História A Babá - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swanqueen
Exibições 258
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Capítulo 17


POV REGINA

Emma virou a noite com nós, tomamos banho, jantamos e Henry se enfiou no meio de nós duas. Dormiu agarrado a ela, sempre que os dois estavam juntos era lindo. Eu demorei a dormi observando os dois, ainda estava com medo que fosse embora ou de como as coisas se sucederiam dali para frente.

— ACORDEM! – Ouvi Henry gritar e quis mata-lo.

— Acho bom você fazer uma cara boa, foi você quem ensinou ele a acordar cedo. – Emma disse se sentando com cara de sono.

— Henry, você precisa acordar mais tarde filho. – Falei colocando o hobby por cima do pijama. - Eu juro que não vou brigar.

— Precisa não. – Emma disse com ele já sentado em seu colo. - Acorda mais cedo ainda e vem acordar a mamãe, todos os dias.

Dei um beijo na testa de cada um e fui para a cozinha preparar o café. Emma comia igualmente ele e tomava leite. Fiz café pra mim, enquanto os ouvia rindo. Sempre rindo. Emma estava cantando alguma musica infantil muito ruim, Henry odiava essas coisas.

— Mãe! – Ele disse puxando minha blusa.

— Oi Henry. – Falei me abaixando até ele.

— Nada, a Emma me mandou só te chamar. – Riu sapeca, a vi na porta com a cara de deboche.

— Vou mandar vocês dois para o país dos bobos. – Levantei-me jogando o pano de prato nela.

— Se lá tiver comida nós vamos, né? – Emma disse pegando uma bolacha do prato.

— E sorvete. – Henry completou.

— Vocês vão ser os bobos da corte gordos. – Entrei na brincadeira, sentando com eles a mesa.

— E você a Rainha. – Emma falou colocando uma bolacha em minha boca. Não, eu não queria.

— O que vamos fazer hoje? – Perguntei vendo a animação dos dois.

— Eu não sei de dia, mas a noite, eu preciso voltar pra casa. – Eu engasguei e Henry pigarreou.

— Não vou deixar você ir embora. – Henry disse manhoso, abraçando-a. Não queria que ela fosse, parte de mim temia que eu nunca mais a visse.

— Emma, acho que precisamos conversar. – Falei me negando a falar sobre isso com Henry ali.

— Ok, nem precisa. – Henry disse pulando da cadeira, indo pra sala.

Ambas olhamos ele ir, ela estava com a expressão tranquila, continuou comendo e bebendo depois que ele saiu, seu olhar estava preso a xícara a sua frente.

— Você pretendia ir embora esse tempo todo? – Perguntei cansando de esperar ela dizer algo.

— Sim. – A resposta veio rápida, um lindo tiro.

— Eu.. pensei que nós.. Droga Emma. – Desisti de falar sentindo um nó apertar minha garganta.

— Lembra-se da audiência? Ou melhor, depois dela? – Ela perguntou levantando o olhar até o meu. Apoiando o cotovelo na mesa e a cabeça na mão. Assenti. – Eu fiquei Regina, nem sei o que dizer sobre ontem e ainda estou aqui.

— Até a noite. – Falei revirando os olhos.

— Sim, até a noite. Depois eu preciso voltar. Minha mãe sequer sabe que vim aqui para resolver coisas com você e tenho um serviço lá. Mas... Eu estou pensando no que fazer, não posso simplesmente mudar para a sua casa, entende? Ficar aqui sem uma renda estável, só comendo e bebendo. – A expressão dela mudou de tranquila para preocupada. Em compensação a minha aliviou demais, meu coração até se acalmou. 

— O problema é você ficar aqui? – Perguntei arqueando a sobrancelha.

— Sim.. O maior deles. – Respondeu, mexendo os dedos um no outro. 

— Você pode ser minha escrava sexual. – Pisquei pra ela, pensando em uma solução viável para isso.

— Aceito cinco vezes. – Disse com um sorriso maroto.

— Posso arrumar um emprego para você aqui, Emma. Você realmente pode ficar aqui, Henry vai amar estar com você. Mas se não quiser, pode alugar um apartamento também. – Peguei sua mão fazendo carinho.

— Eu vou pensar, ok? Vou em casa, preciso conversar com minha mãe, ela meio que te odeia. E te dou uma resposta. – Falou passando me abraçando de lado, dando um beijo em minha bochecha. – Não estou dizendo que estou rompendo isso que temos, só preciso me organizar, tudo bem?

— Eu e Henry não vamos deixar você ir nunca mais. – Falei sorrindo, vendo ela me apertar.

— Nem quero. Vem. – Ela se levantou e me puxou até o quarto fechando a porta. – Xiu.

Encostou-me a porta enchendo meu rosto de beijos, com os dedos enrolando os fios de meu cabelo. Sorri segurando sua cintura, buscando seus lábios, puxando levemente.

— Promete não demorar na sua casa? – Falei com as mãos passeando em sua cintura.

— Não vou demorar nada. – Respondeu dando beijos estalados em meus lábios.

Enrolamos ali por alguns minutos, o carinho dela sempre foi característico. Não queria que ela fosse, mas entendi seu lado, só esperava que ela não mudasse de ideia no meio do caminho, ou que sua mão a influenciasse. Não comentei sobre meus medos com ela, queria aproveitar.

Eles decidiram ir a um parque que estava na cidade, eu nunca fui adepta dessas coisas, ainda estava me acostumando. Contudo conseguia ficar a vontade na presença deles. Henry andava de mãos dadas com nós duas, olhando abobado para tudo. Queria ir a todos os brinquedos, queria comprar todas as coisas que via de comer.

— Vai com calma, garoto. – Emma disse colocando ele no pula pula.

Sua mão buscou a minha, o observávamos pulando e se divertindo com outras crianças. Emma sorria lindamente o chamando, foram poucas as vezes que o vi se divertindo sem reservas. Saiu de lá e foi em um aviãozinho que subia e descia. É engraçado analisar como criança se diverte realmente com pouco. As mãozinhas para cima, me chamando e acenando. Emma levantou a mão dela junto com a minha acenando de volta.

— Já volto. – Falou e me deixou sumindo no meio da multidão.

Henry desceu, comprou um algodão doce e sentamos em um banco próximo. Olhei em volta para ver se a via e nada.

— Mãe a Emma deixou a gente aqui? – Henry disse com os olhos brilhando em direção ao carrinho de sorvete.

— Ela não vai te dar sorvete. – Falei apertando sua bochecha.

— Vou sim. – Ouvimos sua voz e nos viramos. Ela estava com um pacote de pipoca em uma mão, um picolé na outra e um ursinho segurado por seu braço. – Aqui. – Entregou o sorvete a Henry. E aqui. – Me entregou o ursinho, parecido com um panda. – Isso é tão gay, mas é o que tem pra hoje.

— Onde conseguiu? – Perguntei não segurando o sorriso bobo.

— Ali naquele. – Apontou para o lugar onde havia um jogo de tiro. – Sou boa de mira.

Henry nos puxou até outros brinquedos, em alguns ele puxava Emma com ele, como o carrinho de bate-bate. Ele demorou a cansar, mas pouco antes do almoço já estava vermelho, suado e reclamando de fome. Fomos para casa, tomar banho e trocar. Almoçamos em um restaurante fomos ver filme. Só no final do dia pude sentir uma pontinha de preocupação novamente.

 



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