História A Arte Da Conquista - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camila G!p, Camren, Romance
Exibições 277
Palavras 1.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Alô!

Capítulo 4 - Jade?


Fanfic / Fanfiction A Arte Da Conquista - Capítulo 4 - Jade?

Dias atuais...

 

— Camila, como você se sente sendo uma das melhores cantoras da atualidade. – A entrevistadora me perguntou, enquanto eu bebericava a água da taça.

— Olha, realmente eu me sinto completa. Sempre gostei de cantar, e aquele dia no bar foi apenas uma brincadeira, eu mal sabia que tinha um empresário lá. – Ri, vendo a moça assentir.

— Isso é meio engraçado, não? – Assenti, ajeitando minha blusa. — E você está namorando?

— Não. – Olhei para câmera. — Mas estou aberta a propostas. – Ri acompanhada da entrevistadora.

— Agora a última pergunta.

— Diga-me.

— Sua turnê está embarcando para onde agora?

— Miami, minha terra natal.

— Então, o que tenho a dizer é boa sorte e divirta-se.

— Obrigada! – Me levantei, apertando sua mão. — Foi uma ótima entrevista.

— Foi mesmo. Até a próxima. – Sorri simpática, sendo encaminhada para fora do palco improvisado.

 

 

...

 

— Cala a boca, Ally. – Ri, ouvindo a minha assessora, gargalhar.

Estamos embarcando em Miami. Ally, Dinah e Emma estão comigo no avião.

— É sério, vai que teu pau dá um tchau pras fãs.

— Daquela vez foi a porra de um acidente. – Gargalhei, ouvindo a voz eletrônica avisa para descemos com calma.

— Dessa vez tu fará aquele dueto com Machine Gun Kelly, né?

— Sim. – Descemos a pequena escada do avião.

— Não gosto desse Machine. Tem cara de avestruz com diarreia, e além do mais é metido. – Emma resmungou, abraçando seu urso Louis.

— Ah, que mentira! Né, Allycat. – Ally pôs o óculos e fitou o aeroporto. — Repito, né Ally?

— Não, Mila, ele é chato demais. – Falou e bateu um high five com Emma. Revirei os olhos, entrando no aeroporto.

— Vocês é quem são chatas. Não sei como as aturo.

— Porque nos ama. Simples. – Emma riu junto de Ally. Odeio quando essas duas estão juntas.

— Espero que morram. – Peguei minha mala, puxando a alça.

— Espera, tripé. – Emma gritou e Ally ria.

Os seguranças apareceram e eu vi uma multidão na saída do aeroporto. Nos aproximamos, e eu senti meus olhos arderem pelos flashs.

— Camila, eu te amo. – Gritaram atrás de mim. Ouvi os gritos aumentarem quando ultrapassei a multidão com os seguranças.

— Também te amo. – Acenei para a mesma que chorava.

Acenei com um sorriso para todos. Peguei ursinhos, chocolates e camisas. Os seguranças nos levaram até o carro na portaria do aeroporto.

— Que loucura. – Joguei minhas costas, no encosto do banco do carro. — Eu juro que ainda não me acostumo com isso.

— Até parece. – Pegou o bombom de minha mão. — Caralho, eu amo esse chocolate.

— É, mas é meu. – Puxei de sua mão e ela revirou os olhos.

— Parecem duas crianças. – Olhei pelo vidro do carro e minhas fãs bateram no vidro do carro.

Como as janelas eram escuras, não davam para enxergar do lado de fora. Sorri triste, voltando a me sentar e o carro saiu do aeroporto. Olhei as fãs sumindo do meu campo de visão.

— Elas são tão fofas. – Sorri, olhando as camisas com minhas fotos.

— São mesmo. – Ally falou, mexendo no celular.

— O que eu farei agora?

— Terá ensaio no palco do show, depois está liberada. – Ally me olhou e eu assenti.

— Certo.

 

 

...

 

Depois de duas horas de ensaio, decidi partir para o hotel. Almocei com minha irmã e Sofia – a minha sobrinha estava com nove anos e tão lindinha. Decidi ir visitar Lauren, querendo ou não eu estava com essa vontade, mesmo se ela me enxotasse.

Tomei um banho e vesti uma roupa confortável. Coloquei meu boné de sempre – sim, não larguei esse vício -, peguei as chaves do meu carro e partir rumo a residência Jauregui. Liguei para Ally avisando para dispensar os seguranças da portaria do prédio. Desci, chegando no saguão do hotel. Um dos manobristas abriram a porta para mim de meu carro e eu sorri simpática. Dei ignição e partir rumo a minha antiga rua.

Minutos depois cheguei na Orange Ville 608. Sorri ao ver as casas como estavam. Parei o carro em frente a casa de Lauren. As luzes estavam acesas, ainda eram por volta das sete e pouco.

Sai do carro o travando. Caminhei até a varanda. Bati na porta e esperei abrirem. Dona Clara abriu a porta e arregalou os olhos.

— Camila?

— Olá, dona Clara. – Ela abriu os braços e eu a abracei sorrindo.

— Veio ver Lauren?

— Sim, cadê ela?

— Primeiro entre. – Deu espaço e assim fiz. — Quer um café?

— Não, mas aceito um copo d’água. – Ela assentiu e eu a seguir até a cozinha.

— Bom, Lauren foi buscar a filha no colégio. – Filha?! Como assim filha?

— Filha? – Pensei alto demais.

— Sim, querida. – Me entregou o copo. — Lauren teve uma filha com Logan. – Despejou água no meu copo. — Mas o safado não quis assumi-la e então Lauren a cria sozinha.

— Meu Deus. – Beberiquei a água. — Qual o nome dela?

— Jade.

— Nome lindo. – Bebi mais um pouco de água. — Lauren terminou os estudos, né?

— Não. – Sentou-se de frente para mim. — Ela trabalha demais e não teve mais tempo, eu falo pra ela tentar novamente, mas sabe como ela é cabeça dura.

— Entendo. – Fitei Clara e ela sorriu cansada, pude perceber. — Sem querer ser curiosa demais, mas o que Lauren trabalha?

— Bom. – Limpou a garganta. — Ela trabalha em uma biblioteca.

— Sério?

— Sim. – Passou as mãos no cabelo.

Ouvimos a porta abrir e uma voz infantil e uma garotinha entrar na cozinha.

— Vovó! – Gritou a menina, se jogando nos braços de Clara.

— Oi, amor. – Abraçou a pequena.

A menina é idêntica a Lauren quando criança. Mesmo olhos, cor da pele, cabelos e sorriso.

— Você é a Camila Cabello? – Arregalou os olhinhos e eu ri. — Posso te abraçar?

— Pode sim. – Me levantei e a peguei no colo. Jade abraçou meu pescoço.

— Você é linda, gosto muito de suas músicas e a mamãe também. – Sorri, com a fofura da menina.

— E você também é linda. – Passei a mão em seus cabelos sedosos.

— Você é amiga da vovó Clara?

— Não eu sou amiga de sua...

— Camila? – Ouvi a voz de Lauren e ela estava parada na porta da cozinha com a mochila de Jade nas mãos. — O que faz aqui?

— Oi, Lauren. – Sorri tímida. — Vim ti ver. – Ela estava com uma expressão indescritível. Jade olhava de mim para Lauren. Clara sorria olhando nós duas.

 

É, Camila... será uma longa noite! 


Notas Finais


Comentem e divulguem...
Capítulo pequeno porque estou atrasada!


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