História A artista - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens Celeste Newsome
Visualizações 4
Palavras 1.315
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É bolacha. :P

Capítulo 6 - Amo essa música


Capitulo 6:

Eu estava assustadoramente atrasado para o trabalho, o hospital ficava uns mil quilômetros de distância no mercado a onde eu trabalhava, eu quase não conseguia sentir as perna por causa da corrida quando eu cheguei ofegante.

- Ta atrasado Ferrugem. – o dono do mercado, o Sr. Bill, reclamou, jogando o avental e o boné com a logo do mercado na minha cara.

- Foi mal, tive uns negócios pra resolver.

- Tem a ver com a sua tia no hospital? – Eu assenti com a cabeça enquanto colocava o avental, era meio estranho ouvir as pessoas falando de Ive como se fosse minha tia, apesar de ser mesmo, mas aquela criatura era tão imatura quanto uma criança, poderia ser, então sempre a vi como uma irmã, e o resto da família toda também. – Tudo bem, eu entendo, não vou descontar do seu salário. – Isso! Eu realmente amo aquele cara, ele me contratou mesmo sabendo que já fui um 8, antes de ficarmos sem casta tínhamos 2 opções, ou ser mendigo, ou ser escravo, nós em particular éramos a segunda opção, minha mãe e meu pai se conheceram num cerca mento, depois que o Jil nasceu, ele foi em bora, então a mana começou a ajudar a mãe, tipo nos ensinando a ler e escrever, esse tipo de coisa, mas agora não tínhamos castas, podíamos trabalhar pela própria vida e ganhar o próprio dinheiro, a nossa mãe preferiria que fossemos pra escola, mas todos sabíamos que com a mana hospitalizada ela não conseguiria alimentar 5 bocas sozinhas, ou seja, todos ainda eram praticamente escravos. – Mas você vai ter que ficar até mais tarde.

- Que? Por que?

- As encomendas lá fora não vão vir paras as prateleiras sozinha.

- AAAAAAAAAAAA.

- Não reclama, minha filha já vai descer pra te ajudar.

- Taaaaaaa... – Eu gostava bastante da filha dele também, ela tinha 13 anos, 1 ano mais nova que eu, e tinha gosto musical extraordinariamente incrível, exatamente as mesmas músicas que eu gostava, sarcasm, nightmares, Wolf in sheep’s coloting... só músicas realmente boas, na verdade, ela que tinha me mostrado essas músicas quando vim aqui pela primeira vez, ela inclusive me emprestou os fones e o gravador dela pra eu poder ouvir enquanto trabalhava, amo aquela garota. Eu estava colocando as caixa com as encomendas de comida para dentro do mercadinho cantando a música nightmares com os fones de ouvido no último volume, era muito boa, mas esqueci completamente que não estava sozinho, por que quando terminei meu pequeno shou, ouvi umas palmas, era ela, que por sinal se chama Susi, eu praticamente arranquei os fones das orelhas e cai de costas no chão que nem um perdedor, que eu era.

- Ops, tudo bem ai?

- Não. – Eu choraminguei com a mão na cara. – Por quanto tempo você esteve ai? – Ela fez uma cara maligna de, você não vai quere saber, isso piorou muito a situação, casualmente eu me levantei, peguei uma caixa cheia de tomates que se intitulava como batatas, coloquei ente duas outras caixas, e me sentei atas do meu novo muro da vergonha com a cabeça entre as pernas.

- Ei não precisa ficar envergonhado bebe. – Ela tirou a caixa dos tomate batata, entrou dentro do meu muro da vergonha, e passou a mão ao redor do meu pescoço. –Na vida, as vezes precisamos aceitar as coisas dadas a você de cabeça erguida.

- Eu não quero.

- A Tomy, não é o quanto você bate e sim o quanto você apanha.

- O que isso tem a ver com a minha situação?

- Nada. – ela tirou a mão dos meus ombros, deitou de costas no chão e se levantou com um pulo, isso foi realmente muito legal, depois ela me ofereceu a mão para eu levantar.

- Obrigado.

- De nada. – Ela falou colocando as mãos atrás da cabeça, deus como ela era linda, tinha cabelo cabelo comprido loiro com as pontas rosas, que deveriam ser vermelhas mas a tinta que ela usou era barata mas em fim, e olhos castanhos escuros que combinavam com a pele bronzeada. – Anda, vou te ajudar nisso você vai trazendo as coisa pra dentro e eu vou separando nas estantes.

- O..ok, ta, claro. – Ela riu, eu falei algo engraçado? O dia passou normalmente, levamos muito tempo pra acabar tudo, mas não posso falar que não enrolamos um pouco, o meu horário acabou bem no momento que terminamos de colocar a última bolacha de chocolate com avelã na estante.

- Pronto! Acabamos, pode se sentir orgulhoso Tomy, você foi a única pessoa com quem compartilhei os segredos secretos da arrumação de estantes sagradas.

- Me sinto lisonjeado mestra.

- Não, agora você não é mais meu aprendiz. – Ela pegou a bolacha de chocolate em que tínhamos acabado de guardar e falou encostando a ponta da embalagem e m cima da minha cabeça. – Você passou no teste e não dormiu durante meus ensinamentos, eu te concedo o cargo de guardião dos corredores, a partir de hoje viveremos de igual pra igual.

- Obrigado pela honra irmã. – Nós começamos a rir, acho que nunca me diverti tanto com qualquer outra garota, com qualquer outra pessoa.

- Poxa, agora você tem que voltar para seu templo, seus... *pensando* matriarcas devem precisar de toda sua sabedoria.

- Sim, eu tenho, meus matriarcas precisam das minhas lições de como se colocar uma cebola corretamente em uma sacola.

- Heh... tchau em tão.

- Ok... Bay

- Ei Tomy, Eu acho que você canta muito bem. – Naquela hora eu gelei, meu rosto devia ter ficado mais vermelho que um tomate batata, nunca que eu iria olhar na cara dela depois daquilo, fui correndo para a entrada da loja e quase esbarrei em um cara que eu julgava ser o padrasto de Susi, e sai correndo pela rua até me encostar sem folego em um poste aleatório bem perto do galpão que eu chamava de casa, eu olhei para o avental que tinha esquecido de tirar a me toquei, ela era a única pessoa que eu deixava me chamar de Tomy.

Eu abri a porta e me abaixei bem a tempo de um pano molhado não acertar em mim.

- O Ferrugem voltou. – Nanika gritou com as mão molhadas.

- Como foi no trabalho? – A mãe perguntou.

- Bom...  

-DROGA! – Giulia gritou do outro lado da cozinha, com vários papeis e recortes de jornal em cima da mesa. – Cheguei num bloqueio de escritor. – Ela e Ivi estavam escrevendo um livro juntas, mas ela estava no hospital, e agora Giulia não fazia mais nada além de reclamar que estava sem ideias.

- Porque você não leva o seu livro pro hospital para vocês escreverem lá? – Viviane perguntou, sensata como sempre.

- Ah! Faz sentido né? – Eu desviei de outro ataque do pano molhado.

- A Nanika vai pegar o ferrugem!

- NÃO!

- Sim vamos lá! – Piter gritou dando a mão para gêmea, eles correram pra cima de mim com o pano, eu escapei deles pulando em cima da mesa e derrubando todo “trabalho de uma vida” da Giulia, Piter veio pela frente e puxou o avental me obrigando a abaixar, e Nanika veio por trás enfiando o pano molhado e frio nas minhas costas, eu me contorci por causa do frio fazendo o pano cair e eles saíram correndo dando um toca aqui no ar, eu estava prestes a sair correndo atrás daqueles dois diabinhos mas o rei dos diabões puxou minha orelha até estar da altura da sua boca.

- Você vai ajuntar todo meu trabalho ou vai sofrer pelo resto da sua vida.

- AI! Ok. – Eu ajuntei todas as folhas e jornais do chão, depois de uns minutinhos para colocar tudo na ordem, nós fomos comer a janta, a comida tinha acabado e eu ainda estava com fome, mas não é como se isso não acontecesse sempre.  


Notas Finais


Musicas => Nightmares, Wolf in sheep's clothing. Banda =>Set It Off
Musicas => Sarcasm. Banda => Get Scared.


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