História A artista - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção
Personagens Celeste Newsome
Visualizações 7
Palavras 2.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não sei oque escrever aqui...

Capítulo 4 - Festas de criança.


 Capitulo 4:

Depois de eu ter me decidido, o Dr. Dave pediu para o meu pai voltar, nota: apenas o meu pai, mas antes dele chegar, a nova paciente finalmente deu as caras, aparentemente ela estava com câncer terminal no estomago já fazia um tempinho, e finalmente, agora que as castas haviam sumido, ela teve a chance de ficar em um hospital dessente, aparentava ter uns 19 ou 20 anos, mais do que isso com certeza não, e tinha um cabelo castanho meio ruivo e olhos azuis. Tinham um milham de crianças ao redor dela, irmãos? Talvez, não dava pra dizer com certeza, tudo que eu sabia era que a família dela era realmente grande, uma mulher estupidamente parecida com ela estava junto, elas eram magras pra caramba, e tinham muitas olheiras, mas não deixavam de ter seu charme.

- Mae! A Ivi não pode voltar pra casa? – um menino de aparentemente uns 4 anos perguntou.

- É queremos ela em casa! – dessa vez foi uma menina da mesma idade que ele, cinco minutos depois da discussão ter começado já virou um coro.

- QUEREMOS ELA EM CASA, QUEREMOS ELA EM CASA!

- Calma, eu prometo que quando estiver melhor eu volto.

- Aaaaa, mas a gente quer a mana em casa agora. – a menina de antes falou

- Mas eu não posso voltar.

- Você não pode pedir pro medico te deixar voltar?

- Não Nanika, não posso.

- Ok – A menina falou fazendo cara de choro, depois disso a coisa virou uma fasta!  Eles estava jogando jogos, rindo, conversando alto, contando piadas, dividindo a comida que Chiara tinha trago para todos, realmente coisa que uma família grande faria, mas depois de um tempo o Dr. Davi chegou e disse que a Ivi tinha exames a serem feitos, além do mais, crianças não podiam ficar mais de 15 minutos com os pacientes. Depois de mais algumas músicas, como, NÃO QUEREMOS IR! Ou, AAAAAAAAAA, Mariane chegou e calou todos com seu olhar de ferro, eles tiveram uma despedida de fazer chorar e foram embora.

- Oi! – Eu falei pra ela sorrindo.

- O..oi, Celeste né? Eu já vi suas fotos em vitrines, e fiquei sabendo quando foi hospitalizada.

- Ou sério! Eu adoraria poder apertar a sua mão agora mais... – quando estava no meio da frase meu pai entrou no quarto, ele sorriu para mim depois olhou com uma cara seria para garota.

- Oi filha, me desculpe por... aquilo

- Hehe não tem problema, eu acho que teria esmurrado a cara da Mariane se meus braços se mexessem.

- falando nisso, você sabe o que aconteceu com ela depois da briga? Ela foi despedida ou...

- Afs não... – O que aconteceu foi que depois daquilo o bos dela achou que seria uma boa ideia ela ser minha enfermeira pessoal, para resolvermos nossas intriga, grande merda, pelo menos por enquanto ela ainda não tinha feito mais nada além de dar a notícia, mas a vida é uma caixinha de surpresas.

- Bom, mais você abe sobre o que eu vim falar, não sabe?

- Sim eu sei. – meu coração começou a palpitar, como deveria explicar isso a ele? – Pai eu pensei muito sobre o que me disse e.... – Agora! – eu vou ficar aqui. – ele pareceu decepcionado, não bravo mas decepcionado.

- Ok filha eu entendo. – ele suspirou, me deu um beijo de adeus na bochecha e partiu, ufa, achei que seria pior.

- Pra onde ele vai? – Ivi perguntou olhando pra mim.

- Viajar a trabalho.

- E sua mãe onde está?

- Também vai viajar. – eu virei a cabeça para ela e perguntei. – sua mae não vai ficar aqui com você?

- Não é minha mãe, é minha irmã mais velha.

-OQEEEEEE?

- Heh... sim, o marido abandonou ela depois do 5 filho, então eu meio que eu ajudo ela a dar conta de tudo.

- E seus pais?

- Eu não me lembro da minha mãe, mas meu pai... – Naquela hora, ela fez a expressão mais triste que eu já vi na minha vida, quase dava para ver as memorias passando pelos olhos dela como uma TV. – Morreu de câncer no estomago, porque não tínhamos dinheiro para pagar o tratamento.

- Poxa, eu nem posso imaginar como isso seja, sinto muito.

- É você nem deve imaginar mesmo. – Ela flou virando a cara, ok isso magoo um pouco, mais meu objetivo era provar para o mundo que a antiga Celeste tinha morrido, e que a nova era muito melhor, não era por isso que eu tinha decidido ficar? Eu estava prestes a falar algo legal, talvez até muito legal, mas o Dr. Dave apareceu dizendo que já estava tudo pronto para radioterapia, então eu esqueci completamente o que eu ia falar e só fiquei sorrindo com uma cara de burra. Logo depois que ela foi embora, Mariane chegou com a minha janta, atrasada e bem humorada como sempre.

- Aleluia.

- Shhh!

- Oque? O tapa da minha mãe te deixou muda?

- Não, só me disseram que se arrumar briga com você ou com qualquer outra pessoa estou demitida. – Ela apoiou a mesinha perto das minhas pernas e murmurou. – E não foi um tapa, foi um soco.

- Ouuuuu, Mariane, sendo intimidada, quem diria!

- Tis! – Depois daquilo eu meio que me calei, também não estava nem um pouquinho afim de discutir com ela naquele momento. Depois de me engasgar algumas vezes grassa a gentileza da Sra. Queridinha, ela só foi embora sem dizer nada, eu não me esforcei nem um pouco para ser simpática também. Ivi ainda estava na fisioterapia? Deus aquilo demorava, logo depois que Mariane saiu, Chiara entro na sala saltitando, ela disse que ia me levar para dar uma volta no jardim, eu fiquei super feliz de poder deixar aquele lugar claustrofóbico e poder tomar um pouco de ar, então obvio que eu aceitei. Ela pegou uma cadeira de rodas e me ajudou a sentar tomando muito cuidado para não me machucar, saímos da sala dos pacientes, quando chegamos ao lado do elevador o Dr. Dave apareceu, e aparentemente Chiara não tinha permissão de ir passear com seus pacientes depois de horário de trabalho.

- Pra onde vocês vão? – Ele perguntou com uma cara cerai.

- Dar uma volta no parque. – eu falei da cadeira de rodas, só como alguém que não quer nada na vida. – algum problema Doutor?

- eu já fale que é Davi, e sim, não é permitido funcionários tirarem os pacientes dos quartos depois do horário de trabalho, e acho que a senhorita deveria saber disso, não? –Ele falou a última frase olhado para Chiara, que simplesmente se desesperou naquela hora, ela se ajoelhou no chão e começou a fazer reverências pra ele, eu tive que me segurar muito para não rir que nem uma retardada no meio do hospital, dava pra ver que o doutor também, mas ele só colocou a mão no alto da cabeça da coitada ajoelhada, deu um beijo assustadoramente perto da boca dela e falou.

- Não se preocupem, a senhorita Mariane está fazendo turno extra por causa da confusão mais cedo, vou pedir que ela vá com vocês, ok fofa? – Chiara fez que sim com a cabeça, se levantou e esfregou os olhos cheios de lagrimas, droga! O apelido que eu dei pra ela já tinha dono, e... que relação foi aquela? Chiara se virou pra mim e me olhou com uma cara de, te conto lá fora, nem deram três minutos o Dr. Dave e a Mariane tinham aparecido, ela praticamente empurrou a Chiara de traz da minha cadeira de rodas e ficou olhando pro além com uma cara de tedio.

- Comportem-se lá fora, e voltem antes das dez. – ele falou com uma prancheta que estava escrito, histórico de paciente na capa, com uma foto da Ivi. Nos três descemos de elevador e fomos ao jardim, não passava deu pedaço de terreno com grama e algumas flores, mas era muito melhor do que ficar em um quarto apertado, Chiara se sentou no chão com grame meio molhado por causa da umidade, e nós ficamos conversando sobre coisas muito aleatórias, como... canela ou caramelo, com azeitonas ou sem azeitona, qual a forma correta se se começar a comer uma coxinha, etc. mas chegou uma hora que o papo ficou sério, eu tinha me cansado dela se esquivando da pergunta mais importante do século:

- Qual a sua relação com o Dr. Dave!?

- Tem muitas teorias sobre isso aqui no hospital. – Mariane falou quebrando um pouco do seu silêncio mortal. – Uns falam que eles são namorados, outros falam que são casados, e uns acham que eles tem um filho secreto que não mostram a ninguém. - Apesar de não estar interagindo, Chiara estava prestando atenção na conversa toda, e estava ficando mais corada a cada palavra.

- Ouuu, um filho secreto? Me pergunto como deve ser a mistura da Chiara com o Doutor, realmente não tem como ficar ruim, ele é um gato. – e era mesmo, ele tinha cabelo castanho que sempre usava penteados pra traz e olhos dourados que pareciam enxergar a sua alma, sem falar no seu cavalheirismo, qualquer menina iria pirar. – Ei Chiara, qual nome do seu filho? – ela me olhou com uma cara de brava como que dizia, eu me recuso a responder a essas pergunta.

- Tem mais, já ouvi falar que na hora da folga ela desenha o Doutor na sala dele, no formato de um Deus grego. –Nos duas caímos na gargalhada enquanto a coitada no chão cobria a cara com as mão.

- Não me diga Chiara, você desenha?

- Com certeza! E, inclusive ela fez um desenho seu enquanto você estava desacordada.

- Ham???????? – Dessa vez fui eu que fiquei corada, ela tinha me desenhado? Como assim?

- Sim, eu perguntei por que, ela respondeu que porque não se era todo dia que se tinha a chance de se desenhar uma modelo famosa, eu perguntei se você ia gostar, ela respondeu que você não precisava ficar sabendo. – Olhei pra ela, a cara dela parecia um tomate.

- Quero ver esse desenho. – ela não respondeu, só saiu correndo de volta para o hospital. – Droga!

- Relaxa, ela é mesmo assim, amanhã ela já vai ter esquecido.

- Ok. – Eu suspire, Mariane me levou de volta pro quarto, Ivi já estava dormindo, e eu devia fazer o mesmo.

 Eu estava de frente para uma pessoa usando vestido vermelho, não conseguia ver seu rosto por causa da faixa cobrindo meus olhos, tinha algo na minha mão, um pedaço de tecido vermelho, só depois que eu percebi, o vestido da pessoa na minha frente não tinha uma manga, ou tinha estava na minha mão, antes que eu pudesse me mexer a pessoa na minha frente me atacou de súbito, e eu acordei.

Meus olhos abriram, eles estava lacrimejando e meus pulmões estava subindo e descendo, outro sonho, que estranho, eu virei a cabeça de lado e vi que tinha um bloco de papel enorme em cima do meu criado mudo.

- O que ouve? – Ivi perguntou assustada com um livro na mão.

- Nada, só um sonho ruim... ei você me ajuda a ver o que é isso?

- Claro. – Ela se levantou e veio até o lado da minha cama, pegou o Bloco e exclamou. – NOSSA! Que lindo! Eu acho que é você. – Ela me mostrou o papel, era uma parodia do filme da Bela Adormecida, só que comigo, uma versão de mim quase completamente careca cheia de tubos em mim, eu fiquei sem palavras, ela maravilhoso, nenhuma das fotos minhas que tinham naquela revista que a minha mãe tinha me dado se comparava aquilo. – Quer que eu deixe aqui pra você poder ficar olhando. - Ivi perguntou, a única coisa que eu consegui fazer foi assentir com a cabeça, ela colocou o desenho de uma forma que as folhas de traz do bloco o fizessem ficar em pé, e eu fiquei olhando, ela realmente tinha mãos de artista.              

 


Notas Finais


Só enrolando. :P


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...