História A Bailarina e o Nerd - Capítulo 3


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Categorias Emily Rudd, Originais, Shawn Mendes
Personagens Emily Rudd, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Balé, Colegial, Comedia, Dança, Drama, Musical, Nerd, Romance
Exibições 60
Palavras 3.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ AMORAS!!!!
Eu sei, andei um pouco sumida mas é sempre assim. Desculpem mesmo pela demora, tive que fazer uma cirurgia na boca e a dor era tanta que nem tive vontade de escrever:P
Bom, quero agradecer pelos comentários da capítulo passado, muito obrigada mesmo, isso me incentiva a escrever, na verdade incentiva qualquer escritor a escrever, isso é sempre bom;)
Boa leitura e me desculpem pelos erros<3

Capítulo 3 - Árvore dos Sonhos


Fanfic / Fanfiction A Bailarina e o Nerd - Capítulo 3 - Árvore dos Sonhos

ShawnPov's

À noite está apenas começando.

Mesmo o vento gelado batendo em meus cabelos eu não sinto frio, meu sangue parece estar fervendo. A rua está vazia e cada vez que Teresa dá uma risada faz eco. Corremos então em direção à casa de Tyler, a casa dele é bem mais simples que a dos Grier. Teresa pula a pequena cerca e eu sigo-a.

- Então o que vamos fazer? - eu digo animado.

- Nossa, você realmente está gostando não tá? - confirmo com a cabeça e ela sorri - Bem, agora as coisas começam a ficar mais complicadas...

- Como assim?

- Só ficamos do lado de fora, agora vamos precisar ir para o lado de dentro.

- O que você está querendo dizer? - arqueio uma sobrancelha.

- Nós vamos ter que entrar na casa do Tyler e bem... - ela fica meio sem jeito - Vamos dar um trato no cabelo dele.

Encaro ela com uma cara de "Você tá falando sério?" e ela apenas força um sorriso, porque está bem óbvio que eu não gostei da ideia. 

- Olha Teresa, eu gostei do que fizemos com os Grier mas... - passo a mão no cabelo - Isso já está passando dos limites você não acha? Invadir a casa do cara! Isso é loucura! Aí se a polícia nos pegar ela não vai nos prender por vandalismo mas sim por invasão de domicílio!

- Eu sei que eu estou passando dos limites Shawn mas... Tipo, você não sabe o que esse babaca fez com o Troye! - ela fica cada vez mais irritada - Ele olhou bem nos olhos do meu amigo e falou que o amava! E depois humilhou ele na frente do colégio inteiro - seus olhos se enchem de lágrimas - No exato momento que vi meu melhor amigo eu senti o que ele sentiu, sei lá, como se fosse um tipo de ligação de melhor amigo... Eu não estava lá para impedir que o pior acontecesse mas agora estou aqui e vou fazer esse babaca pagar!

Ela começa a chorar e eu não sei o que fazer. Nunca sei o que fazer quando uma garota chora na minha frente, quando minha irmã chorava perto de mim eu entrava em pânico. Ela está com as mãos cobrindo o rosto e ela não vai parar de chorar tão cedo, então - não sabendo o que fazer - decido abraçá-la.

- Ei calma, desculpa, a intenção não era fazer você chorar - ela levanta o rosto e limpa as lágrimas.

- Não foi você que me fez chorar - ela solta uma risada fraca - Eu sou meio bipolar... Assim como o Tyler que uma hora fala que é o super hétero machão e depois tá lá dando uma de super arco-íris LGBT apaixonado pra cima do Troye.

- Pera aí? Ele é gay? - só agora que reparo nisso.

- Você não escutou o que eu falei não? - ela bufa e por um momento para pra pensar e depois volta a falar - Olha, se você não quiser mais continuar eu entendo, mas saiba que não terá a chance de aprontar com o Cameron. 

Agora é a minha vez de parar pra pensar - ou eu ajudo ela é entro na casa desse idiota ou eu não vou poder me vingar do Cameron. A escolha é difícil mas decido ficar aqui.

- Não vou mais te ajudar - abaixo a cabeça - Sinto muito.

Ela sorri meio desanimada;

- Não tem problema, você já me ajudou o suficiente.

Ela pisca para mim e corre em direção à casa de Tyler. Um peso fica sobre mim, deixei de ajudá-la por medo de ser pego pela polícia. Esse é o grande motivo de eu não ter amigos, eu sempre estrago tudo e nunca tenho coragem de correr atrás de uma amizade. Ela foi legal comigo, bem, ela pode ter até me subornado no começo mas ela é uma boa pessoa, e estava se esforçando para ser minha amiga. 

Olho em direção à casa e ela já está se pendurando em algumas plantas para conseguir chegar a janela. Mas ela está balançando muito e a qualquer momento vai perder o equilíbrio. Então respiro fundo e corro para ajudá-la. Ela quase cai mas seguro sua cintura fazendo-a se equilibrar novamente.

- Você não ia embora? - ela está um pouco corada e tira minhas mãos de sua cintura rapidamente.

- Eu ia mas... - abro um sorriso tímido - Decidi ficar.

Ela sorri e continua subindo e eu apenas a sigo. O telhado da casa é meio bambo fazendo nos andar devagar para não cair. Ela abre a janela facilmente com um simples grampo de cabelo e entra no local. O quarto de Tyler é bem diferente que eu imaginava; pôsteres de todos os tipos de cantores e não consigo definir a cor da parede por causa da escuridão.

- Qual será a cor dessa parede? - ponto para a única parede que não é branca.

- Sei lá - ela diz vasculhando a bolsa - Deve ser rosa.

Solto uma risada mas ela me dá um cutucão e me manda ficar quieto, e é isso que eu faço. Ela tira da bolsa um cortador elétrico e tinta para cabelo. Nos aproximamos da cama de Tyler e ele dorme igual à uma pedra  - ele até ronca. Teresa liga o cortador e o aproxima do cabelo de Tyler e raspa metade do cabelo deixando um grande buraco no meio de sua cabeça. Cubro minha boca para não rir, ela olha para mim sorrindo e estende a tinta para mim.

Quer tentar? - seus lábios se movimentam sem soltar som algum.

Pego a tinta com maior prazer e jogo no na cabeça do garoto, sobre o cabelo inteiro - ou pelo menos no que resta de cabelo - e jogo um pouco até nas sobrancelhas.

Mas um pouco da tinta cai no seu nariz e ele se remexe na cama. Eu e Teresa percebemos que ele pode acordar a qualquer momento então saímos o mais rápido possível do quarto. 

Pulo o telhado e dessa vez não caio.

- Nossa - ela olha para mim - Não pensei que você fosse chegar tão longe.

- Nem eu... - digo um pouco orgulhoso.

- Bem, a vítima mais esperada chegou; lhe apresento a terceira vítima, Cameron Dallas! - ela levanta os braços em comemoração.

- Finalmente! Mas não vamos precisar entrar na casa dele, né?

- Não, mas bem que eu queria - do nada escutamos um grito da casa do Tyler, bem, parece que alguém acordou - Só pra lê ter essa reação aí.

Teresa e eu andamos mais um pouco até chegar a casa de Cameron. A casa dele - na minha opinião - parece um pouco desarrumada pelo menos por fora, parece que faz um bom tempo que ninguém corta a grama.

- O que vamos fazer?

- Vamos acabar com a coisa que o Cameron mais ama - ela se aproxima de um carro que está estacionado na frente da casa - Vamos destruir o carro dele!

- Sério?

- Sério - escuto o som de algo vibrando e Teresa tira o celular do bolso - É a Lox, vou responder ela é já podemos destruir o carro dele.

Ela me dá sua mochila e se afasta para responder a amiga. Abro a mochila e encontro um monte de coisa mas o taco de beisebol me chama a atenção. Tiro-o de lá de dentro e fico observando-o. Cameron já fez tantas coisas ruins para mim, acabou com a minha única amizade, sempre me zoou... A dor que sinto é tão grande e o ódio também. Fecho os olhos e levanto o taco para bater no carro.

TeresaPov's

Lox me mandou uma mensagem dizendo que Troye estava bem, essa foi a única notícia boa que recebi hoje. Levanto o celular para enxergar melhor e conseguir digitar, pelo reflexo da tela vejo Shawn erguendo meu taco de beisebol. Um frio percorre meu corpo e então corro para impedir.

- PARA! - seguro seu pulso o impedindo de fazer uma grande besteira - FICOU DOIDO?

Ele abre os olhos e me encara sem dizer nada, ele está suando e sua respiração está meio ofegante, é ele realmente odeia o Cameron. Tiro o taco de sua mão com o maior cuidado e ficamos em um silêncio absurdo. Não tenho palavras para descrever o que eu vi - depois ele diz que sou eu que está passando dos limites - penso falar isso em voz alta mas fico quieta.

- Desculpa... - ele murmura tão baixo que quase não escuto.

- Não viemos aqui para quebrar o carro dele Shawn - digo um pouco nervosa - Sabe, eu adoraria fazer isso mas se tentarmos bater no carro ou quebrar o vidro, o alarme vai disparar. E aí que a polícia vai nos pegar, já que o pai dele é policial.

Pareço calam mas minha voz sai seca e seria, ele me encara meio assusto mas concorda com o que eu digo.

- Toma usa isso - entrego para ele uma arma de paintball - Deixe o carro dele igual a um arco-íris!

Ele pega a arma um pouco inseguro, sua mão até treme. Mesmo assim ele segura a arma e começa a atirar tinta pelo carro inteiro, e eu pego alguns pregos e furo o pneu do carro, tiro até um garfo da mochila e arranho a lateral inteira. 

- Não quer mai atirar - Shawn fala nervoso e bate na arma com força.

- É porque acabou a tinta - respondo.

- Não tem mais? - balanço a cabeça negativamente.

Ele fecha a cara por um momento, esse garoto é muito estranho. Há um tempo atras tinha medo de ser pego pela polícia e agora ele quer destruir o carro do Cameron com um taco. Depois as pessoas dizem que eu que sou bipolar.

- Me dá o taco - ele estende a mão e eu solto uma risada irônica.

- Não - coloco a mochila nas costas para ele não pegar.

Ele ainda está com a arma de paintball na mão e para a minha surpresa; ele ataca a arma na direção do carro, fazendo-a bater no capô e então o alarme começa a tocar.

- SEU IDIOTA! - agacho no chão e pego a arma mais rápido o possível - CORRE!

Puxo seu pulso e corremos o mais rápido possível para longe da casa de Cameron.

ShawnPov's

O barulho do alarme fica bem baixo, pelo visto já estamos longe o suficiente. Paramos e eu respiro fundo tentando recuperar o fôlego mas sinto lago batendo na minha cara. Coloco a mão no lugar atingido e solto um gemido de dor, Teresa me encara bufando de raiva.

- Qual a parte que o carro tinha alarme você não entendeu? - ela não grita mas fala bem alto e brava.

- Desculpa eu... Eu...

- Desculpa? - ela repete - DESCULPA? SÉRIO! VOCÊ FALA QUE EU ESTOU PASSANDO DOS LIMITES MAS VOCÊ IA BATER NO CARRO DAQUELE IDIOTA COM UM TACO! 

Abaixo a cabeça arrependido.

- Se não fosse por mim estaríamos na delegacia agora - ela passa as mãos pelo rosto.

- É melhor eu ir para casa - digo me virando.

- Não, ainda não - paro e encontro seu olhar que está direcionado para a lua - Sabe, você pode ter quase nos colocado em uma encrenca essa noite, mas mesmo assim você ajudou uma louca como eu a se vingar, então antes de você ir vou te levar à um lugar bem especial.

Caminhamos em direção ao bosque e adentramos entre as árvores cada vez mais.

- Aonde estamos indo?

- Você vai ver.

No meio da escuridão consigo ver uma luz que fica cada vez mais forte quando nos aproximamos. Para a minha surpresa era uma árvore, com luzes de natal e várias coisas penduradas em seus galhos com poucas folhas.

- O que é isso? - pergunto tocando nos galhos.

- Isso é a árvore dos sonhos! - Teresa abraça o tronco da árvore com a maior alegria.

- Como assim? - ela se aproxima de mim e me puxa para sentarmos em baixo da árvore.

- A árvore dos sonhos existe a bastante tempo pra falar a verdade. Dizem que se você deixar algo seu de grande valor sentimental e fizer o seu maior desejo, seu sonho, ele se realiza! 

- Ah tá, até parece - reviro os olhos.

- Eu não tô mentindo seu idiota, e deu certo tá! - ela mostra alguns nomes que estão no tronco - Aqui, "Robert" é o meu pai e "Katerina" é a minha mãe. Olha ali aquelas sapatilha de balé - ela aponta para um par de sapatilhas que está pendurado nos galhos - Aquelas sapatilhas eram da minha mãe e aquele livro de advocacia do meu pai, os dois fizeram seus desejos para a árvore e ainda selaram o amor deles aqui.

- E deu certo? 

- Sim, deu muito certo, menos a parte do amor... Minha mãe se tornou uma bailarina e meu pai advogado e hoje ele tem sua própria imprensa de advocacia considerada a melhor do país!

- Mas por que não deu certo o amor dos dois? - por causa da pergunta ela sorri desanimadamente.

- Bem, deu certo mas não durou muito tempo... - ela abaixa a cabeça - Meu pai amava muito a minha mãe sabe? O mundo dele girava em torno dela mas... Mas ela morreu quando eu tinha apenas três anos de idade.

- Meu Deus - direciono as mãos até a boca - Teresa eu sinto muito, eu não devia nem ter perguntado.

- Não, tudo bem - ela sorri novamente.

Ficamos em silêncio apenas escutando as batidas de nossos próprios corações que pareciam estar acelerados. 

- Mas por que você me trouxe aqui? - decido quebrar o silêncio.

- Você ainda não entendeu? - balanço a acabava negativamente - Shawn, eu te trouxe aqui pelo o que eu vi alguns dias atrás na sala de música, você é tímido eu entendo mas se você quiser ser reconhecido pelo seu talento você precisa lutar e não fica cantando escondido. Você precisa cantar o mais alto possível para todos ouvirem! As pessoas que deixaram seus pertences nessa árvore não se tornaram o que são só por um desejo, mas elas batalharam! Esse é o nosso último ano no colégio, você precisa começar a se descobrir e mostrar para todos quem você realmente é.

- Uou, que filosofal - solto uma risada de deboche.

- Eu não tô brincando - ela cruza os braços nervosa - É sério! Você nunca falou com ninguém, ninguém mesmo da nossa sala, eu fui a primeira pessoa que você teve algum tipo de contato. 

- Eu sou tão anti-social assim?

- Sim, você é - ela ri ironicamente.

Pego o celular para olhar as horas; já são quase quatro da manhã. 

- Eu acho melhor irmos - mostrou as horas para ela.

- Nossa, é verdade, eu perdi a noção do tempo.

Levantamos e nos afastamos da enorme árvore dos sonhos. Depois de dez minutos de caminhada já consigo ver minha casa.

- Consegue subir sozinho? - ela aponta para a janela do meu quarto.

- Sim, não se preocupe.

- Então tá, até amanhã Shawn - ela acena para mim - E se prepare para ver nossos inimigos arrasados.

Ela corre pela rua e eu subo o telhado e entro no quarto com suas palavras simples em minha cabeça; Até amanhã.

************

- Bom dia! - Teresa aparece do meu lado com um enorme sorriso mas mesmo assim consigo perceber a sua cara de sono.

- Nossa como você está animada - tampo a boca ao bocejar.

- Animada e com sono - ela se apoia em um amargo ao lado do meu e me observa tirar meus livros do armário - Nossa, você não tem outra roupa não? Dá impressão que você só vem de blusão e calma preta pro colégio. 

- Não começa - fecho o armário e fico ao seu lado - O Troye já chegou?

- Ainda não, mas ele, a Lox e a Dove estão à caminho - ela encara o corredor sorrindo - Não vejo a hora das nossas vítimas chegarem, vai ser um show de horrores!

Ao terminar de falar Troye e Lox aparecem ao seu lado, realmente ele parece estar bastante abalado.

- Finalmente vocês chegarem, daqui à pouco o show vai começar - Teresa abraça Troye - Vou te fazer sorrir hoje, você vai ver.

Então as risadas começaram, quando olhamos para o final do corredor encontramos Holland e Madison marcas vermelhas e roxas por todo o corpo e seus cabelos estavam bem bagunçados.

- Meu Deus - Lox coloca a mão sobre a boca - O que aconteceu com elas?

Nash e Hayes aparecem logo atrás; o mais velho está com um olho roxo e um braço quebrado e o mais novo está de muleta e seu rosto está inchado.

- Gente, os dois levaram uma surra de quem? De um lutador de sumô? - Troye diz surpreso.

- Quase isso - Teresa responde dando risada. Troye e Lox a encaram.

- Menina, foi você? - Lox aponta discretamente para os irmãos.

- Na verdade fomos nós - ela segura o meu braço.

Mais risadas se espalha pelo corredor; Tyler acabará de chegar. Seu cabelo estava do jeito que deixamos e seu nariz estava vermelho. A tinta que deixei cair manchou sua pele, fazendo-o parecer um palhaço.

- E aí Tyler? Se juntou ao grupo dos palhaços assassinos? - as risadas aumentam e Tyler bate à porta do armário nervoso.

Por último Cameron chega, só de olhar para o seu rosto consigo ver a raiva vibrando em seu olhar. Fico feliz com isso e até sorrio em ver a cena. Uma grupo de garotos aparecem e zoam ele pelo carro e todos do corredor riem cada vez mais.

- Eu falei que esse idiotas iam pagar - Teresa cruza os braços orgulhosa.

- Teresa minha amiga, obrigada, muito obrigada - Troye agradece.

- Eu não fiz tudo isso sozinha, eu tive ajuda - ela olha para mim.

- Você é o garoto da minha aula de biologia, eu nem sei seu nome? - Lox diz.

- Shawn - simplesmente respondo.

- Então muito obrigada Shawn por ajudar a Teresa com essa loucura toda - Troye sorri para mim e para a amiga.

- Eu falei que iria fazer você sorrir - ela dá um pulinho de alegria.

- Depois disso precisamos sair para comemorar! Que tal irmos para Londres esse sábado? Vai fazer sol e calor - Lox sugere para os amigos.

- Eu topo - Teresa responde.

- Eu também - Troye diz.

- Por que você não vem junto, Shawn? - Lox olha para mim.

- Não, eu já tenho compromisso.

- Se o seu compromisso é acordar às sete horas da manhã para correr, ajudar a sua mãe com as tarefas de casa e depois lavar o carro - Teresa me encara séria - Desculpa mas, isso não é compromisso.

Os três me olham com um sorriso sarcástico e eu não tenho tenho como recusar o convite. 

- Tudo bem, eu topo.



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