História A Arte Da Conquista - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camila G!p, Camren, Romance
Exibições 256
Palavras 2.783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Alô!

Capítulo 3 - Ela é só mais uma aposta


Fanfic / Fanfiction A Arte Da Conquista - Capítulo 3 - Ela é só mais uma aposta

~

‘’— Camz? – Chamei Camila pelo nosso telefone sem fio.

 Papai que tinha feito um telefone sem fio com copinhos de iougurte, já que eu não podia gastar as contas telefônicas e nem ficar gritando.

— Oi, Lolo. – Percebi que ela estava com uma voz sonolenta.

Ri baixinho, pondo a boca no copinho, para que ela escutasse.

— Eu quero conversar, Camz... – Eu disse, e abri minha janela.

Camila já estava com a sua aberta, com o copinho no ouvido e com seu blusão de mangas compridas do Darth Vaider, junto com sua touca escrito ‘’Cabello’’. Sorri acenando, e ela fez o mesmo.

— Você anda muito carente, Lolo. – Resmungou, coçando os olhos.

Não queria admitir, mas ela fica extremamente linda quando acaba de acordar.

— Você como amiga deveria amenizar minha carência. – Sussurrei no copinho, a fitando sorri.

— Tudo bem, Lo. – Passou a manga que tampava toda sua mão, no rosto. — O que está havendo com a minha pink princess?

— Meus pais estão brigando de novo, Camz. – Suspirei triste.

— Por quê?

— Parece que o papai tá traindo a mamãe. – Falei, começando a ouvir os gritos dos dois aumentarem.

— Que gritos são esses, Lo?

— São eles, Camz. – Comecei a me desesperar. — Eu estou com medo. – Sussurrei, sentindo as lágrimas descerem pelas minhas bochechas.

— Te entendo. – Entortou a boca. — Sabe escalar essa árvore e vim até aqui? – Apontou a uma árvore com galhos enormes, que ficava próximo a janela de seu quarto.

— Acho que sim. Já vi você fazer isso uma centena de vezes. – Ri sem humor, limpando meu rosto.

Os gritos de minha mãe, me assustaram. Eu sabia que eles não se importavam em brigar o dia todo, muitas vezes papai até sair de casa, sai e sabe lá Deus quando volta. Mamãe sofre e eu não posso fazer nada em relação a isso, a não ser chorar.

— Tente. – Falou calma, do outro lado do copinho.

Assenti. Coloquei o copinho, em um prego que papai colocou no meu quarto e no de Camz, para ajustar nosso ‘’telefone fixo’’. Abri a janela completamente. Joguei minhas pantufas no chão. Apoiei meus pés no encosto da janela e me segurei no vidro da janela, tendo impulso para subir.

— Cuidado, Lo. – Camila disse, me olhando atenta.

Assenti novamente. Me concentrei. Me inclinei um pouco, até um galho da árvore. Toquei no mesmo, me desiquilibrando, porém não cai. Botei meu pé no galho, junto do outro e me firmei no tronco.

— Agora segura minha mão, Lo. – Camila estendeu suas duas mãos em minha direção.

Minha sorte, é que a árvore ficava bem próxima a janela dela e da minha. Apertei o tronco da árvore me soltando e tocando sua mão.

— Agora a outra. – Pediu firme. — Não olha pra baixo. – Disse, apertando minha mão para encara-la.

— Não me solte, Camz. – Pedi, com medo de cair.

— Eu nunca vou te soltar, Lolo. – Disse sorrindo afetuosa para mim.

Mordi o lábio, soltando de vez o tronco e segurando a mão de Camila. Me desiquilibrei e quase cai, porém, Camila me puxou para dentro de seu quarto. Cai por cima dela que gemia de dor.

— Você tá bem, Camz?

— Sim, Lo. – Ela se contorcia. Sai de cima dela, e a estendi a mão. — Você é pesada.

— Obrigada, pela parte que me toca. – Debochei, a ajudando a levantar.

— Camila você está de cueca. – Sorri com minhas bochechas ruborizadas.

— Oh, merda! – Correu para seu guarda-roupa, e eu tampei os olhos— Desculpe, Camz. – Pedi, com os olhos ainda tampados.

— Tudo bem. – Falou atrás de mim. — Pode olhar. – Ela vestia uma calça moletom cinza. — Bem melhor, né?

— Sim. – Falei me jogando em sua cama. — Ainda estou triste. – Me sentei. — Quero um abraço de urso.

— Abraço de urso. – Gritou, pulando em cima de mim. — Cócegas supremas de brinde. – Me encheu de cosquinha na cama, vendo-me contorcer na mesma, gargalhando descontroladamente.

— Quem é a sua melhor amiga de todas? – Pediu, ainda fazendo cosquinha.

— Lara. – Provoquei, sentindo as cosquinhas piorarem e eu gargalhar me contorcendo mais ainda.

— O quê? – Eu tentei fugir, mas Camila é bem mais forte.

— Você, Camz, você é a melhor amiga de todas, a quem eu amo muito. – Suspirei, tentando recuperar o fôlego. Camila se deu por satisfeita e caiu na cama a meu lado.

— Tá melhor? – Ouvimos barulhos de chuva lá fora.

Era noite, por volta de umas nove e pouco. Eu não estava conseguindo dormir, devido a briga de meus pais e Chris estava dormindo na casa de um amigo dele.

— Agora sim. – Falei, me virando ficando lado a lado com ela.

Entrelacei minhas pernas na sua. Camila começou uma carícia gostosa em meu cabelo. Levei minha mão até seu braço, subindo e descendo em uma bela carícia. Peguei sua mão e entrelacei nossos dedos. Deitei no peito de Camila e ela beijou o topo da minha cabeça. Eu sempre amei as carícia da Camz, e para mim serão únicas. Só com ela que me sinto segura, livre de qualquer perversidade do mundo. É nela que eu posso me sentir viva e a Lauren de verdade. Temos doze anos, e eu não me arrependo nenhum um pouco de nossa amizade. Mesmo que achem que nós namoramos, até porque eu sou muito ciumenta com ela.

— Camz?

— Sim. – Me ajeitei em seu peito, olhando nossas pernas entrelaçadas.

— Eu te amo, Camz. – Disparei, remexendo nossas mãos entrelaçadas.

— Eu também te amo, Big Boo. – Ela sabia o que essas palavras significavam, por conta disso só dizia realmente pra ela. Até porque eu realmente a amo, mas não como amiga... eu queria ter forças para dizer isso, mas eu sou fraca demais.

— Você nunca vai me abandonar, né? – Levantei do seu peito. Encarando aqueles castanhos, preferidos por mim.

— Jamais. Eu sempre estarei aqui para você, e se por um acaso eu te abandonar é porque eu estou ficando louca. – Nós rimos e eu voltei a deitar na mesma posição de sempre.

— É bom mesmo. Porque se você me abandonar por outra, eu mato você e ela.

— Pelo visto você já tá melhor mesmo.

— Estou falando sério, Cabello. – Beijei nossas mãos, sentindo nossos pelos se arrepiarem.

— Camz da Lolo...

— ... Lolo da Camz. – Sorri com aquelas míseras palavras, que no entanto tem um grande significado para nós.

— Infinitamente. – Subi até a curva de seu pescoço, sentindo meu perfume preferido.

— Infinitamente. – E assim ficamos, naquela posição: Eu no colo de Camila com ela me fazendo cafuné, e eu acariciando nossas mãos com o polegar. ‘’

 

— Caralho, Lauren, você realmente entrou nessa aposta? – Ashley perguntou, enquanto tomava banho em um dos boxes do vestiário.

— Sim, será fácil tirar a virgindade da Cabello. – Falei, amarrando o cadarço do meu sapato.

— Você é mal, Lauren. Mas será que aquilo da Camila fuciona?

— Só saberei quando usa-lo – Sorri pondo o indicador na boca, sorrindo maliciosa. Peguei minha mochila das tiggers. — Já vou, Logan está me esperando.

— Ok, amiga. – Sai do vestiário.

Ultrapassei o campo de futebol, aonde nós ensaiávamos e cheguei no corredor dos armários. Vi Emma conversando algo com Camila e Kylie. Eu não sabia o por que dessa piranha tocar tanto na Camila, é só uma conversa custa apenas falar, não precisa cutuca-la. Ah! Mas por que estou me preocupando com isso? É a Camila, ela que se dane.

Passei por elas, vendo Margot flertando com o nadador do segundo ano. A puxei pelo rabo de cavalo a ouvindo resmungar.

— Escute-me. – Ela tirou minha mão de seu cabelo, apertando mais o rabo de cavalo.

— O quê?

— Preciso que me ajude a saber o número de telefone da Cabello, dê seu jeito. – Ameacei, a vendo assenti.

— Só isso?

— Sim. Agora volte para sua flertada.

— Só uma pergunta.

— Fala. – Cruzei os braços abaixo do seio, erguendo a sobrancelha.

— Por que tu não pedes a irmã dela? Tu moras ao lado, e fica mais fácil. – Colocou as mãos na cintura.

— Porque eu quero que você arranje, dê teu jeito, quero isso para amanhã mesmo.

— Amanhã? – Arregalou os olhos.

— É, amanhã.

— Ah, não, Lauren! A aposta é tua, der teu jeito.

— Tu que sabes, Margot.

— Certo. – Ajustou a blusa das tiggers em seu corpo. — Darei a porra do jeito.

— Boa menina. – Virei seu rosto e ela revirou os olhos, voltando ao nadador que nos fitava.

Olhei rapidamente, vendo Camila nem ao menos me olhar. Ela estava entreteria demais naquela droga de conversa. Mas ela que me aguarde, ela iria ver se eu não a conseguiria para mim.

Querendo ou não, eu ainda tinha sentimentos confusos por Camila. Até porque ela foi a primeira pessoa para mim; meu primeiro beijo, primeira paixão e minha melhor amiga. Parece que eu sou sem coração, mas eu me lembro dos nossos momentos em que eu era feliz a seu lado. Espero que um dia Camila entenda o motivo deu ter feito aquilo com ela no refeitório.

Essa aposta foi feita ontem no refeitório, quando eu fui comprometida a ter que tirar a virgindade de Camila, em troca de mil dólares, dado cem por cada popular. Eu precisava do dinheiro, e então mataria o coelho com uma cajadada só.

Cheguei no estacionamento vendo Logan, conversando com Austin. Me meti no meio dos dois sem pedi licença e ataquei a boca de meu namorado.

— Com licença também se diz, Lauren.

— Só pra quem merece. – Logan segurou meu quadril.

— Enfim. – Logan começou a beijar meu pescoço. — Vai fazer a aposta?

— Claro. – Peguei seu rosto, selando nossos lábios. — Hoje mesmo começo.

— Duvido. O prazo é de apenas um mês. – Revirei os olhos para Austin.

— Você está falando com Lauren Jauregui, querido, tudo que eu quero... eu consigo. – Pisquei para ele, vendo Logan e Austin murmurar: ‘’Nossa, Jureg’’. — Vamos logo, Logan.

— Tudo bem, gatinha. – Abriu a porta do carro e entrou.

Dei a volta entrando a seu lado. E então partiu rumo a sua casa.

 

 

...

 

 

— Você tava igual uma leoa hoje na cama, amor. – Sorri sem humor, e ele selou nossos lábios.

— Até amanhã. – Abri a porta do carro.

— Te amo. – Falou e eu só virei dizendo o de sempre.

— Também. – Sorri rápido, virando para entrar em casa.

Olhei o jardim de Camila e vi a mesma, regando algumas flores ali presentes. Eu e ela sempre fazíamos isso juntas.

— Tá olhando o quê, Jauregui? – Sai do meu devaneio, com Camila virada para mim.

— Pra sua informação meu nome é Lauren, porra. – Ela virou de novo, voltando a regar a planta. — E eu gosto quando rega as plantas.

— É mesmo é? Que bom.

— Ainda irei vim aqui depois, só pra ti lembrar.

— Infelizmente. – Levantou indo para sua varanda.

— É bom que me receba.

— Cala a boca. – Fechou a porta e eu fiquei ali olhando a mesma trancada.

— E fica mais linda bravinha. – Murmurei, negando com a cabeça.

 

(Camila Point Of View):

 

Odeio Lauren. Como eu a odeio! Ela está me enchendo, desde do dia que veio aqui me pedi as aulas e eu sempre dava uma desculpa para recebe-la. Caraca, na escola puxava assunto. Na educação física ficava me olhando. Quando ia buscar Sofia, ela estava lá. Que droga!

— Camila eu acho melhor voc...

— Que é? – Gritei, tampando minha boca ao ver que era Dianne.

— Como foi que falaste comigo?

— Me desculpa, Di.

— Não tem nem piriquita pra ter TPM.

— Me desculpe mesmo, é que eu estou sobrecarregada. – Dianne me olhou desconfiada e assentiu.

— Só vim dizer que é melhor estuda com Lauren aqui, porque não tem muito barulho.

— Claro, claro. Ela está aí?

— Sim, só esperando eu a chamar. – Assenti nervosa. Droga, essa diaba realmente veio! Ah, claro que ela veio. Ela estava vindo durante três dias seguidos me perturbar.

— A mande subir.

— Certo. Só para dizer, Theo já vem buscar Sofia, quando ele vier chame ela no quarto dela, já arrumei a malinha.

— Ok. – Sentei em minha cama e ela saiu do quarto.

Passei as mãos em meu rosto e decidi ir ao banheiro. Estava soada. Corri para o banheiro, tranquei a porta e decidi banhar rapidinho. Me despi, abri o box, e liguei o chuveiro e escorei minha cabeça no azulejo do banheiro.

Merda! Lauren vai tá aqui no meu quarto. Depois de basicamente de três anos ela entrará aqui. Eu não posso ficar nervosa, perto dela, não posso. Lembre-se do que ela te causou a três anos atrás. Merda! Não sei guardar rancor. Levantei o rosto, deixando a gostas de água jorrarem no meu rosto inteiro, enquanto eu fechava meus olhos.

Sai do box, pegando a toalha e me enxugando. Peguei meu top preto, e minha cueca vermelha. Vesti os mesmos e pus minha regata branca e a calça moletom preta. Ainda bem que eu tinha roupa reserva no banheiro.

Sai do banheiro, vendo uma silhueta de costa, analisando minha HQ’S.

— Vamos começar a aula, Jauregui. – Falei num tom mais frio possível.

Lauren se virou, e sorriu. Sentou-se na cama e colocou seus livros na mesma. Me sentei a seu lado um pouco distante. Lauren arredou e eu revirei os olhos.

— Espaço pessoal, por favor, garota. – Esbravejei, virando as páginas do livro.

— Desculpe, mas é que de perto fica melhor. – Falou com o seu tom mais debochado possível.

— Sem gracinha Jauregui.

— Já disse que é Lauren, porra.

— Isso é para os íntimos, e eu não sou. – Ela arregalou os olhos. Eu nunca tinha a respondido, e talvez a tenha se feito de surpresa.

— Mas fomos...

— Isso mesmo. Fomos, do verbo não somos mais.

A vi bufar, e se ajeitar a meu lado.

— Vamos começar com cinemática. – Ela assentiu. — Pega teu caderno. – Ela o pegou abrindo em uma página qualquer. Peguei o mesmo e uma caneta de seu estojo (Sim sou folgada). — Bom, a cinemática é o ramo da física que se ocupa da descrição dos movimentos dos corpos, sem se preocupar com a análise de suas causas dinâmicas. – Apontei a algumas imagens do livro, e ela parecia atenta mesmo. — Aqui diz sobre o ponto material. Para não ficar complicado irei apenas de resumi, ok?

 

— Certo, Camila. – Eu queria ri da cara que ela fez, mas resolvi me recompor.

 

— O ponto material é todo corpo cujas dimensões podem ser desprezadas em relação às distâncias que envolvem este corpo no estudo de determinado fenômeno.

 

— Ah sim! Uma perguntinha.

— Diga.

— Se o ponto material é o que despreza as dimensões, o referencial é o que serve de guia e base?

— Exato. Até que não é tão burra. – Falei, lendo mais um pouco da matéria.

— Afe! Você é bem mal educada, Camz. – A olhei rapidamente, não acreditando no que ela me chamou.

— Não me chama mais disso.

— Mal educada?

— Camz.

— Chamo sim, eu que dei o apelido.

— É, mas eu não quero que me chama mais, Jauregui.

— Eu já disse que é Lauren, porra. – Dessa vez eu ri. — Tá rindo do quê?

— Do quanto você é idiota. – Sussurrei, porém, ela ouviu.

Ela me empurrou na cama. Se sentou em meu quadril, pondo um lado de suas mãos no colchão.

— Jauregui, para, vamos voltar a aula. – Falei nervosa, tentando tira-la de cima de mim.

— Não. – Murmurou, começando a se mover em cima de mim.

— Para. – Segurei sua cintura, tentando tira-la.

— Isso me toca, enquanto eu rebolo pra você. – Beijou meu pescoço e eu apertei sua cintura, a ouvindo suspirar.

— Sai. – Gritei, a jogando no meu lado na cama. — Nunca mais faça isso, garota. – Sai da cama, ajeitando minha blusa.

— Você gostou que eu sei, acho até que o Karlão criou vida.

— Sai do meu quarto. – Abri a porta do meu quarto, apontando ao mesmo.

— Certo. – Pegou suas coisas, mas antes de sair, segurou meu queixo ficando com o rosto a milímetros do meu. — Mas amanhã eu volto. Não vai se livrar de mim tão cedo.

— Sai agora! – Gritei novamente, a vendo sair do meu quarto, gargalhando daquele jeito debochado.

Bati a porta me jogando na cama. Essa garota é louca. Não sei o por que de fazer isso. Primeiro ela me expõe naquela escola e me humilha, depois não liga para que os seus amiguinhos fazem, até ri ela ri e não me defende mais – Eu vejo nos olhos dela, o quanto que ela mudou, eu só não sei o por que dela ter si tornado essa Lauren de hoje.

Comecei a chorar, me lamentando por ter confiado demais nela. As pessoas são uma caixinha de surpresa. Quando nós menos esperamos, elas podem esbanjar suas magias negras em nossas vidas, nos ferindo intensamente. Eu infelizmente amo Lauren... e esse amor me machuca demais. Ela foi a principal causadora dessa dor que eu tenho, a partir do momento que ela me humilhou naquele dia no colégio, e o pior é que eu não consigo guardar rancor dela. Eu sinceramente queria entender o por que dela ter feito aquilo. Talvez ela tenha se tornado mal mesmo, e eu não queria enxergar isso. Porque como dizem: ‘’O amor é cego, mudo e surdo.’’


Notas Finais


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