá.

É incrível como essa garota parece ter uma coisa em volta dela, pois eu nunca conheci alguém tão mais atrapalhada quanto ela, eu me lembro de sempre vê-la tropeçar e as vezes até mesmo chega  a cair na escola, ou aqui em casa, ou na rua, ou em qualquer outro lugar. 

Estranhamente eu sempre a noto e estranhamente eu sempre achei a "lerdice" das pessoas algo irritante, mas o jeito desastrado de Isabella de cair, tropeçar, gaguejar e essas coisas, me deixa com vontade de rir, mas não de rir para zoar, mas sim de rir por ser adorável. 

 Mas que merda eu estou pensando?

Sacudo a minha cabeça para afastar esses pensamentos. 

Me aproximo de Esme e de Isabella, e Esme está sussurrando o nome de Carlisle.

Ah isso é sério? Reviro os olhos para essa cena, querendo internamente poder filmar.

—Me dê a sua mão.- Eu digo estendendo a minha mão para Isabella.

Isabella hesita.

—O que você vai fazer? - Pergunta ela.

—Me dá a porra da sua mão Isabella! - Sussurro mais alto.

O garota teimosa, pelo amor de Deus, por que ela tem que ser tão teimosa?

Ela faz uma careta, mas acaba cedendo e dando á sua mão.

Eu a puxo levemente fazendo-a se afastar um pouco de Esme, e eu conto mentalmente até três.

1...2...3.

Após a contagem, eu a puxo fortemente, usando somente um braço, para que o outro eu possa colocar em seu lugar um travesseiro para assim, poder dizer, "despistar" Esme, a mesma por sua vez somente se remexe mais um pouco e agarra o travesseiro.

O plano por sorte é feito com sucesso me arrancando um sorriso de vitória. 

Isabella se agarra em mim para não tropeçar e cair de novo.

Suas mãos vão para o meu peito e meus ombros, ela os aperta com certa força me causando arrepios pelo contato da sua mão em minha pele. 

Mas que porra é essa?! 

—Obrigada.- Agradece ela com o rosto a poucos centímetros de mim, e se eu fosse mais inteligente, e me aproximasse mais, meus lábios capturariam os dela, e só Deus sabe o quanto eu quero isso.

 — De nada.- Murmuro secamente tentando fazer meus instintos se acalmarem por essa porra de desejo que surgiu repentinamente. 

Saímos de casa e abrimos a garagem e pegamos o Porshe, o carro é com certeza chamativo demais, mas não tinha outro, já que o de Esme, estava totalmente fora de cogitação para poder pegar.

Eu ligo o motor, que por sorte, é silencioso e saio calmamente da garagem.

O caminho para a delegacia é silencioso, até demais, eu até então estava controlado, mas uma lembrança me invade, e eu começo a me lembrar de Isabella caindo em cima de minha mãe de forma totalmente desastrada e louca, como somente ela pode ser, eu não me seguro e começo a rir.

Isabella me olha confusa.

—Do que está rindo? - Pergunta ela.

—De você! - Respondo gargalhando.

—De mim? Porque? - Pergunta ela alternando já a sua voz. 

—Eu estou rindo por que me lembrei de você caindo em cima da minha mãe.- Eu respondo e Isabella cora. 

—Ah vai se foder Edward.- Diz ela me dando um tapa e com a face um pouco vermelha. 

— Confessa foi engraçado.- Eu digo querendo uma confissão, eu olho para ela, e ela está com um sorriso inevitável no rosto. - Você é a pessoa mais atrapalhada que eu conheço- Eu revelo. 

—E você o mais babaca e imbecil.- Ela rebate com raiva. 

—O babaca e imbecil que você ia beijar na festa por livre e espontânea vontade.- Eu a lembro, tendo a visão maravilhosa de sua boca se abrir em um perfeito "o" de surpresa.

—Eu estava bêbada! - Ela rebate quase gritando. 

—Já ouviu falar que bêbados fazem aquilo que realmente tem vontade? - Eu perguntei parando no estacionamento do banco para poder retirar dinheiro para livrar aqueles malucos da cadeira. 

—Eu não queria beijar você! - Ela grita novamente parecendo quase uma criança birrenta. Eu reviro os meus olhos. —Porque parou em um banco? - Pergunta ela cruzando os braços sobre os seios. 

Olho para aqueles dois montes deliciosos á mostra, me dando conta de que ela nunca havia mostrando eles na escola e nem em outro lugar que eu ou qualquer outro ser masculino pudesse ver. 

Eles eram realmente bonitos, por que ela os escondia? 

Para isso! -Eu rebato já não conseguindo mais resistir.  

Eu pego pelas minhas mãos, o seu rosto e a beijo com devida fúria, luxúria e vontade de beijar alguém que eu nunca tive na vida.

Continua. 


Notas Finais


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Comentem e Favoritem!
Beijos e até o próximo capítulo.


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